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Notícias

Ministra do STJ nega liberdade a Lula e critica Favreto

Por Nill Júnior

A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz, decidiu há pouco negar um habeas corpus protocolado a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O pedido de liberdade não foi feito pela defesa de Lula e é um dos 146 que chegaram ao tribunal após as recentes decisões conflitantes que determinaram a soltura e a manutenção da prisão de Lula.

Na decisão, a ministra entendeu que a decisão do juiz plantonista Rogério Favreto, que estava no plantão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, no último fim de semana, desrespeitou a decisões anteriores que mantiveram a prisão do ex-presidente.

“Causa perplexidade e intolerável insegurança jurídica decisão tomada de inopino, por autoridade manifestamente incompetente, em situação precária de Plantão judiciário, forçando a reabertura de discussão encerrada em instâncias superiores, por meio de insustentável premissa”, decidiu ministra.

Outras Notícias

Sistema do TCE aperfeiçoa fiscalização da folha de pagamento

A fiscalização dos recursos aplicados na folha de pagamento dos municípios, Governo do Estado, órgãos públicos e instituições de Pernambuco vem sendo aperfeiçoada pelo Tribunal de Contas do Estado em função de uma ferramenta utilizada para corrigir as irregularidades na utilização desses recursos públicos. O Sistema de Gerenciamento de Indícios (SGI), implantado pelo TCE em […]

A fiscalização dos recursos aplicados na folha de pagamento dos municípios, Governo do Estado, órgãos públicos e instituições de Pernambuco vem sendo aperfeiçoada pelo Tribunal de Contas do Estado em função de uma ferramenta utilizada para corrigir as irregularidades na utilização desses recursos públicos.

O Sistema de Gerenciamento de Indícios (SGI), implantado pelo TCE em 2022, passou por atualizações para melhorar a fiscalização contínua e corretiva feita pela instituição, melhorando também a comunicação com a gestão pública.

O SGI identifica, eletronicamente, indícios de irregularidades que são obtidos a partir do cruzamento de dados (trilhas de auditoria) durante as análises feitas pelo TCE, permitindo à unidade fiscalizada tomar conhecimento do fato e corrigi-lo antes que um procedimento de fiscalização seja formalizado.

São analisados, por exemplo, o cumprimento das regras sobre piso salarial de professores, salário mínimo, a existência de inativos ou pensionistas, e de servidores com 75 anos ou mais na folha de pagamento de servidores ativos, acumulação de cargos e pagamentos a servidores falecidos.

No primeiro ciclo da auditoria, de setembro de 2022 a setembro deste ano, 10.030 indícios de irregularidades foram respondidos pelos órgãos públicos, dos quais 2.498 foram regularizados. A fiscalização atingiu 579 órgãos públicos, dos quais 306 (53%) apresentaram indícios de irregularidades nos dados remetidos ao TCE. 

Os recursos fiscalizados nesse período chegaram a R$ 13.041.488,36. Após a regularização das falhas apontadas pela auditoria, foi gerada uma economia de R$1.263.055,93 para os cofres públicos.

Para o gerente de Controle de Pessoal do TCE, Bruno Ralino,  os resultados foram muito positivos, uma vez que, já em seu primeiro ano, o SGI entregou a um só tempo eficiência, eficácia e efetividade nos resultados das ações deste TCE de forma inovadora. “A capilaridade do sistema permite que o Tribunal de Contas se aproxime da gestão pública e da sociedade, sem barreiras físicas e em tempo real. Isso propicia a rápida solução dos indícios, melhoria dos controles internos e implementação de boas práticas no âmbito da gestão pública, bem como a eliminação de dano ao erário, possibilitando que o valor gerado pelo benefício seja corretamente aplicado em prol da sociedade”, afirmou.

Bruno explicou ainda que o sistema também vai incorporar novas trilhas de auditoria, incluindo Inteligência Artificial (IA), com a capacidade de realizar tarefas em grandes bancos de dados.

O SISTEMA

O SGI foi regulamentado por uma resolução interna do TCE ( nº 174/2022), tornando-se  compatível com todas as áreas de fiscalização do TCE. A sua utilização viabiliza a otimização de recursos humanos, rapidez na análise dos dados, sem uso de material de expediente, e resolução em curto prazo dos indícios de irregularidades. A atuação é feita de forma concomitante com todas as unidades fiscalizadas pelo Tribunal de Contas.

Identificado algum indício de irregularidade, o gestor público é comunicado pelo próprio sistema, e tem um prazo de até 60 dias para prestar esclarecimentos ao Tribunal, ou apresentar as medidas adotadas para solucionar o problema. O descumprimento do prazo pode levar à aplicação de multa e/ou abertura de processo de Auto de Infração contra o gestor.

CAPACITAÇÃO

A Escola de Contas do TCE está oferecendo curso gratuito sobre o sistema, voltado para os servidores das prefeituras e órgãos públicos. Para participar, é só clicar aqui para fazer a inscrição.

Maiores esclarecimento podem ser solicitados pelo e-mail [email protected], ou pelo telefone 0800 281 7717 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h), 081 98225-2906 ou 081 98494-0031 (das 12h às 18h).

Iguaracy promoveu mutirão de vacinação contra a Covid-19

A Secretaria de Saúde de Iguaracy realizou, na sexta-feira (4), mais um mutirão de vacinação contra a Covid-19 para todas as faixas etárias a partir dos 5 anos. Foram aplicadas 434 doses, sendo 230 da Pfizer, 82 da Pfizer Pediátrica e 122 Sinovac. Nos quatro pontos de vacinação (quadra da Escola Diomedes, UBS Irajaí, CAE […]

A Secretaria de Saúde de Iguaracy realizou, na sexta-feira (4), mais um mutirão de vacinação contra a Covid-19 para todas as faixas etárias a partir dos 5 anos.

Foram aplicadas 434 doses, sendo 230 da Pfizer, 82 da Pfizer Pediátrica e 122 Sinovac.

Nos quatro pontos de vacinação (quadra da Escola Diomedes, UBS Irajaí, CAE Jabitacá e UBS Caatingueira) 205 tomaram a primeira dose; 22 a segunda, que estava em atraso; e 207 completaram o esquema vacinal com a dose de reforço.

Sicoob é reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil

Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas  do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria […]

Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney

O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas  do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria com a TM20 Branding, consultoria  especializada em avaliação e gestão de marcas. 

O estudo mede o valor de um dos principais ativos intangíveis das organizações, a  marca que se consolida como fator determinante para o sucesso institucional. No  caso do Sicoob, o resultado reflete a força coletiva de milhões de cooperados,  dirigentes e colaboradores comprometidos com a promoção da justiça financeira e do  desenvolvimento sustentável. 

“A conquista simboliza o amadurecimento de um modelo de negócio que cresceu sem  perder sua essência”, afirma Cláudio Halley, superintendente de Estratégia e Gestão  do Sicoob. 

A instituição se consolidou entre as principais do país, administrando mais de R$ 398  bilhões em ativos e mantendo um ritmo constante de expansão, mesmo em um  ambiente de alta competitividade no setor financeiro. 

Valor de marca 

O crescimento do valor de marca do Sicoob reflete o fortalecimento do seu brand  equity, sustentado por uma combinação equilibrada de desempenho financeiro  sólido, força institucional e propósito cooperativo. A valorização é resultado de uma  estratégia de longo prazo que une solidez, inovação e coerência na entrega de valor  aos cooperados e à sociedade. 

Esse avanço se traduz diretamente na valorização do ativo intangível da marca,  impulsionado não apenas por resultados econômicos, mas também por atributos  intangíveis, como confiança, reputação e reconhecimento do modelo cooperativo  como uma forma sustentável de fazer finanças. 

“Ser a marca cooperativa mais valiosa do Brasil é também um reconhecimento do  cooperativismo como força de transformação social e econômica”, afirma Halley.

O Sicoob ampliou e diversificou seu portfólio de produtos e serviços e fortaleceu sua  presença física e digital, com foco na experiência do cooperado como pilar central de  diferenciação. Essa estratégia, somada às ações de endosso e visibilidade  institucional, contribuiu para consolidar a percepção de uma marca sólida, moderna  e próxima das pessoas. 

Além da performance operacional, o fortalecimento do brand equity também é  resultado de uma comunicação integrada e consistente, que posiciona o Sicoob em  diferentes territórios culturais. 

Relevância cultural e presença 

A consolidação do valor de marca do Sicoob também está relacionada à sua presença  em territórios culturais que dialogam com diferentes públicos e reforçam a identidade  cooperativista. A instituição estruturou uma estratégia de comunicação 360º, com  atuação em música, esporte e dramaturgia, ampliando o alcance da marca e  fortalecendo o vínculo com a sociedade. 

Essa presença posiciona o Sicoob como uma marca que atua de forma ativa na cultura  brasileira, promovendo o cooperativismo financeiro em espaços de grande  visibilidade e engajamento. O posicionamento ganha expressão em diversas frentes:  do incentivo à música, que conecta comunidades, ao apoio ao esporte, que mobiliza  o país, e às narrativas que refletem o cotidiano das pessoas. 

O reconhecimento no ranking reforça o compromisso do Sicoob com um crescimento  sustentado por propósito e impacto coletivo. A combinação entre relevância cultural  e consistência institucional consolida a marca como uma referência de confiança e  credibilidade no sistema financeiro nacional. 

Força coletiva 

Como instituição financeira cooperativa, o Sicoob reúne mais de 9,3 milhões de  cooperados, presentes em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Entre os  serviços oferecidos, destacam-se conta corrente, crédito, investimentos, cartões,  previdência, consórcios, seguros e adquirência, entre outros. 

O sistema é formado por 323 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e o  Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que inclui uma confederação, um banco  cooperativo, uma processadora e bandeira de cartões, uma administradora de consórcios, uma entidade de previdência complementar, uma seguradora e um  instituto de investimento social. 

Com mais de 4,6 mil pontos de atendimento, o Sicoob ocupa a primeira colocação  entre as instituições financeiras com maior número de agências no país, sendo, em  mais de 415 municípios, a única instituição financeira presente. As informações são da InfoMoney.

Serra Talhada caminha para os cem óbitos por Covid-19

Serra Talhada cravou o óbito de número 96 pelo novo coronavírus na tarde desse sábado (20). Segundo o Farol de Notícias,  faleceu no Hospital Eduardo Campos o senhor Francisco Alves dos Santos, que faria 80 anos no próximo dia 02 de março. Segundo boletim divulgado pela XI Gerência Regional de Saúde (Geres), o idoso residia […]

Ainda segundo a Geres, Francisco Santos tinha comorbidades e era cardiopata. O teste que confirmou a infecção por Covid-19 foi o RT-PCR, realizado em 27 de janeiro.

Segundo presidente da CDL, ExpoSerra deve movimentar R$20 milhões

Por André Luis Nesta sexta-feira (14), durante a segunda noite da 18ª edição da ExpoSerra 2017, a reportagem do blog conversou com o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Serra Talhada, Reginaldo Souza. Para Reginaldo, esta edição é um marco de vitória pelo fato de estarem realizando a feira, mesmo diante de um […]

Foto: Wellington Júnior

Por André Luis

Nesta sexta-feira (14), durante a segunda noite da 18ª edição da ExpoSerra 2017, a reportagem do blog conversou com o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Serra Talhada, Reginaldo Souza.

Para Reginaldo, esta edição é um marco de vitória pelo fato de estarem realizando a feira, mesmo diante de um momento turbulento da economia brasileira e creditou o sucesso até agora, ao povo serratalhadense e do Pajeú.

“A 18ª edição da feira é um marco de vitória, por vivermos num momento turbulento da economia brasileiro, mas o povo serra-talhadense e o povo do Pajeú tem coragem de empreender em qualquer tempo, mesmo que sejam tempos difíceis”, disse.

Reginaldo disse que a feira está tendo boa visitação e que os estandes estão bem movimentados. Disse ainda que há uma estimativa de que a feira movimente aproximadamente R$20 milhões de Reais durante e pós a ExpoSerra.

Reginaldo vê de forma positiva a volta do formato original da ExpoSerra: “de quatro anos pra cá, a gente vem percebendo que a ExpoSerra tem que ser autossustentável, então, esse ano o foco é nos negócios e assim ela está sendo feita. Há uma grande movimentação nos estandes, dá pra perceber que bem maior do que no ano anterior” finalizou Reginaldo.

Programação:

Na terceira e última noite do evento além da visitação ao estandes, ainda acontecerá duas palestras e o show de encerramento que está previsto para começar as 22h30.

15/07(sábado) Palestras

19h – Case de Sucesso: Palestra Carlos Aurélio Nunes (Tupan)

20h – Matuto Cavador: empreendedorismo no Sertão – Jessier Quirino

Sábado dia 15/07 – Show de Encerramento

Palco Principal

22h30 – Letícia Bastos

Flor de Mandacaru

Gleydson e Henrick

O acesso à feira terá o custo de cinco reais, e dará direito à área de shows, com exceção da área vip.