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Mesmo com críticas, ministro nega crise entre governo e Eduardo Cunha

Por Nill Júnior

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Do Correio Braziliense

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, negou, na manhã desta segunda-feira (15/6), haver uma crise entre o PT e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O peemedebista foi alvo de críticas de petistas durante o Congresso da legenda neste fim de semana em Salvador. Em resposta às críticas e irritado com uma movimentação dentro do governo para tirar o vice-presidente Michel Temer da articulação política, Cunha subiu o tom ao reclamar do PT e insinuou o fim da aliança com o partido.

Mesmo com a situação, Edinho disse esperar que o projeto da desoneração da folha seja aprovado no Congresso. Irritado, Cunha pode atrapalhar a votação da matéria. “Não tem mal-estar com o presidente Eduardo Cunha. O governo respeita a liderança do presidente Eduardo Cunha. O presidente da Câmara dos Deputados tem o respeito do governo. Numa democracia, é natural que muitas vezes posições divergentes possam existir. Isso faz parte da democracia e é bom que haja diálogo”, disse.

“A posição do governo é sempre uma posição de diálogo com o presidente da Câmara, sempre de diálogo com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Então, não existe crise, existe uma posição de muito respeito do governo em relação ao presidente da Câmara e do Senado”, reforçou o ministro.

No último sábado, Cunha insinuou o fim da aliança com o PT. Segundo ele, o PMDB “está cansado de ser agredido constantemente”. “Talvez tivesse sido melhor que eles aprovassem no congresso o fim da aliança. E não sei se num congresso do PMDB terão a mesma sorte”, escreveu Cunha em uma rede social, em referência ao Congresso do partido da presidente Dilma.

Correntes minoritárias do PT apresentaram a sugestão de rompimento da aliança com os peemedebistas, que acabou rejeitada. O próprio presidente da Câmara foi alvo de críticas, inclusive com direito ao refrão “Fora, Cunha!” sendo gritado por militantes. Mesmo assim, Edinho afirmou que a posição de alguns integrantes do partido não representa a do governo. “É natural que numa democracia, lideranças possam pensar de forma diferente, partidos tenham posições diferentes, isso é natural. O importante é que se tenha unidade na construção de uma agenda para o país. Neste sentido, o diálogo com o presidente Eduardo Cunha tem sido excepcional”, afirmou o ministro.

Edinho ainda afirmou que o projeto das desonerações que deveria ter sido votado na última semana na Câmara dos Deputados, será aprovado. E ressaltou a importância da matéria para o ajuste fiscal. “A aprovação dessa medida é fundamental para que possamos concluir os ajustes”, afirmou.

Outras Notícias

Mais um óbito por Covid em Afogados

O prefeito José Patriota confirmou na entrevista à Rádio Pajeú mais um óbito no município. “Hoje tivemos um óbito”, confirmou. “Ontem foram 27 casos. Hoje tem mais casos para ser divulgados. Começam a aparecer jovens com sintomas e da meia idade. Eu não sei quem é de risco”. “Não estávamos em lockdow mas não pudemos […]

O prefeito José Patriota confirmou na entrevista à Rádio Pajeú mais um óbito no município. “Hoje tivemos um óbito”, confirmou.

“Ontem foram 27 casos. Hoje tem mais casos para ser divulgados. Começam a aparecer jovens com sintomas e da meia idade. Eu não sei quem é de risco”.

“Não estávamos em lockdow mas não pudemos afrouxar”, concluiu. O boletim oficial será divulgado daqui a pouco. Até agora são 391 casos. É possível que a cidade se aproxime ou passe dos 400, chegando a nove óbitos.

Relembre o caso Cleiton Leite

O fisioterapeuta  Cleyton Leite foi condenado a 23 anos e três meses pelo júri popular pela morte da esposa, Aiane Michele Pereira Gomes Leite, de 26 anos, dia 28 de setembro do de 2020. O juri aconteceu dias 13 e 14 de fevereiro. Pelo que o blog apurou o placar foi de 4×0 pela condenação, […]

O fisioterapeuta  Cleyton Leite foi condenado a 23 anos e três meses pelo júri popular pela morte da esposa, Aiane Michele Pereira Gomes Leite, de 26 anos, dia 28 de setembro do de 2020. O juri aconteceu dias 13 e 14 de fevereiro.

Pelo que o blog apurou o placar foi de 4×0 pela condenação, ou seja, por unanimidade. Houve a votação de 4×3 em relação às qualificadoras. A pena teve inicialmente 21 anos, mas chegou a esse tempo com os agravantes. Prevaleceu a tese do MP e da assistência de acusação que argumentou, alegando comprovação técnica, que a esposa de Cleyton não tinha sido vítima de suicídio, em sim, feminicídio, como indicaram as investigações do então Delegado Ubiratan Rocha.

O juri ocorreu no Fórum Laurindo Leandro Lemos. A sentença foi proferida pelo Juiz Bruno Querino Olímpio. Atuou pelo MP o promotor Witalo Vasconcelos. O assistente de acusação foi o advogado Daniel Aragão.

O advogado Ricardo Siqueira, que defende Cleyton Leite, questionou vários procedimentos desde a prisão até a instrução do processo. O primeiro deles, o da divulgação de um caso em segredo de justiça.  “Toda a imprensa tem noticiado expondo o nome do profissional”. O blog foi bastante citado pela defesa. Ainda argumentou que mesmo o laudo tanatoscópico não garantia a tese de feminicídio.

Dentre as ouvidas, o médico legista Gustavo Henrique Bezerra dos Santos, responsável pelo laudo que indicou que Aiane sofreu estrangulamento e João Batista Montenegro, contratado pela família do fisioterapeuta para desconstruir a versão oficial.

No júri, havia familiares de Aiane, inclusive uma irmã e também do fisioterapeuta, como um irmão jornalista que mora nos Estados Unidos. A defesa recorreu da decisão.

Totonho assume defesa de Lúcia Moura como vice de Patriota

Ex-prefeito alertou que, “se vice sair do bolso, vai brigar pra ser candidato” O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira Totonho Valadares defendeu pela primeira vez o nome da atual vice-prefeita Lúcia Moura como sua candidata a vice, mantendo a chapa que ganhou as eleições a quatro anos, pouco mais de 24 horas depois da médica […]

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Ex-prefeito alertou que, “se vice sair do bolso, vai brigar pra ser candidato”

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira Totonho Valadares defendeu pela primeira vez o nome da atual vice-prefeita Lúcia Moura como sua candidata a vice, mantendo a chapa que ganhou as eleições a quatro anos, pouco mais de 24 horas depois da médica assinar sua ficha de filiação ao PMDB presidido por seu filho, Daniel Valadares. Também foi a primeira vez que Valadares não defendeu de forma mais efetiva o filho, Daniel Valadares. Foi no Debate das Dez do programa Manhã Total.

“A chapa deveria ser a mesma que ganhou a eleição passada. Porque não ? Ela não foi importante para ganhar a eleição ? Porque não é agora ?” – questionou. Perguntado do distanciamento entre Lúcia Moura e Patriota, o ex-prefeito questionou. “Mas porque houve esse afastamento entre ela e o prefeito. Será que a responsabilidade foi dela? Ou ela foi importante para a eleição mas não para governar Afogados?”

Sobre o filho, Totonho disse que a partir da escolha de Lúcia ele cuidaria de outros projetos. “Daniel vai cuidar da vida dele como candidato a vereador ou a nada”.

Ele disse em outras palavras ser contra qualquer decisão de escolher nome “do bolso”. Disse: “Essa história de escolher e tirar do bolso eu não tive, porque vão ter? Aí vou brigar pra ser candidato, vou colocar meu nome no jogo”.

Totonho afirmou que está avaliando convites para definir o partido para o qual ingressará. Na lista de convites,  PMDB, PTB , PCdoB, DEM, PSL e  PSDB. Certo é que ele não ficará no PSB. “Se a gente não quer se afastar totalmente da política precisa ter um grupo forte, não necessariamente para romper, mas para ser escutado. Se (o grupo) for fraco, não tem como ser escutado”.

Ele também afirmou que o conjunto político da Frente Popular precisa se reunir. “Pra formação de chapa está muito atrasado. Uma coisa puxa a outra, como critérios para composição de chapa. Mas se não discute nada é uma falha muito grande”.

Raquel Lyra prestigia o carnaval de Paudalho, na Mata Norte

A governadora Raquel Lyra prestigiou, nesta segunda-feira (12), o carnaval do município de Paudalho, na Zona da Mata Norte do Estado. Durante o evento, que aconteceu no Pátio Beira Rio, localizado no Centro, a gestora recebeu das mãos do prefeito Marcelo Gouveia um troféu do carnaval 2024. A vice-governadora Priscila Krause também foi homenageada com […]

A governadora Raquel Lyra prestigiou, nesta segunda-feira (12), o carnaval do município de Paudalho, na Zona da Mata Norte do Estado. Durante o evento, que aconteceu no Pátio Beira Rio, localizado no Centro, a gestora recebeu das mãos do prefeito Marcelo Gouveia um troféu do carnaval 2024. A vice-governadora Priscila Krause também foi homenageada com uma réplica do estandarte da festa.

No Polo Cultural, a chefe do Executivo estadual acompanhou o desfile das tradicionais agremiações do município. “Tenho a alegria de vivenciar o carnaval de Paudalho, uma festa incrível. E este ano o Governo de Pernambuco investe R$ 20 milhões na cena cultural pernambucana, para incentivar os nossos artistas. Estamos trabalhando para trazer melhores experiências para aqueles que vêm conhecer a nossa cultura, história e tradição”, afirmou Raquel Lyra.

Além do desfile das alegorias dos grupos culturais, o município também recebe artistas locais e nacionais no polo principal, atraindo visitantes de toda a região. “Esse carnaval é lindo e plural. Nós acompanhamos o desfile das agremiações e vimos o quanto ele é grandioso”, comentou a vice-governadora Priscila Krause.

O prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, destacou a parceria com o Governo de Pernambuco para a realização da festa. “A presença do Governo do Estado é fundamental para a realização dessa festa tão bonita. Agradeço à governadora Raquel Lyra, que tem olhado para o nosso município, tanto no incentivo à cultura, como também em projetos estruturantes, que beneficiam toda a nossa população”, observou.

Estiveram presentes na festa o deputado estadual Gustavo Gouveia, além dos secretários estaduais Hercílio Mamede (Casa Militar) e Alessandro Carvalho (Defesa Social). O presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira, e o prefeito de Limoeiro, Orlando Jorge, também participaram.

Prisão domiciliar de Bolsonaro reacende debate sobre desigualdade na Justiça

O jornalista Nill Júnior comentou, nesta quarta-feira (25), na Rádio Itapuama FM, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o comunicador, a medida atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República e impõe uma série de restrições, como o uso de tornozeleira eletrônica, limitação de […]

O jornalista Nill Júnior comentou, nesta quarta-feira (25), na Rádio Itapuama FM, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o comunicador, a medida atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República e impõe uma série de restrições, como o uso de tornozeleira eletrônica, limitação de deslocamento e proibição do uso de redes sociais. Bolsonaro também deverá cumprir um perímetro determinado, com o objetivo de evitar aglomerações e possíveis manifestações em frente à sua residência.

De acordo com o comentário, Bolsonaro permanece internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde se recupera de complicações respiratórias. Nill Júnior destacou que o estado de saúde foi um dos fatores considerados na decisão judicial.

Na análise do jornalista, a medida pode ser vista como adequada diante do contexto, especialmente para evitar uma possível “martirização” do ex-presidente. Ele lembrou episódios anteriores envolvendo descumprimento de medidas cautelares e mobilizações organizadas por aliados, incluindo o senador Flávio Bolsonaro, o que teria influenciado na definição de regras mais rígidas.

O comentário também abordou outros casos envolvendo figuras públicas, como o ex-presidente Fernando Collor de Mello e o governador Cláudio Castro, ampliando o debate sobre o tratamento dado a lideranças políticas investigadas ou condenadas.

Segundo Nill Júnior, o principal ponto não é apenas a decisão envolvendo Bolsonaro, mas a desigualdade no acesso à Justiça no Brasil. Ele ressaltou que benefícios como a prisão domiciliar são mais facilmente obtidos por pessoas com maior influência, enquanto grande parte da população carcerária enfrenta superlotação e dificuldades para garantir direitos básicos.