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Mendonça acredita em manutenção de seus projetos no MEC no ciclo Bolsonaro

Por Nill Júnior

O deputado federal e ex-ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM) esteve em Caruaru, no Agreste, nesta quarta-feira (26). Em entrevistas na cidade, Mendonça falou sobre os investimentos e obras trazidos para o Estado quando ministro e disse acreditar na continuidade dos projetos pelo novo governo.

“Minha expectativa é muito positiva, deixamos sementes muito bem plantadas, com a reforma do ensino médio, com a Base Curricular de toda a Educação Básica, mudanças importantes na implantação das escolas em tempo integral e eu imagino que essas políticas, que são políticas de estado, serão preservadas e continuadas”, declarou.

Mendonça se disse orgulhoso pelo que pode fazer ao longo da sua trajetória. “Em Caruaru nós trabalhamos muito junto a prefeitura, ao IFPE e a Universidade Federal. Foram obras de creches, escolas e quadras autorizadas na minha gestão. No IF construímos a acessibilidade, biblioteca e bloco de engenharia química e no da UFPE iniciamos as obras dos blocos de medicina”, detalhou Mendonça.

Perguntado sobre a avaliação da população sobre sua gestão e mandatos, o ex-ministro se disse satisfeito com o reconhecimento que tem recebido da população. “Fomos vítimas de protestos de grupos extremistas no começo da gestão. Diziam que eu acabaria com tudo. Hoje recebi homenagens e aqui em Caruaru fui chamado por alunos de Medicina para ser patrono da turma. Um reconhecimento que me enche de orgulho”,comemorou.

Mendonça Filho disse não se arrepender de ter disputado uma vaga no Senado e garante que, independente de mandato eletivo, continuará atento ao Estado “ Eu sabia que tomaria uma decisão difícil e que nadaria, como fiz por 13 anos na oposição ao PT, nadei contra a correnteza”.

Mendonça se disse orgulhoso pelo que pode fazer ao longo da sua trajetória. “Eu me sinto uma pessoa realizada. Cheguei a ser ministro, um cargo importante para quem quer fazer o bem”.

Outras Notícias

São José do Egito recebe Seminário Expressão do Pajeú

Evento fará homenagem póstuma ao Jornalista Inaldo Sampaio Na próxima quinta-feira (7), será realizado Em São José do Egito, a 1º etapa do Seminário Expressão do Pajeú edição 2022. O evento é uma realização da Revista Movimmento, da Faculdade Vale do Pajeú – FVP, do Movimento Viver Pernambuco, da Federação das CDLs – FCDL, do […]

Evento fará homenagem póstuma ao Jornalista Inaldo Sampaio

Na próxima quinta-feira (7), será realizado Em São José do Egito, a 1º etapa do Seminário Expressão do Pajeú edição 2022.

O evento é uma realização da Revista Movimmento, da Faculdade Vale do Pajeú – FVP, do Movimento Viver Pernambuco, da Federação das CDLs – FCDL, do Grupos Mulheres do Brasil e da Rádio Gazeta FM.

O evento que engloba as cidades de Tabira, Itapetim, Tuparetama, Brejinho e São José do Egito está programado para iniciar às 19h na Faculdade Vale do Pajeú – FVP e contará com as presenças dos prefeitos Evandro Valadares (São José do Egito), Gilson Bento (Brejinho), Adelmo Moura (Itapetim) e Sávio Torres (Tuparetama).

Também estarão presentes os presidentes das CDLs de São José do Egito, Áureo Braz e de Tabira, Jackson Amaral, além do poeta Dedé Monteiro (Patrimonio Vivo de Pernambuco), que representará o mundo cultural e o geólogo, e empresário Gilberto Rodrigues (Rádio Gazeta FM).

Além do jornalista Inaldo Sampaio, que receberá uma homenagem póstuma, cerca de trinta personalidades também receberão homenagens, entre elas Áureo Braz (Transbraz), Paulo Manú (Kigarot), Djalma Nogueira (presidente da Câmara Municipal de Tabira), Paulo Jucá (ex-secretário de Saúde de São José do Egito), Dr. Robson Stênio (oftalmologista),  e dona solange, casa shopping, professora Renata (Colégio Interativo) e o poeta Dedé Monteiro.

Comissão aprova punição contra Geddel e processo vai para o MPF

Integrantes do colegiado entenderam que ex-ministro agiu com conflito de interesses públicos e privados; crise foi motivada por causa de prédio de luxo Do IG O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que ocupou até o fim de novembro a chefia da Secretaria de Governo do Palácio do Planalto, será alvo de censura ética aplicada pela Comissão […]

Foto:Valter Campanato/ABr - 25.04.16
Foto:Valter Campanato/ABr – 25.04.16

Integrantes do colegiado entenderam que ex-ministro agiu com conflito de interesses públicos e privados; crise foi motivada por causa de prédio de luxo

Do IG

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que ocupou até o fim de novembro a chefia da Secretaria de Governo do Palácio do Planalto, será alvo de censura ética aplicada pela Comissão de Ética da Presidência da República. A decisão, por unanimidade, foi confirmada nesta quinta-feira (15) e teve como motivação o conflito entre interesses públicos e privados envolvendo a construção de um edifício de alto padrão em Salvador (BA).

A polêmica envolvendo Geddel veio a público depois que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero ter dito que foi pressionado pelo colega para intervir junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para liberar a construção do empreendimento na capital baiana – as obras foram embargadas. O conflito motivou Calero a se demitir.  Pelo fato de a comissão ter identificado indícios de outras irregularidades, que vão além da questão ética, o caso foi remetido para análise do Ministério Público Federal (MPF).

De acordo com Mauro Menezes, presidente do conselho, Geddel já foi notificado a respeito da decisão. “É vedado ao administrador público o conflito do interesse público com o particular”, disse Menezes. “Tudo foi levado em conta [no voto do relator], desde a denúncia de Calero até a resposta de Geddel, na qual reconheceu ter patrocinado interesse particular perante um ministro de Estado.”

Menezes considerou que o colegiado levou em conta o fato de que Geddel não ter comunicado a respeito de que uma das unidades do prédio seria de sua propriedade. “Foi significativo o fato de Geddel não ter comunicado que, dentre seu rol de bens, teria este apartamento. Esse foi um dado importante e muito significativo, porque o ministro alegava jamais ter negado a propriedade”, disse.

O presidente acrescentou que a decisão está sendo remetida ao MPF “para a análise de outras implicações relativas ao uso do cargo para benefícios pessoais”. Conforme Menezes, não cabe ao conselho punir outras práticas ilegais, que não éticas, cometidas pelo ex-ministro. Dessa maneira, até o momento, Geddel poderia, por exemplo, se candidatar a cargo eletivo. “Cabe à Justiça Eleitoral avaliar a questão da elegibilidade de Geddel. Dependendo da análise a ser feita pelo MPF, o caso poderá encaminhado à Justiça Eleitoral.”

“Mancha no currículo” – O relator do caso no colegiado, Marcelo Figueiredo, afirmou que “mais do que uma mancha no currículo de Geddel, essa punição representa uma repreensão pública à conduta equivocada” dele, e um “sinal aos administradores”, de que essa pessoa, no episódio, infringiu a ética na gestão pública. “Como Geddel não está no governo e, portanto, não pode ser demitido, a censura ética é uma das penas previstas e capituladas no Código de Ética da Alta Administração Federal”. Figueiredo lembrou que todo ministro tem a obrigação de informar ao Conselho de Ética se a medida adotada por sua pasta pode favorecer parentes de até terceiro grau.

Os integrantes da comissão informaram que, por enquanto, não houve, por parte de nenhum conselheiro, a intenção de abrir investigações sobre a conduta de Marcelo Calero, que além de gravar conversas com o presidente Michel Temer, denunciou também o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. “Também não foi apresentada nenhuma proposição relativa ao ministro Padilha nem ao José Yunes [assessor de Temer, que pediu para ser exonerado após ter seu nome relacionado às denúncias da Odebrecht]”, disse Menezes.

* Com informações da Agência Brasil

Plataformas de mensagens têm de revelar criminosos das fake news, diz presidente de CPI

Senador Angelo Coronel, da Bahia, fala em quebra de sigilos e prevê uma ‘guerra muito forte’ Rubens Valente / Folha de São Paulo O presidente da CPI das Fake News no Congresso, o senador Angelo Coronel (PSD-BA), 61, disse que a comissão quer chegar aos “autores, investidores e patrocinadores de bunkers espalhados pelo país afora […]

Senador Angelo Coronel (PSD-BA), presidente da CPI das Fake News – Waldemir Barreto/Agência Senado

Senador Angelo Coronel, da Bahia, fala em quebra de sigilos e prevê uma ‘guerra muito forte’

Rubens Valente / Folha de São Paulo

O presidente da CPI das Fake News no Congresso, o senador Angelo Coronel (PSD-BA), 61, disse que a comissão quer chegar aos “autores, investidores e patrocinadores de bunkers espalhados pelo país afora para depreciar pessoas” e que seu trabalho será imparcial.

“Eu não quero saber de matiz partidária, eu não quero saber se a pessoa é filho de presidente, se é irmã de presidente, se é inimigo de presidente. Nós temos que simplesmente combater os criminosos das redes sociais.”

Instalada em 4 de setembro, a CPI tem por finalidade “investigar os ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público; a utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições 2018; a prática de cyberbulling sobre os usuários mais vulneráveis da rede de computadores, bem como sobre agentes públicos; e o aliciamento e orientação de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio”.

A comissão é formada por 16 senadores titulares e 16 deputados federais titulares e mesmo número de suplentes. Também integram a comissão dois filhos do presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio (PSL-RJ), como titular, e o deputado Eduardo (PSL-SP), suplente.

A CPI já aprovou a convocação de três funcionários do Palácio do Planalto que formariam um “gabinete da raiva” em redes sociais e outros nomes bolsonaristas. A ala governista conseguiu aprovar a convocação da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) e quer ouvir outros petistas, como a ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Apesar do sobrenome, Angelo Coronel não tem origem ou formação militares. Ele é engenheiro civil formado pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e adotou um apelido da juventude, segundo ele.

O senador se considera independente, sem vinculação com o governo ou a oposição. O senador concedeu entrevista a Folha de São Paulo, leia a íntegra.

Prefeitos cobram a Ministro recursos para 2ª fase da Adutora do Pajeú

Como encaminhamento do Encontro de Brejinho, do último dia 14, prefeitos do Pajeú em Pernambuco, da Paraíba, mais deputados federais e Senadores estiveram em Brasília reunidos com o Ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho,  e mais representantes  do Dnocs e MP. O encontro aconteceu na sede da CMM. Na pauta a luta para destravar cerca […]

Como encaminhamento do Encontro de Brejinho, do último dia 14, prefeitos do Pajeú em Pernambuco, da Paraíba, mais deputados federais e Senadores estiveram em Brasília reunidos com o Ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho,  e mais representantes  do Dnocs e MP. O encontro aconteceu na sede da CMM.

Na pauta a luta para destravar cerca de R$ 55 milhões para a conclusão do Projeto da Adutora do Pajeú, que pretende dar garantia hídrica em sua segunda etapa a mais municípios dos dois estados.

Sobre a Barragem de Ingazeira, as duas empresas (uma que atua na execução da obra e outra que fiscaliza), tem R$ 16 milhões para até o final do ano atingir 90% de sua construção e para 2018 com R$ 33 milhões, concluir.

Participaram da reunião o prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da AMUPE, José Patriota, mais os prefeitos de Brejinho (Tânia Maria), Iguaraci (Zeinha Torres), Ingazeira (Lino Morais), Itapetim (Adelmo Moura), Santa Terezinha (Vaninho de Danda), Sertânia (Ângelo Ferreira), Solidão (Djalma Alves) Tabira (Sebastião Dias) e Triunfo (João Batista).

Ainda os Deputados Federais Gonzaga Patriota, João Fernando Coutinho, Danilo Cabral e o Senador Humberto Costa.

Em linhas gerais a avaliação da reunião foi positiva. O ministro se comprometeu em brigar com a área econômica para destravar os recursos para que a segunda etapa da Adutora não seja paralisada, afetando a distribuição futura para essas cidades.

Almoço em homenagem a Paulo Câmara é prestigiado por classe política e empresarial

O presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, foi bastante celebrado em um almoço homenagem com algumas das principais lideranças políticas e empresariais do Estado, nesta segunda-feira (29), em Boa Viagem. O gestor contou com a presença do presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (PSDB), do mesmo partido da governadora Raquel Lyra, e os senadores Humberto Costa (PT) e Teresa Leitão. […]

O presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, foi bastante celebrado em um almoço homenagem com algumas das principais lideranças políticas e empresariais do Estado, nesta segunda-feira (29), em Boa Viagem.

O gestor contou com a presença do presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (PSDB), do mesmo partido da governadora Raquel Lyra, e os senadores Humberto Costa (PT) e Teresa Leitão.

Lideranças do Partido dos Trabalhadores marcaram presença em peso. O deputado federal Carlos Veras (PT), o presidente estadual do PT-PE, Doriel Barros, e os deputados estaduais João Paulo (PT) e Rosa Amorim (PT) foram algumas lideranças que marcaram presença. Do antigo partido de Paulo, o PSB, marcou presença o deputado federal Pedro Campos. Os deputados federais Luciano Bivar (União Brasil) e Silvio Costa Filho (Republicanos) também prestigiaram o evento. Foram quase 400 personalidades segundo relatos deq uem esteve por lá.

O empresário Paulo Drummond fez uma saudação em nome da iniciativa privada ao presidente do BNB. Também estiveram presentes o presidente da Associação Avícola de Pernambuco (Avipe), Giuliano Malta, o diretor presidente da Masterboi, Nelson Bezerra, entre outros. O evento foi organizado pelo ex-presidente da Copergás, André Campos.

“Comecei a semana revendo pessoas queridas com quem convivi nos últimos oito anos, como governador de Pernambuco. Agradeço a bela homenagem organizada pelo amigo André Campos e a todos e todas que compareceram. Contem com o nosso trabalho à frente do Banco do Nordeste para continuar a ajudar Pernambuco a crescer”, disse Câmara em uma rede social.