Médico João Veiga elogia oposição feita por Dinca em Tabira
Por Nill Júnior
O Blog do Dincão, criado pelo ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino (PMDB) para fazer uma oposição cerrada durante o 2º mandato, ao Prefeito Sebastião Dias (PTB), reeleito, ganha o reconhecimento de um crítico voraz da classe política da Cidade das Tradições, o reconhecido cirurgião João Veiga.
A informação foi de Anchieta Santos no programa Rádio Vivo de hoje.
Diante de uma nota de Dinca, claro, escrita por alguém mandado por ele, que ataca a situação de abandono do Canal da Granja, obra construída em seu governo que pôs fim às cheias que castigavam a cidade, o médico João Veiga escreveu em sua página no Facebook:
“Como Prefeito Dincão merece muitas críticas , como oposição, nota 10. O canal, atualmente é um lixão. A camada de asfalto que Bastião colocou, é um caso de polícia e MP. Precisamos de Dincão na oposição sempre’, completou Dr. Veiga. Bem que Frei Damião avisou que um dia a roda grande passaria pela roda pequena…
A visita do governador Paulo Câmara ao sertão neste domingo (04), teve início no distrito de Rio da Barra, em Sertânia. Por volta das 10:40h, o governador chegou ao local, acompanhado de secretários estaduais e do deputado federal Gonzaga Patriota, onde assinou a ordem de serviço para a retomada da estrada que liga a PE […]
A visita do governador Paulo Câmara ao sertão neste domingo (04), teve início no distrito de Rio da Barra, em Sertânia. Por volta das 10:40h, o governador chegou ao local, acompanhado de secretários estaduais e do deputado federal Gonzaga Patriota, onde assinou a ordem de serviço para a retomada da estrada que liga a PE 280 a BR 232, conhecida por estrada de Rio da Barra. O investimento no trecho de 8,7 quilômetros é de R$ 10,9 milhões.
Paulo Câmara ressaltou que entre as prioridades da sua gestão está a retomar das obras paradas. Algumas obras foram paralisadas por problemas técnicos nas obras ou por causa do fechamento das contas do ano.
No distrito, o governador foi recebido pelo deputado estadual Ângelo Ferreira, pelos vereadores Washington Passos, Prof. Ivan, Fiapo, Mundico, Toinho Almeida e Fabiano de Zé do Ônibus, além da ex-prefeita Cleide Ferreira; da prefeita de Arcoverde, Madalena Brito; do presidente da CDL, Paulo Roberto e de várias lideranças políticas da região. Moradores da localidade fizeram questão de agradecer e registrar o importante momento ao lado do governador Paulo Câmara e do deputado Ângelo Ferreira.
Depois de passar por Rio da Barra, o governador Paulo Câmara assinou outra ordem de serviço, para a construção da via que ligará o distrito de Albuquerque Né também em Sertânia às cidades de Afogados da Ingazeira e Iguaracy. A estrada terá 40 quilômetros de extensão. Com um investimento R$ 19 milhões, a estimativa de conclusão da obra é o mês de junho.
Em seguida, houve visita às obras da Estação de Tratamento de Esgoto de Afogados da Ingazeira, nas margens da PE-320 e visita às obras do Entreposto Regional do Mel, em Tabira.
O governador Paulo Câmara ainda participou em São José do Egito, da missa comemorativa do centenário de nascimento do poeta Lourival Batista Patriota.
O ex-prefeito Francisco Dessoles confirmou ao blog o fechamento da chapa oposicionista que vai enfrentar o governista Zeinha Torres nas eleições de novembro. A chapa foi confirmada com o contador Rogério Lins . Para vice, o nome escolhido é o do pré-candidato Francisco de Sales. Ele atualmente é vereador e ex-presidente da Câmara do município. “Confirmamos a […]
O ex-prefeito Francisco Dessoles confirmou ao blog o fechamento da chapa oposicionista que vai enfrentar o governista Zeinha Torres nas eleições de novembro.
A chapa foi confirmada com o contador Rogério Lins . Para vice, o nome escolhido é o do pré-candidato Francisco de Sales.
Ele atualmente é vereador e ex-presidente da Câmara do município. “Confirmamos a chapa”, disse Dessoles ao blog.
Os dois nomes são do MDB iguaraciense. A convenção que homologará a chapa deverá ocorrer na semana que vem. Lins e Sales enfrentarão a chapa do atual prefeito, Zeinha Torres e do seu vice, Pedro Alves.
Bolsonaro precisa de feito muito maior que em 2018 Nunca na história do país um presidente candidato a reeleição teve a condição do atual, Jair Bolsonaro, do PR, no tocante ao desafio necessário para manter-se no Planalto. Pela primeira vez, um presidente chega ao direito de disputar a reeleição como não favorito. Antes de Bolsonaro, […]
Bolsonaro precisa de feito muito maior que em 2018
Nunca na história do país um presidente candidato a reeleição teve a condição do atual, Jair Bolsonaro, do PR, no tocante ao desafio necessário para manter-se no Planalto.
Pela primeira vez, um presidente chega ao direito de disputar a reeleição como não favorito. Antes de Bolsonaro, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Roussef chegaram, tinham favoritismo e venceram.
O problema do mandatário não está apenas na intenção de voto, com teto de 32% segundo o Datafolha e de 35% de acordo com o Ipespe. O grande problema de Bolsonaro é sua altíssima rejeição.
Aliás, é muitas vezes mais importante ter menor rejeição do que maior intenção de votos. Veja o caso de Fernando Haddad em São Paulo. Ele até lidera as intenções de voto no estado tradicionalmente reduto do tucanato. Tem 35% das intenções de voto. Mas sua rejeição é de 36%, a maior entre os postulantes ao governo. Um grave problema para o segundo turno.
Pois Bolsonaro chega a altíssimos 52% de pessoas que não votariam nele de jeito nenhum, bem mais alta que a do próprio Lula, na casa dos 39%.
Na história das democracias, nunca um mandatário com esse nível de rejeição conseguiu se reeleger. Por isso, o comitê da reeleição vai usar as próximas semanas, principalmente no programa de rádio e TV, para reduzir essa rejeição. A missão é chegar ao segundo turno, que virou uma possibilidade real pelo último Datafolha, com uma rejeição caindo, abaixo de 50%, para tentar uma virada na fase final da eleição.
Até agora, nem as medidas populistas como redução de combustíveis e Auxílio Brasil mudaram esse número. E na chance que teve de reduzir sua impopularidade com mulheres, por exemplo, como no Debate na Band, jogou tudo por terra na agressão a Vera Magalhães.
Em 2018, Bolsonaro escreveu a história com sua eleição, fora de qualquer prognóstico, por alguns fatores. Não é verdade, por exemplo que só as redes sociais garantiram sua eleição. O lamentável episódio da facada em 6 de setembro daquele 2018, somado à posterior exposição na mídia tradicional, com dez minutos diários na TV aberta, a criminalização do PT, a prisão de Lula e um candidato da esquerda menos competitivo deram os votos que faltaram para aquela eleição.
Agora, o presidente tem que escrever outra história inédita. A poucos dias do primeiro turno, reduzir sua rejeição e conseguir levar o pleito para o segundo ato. Essa é até relativamente factível. Agora, reverter os indicativos de derrota para seus principais opositores – Lula, Ciro e Tebet o venceriam – e conquistar a reeleição considerando os dados de hoje será um feito muito maior que aquele de quatro anos atrás. No momento, só a seita em que se transformou o bolsonarismo acredita.
Promessa
O vice-prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, homenageou sua mãe, Vanilda Patriota, falecida em fevereiro do ano passado, ao receber o prêmio Excelência, promovido pela Agência MV4. “O prêmio maior que eu vou dar à minha mãe será no ano de 2024. Esse prêmio tá guardado”. Não precisa traduzir…
O Zema de PE?
No hall do hotel em Caruaru depois do debate da Cultura, o Pastor Wellington (PTB) mostrava confiança, mesmo longe do grupo que briga pelo segundo turno. “Zema também tinha 3% um mês antes da eleição”. Então tá…
JOntas
O pleno do TRE Pernambuco decidiu que a candidatura coletiva não pode concorrer apenas com o nome que a designa. Deverá constar antes o nome do candidato ou candidata que representa o grupo. Assim, a candidatura das Juntas terá que virar Jô das Juntas, referência a Jô Cavalcanti.
Junto$
O segundo caso de candidatura coletiva é da dupla Charles e Tiringa, de Serra Talhada. Na urna aparece o nome da dupla. Já os dados informados e a foto são de Charles Barboza. Só para matar sua curiosidade, declarou quase R$ 8 milhões em bens, fruto dos ganhos de seu canal Comédia Selvagem.
Separados?
Depois dos últimos episódios envolvendo os staffs de Márcia Conrado e Luciano Duque, a dúvida é se ainda há clima para retomada da campanha conjunta. Na bolsa de apostas, a maioria diz que não. Só uma conversa entre os dois pode mudar os rumos do possível distanciamento.
O futuro de Aline
A alguns dias a Coluna afirmou que, caso Marília Arraes vença o pleito, a comadre Aline Mariano poderia ser seu nome para disputa à prefeitura de Afogados em 2024. Esqueçam. O projeto e base de Aline estão em Recife segundo nomes ligados a ela. O caminho estará aberto para Evângela Vieira.
Agenda
O candidato Miguel Coelho bateu cartão no Pajeú neste sábado. Esteve na feira de São José do Egito com Zé Marcos, em Carnaíba com Gleybson Martins, em Quixaba com Zé Pretinho e Zé Negão, em Iguaracy com Dessoles e em Tuparetama, com Sávio Torres.
Voto, não digo…
O prefeito Romonilson Mariano, de São José do Belmonte, também recebeu Miguel Coelho. O gestor apoia além dele, Luciano Duque para Estadual e Fernando Monteiro para Federal. Só esconde seu candidato ao Senado (o oficial de Miguel é Carlos Andrade Lima) e o presidente Bolsonaro, de quem se diz fã.
Simulações …
A pergunta que muitos já tem feito é: quem se alia com quem no segundo turno em Pernambuco? As apostas: se der Marília x Danilo, Raquel Lyra e Anderson Ferreira poderiam apoiar a candidata do Solidariedade. Miguel , sob influência de FBC, pode ir para qualquer palanque a depender da negociação. João Arnaldo foi vice de Marília em 2020 e vai ouvir a base, já que a candidata tem muita gente do Centrão, com o PT do outro lado. Lula vai aparecer pedindo votos pra Danilo.
… sem mutações
Se o segundo turno for entre Marília e Anderson, o PSB entra em uma enorme saia justa. Pode até se abster sob influência dos Campos contra o apoio. O PT de Humberto e Doriel também ficará em maus lençóis, mas a nacional pode pesar para definir pelo apoio ao nome do Solidariedade. Miguel e Raquel penderiam para Anderson.
Frase da semana:
“A operação foi abusiva”.
Do ex-juiz e candidato ao Senado, Sérgio Moro, sobre a operação contra material irregular de campanha no seu endereço, em Curitiba. Da série “o mundo não dá voltas, capota”…
Do JC Online Os juízes do trabalho decidiram não reocupar o prédio da Sudene, no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife. A decisão foi tomada em assembleia realizada na noite de sexta-feira (31). O prédio, que havia sido interditado na última quarta-feira (28), abriga as Varas do Trabalho do Recife. Na reunião […]
Prédio da Sudene estava interditado desde a terça (28)
Do JC Online
Os juízes do trabalho decidiram não reocupar o prédio da Sudene, no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife. A decisão foi tomada em assembleia realizada na noite de sexta-feira (31). O prédio, que havia sido interditado na última quarta-feira (28), abriga as Varas do Trabalho do Recife.
Na reunião ficou acordado que os magistrados ficarão concentrados no térreo do edifício, de segunda (2) a quarta-feira (5), despachando e realizando atos processuais por meio do sistema eletrônico. No entanto, não serão realizadas audiências e outros atendimentos.
A medida adotada pela categoria é uma reposta à decisão do presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, desembargador Marcelo Navarro. Um despacho assinado pelo presidente do órgão suspendeu a liminar que determinava a desocupação do prédio, solicitada pela Associação dos Magistrados do Trabalho (Amatra VI).
Em nota oficial divulgada neste sábado (1), a Amatra VI afirmou que “é inegável o risco à vida e a incolumidade física das mais de quatro mil pessoas que circulam diariamente no prédio da Sudene”. A associação também ressaltou que a estrutura não oferece a mínima condição de segurança.
Uma reunião entre a categoria e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) está marcada para a quarta-feira (05). O encontro objetiva identificar uma solução de curto prazo para o impasse. Após a reunião, os magistrados irão avaliar o que será feito.
O presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta terça-feira (26) que os veículos de comunicação que deixaram de fazer a cobertura no Palácio do Alvorada por questões de segurança estão se vitimizando. Desde esta terça, o jornal Folha de S.Paulo e os veículos do Grupo Globo deixaram a cobertura no local, após uma série de […]
O presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta terça-feira (26) que os veículos de comunicação que deixaram de fazer a cobertura no Palácio do Alvorada por questões de segurança estão se vitimizando.
Desde esta terça, o jornal Folha de S.Paulo e os veículos do Grupo Globo deixaram a cobertura no local, após uma série de incidentes envolvendo os apoiadores do presidente, que ficam a poucos metros do espaço destinado para a imprensa. Ameaças e agressões verbais viraram uma constante.
A Folha de S.Paulo decidiu suspender a cobertura jornalística temporariamente até que o governo federal ofereça segurança aos profissionais de imprensa. A mesma decisão foi tomada pelo Grupo Globo, abrangendo os jornalistas de suas emissoras de televisão, os jornais O Globo e Valor Econômico e o portal G1.
Ao terminar sua entrevista, o presidente provocou os jornalistas, perguntando se não havia nenhum repórter dos veículos que haviam decidido não participar dessa cobertura.
“A Folha não está mais aqui, não? O Globo não está? Estadão também não”, questionou o presidente, arrancando risos de seus militantes.
Em seguida, ao ouvir explicação de um jornalista sobre a decisão de alguns veículos de não estar ali por questão de segurança, Bolsonaro atacou esses grupos de mídia.
“Estão se vitimizando. Quando eu levei a facada, eles não falaram nada. Não vi a Folha falando quem matou o Bolsonaro”, disse o presidente.
Ao contrário do informado pelo chefe do Executivo, a Folha de S.Paulo se manifestou editorialmente de maneira imediata, condenando o ato de violência contra o então candidato.
No editorial intitulado “Repúdio Geral”, o jornal afirmou, em 7 de setembro de 2018, que o “atentado contra Bolsonaro não tem acolhida num país que está comprometido com a democracia”.
Bolsonaro em seguida argumentou que nunca promoveu nenhum ato contra a mídia e que defende uma imprensa livre. “Nunca persegui ninguém, mas o ditador sou eu”, disse.
Nesta manhã, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) informou em nota que continuará aperfeiçoando a segurança do local.
“Continuaremos aperfeiçoando esse dispositivo, para que o local permaneça em condições de atender às expectativas de trabalho e de livre manifestação dos públicos distintos que, diariamente, comparecem ao Palácio do Alvorada”, afirma o texto.
Na nota, o GSI afirmou avaliar “ininterruptamente as condições de segurança dos locais onde o presidente esteja ou possa vir a estar”. “Em decorrência desta avaliação, implementa as medidas necessárias e suficientes para garantir a segurança adequada.”
O órgão também lista algumas medidas que foram adotadas na área em frente à residência oficial, onde tanto apoiadores quanto repórteres comparecem diariamente para acompanhar a saída e a entrada de Bolsonaro.
Entre as ações, há a separação física, por meio de gradis, dos locais destinados para os visitantes e repórteres; registro e inspeção dos presentes, inclusive com detector de metal; orientação quanto ao uso de equipamentos de proteção individual contra a disseminação do novo coronavírus; e presença de agentes de segurança.
Com a escalada de hostilidades, o GSI havia instalado duas grades, com espaço de uma pessoa em pé entre elas, para separar os dois grupos. O reforço da proteção, no entanto, foi removido e, nos últimos dias, há apenas uma grade e uma fita de contenção, ignorada pela claque.
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