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Exército espera 3ª onda da COVID-19, diz general Paulo Sérgio

Por André Luis

Foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press

Responsável pelo setor de recursos humanos do Exército, inclusive da área de saúde, general acredita que o Brasil enfrentará nova etapa da pandemia em 2 meses

Por Renato Souza – Correio Braziliense

Assim que o Brasil registrou as primeiras infecções pelo novo coronavírus, em fevereiro do ano passado, o Exército percebeu que o país enfrentaria um dos maiores desafios de saúde do século.

Os números de mortes e casos que aumentavam rapidamente na Europa enviaram o alerta para a tropa terrestre mais poderosa da América Latina. Ao Departamento-Geral de Pessoal foi incumbida a missão de aplicar medidas sanitárias, realizar campanhas e proteger o contingente da COVID-19.

Além dos militares da ativa, são de responsabilidade da Força os que estão na reserva e os dependentes — o que engloba uma rede de 700 mil pessoas.

Com 60 unidades de saúde, entre hospitais, policlínicas e postos avançados, o Exército mantém uma taxa de mortalidade pela doença de 0,13%, bem abaixo do índice de 2,5% registrado na população em geral do país. A receita é uma política totalmente oposta à adotada pelo governo federal.

Autoridade máxima de saúde no Exército, o general Paulo Sérgio conta que a Força entrou em uma espécie de lockdown, em que integrantes de grupos de risco foram enviados para home office e cerimônias militares acabaram suspensas em todos os quartéis.

Além disso, estão sendo realizadas campanhas massivas de distanciamento social e outras ações, como uso de máscaras e higienização das mãos.

Os novos recrutas, que ingressam para o serviço militar obrigatório, estão em regime de internato e passam semanas sem ir para casa, a fim de evitar infecções pelo novo coronavírus.

Apesar das medidas intensas, a segunda onda já começa a ter efeitos severos no Exército, com o registro de internação de militares jovens e colapso nos hospitais da rede — obrigando o uso de unidades de saúde privadas.

Enquanto o país enfrenta a segunda onda e vê a taxa de mortes explodir, a Força já prevê uma terceira onda, que pode ser ainda mais grave e começar por Manaus, dentro de dois meses.

Em entrevista, o general Paulo Sérgio fala sobre as ações que evitaram mortes no Exército, lamenta as perdas no meio civil e destaca que integração, logística e planejamento são as armas mais eficazes para entrar na guerra contra o vírus. Leia os principais trechos no Estado de Minas.

Outras Notícias

Mário Flor apresenta Aline Araújo como pré-candidata à Prefeitura de Betânia

Em uma entrevista concedida à Rádio Vila Bela FM de Serra Talhada nesta segunda-feira (19), o prefeito de Betânia, Mário Flor, anunciou publicamente seu apoio à secretária de Saúde do município. “Aline é a minha opção e vou apresentá-la ao nosso grupo político. É uma pessoa capacitada, já foi secretária de administração e hoje vem […]

Em uma entrevista concedida à Rádio Vila Bela FM de Serra Talhada nesta segunda-feira (19), o prefeito de Betânia, Mário Flor, anunciou publicamente seu apoio à secretária de Saúde do município.

“Aline é a minha opção e vou apresentá-la ao nosso grupo político. É uma pessoa capacitada, já foi secretária de administração e hoje vem desempenhando um bom trabalho na Secretaria de Saúde do município”, destacou o prefeito durante a entrevista.

Segundo o prefeito, Aline Araújo, que atualmente ocupa o cargo de secretária de Saúde, é reconhecida por sua competência e experiência na gestão pública municipal. Anteriormente, ela também ocupou o posto de secretária de Administração.

O anúncio de Mário Flor reforça a confiança e o respaldo político depositado em Aline Araújo para liderar o grupo da situação nas próximas eleições municipais. 

Com essa declaração pública de apoio, Mário Flor sinaliza a consolidação de um projeto político que visa dar continuidade ao trabalho realizado em Betânia, apostando na capacidade de gestão e liderança de Aline Araújo para conduzir os destinos do município nos próximos anos.

Aline Karina e Chico de Laura têm encontro com João Campos

A convite do prefeito do Recife, João Campos, os pré-candidatos do PSB à prefeitura de Itapetim, Aline Karina e Chico de Laura, acompanhados do prefeito Adelmo Moura, estiveram em Recife nesta terça-feira (30). Durante a visita, eles conheceram obras realizadas pela gestão do prefeito recifense. “Aline, pré-candidata a prefeita, e Chico, pré-candidato a vice-prefeito, receberam […]

A convite do prefeito do Recife, João Campos, os pré-candidatos do PSB à prefeitura de Itapetim, Aline Karina e Chico de Laura, acompanhados do prefeito Adelmo Moura, estiveram em Recife nesta terça-feira (30).

Durante a visita, eles conheceram obras realizadas pela gestão do prefeito recifense.

“Aline, pré-candidata a prefeita, e Chico, pré-candidato a vice-prefeito, receberam o apoio do prefeito recifense, filho de Eduardo Campos, às suas pré-candidaturas pela Frente Popular de Itapetim. João Campos expressou seu respaldo aos pré-candidatos, fortalecendo ainda mais a caminhada deles para as eleições de 2024”, diz o bloco governista em nota.

“Aline e Chico agradeceram imensamente a recepção cordial e o apoio do prefeito do Recife às suas pré-candidaturas em prol da continuidade do desenvolvimento de Itapetim”, concluem em nota.

“Se meu filho estiver metido, vai pagar preço muito alto; quem tem escritório com o Careca é Flávio”, diz Lula

Em live com apoiadores, presidente falou sobre as investigações do INSS, voltou a mencionar o caso Master e direcionou críticas a Flávio Bolsonaro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou na noite desse domingo (13) que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deverá responder caso seja comprovado envolvimento dele nas investigações sobre […]

Em live com apoiadores, presidente falou sobre as investigações do INSS, voltou a mencionar o caso Master e direcionou críticas a Flávio Bolsonaro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou na noite desse domingo (13) que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deverá responder caso seja comprovado envolvimento dele nas investigações sobre descontos ilegais de aposentados e pensionistas do INSS.

“Se meu filho estiver metido, ele vai pagar um preço muito alto. Mas quem tem escritório junto com o ‘Careca’ é o Flávio Bolsonaro. Não é o meu filho”, declarou Lula durante a transmissão.

A fala fez referência a uma reportagem do ICL Notícias segundo a qual a Bravo Grafeno, empresa ligada a Flávio Bolsonaro (PL), está registrada na sala 2601 do Edifício Connect Towers, em Águas Claras, no Distrito Federal. O mesmo endereço aparece no cadastro de pelo menos 16 empresas ligadas a Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A apuração também apontou serviços de contabilidade em comum.

A reportagem do ICL registrou ainda que um representante da empresa de contabilidade afirmou que no local funcionava um coworking e negou que a sala pertencesse à contabilidade. Flávio já negou envolvimento nas fraudes investigadas no INSS.

Durante a live, Lula também retomou o caso Banco Master e repetiu a comparação segundo a qual o banco recebeu autorização para funcionar durante o governo Jair Bolsonaro, enquanto Daniel Vorcaro acabou preso durante sua gestão.

O presidente ainda fez ataques políticos a Flávio Bolsonaro ao mencionar as investigações relacionadas ao INSS. As declarações ocorreram no encerramento de um domingo de mobilizações organizadas pelo PT em apoio à candidatura de Lula à reeleição.

A transmissão também teve espaço para temas econômicos e de campanha, com Lula abordando inflação, poder de compra e críticas às plataformas de apostas esportivas.

Fonte: O Globo

Imagem: Frame\Reprodução

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Ibis no Pajeú: história de “Pior Time do Mundo” é só marketing

O Estádio Municipal de Afogados da Ingazeira Valdemar Viana de Araújo, o Vianão. será palco hoje do confronto entre Serrano de Serra Talhada e Íbis pelo Campeonato Pernambuco da Serie A2. O vencedor irá enfrentar o Centro Limoeirense, que bateu o Porto nas quartas de final. Na outra chave, o Decisão perdeu a primeira partida […]

O Estádio Municipal de Afogados da Ingazeira Valdemar Viana de Araújo, o Vianão. será palco hoje do confronto entre Serrano de Serra Talhada e Íbis pelo Campeonato Pernambuco da Serie A2.

O vencedor irá enfrentar o Centro Limoeirense, que bateu o Porto nas quartas de final. Na outra chave, o Decisão perdeu a primeira partida das semifinais por 4×2 para o Petrolina, no Estádio Paulo Coelho, em Petrolina. O jogo da volta será às 15h desta quarta-feira, no Estádio Arthur Tavares, em Bonito.

Preparado para jogar contra o Serrano,  o Ibis já está com a tropa na cidade. Oportunidade para a Rádio Pajeú receber uma camisa do clube, entregue pelo Júnior Urubu, homenagem pelos 59 anos da emissora. A iniciativa teve articulação de Charles Cristian, desportiva e Presidente da Liga Desportiva local.

Essa história de “Pior Time do Mundo” segundo ele ajuda a vender camisa e promover o clube no mundo. Dentro de campo, garante, há um tratamento profissional, da base ao profissional. Boa sorte ao Ibis! E que vença o melhor.

Depoimento de Barros expõe entranhas da briga entre Centrão e militares

Congresso em Foco O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão. A posse na semana passada do senador Ciro […]

Congresso em Foco

O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão.

A posse na semana passada do senador Ciro Nogueira (PP-PI) na Casa Civil da Presidência é o ápice dessa disputa, com ampla vitória para o Centrão. Mas há um ponto paralelo onde essa disputa se deu e se dá de forma intensa: o Ministério da Saúde.

Para o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), foi especialmente dentro do ministério que mais se intensificou a briga entre os dois grupos. E Ricardo Barros é o grande pivô dessa disputa.

O atual líder do governo na Câmara foi ministro da Saúde no governo Michel Temer. Em diversos momentos, diante da frenética troca de comando na pasta durante a pandemia de covid-19, seu nome foi cogitado para retornar ao cargo. Na avaliação de Renan Calheiros, Ricardo Barros deixou implantado, porém, ali um grupo sobre o qual tem influência.

Já o grupo militar foi se implantando no ministério a partir do general Eduardo Pazuello. O general entrou no ministério na gestão de Nelson Teich, substituindo João Gabbardo como secretário-executivo.

Na saída de Teich, ficou um tempo como ministro interino até ser efetivado para se tornar o mais subserviente dos ministros da Saúde na gestão Bolsonaro. Aquele que disse: “É simples assim: um manda e o outro obedece”.

A partir de Pazuello, entram na trama militares hoje investigados na CPI, como o ex-número dois de Pazuello no ministério coronel Élcio Franco e o ex-secretário substituto de Logística coronel Marcelo Blanco.

Embora reservadamente os senadores da CPI admitam que Ricardo Barros, por sua experiência como parlamentar, não vá se deixar enredar pelo interrogatório na comissão, seu depoimento é cercado de expectativa pela possibilidade de ajudar a desvendar como se dava essa briga intestina entre os grupos no ministério da Saúde.

O nome de Ricardo Barros veio à tona na CPI no depoimento do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, Luís Ricardo, funcionário do Ministério da Saúde.

Os irmãos Miranda denunciaram que havia uma “pressão anormal” para que se apressasse o processo de aquisição da vacina indiana Covaxin, do laboratório Barath Biotech. Se adquirida, essa vacina seria a primeira a ser comprada não diretamente do laboratório produtor, mas com a ação de um atravessador, a Precisa Medicamentos.

Os irmãos Miranda denunciaram que levaram a situação ao presidente Jair Bolsonaro, falando da pressão e de irregularidades que superfaturavam o preço da vacina. E Bolsonaro nada teria feito de concreto para apurar o caso.

Já no final da sessão na CPI, pressionado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS), Luís Miranda acabou, aos prantos, admitindo que, na conversa com o presidente, o próprio Bolsonaro mencionara um nome por trás dessa pressão para que o contrato fosse fechado. O nome era Ricardo Barros.