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Marília Arraes recebe apoio de Zé da Luz, ex-prefeito de Caetés

Por André Luis

Nome histórico do Agreste Meridional de Pernambuco, o ex-prefeito de Caetés em três ocasiões, Zé da Luz, é mais uma liderança política pernambucana a declarar apoio à Marília Arraes, pré-candidata ao Governo do Estado.

Outros apoios – Segundo o blog do magno, o vereador em Trindade e empresário no Sertão do Araripe, Kilon Alencar (PP) também resolveu apoiar Marília Arraes na disputa pelo Governo do Estado. “A juventude e o DNA de Marilia pesaram muito na minha escolha”, disse. Para ele, Marília se constitui na melhor alternativa para Trindade e todo o Araripe.

Já o jornalista Elielson Lima, diz em sua coluna de hoje que o prefeito de Paulista Yves Ribeiro anuncia na próxima terça-feira (12), o apoio à Marília.

Ele estaria preparando até um bolo para cantar parabéns para a pré-candidata por ocasião do seu aniversário. A primeira-dama Kelly Tavares é que está organizando tudo.

Outras Notícias

Sem Márcia, PT realiza plenária e cobra alinhamento político em um próximo governo

A Plenária do PT de Serra Talhada aconteceu neste domingo 17. O encontro foi coordenado pela presidente da legenda,  Cleonice Maria e teve nomes tidos como orgânicos,  mais históricos do partido. Convidada, a prefeita Márcia Conrado não compareceu. Segundo a presidente,  Márcia foi comunicada desde julho do encontro,  mas essa semana alegou questões de agenda […]

A Plenária do PT de Serra Talhada aconteceu neste domingo 17.

O encontro foi coordenado pela presidente da legenda,  Cleonice Maria e teve nomes tidos como orgânicos,  mais históricos do partido.

Convidada, a prefeita Márcia Conrado não compareceu. Segundo a presidente,  Márcia foi comunicada desde julho do encontro,  mas essa semana alegou questões de agenda para não comparecer. O encontro é tido como um dos mais importantes no calendário do partido,  atendendo o que reza seu estatuto,  porque direciona a condução política da legenda para os próximos anos, inclusive para o debate eleitoral.

Petistas ligados ao governo como Sinésio Rodrigues e Josenildo Barbosa estiveram presentes.

A mesa foi composta pela a executiva do PT local.

O encontro debateu conjuntura federal, com o ex-deputado federal Fernando Ferro e Conjuntura Estadual, debatida por Cícera Nunes, petista e presidente da FETAPE.

O debate sobre conjuntura municipal foi conduzido por Antônio Filho, da Executiva do PT Municipal, com Sinésio Rodrigues falando de tática eleitoral.

A plenária teve mais de 50 filiados e alguns convidados.

Ao final foi votado e aprovado por unanimidade um documento de apoio ao presidente Lula no que se refere à queda do FPM. A Plenária reforçou o entendimento de que o que acontece esse ano com as prefeituras ainda é reflexo do governo Bolsonaro. “Mesmo assim Lula garante reaver a situação dos municípios ainda esse ano”, diz o partido em nota

Ainda foi aprovada uma carta de princípios para as candidaturas a proporcional e majoritária, de acordo com o regimento estatutário do PT. “Assim sendo todas as filiações com pretensões de candidaturas deverão passar pelo crivo da Executiva Municipal”.

Ainda foi deliberado que será feito um novo programa de governo para os próximos quatro anos. O partido quer debater essas diretrizes com a candidata de consenso do PT, a atual prefeita Márcia Conrado.

“Entemos que para mais quatro anos o PT deve ter mais espaço na gestão e mais coerência em relação aos compromissos do partido”, diz a nota. A ideia defendida tem relação com a condução da gestão, que para alguns petistas não se alinha às pautas do PT.

Prefeito de Serra Talhada diz apostar em virada pró Armando no 2º turno

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), afirmou que o crescimento de Armando (PTB) nas pesquisas comprova que “o tempo do PSB no poder em Pernambuco já passou”. O prefeito repercutiu nesta quinta os dados da pesquisa Datafolha, divulgada durante a madrugada, que mostra um empate técnico entre Armando e Paulo Câmara. Segundo o […]

Duque, quando anunciou apoio a Amando

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), afirmou que o crescimento de Armando (PTB) nas pesquisas comprova que “o tempo do PSB no poder em Pernambuco já passou”.

O prefeito repercutiu nesta quinta os dados da pesquisa Datafolha, divulgada durante a madrugada, que mostra um empate técnico entre Armando e Paulo Câmara. Segundo o instituto, Armando cresceu seis pontos percentuais, entre os dias 6 e 19 deste mês, saindo de 25 para 31%. Já Paulo tem 35%.

“Armando cresceu e empatou a disputa. Paulo visivelmente chegou ao teto e mantém uma rejeição extremamente alta. A realidade é que a atual gestão prometeu muito e realizou quase nada. As pessoas querem a mudança, ninguém aguenta mais o jeito autoritário e arrogante do PSB governar, sem diálogo e perseguindo a oposição”, disse Duque.

Um dos principais articuladores da campanha de Marília Arraes (PT), que foi rifada após articulação do PSB com o PT nacional e Humberto Costa.  Duque lembrou que o quadro atual indica a realização do segundo turno, “em que o empate técnico entre Armando e Paulo é ainda mais nítido, com uma diferença de apenas três pontos percentuais”.

 “O debate político está trazendo de volta os compromissos assumidos pelo PSB e não cumpridos, além dos números desastrosos da gestão, com o crescimento da violência, o desemprego e a falta de liderança do governador, que passou três anos e oito meses enclausurado no Palácio, sem conversar com as pessoas”, criticou.

Pandemia reafirma invisibilidade de 2 milhões de trabalhadores da área da Saúde

A pandemia do novo coronavírus aprofundou as desigualdades, a exploração e o preconceito que recaem sobre o contingente de mais de 2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, de nível técnico e auxiliar, os quais exercem atividades de apoio na assistência, no cuidado e no enfrentamento à Covid-19. A reportagem é de Filipe Leonel (Ensp/Fiocruz). Um estudo […]

A pandemia do novo coronavírus aprofundou as desigualdades, a exploração e o preconceito que recaem sobre o contingente de mais de 2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, de nível técnico e auxiliar, os quais exercem atividades de apoio na assistência, no cuidado e no enfrentamento à Covid-19. A reportagem é de Filipe Leonel (Ensp/Fiocruz).

Um estudo inédito realizado pela Fiocruz com esses trabalhadores considerados “invisíveis e periféricos” analisou as condições de vida, o cotidiano do trabalho e a saúde mental desse contingente, revelando que 80% deles vivem situação de desgaste profissional relacionado ao estresse psicológico, à sensação de ansiedade e esgotamento mental. 

A falta de apoio institucional foi citada por 70% dos participantes do estudo e 35,5% admitiram sofrer violência ou discriminação durante a pandemia. A maioria de tais agressões (36,2%) ocorreu no ambiente de trabalho, na vizinhança (32,4%) e no trajeto casa-trabalho-casa (31,5%).

A pesquisa ‘Os trabalhadores invisíveis da Saúde: condições de trabalho e saúde mental no contexto da Covid-19 no Brasil’ contou com a participação de 21.480 trabalhadores de 2.395 municípios de todas as regiões do país e descortinou a dura realidade de pessoas cujas vidas são marcadas pela ausência de direitos sociais e trabalhistas. 

Apesar de já atuarem há dois anos na linha de frente de combate à pandemia de Covid-19, muitos deles, tais como maqueiros, condutores de ambulância, pessoal da manutenção, de apoio operacional, equipe da limpeza, da cozinha, da administração e gestão dos estabelecimentos, sequer possuem “cidadania de profissional de saúde”. 

Também integram a lista de participantes do levantamento os técnicos e auxiliares de enfermagem, de saúde bucal, de radiologia, de laboratório e análises clínicas, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. 

“As consequências da pandemia para esse grupo de trabalhadores são muito mais desastrosas. São pessoas que trabalham quase sempre cumprindo ordens de forma silenciosa e completamente invisibilizadas pela gestão, por suas chefias imediatas, pela equipe de saúde em geral e até pela população usuária que busca atendimento e assistência. Portanto, são desprovidos de cidadania social, técnica e trabalhista. Falta o valioso pertencimento de sua atividade e ramo profissional. A pesquisa evidencia uma invisibilidade assustadora e cruel nas instituições, cujo resultado é o adoecimento, o desestímulo em relação ao trabalho e a desesperança”, lamenta a coordenadora da pesquisa, Maria Helena Machado. 

Os resultados do estudo da Fiocruz apontam que 53% dos “invisíveis” da saúde não se sentem protegidos contra a Covid-19 no trabalho. 

O medo generalizado de se contaminar (23,1%), a falta, escassez e inadequação do uso de EPIs (22,4%) e a ausência de estruturas necessárias para efetuar o trabalho (12,7%) foram mencionados como os principais motivos de desproteção. 

Ainda de acordo com 54,4% dos trabalhadores, houve negligência acerca da capacitação sobre os processos da doença (Covid-19) e os procedimentos e protocolos necessários para o uso de EPIs. 

As exigências físicas e mentais a que esses trabalhadores estão submetidos durante as atividades realizadas, por exemplo, pressão temporal, interrupções constantes, repetição de ações e movimentos, pressão pelo atingimento de metas e tempo para descanso, foram consideradas muito altas por 47,9% deles. Além disso, 50,9% admitiram excesso de trabalho. 

Perfil

As mulheres (72,5%) representam a grande maioria dos trabalhadores e trabalhadoras invisíveis da saúde. São pretos/pardos 59%. A pesquisa mostra que 32,9% deles são jovens com até 35 anos, e a maior parte (50,3%) encontra-se na faixa etária entre 36 e 50 anos. 

Ainda assim, embora sejam relativamente jovens, 23,9% admitiram ter comorbidade anterior à Covid-19, chamando a atenção para: 31,9% hipertensão; 15,1% obesidade; 12,9% doenças pulmonares; 11,7% depressão; e diabetes 10,4%.

Mais da metade (52,6%) trabalha nas capitais e regiões metropolitanas. O estabelecimento de atuação predominante são os hospitais públicos (29,3%), seguidos pela atenção primária em saúde (27,3%) e os hospitais privados (10,7%). Os resultados da pesquisa também revelam que 85,5% possuem jornada de trabalho de até 60 horas semanais, e 25,6% necessitam de outro emprego para sobreviver. 

“Contudo, temos depoimentos recorrentes da realização de ‘plantões extras’ para cobrir o colega faltoso – por afastamento provocado por contaminação ou morte por Covid-19 –, mas eles não consideram essa atividade outro emprego, e sim um bico. Muitos deles declaram fazer atividade extra como pedreiro, ajudante de pedreiro, segurança ou porteiro de prédio residencial ou comercial, mototáxi, motorista de aplicativo, babá, diarista, manicure, vendedores ambulantes etc. É um mundo muito desigual e socialmente inaceitável”, explica a coordenadora do estudo. 

Os trabalhadores invisíveis da Saúde: condições de trabalho e saúde mental no contexto da Covid-19 no Brasil é um subproduto da pesquisa Condições de trabalho dos trabalhadores da Saúde no contexto da Covid-19 no Brasil. Os dados levantados expressam as verdadeiras condições de vida e trabalho de médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e fisioterapeutas que atuam diretamente na assistência e no combate à pandemia do novo coronavírus. 

Agricultoras e agricultores trocam experiências e discutem Agroecologia no Dia da Árvore em Serra Talhada

por Juliana Lima Aconteceu neste domingo (21) mais uma ação de educação ambiental no Sertão do Pajeú. Das 06h às 15h, agricultoras, agricultores e consumidoras e consumidores da Feira Agroecológica de Serra Talhada (Fast), além de agricultores e agricultoras do Sítio Riacho do Gado, município de Quixaba, participaram do Encontro de Formação Ambiental e Agroecológica, […]

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por Juliana Lima

Aconteceu neste domingo (21) mais uma ação de educação ambiental no Sertão do Pajeú. Das 06h às 15h, agricultoras, agricultores e consumidoras e consumidores da Feira Agroecológica de Serra Talhada (Fast), além de agricultores e agricultoras do Sítio Riacho do Gado, município de Quixaba, participaram do Encontro de Formação Ambiental e Agroecológica, realizado no Sítio Icós, a 10km de Serra Talhada/PE.

O evento, que foi promovido pela coordenação da Fast com apoio do Centro de Educação Comunitária Rural (Cecor), Adesseu Baixa Verde e Centro Sabiá, marcou as comemorações pelo Dia da Árvore, associando práticas agroecológicas, através de visitas às áreas produtivas do casal de agricultores Lucineide Maria de Jesus e José Edson de Moura, que receberam os/as participantes do intercâmbio e do agricultor Francisco Cícero de Melo, “Seu Chico”, exibição do documentário “O Veneno Tá na Mesa II”, troca de sementes/mudas e debate acerca da preservação ambiental e dos males dos agrotóxicos.

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Para a coordenadora pedagógica do Cecor, Kelle Souza, “a proposta do processo de formação é importante porque favorece a troca de experiências entre agricultoras e agricultores, valoriza as famílias que recebem os/as participantes e fomenta conhecimentos acerca da Agroecologia na região”, afirmou.

A agricultora Patrícia Maria Ferreira ALves, do Sítio Riacho do Gado, em Custódia, ainda não pratica o plantio consorciado e pôde conhecer a experiência. “Na minha região a gente limpa o terreno e tira todo o mato achando que é o correto, mas aqui estou vendo que eles plantam diferente, misturam tudo e conseguem produzir, vencer as pragas. Vou tentar plantar assim na minha roça”, disse a agricultora entusiasmada com a nova aprendizagem.

Ataque a tiros em praia de Sydney deixa ao menos 11 mortos, diz AFP

Pelo menos 11 pessoas morreram em um ataque a tiros neste domingo (14) na praia de Bondi, uma das mais populares da Austrália, em Sydney, segundo informações da AFP com base em dados da polícia local. Outras vítimas ficaram feridas e foram levadas a hospitais da região. A polícia de Nova Gales do Sul informou […]

Pelo menos 11 pessoas morreram em um ataque a tiros neste domingo (14) na praia de Bondi, uma das mais populares da Austrália, em Sydney, segundo informações da AFP com base em dados da polícia local. Outras vítimas ficaram feridas e foram levadas a hospitais da região.

A polícia de Nova Gales do Sul informou que dois suspeitos participaram do ataque: um morreu no local e o outro está em estado crítico. O tiroteio ocorreu nas proximidades de um evento chamado “Chanukah by the Sea”, programado para celebrar o feriado judaico do Hanukkah. As primeiras chamadas de emergência foram registradas por volta das 18h45 (4h45 de Brasília).

Testemunhas relataram momentos de pânico, com diversos disparos e pessoas fugindo, deixando pertences para trás. A área foi isolada para perícia, e objetos suspeitos passaram a ser analisados por equipes especializadas.

Autoridades e líderes comunitários condenaram o ataque. O presidente de Israel, Isaac Herzog, classificou a ação como um ataque cruel contra judeus e pediu reforço no combate ao antissemitismo. Entidades judaicas e muçulmanas na Austrália também se manifestaram, descrevendo o episódio como uma tragédia.