Marcos Oliveira assume Diretoria Regional de Turismo na ASTUR
Por Nill Júnior
O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, Marcos Oliveira, foi nomeado para a função de Diretor Regional do Sertão Central da Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco – ASTUR/PE, para o biênio 2017/2019.
A nomeação aconteceu durante o II Encontro de Secretários e Dirigentes Municipais de Turismo de Pernambuco, realizado nos dias 04 e 05 de agosto, em Afogados da Ingazeira. O primeiro encontro ocorreu em abril, no município de São José da Coroa Grande. O evento conta com o apoio da EMPETUR, do Governo de Pernambuco e do SEBRAE.
Além da escolha das novas diretorias regionais da ASTUR/PE, a programação contou com a palestra “Turismo de Experiência e Desenvolvimento Local”, ministrada pela mestre em administração e especialista no tema pelo SEBRAE, Larissa Almeida; lançamento do livro “Shakkar: a cultura do açúcar e os saberes tradicionais da gastronomia de Pernambuco”, de autoria da professora Ana Cláudia Frazão; apresentação sobre a rota da cantoria e da poesia na região e visita aos pontos turísticos de Afogados da Ingazeira.
Até o último dia 23.08, Pernambuco realizou 40 transplantes de coração. O quantitativo já é 5% maior do que todos os procedimentos realizados no ano de 2016, quando foram transplantadas, de janeiro a dezembro, 38 pessoas. No momento, apenas 2 pacientes estão em fila de espera. No Estado, esse tipo de transplante é realizado no […]
Até o último dia 23.08, Pernambuco realizou 40 transplantes de coração. O quantitativo já é 5% maior do que todos os procedimentos realizados no ano de 2016, quando foram transplantadas, de janeiro a dezembro, 38 pessoas.
No momento, apenas 2 pacientes estão em fila de espera. No Estado, esse tipo de transplante é realizado no Hospital Português e no Imip. Esse último é, no momento, o maior centro transplantador de coração do Norte/ Nordeste.
“Pernambuco tem se destacado desde o início do ano no número de transplantes de coração. Conseguir superar o número de procedimentos de 2016 em menos de oito meses mostra que a população tem entendido a importância desse ato e, com isso, tem autorizado a doação do órgão do ente querido. Essa ampliação também é uma conjunção entre o trabalho das Organizações de Procura de Órgãos, das equipes de captação e dos profissionais transplantadores, que também estão absorvendo toda essa demanda crescente. Tudo isso tem beneficiado e dado qualidade de vida aos pacientes que esperam por um coração”, afirma a coordenadora da Central de Transplantes de Pernambuco (CT-PE), Noemy Gomes.
A coordenadora ressalta que, quando um paciente recebe o diagnóstico para um transplante de rim, ele tem na hemodiálise um meio de sobrevida para aguardar o procedimento. “No caso do coração, não há nada que substitua o órgão, sendo realmente uma luta contra o tempo para conseguir um doador. Seguir todo o protocolo para confirmação da morte encefálica e para a manutenção dos sinais vitais do potencial doador é fator decisivo para efetivar a doação. Após a retirada do coração, existe um prazo de até quatro horas para que ele seja transplantado, sendo necessária toda uma logística e um esforço de todos os envolvidos para que o processo seja efetivado”, diz Noemy. Neste ano, quatro pacientes faleceram em lista de espera antes de conseguir um doador.
A candidata do PSB à prefeitura de Arcoverde, Madalena Britto, realizou arrastão no Bairro São Cristóvão. Oito mil pessoas participaram, segundo a organização. “Hoje, a emoção tomou conta de meu coração ao ver essa multidão abraçando o querido bairro do São Cristóvão, abraçando a esperança e um projeto que é do povo de Arcoverde. Essa […]
A candidata do PSB à prefeitura de Arcoverde, Madalena Britto, realizou arrastão no Bairro São Cristóvão. Oito mil pessoas participaram, segundo a organização.
“Hoje, a emoção tomou conta de meu coração ao ver essa multidão abraçando o querido bairro do São Cristóvão, abraçando a esperança e um projeto que é do povo de Arcoverde. Essa onda vermelha de alegria, paz e de muito trabalho para recolocarmos nossa cidade de volta ao rumo do desenvolvimento. Vamos voltar para cuidar de cada um arcoverdense, cuidar de nossa cidade e trazer de volta o orgulho e autoestima de ser filho dessa terra. Vamos trazer empregos para os jovens, construir o hospital municipal, trazer de volta a Fundação Altino Venturosa e cuidar novamente de vocês”, afirmou Madalena durante o comício realizado ao final da caminhada.
O arrastão percorreu várias ruas do São Cristóvão puxado por paredões, militantes, eleitores que vibravam ao som das músicas de campanha da candidata socialista. Em sua fala, o candidato a vice-prefeito Gilsinho Duarte afirmou que “a arrogância e o poder pelo poder não vão prevalecer em Arcoverde”.
“Os que pensam que mandam em Arcoverde, que são donos da vontade popular estão enganados. Os que hoje estão do outro lado e querem se vestir de coronéis, podem tirar o cavalinho da chuva porque o povo não aceita mais isso e o povo de Arcoverde quer liberdade, quer empregos, mais saúde, educação, oportunidades, segurança para poder ir e vir. Madalena, nosso compromisso não é com meia dúzia de ricos que estão do outro lado, nosso compromisso é com esse povo que sofre com o pior prefeito de nossa história agora ao lado do pior deputado federal que Arcoverde já viu e já teve”, disse referindo a aliança entre Wellington e Zeca.
Além de Madalena e Gilsinho, também defenderam a mudança em Arcoverde os candidatos a vereadores dos partidos que integram a coligação comandada pelo PSB (PT, PV, PCdoB, PDT e MDB) e candidatos de outros partidos como o PP e DC. As ex-prefeitas Erivânia Camelo e Rosa Barros também ressaltaram a força, a sensibilidade e a garra de Madalena para mudar a cidade e derrotar o pior prefeito e o pior deputado federal da história de Arcoverde.
O mapeamento, realizado pelo Cepan em parceria com a UFPE, apontou ainda que apenas 30,3% das áreas localizadas no entorno das fontes hídricas possuem vegetação, enquanto 64,3% estão ocupados por agricultura e pastagens Neste dia 28 de abril, é comemorado o Dia Nacional da Caatinga. Mais do que comemoração, a data pede ações urgentes de […]
O mapeamento, realizado pelo Cepan em parceria com a UFPE, apontou ainda que apenas 30,3% das áreas localizadas no entorno das fontes hídricas possuem vegetação, enquanto 64,3% estão ocupados por agricultura e pastagens
Neste dia 28 de abril, é comemorado o Dia Nacional da Caatinga. Mais do que comemoração, a data pede ações urgentes de restauração do bioma.
De acordo com dados do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), em Pernambuco, de um total de aproximadamente sete milhões de hectares de Caatinga mapeados, apenas 46,89% apresenta hoje cobertura florestal, ou seja, mais da metade, 51,06%, foi convertida em áreas para usos agrícolas e pastagens.
Nas áreas localizadas às margens de cursos hídricos, denominadas pela lei de proteção à vegetação nativa de Áreas de Preservação Permanente (APPs) onde há a obrigatoriedade de cobertura florestal em toda sua extensão, apenas 30,3% estão cobertas por floresta. Os 64,3% restantes estão ocupados com atividades agropecuárias.
O levantamento faz parte da primeira fase do projeto O Papel da Restauração Ecológica na Sustentabilidade da Caatinga, realizado em parceria com o Laboratório de Ecologia Aplicada da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e com professores e pesquisadores convidados de diversas Universidades.
Considerando um total de 60 milhões de hectares distribuídos entre os estados do Nordeste e a região Norte de Minas Gerais, cerca de 40% do bioma foi desmatado e é ocupado por agricultura e pastagens, e cerca de 20% está em processo ou suscetível à desertificação.
O estudo aponta ainda que 37,97% do bioma é ocupado por atividades que têm como destaque as pastagens, e 59,4% dessas áreas são de floresta, enquanto o restante dos territórios está dividido em outros usos. Já em relação às APPs ao longo de toda área mapeada, o estudo demonstra que apenas 50,3% têm cobertura vegetal, enquanto 43,23% estão ocupadas com atividades agropecuárias ilegais.
A ausência de vegetação nessas áreas promove um impacto negativo, inclusive às populações humanas do bioma, pois a vegetação assegura a qualidade dos rios, ajudando a reter sedimentos e minimizando os danos causados às calhas, além de ajudar na melhoria da qualidade e disponibilidade hídrica ao longo do ano na região.
“Esses dados são preocupantes e denotam a importância de criarmos mais unidades de conservação para preservar o que ainda existe e, além disso, estimular as atividades de restauração”, afirma o coordenador de Projetos do Cepan, Joaquim Freitas. À medida que as fronteiras de desertificação avançam, pressionam a população a situações extremas, podendo chegar até à necessidade de relocação. Segundo os dados do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC), a Caatinga é um dos biomas a serem mais afetados pelos efeitos nocivos das mudanças climáticas no mundo.
Insumos chegam neste sábado (6) para que comece a produção do imunizante da AstraZeneca/Oxford A Fiocruz divulgou nesta sexta (5), pela primeira vez, o cronograma detalhado de produção das vacinas desenvolvidas pela AstraZeneca/Oxford no Brasil. A primeira remessa do imunizante só será concluída no meio de março, como já previsto após o atraso na importação […]
Insumos chegam neste sábado (6) para que comece a produção do imunizante da AstraZeneca/Oxford
A Fiocruz divulgou nesta sexta (5), pela primeira vez, o cronograma detalhado de produção das vacinas desenvolvidas pela AstraZeneca/Oxford no Brasil.
A primeira remessa do imunizante só será concluída no meio de março, como já previsto após o atraso na importação da matéria-prima da China. A reportagem é de Júlia Barbon/ Folha de S. Paulo.
Serão 15 milhões de doses finalizadas no próximo mês, sendo que o primeiro lote de 1 milhão de doses será entregue entre os dias 15 e 19 ao Ministério da Saúde. Elas serão formuladas com o IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) que começará a chegar ao Rio de Janeiro neste sábado (6).
Depois, a fundação pretende formular e envasar cerca de 28 milhões de doses por mês. Isso dará um total de 100 milhões de vacinas até julho, quantidade que estava sendo projetada desde o início e não sofrerá atrasos, segundo o laboratório (veja o cronograma abaixo).
A partir de abril, a Fiocruz começa a incorporar a tecnologia para produzir seu próprio IFA em sua fábrica, não mais dependendo da importação do insumo. A expectativa é que a entrega das primeiras remessas totalmente nacionais comece em julho, somando mais 110 milhões de doses no segundo semestre.
O que mudou, segundo a presidente Nísia Trindade, foi o ritmo das remessas de insumo que serão recebidos. Antes eram previstos dois lotes por mês, com quantidade suficiente para produzir 15 milhões de doses mensais. Agora, serão três lotes por mês até abril, e depois mais quatro lotes em maio e um em junho.
“Foram apenas questões de segurança e acondicionamento, que mudam durante o processo”, disse Trindade em entrevista coletiva nesta sexta.
Depois que o IFA chegar, o cronograma de fevereiro é o seguinte: ele será descongelado a partir do dia 10 (sua armazenagem é feita a -55ºC) e formulado até o dia 12 para passar por uma pré-validação. Do dia 13 a 17, será envasado, revisado, rotulado e embalado, passando também pelo controle de qualidade.
No dia 18, o primeiro lote do produto será liberado para avaliação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que precisa aprová-lo antes da produção e distribuição. “Já estamos conversando com a Anvisa para que não haja atraso na autorização”, afirmou a presidente da Fiocruz.
“Para começar a produção, por questões regulatórias, tem que fazer essa validação”, explicou o diretor do laboratório de Bio-Manguinhos, Mauricio Zuma.
Em 23 e 28 de fevereiro, a fundação receberá as duas remessas do IFA que faltam para completar a quantidade de vacinas a ser produzida até março. A capacidade de envase da Fiocruz dobrará de fevereiro para março: de 700 mil para 1,3 milhão de doses por dia.
“Primeiro usaremos só um pequeno lote do IFA para a pré-validação, e esse primeiro insumo que está chegando é suficiente para isso. Os demais lotes que chegarem fevereiro serão produzidos em março.”
São 1.327 doses para crianças indígenas e 1.450 para não indígenas. Os grupos prioritários são crianças com doenças neurológicas crônicas, Síndrome de Down e autismo. Serra Talhada recebeu 480 doses. Fotos: Farol de Notícias A XI Gerência Regional de Saúde (Geres) de Serra Talhada recebeu na manhã deste sábado (15) as primeiras doses de vacinas contra a Covid-19 para […]
São 1.327 doses para crianças indígenas e 1.450 para não indígenas. Os grupos prioritários são crianças com doenças neurológicas crônicas, Síndrome de Down e autismo. Serra Talhada recebeu 480 doses.
Fotos: Farol de Notícias
A XI Gerência Regional de Saúde (Geres) de Serra Talhada recebeu na manhã deste sábado (15) as primeiras doses de vacinas contra a Covid-19 para crianças de 05 a 11 anos.
São 2.824 doses que serão aplicadas em crianças dos dez municípios que integram a X Geres: Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores, Floresta, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte, Serra Talhada, Triunfo.
São 1.450 doses para crianças não indígenas dos dez municípios e 1.327 doses para crianças indígenas dos municípios de Carnaubeira da Penha, Itacuruba e Floresta, no Sertão de Itaparica. Para Serra Talhada, maior município da regional, são 480 doses.
Seguindo as orientações do Comitê Técnico Estadual para Acompanhamento da Vacinação, além das crianças indígenas, serão vacinadas inicialmente as crianças dessa faixa etária com doença neurológica crônica (paralisia cerebral), Síndrome de Down e autismo.
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