Márcia inicia campanha com adesivaço na Afonso Magalhães
Por Nill Júnior
A candidata a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), deu a largada da sua candidatura com um adesivaço na manhã deste domingo (27), na Estação 13, na Avenida Afonso Magalhães.
Ao lado do candidato a vice-prefeito, Márcio Oliveira (PSD), a candidata promoveu um adesivaço com colocação de perfurados e adesivos nos veículos dos apoiadores.
“Hoje começamos uma nova etapa na disputa eleitoral, e é com muita honra que eu e Márcio representamos o grupo do Prefeito Luciano Duque, um verdadeiro líder, que nos ensina diariamente a darmos o nosso melhor. Sabemos da responsabilidade, mas também sabemos que somos capazes de irmos além para Serra continuar avançando”, disse a candidata.
A coligação “O trabalho Continua” liderada por Márcia Conrado e Márcio Oliveira é composta por dez partidos: PT, PSD, PP, PTB, MDB, PSOL, Patriota, PDT, Podemos e Cidadania.
Durante agenda oficial nesta sexta-feira (15), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), fez um pronunciamento em que repudiou práticas de violência política de gênero. A declaração ocorre após o episódio na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), quando o deputado estadual Júnior Matuto (PSB) utilizou palavras de baixo calão contra a gestora. “Não me venham […]
Durante agenda oficial nesta sexta-feira (15), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), fez um pronunciamento em que repudiou práticas de violência política de gênero.
A declaração ocorre após o episódio na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), quando o deputado estadual Júnior Matuto (PSB) utilizou palavras de baixo calão contra a gestora.
“Não me venham com violência política de gênero. Eu não tolero mais. Acabou o tempo disso”, afirmou Raquel em discurso firme. Ela ressaltou que sua avaliação como governadora deve ser feita pela capacidade de gestão e não por sua condição de mulher.
“Me julguem pelos meus atos e pelo meu governo, pela minha capacidade de fazer, mas parem de me julgar por ter nascido mulher e por ser mulher e defender mulheres. Isso ninguém vai tirar de mim”, declarou.
A governadora também destacou que, diante das tentativas de transformar sua trajetória em alvo de ataques misóginos, sua determinação tende a se fortalecer. “Quanto mais eles colocarem isso como desafio, como dificuldade, mais nós todos iremos demonstrar que ninguém é capaz de parar uma mulher com propósito”, concluiu.
A fala de Raquel Lyra reforça o debate sobre violência política de gênero, tema que vem ganhando espaço no cenário nacional após sucessivos episódios de ataques a mulheres que ocupam cargos de liderança.
A governadora Raquel Lyra publicou vídeo ao lado do prefeito Wellington Maciel, destacando a melhioria e requalificação de mercados públicos de algumas cidades. “A vida das pessoas acontece nas cidades, por isso é nossa estratégia apoiar prefeitos e prefeitas pra mudar e melhorar Pernambuco todinho”, diz em sua rede. Por meio da ADEPE, há investimentos em […]
A governadora Raquel Lyra publicou vídeo ao lado do prefeito Wellington Maciel, destacando a melhioria e requalificação de mercados públicos de algumas cidades.
“A vida das pessoas acontece nas cidades, por isso é nossa estratégia apoiar prefeitos e prefeitas pra mudar e melhorar Pernambuco todinho”, diz em sua rede.
Por meio da ADEPE, há investimentos em reformas e melhorias de mercados em várias cidades, beneficiando a economia local e a vida dos moradores, citando os mercados de Arcoverde, São Bento do Una, Canhotinho, Catende, Bezerros e Cortês.
Além do prefeito Wellington, o vídeo taz a Primeira Dama Rejane Maciel.
Fernando Coelho fica até março Privatização de estatal preocupa Do Poder 360 Em meio às discussões da reforma do setor elétrico e da privatização da Eletrobras, as associações do setor aguardam o nome do novo ministro de Minas e Energia até o fim de 2018. O mais cogitado é o atual secretário-executivo, Paulo Pedrosa. Para […]
Em meio às discussões da reforma do setor elétrico e da privatização da Eletrobras, as associações do setor aguardam o nome do novo ministro de Minas e Energia até o fim de 2018. O mais cogitado é o atual secretário-executivo, Paulo Pedrosa.
Para os representantes do setor ouvidos pelo Poder360, o ideal é que o novo chefe tenha perfil técnico, tenha participado da elaboração das propostas que estão em andamento e que esteja alinhado com o atual ministro Fernando Coelho Filho. Ele deixará o cargo em março para disputar o governo de Pernambuco ou a reeleição a deputado federal.
Com a saída de Coelho Filho há duas possibilidades. O sucessor ser 1 dos secretários do MME, ou o cargo ser moeda de troca por apoio político.
Os atuais secretários são Paulo Pedrosa (executivo), Márcio Félix (Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) ou Fábio Alves (Energia Elétrica). Entre eles, Pedrosa leva vantagem.
Para Alexei Vivan, diretor-presidente da ABCE (Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica), “a intenção é que Paulo Pedrosa fique”. “Se fôssemos votar, votaríamos para que ele permanecesse. Se houver uma preocupação do governo com o setor elétrico, como acreditamos que haverá, a manutenção dele é essencial“, afirmou.
O presidente da comercializadora Focus Energia, Alan Zelazo, confirmou a expectativa de Pedrosa ser o escolhido. “Tecnicamente, ele teria toda capacidade.” Zelazo defende a permanência da equipe atual do ministério e de Luiz Augusto Barroso no comando da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).
Para Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia Elétrica), o atual secretário-executivo é a opção mais “graduada em termos técnicos”. “Seria natural, por ele ser o secretário-executivo e ter estado em muitas decisões.”
Indicação política
A possibilidade de uma indicação política preocupa o setor. A avaliação é de que ela ameaçaria o andamento das pautas prioritárias. A poucos dias, o MME encaminhou a proposta de reforma do setor elétrico, que estipula a abertura do mercado livre de energia para todos os consumidores, de forma gradual. O projeto também inclui uma solução para o impasse bilionário do risco hidrológico, quando as usinas hidrelétricas produzem energia abaixo do que estava previsto em contrato.
Edvaldo Santana, presidente da Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres), acredita que a entrada de alguém que não dê continuidade às pautas propostas por Coelho Filho seria “jogar uma ducha de água fria no mercado”. “Não pode ser alguém novo, que queira refazer tudo. Isso é perder tempo e vai esculhambar o setor elétrico”, afirmou.
Além de conhecimento técnico, o presidente da Abragel (Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa), Luiz Otávio Koblitz, aponta que é necessário que o ministro tenha uma boa articulação no Congresso Nacional. “As coisas não se resolvem no técnico, temos barreiras a cruzar. Não pode ser 1 alienígena no Congresso.”
Por ser ano eleitoral, há dificuldade na busca de 1 político para chefiar o órgão. Deputados ligados ao setor devem concorrer às eleições e precisariam sair de cargos no Executivo até 7 de abril. A presidente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), Élbia Gannoum, aponta que o nome poderá sair do Senado Federal, já que 1 terço não terá mandato renovado.
Paulo pedrosa, o técnico
Pedrosa é conhecido no setor elétrico. Antes de integrar a atual equipe do MME, o secretário estava na presidência da Abrace. Coelho Filho o escolheu pela “excelente capacidade de diálogo com os diversos segmentos do setor energético”.
Entre 2001 e 2005, Pedrosa esteve na direção da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Também trabalhou na Eletronorte e na Chesf, subsidiárias da Eletrobras. Engenheiro mecânico formado pela UnB (Universidade de Brasília), foi conselheiro do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), da Equatorial Energia, da Cemar e da Light.
Foto: Assis Lima/Ascom TJPE A Presidência do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) publicou nesta quarta-feira (28), o Edital 02/2021 que prorroga até o dia 30 de agosto de 2021 o prazo de validade do concurso público regido pelo Edital nº 01/2017. O respectivo certame foi destinado ao provimento de cargos vagos e à formação […]
A Presidência do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) publicou nesta quarta-feira (28), o Edital 02/2021 que prorroga até o dia 30 de agosto de 2021 o prazo de validade do concurso público regido pelo Edital nº 01/2017. O respectivo certame foi destinado ao provimento de cargos vagos e à formação de cadastro de reserva para cargos efetivos do quadro de pessoal da instituição.
A medida considera o resultado final homologado pelo Edital 08/2019, publicado no Diário de Justiça Eletrônico (DJe) do dia 27 de fevereiro de 2019, e que o período de suspensão do prazo de validade do concurso público deve ser adicionado aos dois anos posteriores a sua homologação.
Para facilitar o fluxo de informações sobre o certame, a Ouvidoria Geral do TJPE, em parceria com outros órgãos, organizou uma página com todas as informações do último concurso para servidores. No link www.tjpe.jus.br/web/concursos-e-selecoes/concurso-servidor-2017 é possível fazer consulta à lista de aprovados e classificados, com indicação dos que já foram nomeados, tudo organizado por polos e indicando os casos de cota.
A sugestão foi dada na seção voz do Leitor do Jornal do Commercio Por André Luis Diante da declaração do prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, José Patriota, de que “quando busca solução sobre o aumento do piso de professor a questão não é se recusar a dar o aumento, é de […]
A sugestão foi dada na seção voz do Leitor do Jornal do Commercio
Por André Luis
Diante da declaração do prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, José Patriota, de que “quando busca solução sobre o aumento do piso de professor a questão não é se recusar a dar o aumento, é de não ter como dar”.
A professora Ana Maria Menezes, por e-mail publicado na seção Voz do Leitor do Jornal do Commercio na última terça-feira (19), sugeriu que os vereadores dos municípios passassem a ser voluntários e da verba economizada daria para pagar os professores. Leia na íntegra:
“Respeitosamente gostaria de responder ao Sr. José Patriota, prefeitos de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, que falou que ‘quando busca solução sobre o aumento do piso de professor, a questão não é se recusar a dar o aumento, é não ter como dar’. É fácil. Vereadores passam a ser voluntários (como antigamente) e dessa verba economizada paguemos os professores, que são prioridade.” E você, o que acha da solução encontrada pela professora?
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