Notícias

Mais um Matadouro interditado no Estado

Por Nill Júnior

img-20151028-wa0008

Mais uma cidade pernambucana teve seu matadouro interditado pelo MT. O matadouro público de Riacho das Almas, Agreste de Pernambuco, foi interditado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) de Caruaru nesta quarta-feira (28). A interdição ocorreu após o órgão realizar uma vistoria no local.

Em nota, a Prefeitura  informa que em razão da interdição temporária do matadouro municipal pelo Ministério do Trabalho para adequações das condições de trabalho e instalações do local, o abate dos animais comercializados no município será transferido temporariamente para o matadouro de Caruaru.

“O abate dos animais será feito nesta sexta-feira (30), uma vez que em razão do feriado de Finados na próxima segunda-feira (2), a feira livre do município será realizada neste sábado (31)”.

Conclui a nota : “a Prefeitura reitera o comprometimento com a integridade dos trabalhadores do local, e comunica que as melhorias serão feitas o quanto antes para que os serviços no local sejam normalizados”. Estaremos aguardando…

Outras Notícias

Marcus Godoy diz que conversa com governistas, oposição e terceira via, mas ao final “terá lado”

O Presidente da CDL de Serra Talhada,  Marcus Godoy, disse hoje em entrevista à Juliana Lima na Serra FM que não descarta ser candidato da terceira via ou mesmo da oposição. Entretanto ele condicionou sua participação a um grupo que tenha projeto para a para a Capital do Xaxado. “Mantive meu nome como pré-candidato porque […]

O Presidente da CDL de Serra Talhada,  Marcus Godoy, disse hoje em entrevista à Juliana Lima na Serra FM que não descarta ser candidato da terceira via ou mesmo da oposição.

Entretanto ele condicionou sua participação a um grupo que tenha projeto para a para a Capital do Xaxado.

“Mantive meu nome como pré-candidato porque acho que esse processo deve ser discutido mais a frente”.

Marcus comentou a escolha de Luciano Duque por Márcia Conrado.  “O prefeito tem todo o direito de escolher o candidato dele. É quando se tem candidato nós procuramos outras alternativas”.

Ele confirmou conversas com nomes da oposição,  do Federal Sebastião Oliveira e da terceira via. “Tudo pode acontecer.  Agora, Marcus Godoy vai pro lado que tiver mais projeto “.

Ele destacou o momento de Serra Talhada no campo do empreendedorismo com a presença do Sistema S, Aeroporto, Shopping e Hospital Geral do Sertão.

Perguntado se ainda há possibilidade de diálogo com o bloco governista, disse não ter portas fechadas. “Tamo dialogando com todo mundo e esse processo mais na frente, quem tiver projeto pra Serra Talhada vamos estar junto. A gente vai ter lado “, disse.

IPA investe R$ 18 milhões para fortalecer assistência a Agricultura Familiar

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) definiu Plano de Trabalho para a execução das ações voltadas para a Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), previstas no projeto D. Helder Câmara. Com recursos de R$ 18 milhões, oriundos da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), a iniciativa começa a ser executada em  agosto […]

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) definiu Plano de Trabalho para a execução das ações voltadas para a Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), previstas no projeto D. Helder Câmara. Com recursos de R$ 18 milhões, oriundos da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), a iniciativa começa a ser executada em  agosto e deverá ser concluída em 2020. Em Pernambuco, serão beneficiados 5.460 agricultores de base familiar, de 58 municípios do Semiárido.

“Nesse novo momento, a proposta é de integração de políticas públicas, principalmente no Semiárido, que sofre com a estiagem prolongada, a fim de transformar alcançar mais famílias de agricultores”, destaca o presidente do IPA, Gabriel Maciel.

Além disso, a Anater destinará R$ 12 milhões para que as Organizações Não Governamentais (ONG’s) atendam cerca de  3.640 famílias, em outros 52 municípios do Semiárido pernambucano. “Ou seja, das 9100 famílias a serem atendidas pelo programa, 60% ficará com o IPA e 40% com as ONGs”, explica o gerente do Departamento e Assistência Técnica e Extensão Rural (DEAT), Maviael Fonseca.

Serão executadas ações de Ater individuais e coletivas a fim de dinamizar a produção da Unidade Produtiva Familiar, promover acesso aos mercados e melhorias de renda e qualidade de vida. Entre as etapas previstas estão: mobilizaçãode beneficiários, por meio de reuniões; cadastro das famílias; diagnóstico das Unidades Produtivas e elaboração dos projetos produtivos, que poderão ser viabilizados com recurso de Fomento da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (SEAD) ou crédito do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf . Além de visitas técnicas e atividades coletivas como cursos, oficinas, dias de campo, intercâmbios, entre outros.

Além de Pernambuco, os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, no Nordeste, e Minas Gerais e Espírito Santo, no Sudeste, também serão contemplados com recursos da Anater, nesta nova etapa do Projeto Dom Helder Câmara. No total, serão beneficiadas 63.253 famílias de agricultores de 907 municípios. O objetivo é contribuir para a redução da pobreza no meio rural e das desigualdades de gênero, geração e etnia, no Semiárido e na área de atuação da Sudene.

O plano de trabalho foi elaborado por representantes do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e da Emater dos estados da Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, nos dias 04 e 05 deste mês, na sede do Instituto, no Recife.

O Projeto Dom Helder Câmara é uma ação operacional descentralizada do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Nordeste, iniciado em 2001, a partir de um acordo de Empréstimo Internacional firmado entre a República Federativa do Brasil e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola – FIDA, e de uma doação do Fundo Mundial para o Meio Ambiente – GEF.

Gilson Bento inicia segundo mandato destacando crescimento e união

Nesta última quarta-feira, 1º de janeiro de 2025, Gilson Bento tomou posse como prefeito reeleito de Brejinho, marcando o início de seu segundo mandato. Durante entrevista concedida à Rádio Gazeta FM, o gestor expressou gratidão pela oportunidade de continuar liderando o município e destacou a importância da confiança depositada pela população. “Hoje é um dia […]

Nesta última quarta-feira, 1º de janeiro de 2025, Gilson Bento tomou posse como prefeito reeleito de Brejinho, marcando o início de seu segundo mandato. Durante entrevista concedida à Rádio Gazeta FM, o gestor expressou gratidão pela oportunidade de continuar liderando o município e destacou a importância da confiança depositada pela população.

“Hoje é um dia histórico para mim e para Brejinho. Esse momento representa o reconhecimento do trabalho que realizamos e a compreensão do nosso povo sobre a importância de continuar o crescimento da nossa cidade,” afirmou Gilson, enfatizando o papel fundamental da união com a população para o progresso do município.

Expectativas para 2025

Questionado sobre suas perspectivas para o novo ano, Gilson Bento afirmou que espera realizar em 2025 os sonhos e projetos que não puderam ser concretizados em 2024. O prefeito reforçou seu compromisso de trabalhar com dignidade e respeito, superando diferenças políticas e buscando a construção de uma Brejinho cada vez melhor.

“Desejo que 2025 seja um ano de conquistas para todos nós, brejienses. Vamos deixar as indiferenças de lado e nos unir pelo bem da nossa cidade, para que todos possam almejar e alcançar seus sonhos,” destacou.

Continuidade do crescimento

Durante a entrevista, Gilson enfatizou que Brejinho se mantém em destaque na região e reafirmou seu compromisso de dar continuidade ao crescimento do município. Ele agradeceu à população pela votação expressiva que garantiu sua reeleição, destacando a importância da parceria entre gestão e comunidade para alcançar novos avanços.

Nas cidades do Sertão que não avançam para nova etapa de reabertura, comércio tem medo de lockdown

Cidades das regiões de Arcoverde, Salgueiro, Petrolina, Ouricuri, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada não avançarão para a Fase 5 do plano de reabertura gradual  Em 60 cidades da região número de casos, óbitos e demanda sobre o sistema de saúde não estabilizam, segundo o Estado. Segundo André Longo,  há  acompanhamento da epidemia no Estado […]

Cidades das regiões de Arcoverde, Salgueiro, Petrolina, Ouricuri, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada não avançarão para a Fase 5 do plano de reabertura gradual 

Em 60 cidades da região número de casos, óbitos e demanda sobre o sistema de saúde não estabilizam, segundo o Estado.

Segundo André Longo,  há  acompanhamento da epidemia no Estado a partir de três indicadores: casos, óbitos e demanda sobre o sistema de saúde.

O Sertão de Pernambuco não avança para a quinta etapa de retomada gradual das atividades previstas no Plano de Convivência com o Novo Coronavírus, diferentemente dos municípios das Regionais do Recife, de Limoeiro e de Goiana.

Ao todo, 60 cidades localizadas nas Regiões de Saúde de Arcoverde, Salgueiro, Petrolina, Ouricuri, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada ainda têm indicadores (casos, óbitos e demanda sobre o sistema de saúde) não estabilizados.

Para esses municípios, é necessária maior cautela no avanço das flexibilizações para retomada das atividades socioeconômicas. Preocupado com a rota de interiorização da doença, o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, já havia sinalizado que também é hora de fazer vigília à curva epidêmica no Sertão, especialmente em Petrolina, onde a ocorrência de pacientes graves tem aumentado nos últimos dias.

Neste sábado (4), de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Bruno Schwambach, será feita uma nova análise dos indicadores para determinar se haverá progressão dessas regiões do Sertão. Por enquanto, os municípios das seis cidades-sede do Sertão permanecem na etapa quatro do plano de retomada.

Nessas cidades, a população se divide entre os que querem a manutenção do cronograma de reabertura e os que são contrários.  Já no comércio,  o medo é de um passo atrás,  com um novo lockdown,  como aconteceu em Caruaru e Bezerros. 

Duas mortes por afogamento são registradas na área da Transposição

Mais dois afogamentos foram registrados nas águas da Transposição este fim de semana. Uma das vítimas foi Alan Jeferson Menezes Leandro, 21 anos, de Sertânia. Ele entrou na Estação de Bombeamento Elevatório, conhecido por EBV-6, as margens da estrada, no chamado Quilômetro 10, entre Sertânia e o distrito de Albuquerque – Né. Após uma festa, Alan […]

Com informações de Cecília Souza – Sertânia FM e Júnior Cavalcanti, blogueiro

Mais dois afogamentos foram registrados nas águas da Transposição este fim de semana. Uma das vítimas foi Alan Jeferson Menezes Leandro, 21 anos, de Sertânia.

Ele entrou na Estação de Bombeamento Elevatório, conhecido por EBV-6, as margens da estrada, no chamado Quilômetro 10, entre Sertânia e o distrito de Albuquerque – Né.

Após uma festa, Alan e amigos teriam mergulhado  por volta das 4 horas da manhã. Os amigos conseguiram sair, porém a vítima não retornou a superfície. O corpo foi retirado do local às quatro da tarde pelos Bombeiros de Serra Talhada.

A segunda vítima foi um pescador que tomava banho em uma das barragens no curso da Transposição . Edvaldo Morais de Siqueira, 46 anos, foi encontrado sem vida por familiares na barragem Moxotó, que também faz parte da Transposição, no município de Sertânia, às 13 horas de ontem.

Segundo informações da PM, Edvaldo pescava no local, mergulhou e não voltou a superfície. Os dois corpos foram encaminhados para o IML de Caruaru, e o caso entregue à Policia Civil para as providências cabíveis.

No dia 10, um menino de 10 anos morreu afogado, no trecho da Transposição do Rio São Francisco, em Coxixola, Cariri paraibano.

O Ministério da Integração já informou que é proibido o banho por onde passa o canal. Em vão. Flagrantes indicam a presença de um grande número de pessoas mergulhando na área.

O risco existe porque em algumas situações o volume de água sobre muito rapidamente. O problema é a falta de fiscalização: nem federação, nem estado, nem municípios tomam de conta…