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Mais doze pacientes curados da Covid-19 em Tabira

Por André Luis

Por Felipe Marques

A Secretaria Municipal de Saúde de Tabira informou na noite desta terça-feira (7) que a cidade chegou a 122 curados da Covid-19. Nas últimas 24 horas doze pessoas que contraíram o vírus tiveram a cura clinica comprovada, 68 pessoas continuam em tratamento.

O boletim divulgado apresenta ainda o número de 4 investigações, 5 óbitos e 195 infectados.

Nesta terça-feira foram confirmados mais 4 casos de Covid-19 em localidades diferentes. Um no Bairro da Granja (que agora totaliza 14 casos), outro no Bairro Cohab (total de 8 casos), Sitio Cajá de Baixo mais um caso (total de 3) e o Bairro Antônio Cristóvão do Amaral, entrando no mapa setorial registrando o seu primeiro caso. O centro da cidade continua sendo o local com maior incidência com 44 casos, seguido do Bairro de Fátima com 26. 

Ainda de acordo com informações do boletim divulgado, 320 já foram descartados e mais uma alta da emergência respiratória foi registrada na ALA Covid do Hospital Municipal. Um senhor de 77 anos teve alta médica na tarde desta terça-feira.

Outras Notícias

Expectativa para anúncio do secretariado em quatro cidades sertanejas

Depois de Fredson Brito (São José do Egito) começar a anunciar o Secretariado, todo mundo espera por Márcia Conrado (Serra Talhada), Zeca Cavalcanti (Arcoverde), Sandrinho Palmeira (Afogados), Pollyana Abreu (Sertânia) e Flávio Marques (Tabira). Dos quatro, só Sandrinho Palmeira é gestor reeleito. A dúvida, por toda a pré-campanha,  é saber se fará uma oxigenação na […]

Depois de Fredson Brito (São José do Egito) começar a anunciar o Secretariado, todo mundo espera por Márcia Conrado (Serra Talhada), Zeca Cavalcanti (Arcoverde), Sandrinho Palmeira (Afogados), Pollyana Abreu (Sertânia) e Flávio Marques (Tabira).

Dos quatro, só Sandrinho Palmeira é gestor reeleito. A dúvida, por toda a pré-campanha,  é saber se fará uma oxigenação na equipe,  se manterá o alicerce do grupo atual ou se recorrerá a uma composição intermediária.

Zeca Cavalcanti prometeu trazer nomes que fizeram parte de seus governos anteriores,  mesclados com perfis mais jovens e técnicos.

Já Pollyana Abreu promete uma equipe 100% alinhada com sua plataforma apresentada à população sertaniense.  Nomes que nos últimos oito anos não ocuparam funções ou foram alinhados com o ciclo Ângelo Ferreira,  seu opositor,  que passa o bastão em janeiro.

“JBS Pernambucana”, do ramo de veículos, diz nada ter a ver com a xará da bomba política

Uma empresa homônima da JBS, localizada em Recife, viu-se obrigada a emitir comunicado em sua página na internet e nas redes sociais para não se ver confundida com a gigante de carnes envolvida na delação que está entregando as relações não republicanas de Temer e Aécio. A JBS Veículos, empresa que comercializa automóveis na Avenida […]

Uma empresa homônima da JBS, localizada em Recife, viu-se obrigada a emitir comunicado em sua página na internet e nas redes sociais para não se ver confundida com a gigante de carnes envolvida na delação que está entregando as relações não republicanas de Temer e Aécio.

A JBS Veículos, empresa que comercializa automóveis na Avenida Caxangá e no Pina, Recife, inclusive com muitos clientes   sertanejos e mídia em veículos da capital e do interior, como no programa Esportes no Ar, da Rádio Pajeú, se viu obrigada a emitir nota de esclarecimento no dia de hoje.

“Comprometida com o respeito e a integridade de seus clientes, parceiros e colaboradores, a JBS Veículos vem a público esclarecer que o Grupo JBS, citado recentemente nos veículos de comunicação, apesar de atuar em diversos segmentos do mercado, não tem qualquer ligação com a JBS Veículos”.

A nota informa que a empresa recifense é um grupo familiar pernambucano que atua há mais de 26 anos “com os mais sólidos valores éticos e morais, sem qualquer vínculo político ou partidário”. A empresa foi fundada em 1990 por Solon Galvão. Hoje é uma das lojas de automóveis mais renomadas do mercado de novos e seminovos.

Sintepe vai ao STF por valores ainda pendentes do Fundef

Por André Luis O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe) aprovou na última quarta-feira (2) uma série de deliberações com o intuito de fortalecer a luta sindical e ampliar as conquistas dos trabalhadores e das trabalhadoras em educação. Uma das deliberações aprovadas foi a autorização para que a Assessoria Jurídica do […]

Por André Luis

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe) aprovou na última quarta-feira (2) uma série de deliberações com o intuito de fortalecer a luta sindical e ampliar as conquistas dos trabalhadores e das trabalhadoras em educação.

Uma das deliberações aprovadas foi a autorização para que a Assessoria Jurídica do Sintepe atue junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), ingressando na ACO 658, para defender o direito ao saldo controverso das diferenças do Fundef. Esse saldo controverso é a diferença entre os cálculos apresentados pelo Estado de Pernambuco e aquele apresentado pela União Federal. A categoria tem popularmente chamado esse saldo de “4ª parcela do Fundef”.

O Sintepe também aprovou a contribuição extraordinária de 2% incidente exclusivamente sobre a 3ª parcela do Precatório do Fundef previsto para 2024, viabilizando, assim, a luta e o avanço nas conquistas sindicais. Essa contribuição será voluntária e quem não quiser contribuir, poderá expressar sua vontade livremente, por meio de e-mail posteriormente divulgado pela entidade.

O Sintepe salienta que não houve qualquer consignação sobre a 1a parcela paga no ano de 2022 e a tão aguardada parcela do ano de 2023.

A assembleia aprovou as propostas do Sindicato por ampla maioria.

A luta do Sintepe pelo recebimento da “4ª Parcela” do Precatório do Fundef é justa e legítima. Os trabalhadores e as trabalhadoras em educação têm direito a receber os valores que lhes são devidos. O Sintepe está confiante de que o STF vai dar ganho de causa à categoria.

Justiça manda bloquear ativos de hackers em carteiras de criptomoedas

G1 O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, determinou nesta sexta-feira (26) o bloqueio de ativos que os investigados pela Operação Spoofing tiverem em carteiras de criptomoedas. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal na última terça (23) e apura a tentativa de invasão dos celulares de autoridades. Mais cedo, nesta sexta, Vallisney prorrogou por mais […]

G1

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, determinou nesta sexta-feira (26) o bloqueio de ativos que os investigados pela Operação Spoofing tiverem em carteiras de criptomoedas.

A operação foi deflagrada pela Polícia Federal na última terça (23) e apura a tentativa de invasão dos celulares de autoridades. Mais cedo, nesta sexta, Vallisney prorrogou por mais cinco dias as prisões dos quatro investigados. Criptomoedas são emitidas por sistema de computador, e as operações de compra e venda não são reguladas.

Ao determinar o bloqueio dos ativos, o juiz Vallisney informou que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal apontaram a necessidade de obter senhas e chaves das carteiras de criptomoedas do casal Gustavo Henrique e Suelen Priscila.

Em documento enviado ao juiz de Brasília, a PF também informou que ainda aguarda a análise dos registros de celulares e do computador de Walter Delgatti, apontado como o hacker que invadiu os telefones das autoridades.

A polícia argumenta que busca dados sobre a existência de contas de criptomoedas “que poderiam ser controladas por Walter Delgatti como forma de ocultar pagamentos recebidos por suas atividades ilícitas, bem como para se determinar a real dimensão das invasões praticadas”.

Quando determinou a prisão dos investigados, Vallisney já havia determinado a quebra de sigilo bancário dos alvos, além do bloqueio de ativos financeiros superiores R$ 1 mil. Nas buscas, foram encontrados valores que, segundo os suspeitos, foram obtidos por meio do mercado de bitcoin.

A foto do dia: Cerveró vai para carceragem da PF em Curitiba

A foto é do até então “quase acima de qualquer suspeita”,  ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró sendo levado para a carceragem da PF em Curitiba. O juiz Marcos Josegrei quer investigar atos de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial. Segundo ele, esses atos “vêm sendo praticados nos últimos meses até esta data por Nestor Cerveró”. Com a […]

cerveró

A foto é do até então “quase acima de qualquer suspeita”,  ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró sendo levado para a carceragem da PF em Curitiba. O juiz Marcos Josegrei quer investigar atos de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial. Segundo ele, esses atos “vêm sendo praticados nos últimos meses até esta data por Nestor Cerveró”.

Com a prisão do ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, a Polícia Federal tem 16 investigados sob custódia da Polícia Federal do Paraná, de acordo com informações da Justiça Federal do Estado. Até o momento, 39 investigados se tornaram réus.

Estaria de fato o Brasil deixando de ser rotulado como o país da impunidade ?