Dona Creuza será sepultada nesta tarde. Em março, Pe. Gilvan irá assumir a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados
Dona Creuza será sepultada nesta tarde. Em março, Pe. Gilvan irá assumir a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados
Faleceu ontem no Hospital São Vicente, em Serra Talhada, a senhora Creuza Paulino. Ela tinha 71 anos e era mãe do padre Gilvan Bezerra. Dona Creuza lutava contra um câncer e morreu por falência de múltiplos órgãos em consequência dá doença.
O sacerdote atualmente atua na Paróquia de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada, mas se prepara para assumir em março a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira.
Haverá uma missa de corpo presente às 15h e em seguida o sepultamento, ambos no município de Santa Terezinha, terra natal do sacerdote.
Padres da Diocese e o Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol participam das homenagens. Padre Gilvan é um dos seis filhos de Dona Creuza. As informações foram passadas ao blog pelo Padre Genildo Herculano.
do JC Online O prefeito de Petrolina (Sertão), Julio Lossio (PMDB), foi submetido a uma cirurgia de 10 horas ontem no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, para tratamento de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVC). A intervenção foi bem sucedida. À noite, o filho o prefeito postou uma mensagem de agradecimento em seu perfil de […]
O prefeito de Petrolina (Sertão), Julio Lossio (PMDB), foi submetido a uma cirurgia de 10 horas ontem no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, para tratamento de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVC). A intervenção foi bem sucedida. À noite, o filho o prefeito postou uma mensagem de agradecimento em seu perfil de uma rede social.
“A cirurgia foi um sucesso. Muito obrigado, do fundo do meu coração, a todos vocês que rezaram, oraram, pediram a Deus que desse tudo certo. Ele já está sendo transferido do centro cirúrgico pra UTI”, comemorou Julio Lossio Filho.
O prefeito ainda não tem data para receber alta. Ele está internado em São Paulo desde o dia 26 de junho. Essa não é a primeira vez que o gestor tem um problema de saúde sério no cérebro. Em 2002, ele foi diagnosticado com um aneurisma cerebral.
Com o afastamento do prefeito, Petrolina está na expectativa de quem deve assumir a prefeitura, já que Julio Lossio deve ficar mais tempo afastado em recuperação e o município não pode ficar mais de 15 dias sem um governante.
O vice-prefeito Guilherme Coelho (PSDB) teria que assumir a função na próxima segunda-feira, mas o tucano é candidato a deputado federal e pode não aceitar o cargo para não se tornar inelegível. Neste caso, a administração ficaria a cargo do presidente da Câmara dos Vereadores, Osório Ferreira Siqueira (PTB), até a recuperação de Lossio.
“Todos os nossos esforços e pensamentos estão concentrados para a recuperação do prefeito. Sobre o fato de eu assumir a prefeitura, essa decisão só vai ser tomada no domingo, após uma reunião com meu pai, o ex-deputado Oswaldo Coelho”, informou o vice-prefeito, por telefone.
A notícia do afastamento de Lossio foi dada por ele mesmo, pouco antes do início da longa cirurgia. Por meio da sua página em uma rede social, ele ainda agradeceu ao apoio dos familiares e dos amigos.
“Assim, peço licença ao meu povo para um período de ausência das atividades administrativas em nosso município. Preciso me afastar para cuidar da minha saúde, na esperança de que ficarei bem e de que logo estarei de volta. Com as bênçãos e a proteção de Deus”, declara o prefeito no texto.
Protestantes carregam faixas que pedem democracia e gritam pedidos de “Fora, Bolsonaro”. Pautas do empoderamento negro também são presença, com lembranças aos mortos por violência racista no Brasil e nos Estados Unidos. Correio Braziliense Manifestantes se mobilizam no Museu Nacional para um ato antifascista na manhã deste domingo (07.06). O movimento é organizado por vários […]
Protestantes carregam faixas que pedem democracia e gritam pedidos de “Fora, Bolsonaro”. Pautas do empoderamento negro também são presença, com lembranças aos mortos por violência racista no Brasil e nos Estados Unidos.
Correio Braziliense
Manifestantes se mobilizam no Museu Nacional para um ato antifascista na manhã deste domingo (07.06). O movimento é organizado por vários grupos do Distrito Federal e entoa gritos de protesto em defesa à democracia, atacada por pedidos de intervenção militar presenciados na Esplanada dos Ministérios nos últimos fins de semana.
“Nem um passo atrás, ditadura nunca mais”, gritam manifestantes em um carro de som. O ato começou por volta das 9h. Grupos também organizam carreatas saindo de diversos pontos do DF com destino ao Museu.
Às 10h, manifestantes tomaram a rua da Esplanada em um grupo de milhares de pessoas. Lideranças espontâneas orientavam para que as pessoas não ocupassem a área dos Ministérios, ficando apenas na pista, que está totalmente fechada para veículos. Policiais fazem um cordão na frente dos prédios. Cães da PM também estão a postos.
O policiamento foi reforçado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), que não divulga o efetivo de policiais. Uma das preocupações da Polícia Militar é o encontro com protestantes que apoiam o governo. Eles são minoria neste domingo, mas marcam presença com bandeiras do Brasil e trocam ofensas com quem participa do grupo antifascista.
Atenção redobrada
As forças de segurança de Brasília se atentam ainda a um ato organizado pela ativista Sara Winter, líder do movimento 300 do Brasil. O grupo apoia o presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido). Sara foi alvo de uma operação da Polícia Federal e o movimento esteve na mira de uma ação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que chamou o 300 de milícia armada.
O 300 convocou apoiadores para um “treinamento intensivo de técnicas de revolução não violenta”, apenas para “corajosos que estão dispostos a dar sono, suor e sangue pelo Brasil”, conforme texto de publicação das redes sociais. O local do ato é dito como secreto.
A Caixa Econômica Federal reabriu um programa de demissão voluntária extraordinário (PDVE) e espera que a adesão alcance 5.480 empregados, apurou o ‘Estadão/Broadcast’. Na iniciativa anterior, encerrada em março último, o banco teve a adesão de 4.645 funcionários em um contingente de 30 mil pessoas elegíveis. A expectativa da Caixa, em seu PDV anterior, era […]
A Caixa Econômica Federal reabriu um programa de demissão voluntária extraordinário (PDVE) e espera que a adesão alcance 5.480 empregados, apurou o ‘Estadão/Broadcast’. Na iniciativa anterior, encerrada em março último, o banco teve a adesão de 4.645 funcionários em um contingente de 30 mil pessoas elegíveis.
A expectativa da Caixa, em seu PDV anterior, era alcançar 10 mil empregados. Como não chegou ao número, o banco optou por reabrir o programa. Ao final de março, a Caixa contava com 101.505 funcionários, considerando estagiários e aprendizes. Somente empregados diretos do banco eram 91.128.
Desta vez, o período de adesão ao programa de demissão voluntária começa nesta segunda-feira e vai até o dia 14 de agosto. Com isso, o desligamento dos funcionários que aderirem ao PDV deve ocorrer de 24 de julho a 25 de agosto, conforme informações de documento enviado aos gestores do banco e obtido pelo Estadão/Broadcast. “O PDVE tem por objetivo dar suporte financeiro aos empregados que queiram se desligar voluntariamente da empresa e que se enquadrem nas regras”, explica a Caixa, na carta.
Poderão aderir ao programa de demissão voluntária do banco público os funcionários com no mínimo 15 anos de casa; aposentados pelo INSS até a data de desligamento, exceto quando for por invalidez; funcionários aptos a se aposentarem até 31 de dezembro de 2017 ou com adicional de função de confiança/cargo em comissão gratificada até a data de desligamento.
Em troca, a Caixa está oferecendo apoio financeiro, em caráter indenizatório e a ser pago em parcela única, de dez remunerações base do empregado, limitado a R$ 500 mil. Os funcionários que aderirem, conforme explica o banco, permanecerão com o plano de saúde da instituição desde que atendam os requisitos estabelecidos pela instituição. Para os que não se enquadrarem, o banco oferece a permanência no plano por 24 meses, sem prorrogação.
Por André Luis A presidenta do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), Ivete Caetano, fez um pronunciamento nas redes sociais do Sindicato, cobrando reajuste e valorização da categoria. Ivete Caetano afirmou que o governo do Estado ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, o que está gerando angústia e ansiedade […]
A presidenta do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), Ivete Caetano, fez um pronunciamento nas redes sociais do Sindicato, cobrando reajuste e valorização da categoria.
Ivete Caetano afirmou que o governo do Estado ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, o que está gerando angústia e ansiedade na categoria. “Estamos chegando ao final do ano e o governo ainda não concedeu o reajuste. Com a repercussão na carreira, é natural que nossa categoria esteja passando por esse nível de ansiedade. Temos que cobrar uma posição”, disse.
A presidenta do Sintepe também lembrou que a categoria já realizou diversas mobilizações e atos ao longo do ano cobrando a valorização na carreira e o reajuste. “Cobramos o Bônus de Desenvolvimento (BD), apesar de não estar na pauta, pois é um bônus que exclui muitas pessoas. A secretária confirmou na mesa de negociação, e informamos a categoria antes de recebermos o pagamento do BDE, assim como também a valorização. Estamos presentes em todas as mesas de negociação, cobrando”, afirmou.
Ivete Caetano ainda criticou a postura do governo, que alega estar em estudo e análise sobre o assunto. “O governo já afirma ter recursos, então como eles serão usados? De onde vem a questão da valorização? É comum chamarmos de valorização, que é uma espécie de rateio. O governo, de acordo com a constituição, deve destinar no mínimo 70% para o salário dos profissionais da educação. Se, ao final do ano, esse percentual não estiver sendo cumprido, é necessário fazer um rateio ou um reajuste nos salários para atender a esses 70%”, explicou.
A presidenta do Sintepe também afirmou que a categoria continuará cobrando a valorização. “Teremos uma mesa de negociação na quinta-feira, que não trata de questões financeiras, mas incluiremos o ponto de pauta da valorização. Dessa forma, esperamos obter uma resposta oficial da Secretaria de Educação e do Poder Executivo, que não seja vaga, com relação às nossas dificuldades. Continuamos as mobilizações pelo reajuste do piso e pela repercussão na carreira, como fizemos ao longo do ano, e no dia 14 estaremos na Assembleia Legislativa para mais um ato de denúncia sobre o que o governo está fazendo com a nossa categoria e para reforçar nossas cobranças”, disse.
O Sintepe também realizará um ato de denúncia na Assembleia Legislativa no dia 14 de novembro. A categoria pretende reforçar as cobranças pelo reajuste e valorização.
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), comemorou em suas redes sociais a parceria com o deputado federal Carlos Veras (PT). Valadares informou que assegurou uma emenda no valor de R$ 1,5 milhão, destinada à construção da nova Avenida Gustavo Fittipaldi e outras obras de infraestrutura na região. O vice-prefeito afirmou que, com esse […]
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), comemorou em suas redes sociais a parceria com o deputado federal Carlos Veras (PT).
Valadares informou que assegurou uma emenda no valor de R$ 1,5 milhão, destinada à construção da nova Avenida Gustavo Fittipaldi e outras obras de infraestrutura na região.
O vice-prefeito afirmou que, com esse anúncio, eleva o montante total de investimentos para o município para R$ 5 milhões.
“Estou muito feliz por poder contribuir mais uma vez para o nosso povo e para a nossa gestão. Agradeço ao deputado federal Carlos Veras por confiar no nosso trabalho e por destinar, mais uma vez, milhões para a nossa querida cidade. Junto com Sandrinho, estamos tendo a oportunidade de deixar nossa marca de trabalho em Afogados. Vamos continuar trabalhando incansavelmente pelo nosso povo, pois o trabalho não para”, afirmou o vice-prefeito.
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