A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Itapetim informou em nota que a visita que o secretário estadual de Agricultura e Reforma Agraria, Nilton Mota, e o presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Gabriel Maciel, fariam a Itapetim nesta quinta-feira (25/02) foi cancelada.
Eles fariam o lançamento dos programas Terra Pronta e de Distribuição de Sementes, que beneficiarão agricultores dos 13 municípios da Regional do IPA de Afogados da Ingazeira com a distribuição de milho, feijão, sorgo e raquetes da palma forrageira, além da disponibilização de horas maquina para a aração de terras.
Segundo a nota, o motivo do cancelamento não foi informado, nem como a nova data. Há probabilidade de que o cancelamento tenha relação com a mudança de agenda de Paulo Câmara, que também não estará na região como havia sido sinalizado, desmobilizando também parte de sua comitiva e equipe.
Segundo nota da oposição, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, se negou a falar com a imprensa estadual sobre o ato contra o nepotismo na prefeitura que aconteceu na manhã desta quarta-feira (29). A nota diz que durante a manhã, centenas de pessoas, lideranças comunitárias, partidárias e concursados não convocados, promoveram um ato público contra […]
Segundo nota da oposição, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, se negou a falar com a imprensa estadual sobre o ato contra o nepotismo na prefeitura que aconteceu na manhã desta quarta-feira (29).
A nota diz que durante a manhã, centenas de pessoas, lideranças comunitárias, partidárias e concursados não convocados, promoveram um ato público contra o nepotismo praticado pela prefeita do município.
A concentração e os discursos aconteceram em frente à Câmara dos Vereadores. Lideranças políticas de oposição cobraram da prefeita a saída de familiares dos cargos da prefeitura.
Entre os que discursaram, a líder do movimento dos sem teto, Silvanete Pereira. Além de combater a prática do nepotismo, ela cobrou da prefeita a promessa das casas para os sem tetos que foi feita há dois anos.
“É preciso que a prefeita ouça as vozes das ruas, tire a sua família que está alojada na prefeitura sugando os recursos do povo de Arcoverde. Chame os concursados que estão com seus cargos ocupados até por parentes da prefeita”, bradou o vereador Luciano Pacheco.
Após os discursos, os manifestantes seguiram em caminhada rumo ao Ministério Público de Pernambuco, na Av. Cel Antonio Japiassu, quando fizeram a entrega das denúncias para que sejam repassadas à promotora pública Erika Garmes Pires Veras.
Os manifestantes seguiram até a Prefeitura de Arcoverde. Não foram recebidos por nenhum secretário. A equipe de reportagem da TV Asa Branca também não conseguiu ouvir nenhum representante do executivo. Por fim, um grupo de manifestantes seguiram até o Tribunal de Contas do Estado onde formalizou as mesmas denúncias.
Os investigados por suposta fraude à cota de gênero reagiram com veemência às acusações que pairam sobre suas candidaturas. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta por adversários políticos, aponta que o partido União Brasil teria recorrido a candidaturas femininas fictícias para preencher os 30% exigidos por lei. “No entanto, o que se observa […]
Os investigados por suposta fraude à cota de gênero reagiram com veemência às acusações que pairam sobre suas candidaturas.
A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta por adversários políticos, aponta que o partido União Brasil teria recorrido a candidaturas femininas fictícias para preencher os 30% exigidos por lei. “No entanto, o que se observa nos autos é um cenário muito mais complexo, e que pode revelar não uma fraude, mas uma tentativa de judicialização excessiva da política local”, defendem os nomes do União Brasil.
“Ao longo do processo, o que se acumulou foram depoimentos e documentos que, longe de comprovar qualquer irregularidade, indicam o contrário: que as candidatas mencionadas na ação participaram, cada uma a seu modo, do processo eleitoral. Seja em carreatas, com adesivos no carro, panfletagem ou até mesmo no corpo a corpo com eleitores, os relatos convergem para uma realidade de campanha que, embora modesta, foi real”.
A candidata Diolinda Marques, apontada como uma das supostas “laranjas”, admitiu em seu depoimento que contratou duas pessoas para distribuir material de campanha, além de ter o apoio direto do marido, que adesivou o carro com sua imagem. “Américo deu dinheiro para eles trabalharem pra mim”, disse. Sua nora e seu enteado também confirmaram os atos de campanha. Não por acaso, uma testemunha declarou que ela “se empenhou”, tendo inclusive participado de visitas a eleitores junto com o grupo de campanha. “Eu vi sim adesivo dela no carro. Ela ia para as carreatas”, declarou Laudemir Lucena, testemunha do próprio autor da ação.
Outro ponto que chama atenção, diz a defesa dos vereadores, é o depoimento de Rafaela Ferreira. Em vez de negar a candidatura, ela reforça que foi uma decisão pessoal, motivada pelo interesse na política e pela convivência com figuras públicas. Rafaela relatou que foi procurada por um interlocutor político que tentou convencê-la a assinar uma declaração de que não teria feito campanha — um indício de que a acusação pode ter raízes mais estratégicas do que jurídicas. “Ele mandou uma mensagem dizendo que eu ia ser acusada, e que eu precisava assinar uma declaração. Eu disse: não vou assinar nada. Eu fiz campanha”, contou, em tom indignado.
“A terceira candidata envolvida, Mayara de Chôta, teve desempenho eleitoral expressivo, superando ao menos 16 outros candidatos. Também afirmou que a candidatura partiu dela própria, e não do partido, e que atuou diretamente nas visitas, panfletagens e mobilização do eleitorado. Segundo depoimentos, sua campanha era estruturada dentro das limitações do cenário local, com presença em redes sociais e forte articulação familiar, comum em cidades do interior”.
“É importante destacar que, em cidades pequenas como São José do Egito, a dinâmica política não segue os mesmos padrões das capitais. A ausência de comícios grandiosos, lives ou sites profissionais não pode ser confundida com inatividade ou inexistência de campanha. A realidade do sertão é marcada por estratégias mais simples — visitas de casa em casa, conversas diretas, apoio comunitário. Exigir os mesmos critérios de campanhas milionárias urbanas seria desprezar a cultura política local e abrir margem para injustiças”, acrescentam.
Testemunhas ouvidas no processo, inclusive da própria acusação, foram categóricas ao confirmar que as três mulheres citadas participaram do processo eleitoral, afirmam. Um dos principais articuladores do partido, Augusto Valadares, relatou que todas as candidatas manifestaram interesse em concorrer com quase um ano de antecedência. Em suas palavras, “todos os 15 candidatos me procuraram espontaneamente”.
“Outro aspecto delicado é a proximidade entre os envolvidos. A relação familiar entre algumas das candidatas e outros postulantes não configura, por si só, indício de fraude. Em pequenos municípios, é comum que familiares se engajem politicamente em diferentes frentes. Isso por vezes gera desconfianças, mas não pode, por padrão, ser tratado como prova de ilicitude”.
“O que os autos revelam, na prática, é um conjunto de candidaturas femininas que, embora não tenham alcançado grande votação, participaram sim do processo democrático com os meios e recursos que tinham à disposição. A votação modesta, por si só, não é critério legal para deslegitimar uma candidatura. Se assim fosse, boa parte dos que concorrem, sobretudo os novatos e menos conhecidos, estariam em risco de terem suas intenções questionadas a cada eleição”.
Diante do que foi produzido ao longo da instrução, o processo que pretendia revelar uma fraude pode acabar expondo outra face: a do uso do sistema de Justiça como campo de prolongamento de disputas políticas, acusam. “Não é incomum que ações eleitorais surjam como instrumentos de vingança pós-urna. E é exatamente por isso que a análise criteriosa das provas e das circunstâncias locais se faz ainda mais necessária”.
O julgamento ainda está por vir, mas dizem, os elementos colhidos até aqui sugerem que, ao contrário do que se tentou pintar, houve sim candidaturas autênticas, ainda que com campanhas modestas. A democracia, afinal, não se mede pela estrutura de campanha, mas pela intenção real de participar do processo político e disputar o voto popular — ainda que ele não venha em grande número.
“Em um tempo em que a participação feminina na política ainda enfrenta barreiras culturais e institucionais, o cuidado com o julgamento de candidaturas de mulheres deve ser redobrado. Há uma linha tênue entre a fiscalização legítima da lei e o desestímulo à representatividade. Que o debate seja jurídico, mas também sensível à realidade. E que a justiça, se vier, venha sem lentes ideológicas”, concluem. Os advogados do grupo do Umião Brasil no caso são Marcos Lira e Carlos Porto (ex-conselheiro do TCE).
A Prefeitura de Solidão reinaugurou, na manhã desta segunda-feira (24), a Cozinha Comunitária Padre Genildo Herculano da Silva. Agora localizada na Rua Antônio Marques de Araújo, ao lado da sede da Prefeitura, a unidade reforça as ações voltadas à segurança alimentar e ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade. Anteriormente situada na Rua da […]
A Prefeitura de Solidão reinaugurou, na manhã desta segunda-feira (24), a Cozinha Comunitária Padre Genildo Herculano da Silva. Agora localizada na Rua Antônio Marques de Araújo, ao lado da sede da Prefeitura, a unidade reforça as ações voltadas à segurança alimentar e ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade.
Anteriormente situada na Rua da Gruta, a mudança busca facilitar o acesso da população aos serviços oferecidos. A cerimônia contou com a presença do prefeito Mayco da Farmácia, da primeira-dama e secretária de Assistência Social, Érika Araújo, do vice-prefeito Antônio Marinheiro e do presidente da Câmara, Luiz Vicente.
Também estiveram presentes o assessor da Casa Civil, Mário Viana, o assessor especial, Djalma Alves, a coordenadora da Cozinha Comunitária, Vandurcia Rodrigues, além de secretários, adjuntos e membros da comunidade.
Durante o evento, foi destacada a importância da Cozinha Comunitária no combate à insegurança alimentar e na promoção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social. Após os discursos, os participantes visitaram as novas instalações e participaram de um coffee break.
Aconteceu hoje em Tabira a diplomação dos eleitos da Cidades das Tradições e de Solidão, no Pajeú. De Tabira, foi diplomado o prefeito reeleito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), do seu vice Jose Amaral (PSC) e os vereadores que irão compor a nova Câmara. Do legislativo, Nelly de Mano, Dicinha do Calçamento, Allan xavier, Didi de […]
Fotos: Marcelo Patriota, gentilmente cedidas ao blog
Aconteceu hoje em Tabira a diplomação dos eleitos da Cidades das Tradições e de Solidão, no Pajeú. De Tabira, foi diplomado o prefeito reeleito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), do seu vice Jose Amaral (PSC) e os vereadores que irão compor a nova Câmara.
Do legislativo, Nelly de Mano, Dicinha do Calçamento, Allan xavier, Didi de Heleno, Marcílio Pires, Aristóteles Monteiro, Kleber Paulino, Djalma das Almofadas, Aldo Santana, Claudiceia Rocha e Marcos Crente também saíram de canudo na mão, além dos suplentes das coligações.
A solenidade começou sem atraso, como programado e aconteceu no Salão Nobre da Câmara Municipal. A condução foi do Juiz Eleitoral, Hildeberto Junior da Rocha Silvestre.
Na mesma solenidade, foram diplomados Djalma Alves de Souza, o Djalma da Padaria, o vice Zé Nogueira e os vereadores eleitos, além de suplentes. Assumirão a Câmara Edleuza Godê, Antonio Bujão, Eliana de Genivaldo, Josias de Neta, Viturino Melo, Totinha, Zeverland, Adriana de Agenor e Genivaldo Barros.
Registre-se, no caso de Pedro Isidório da Silva, Totinha, ele teve o pedido de registro de candidatura negado pelo TRE e luta na última instância, o recurso ao TSE. A primeira suplente da Coligação é Neta Riqueta.
O homem identificado como Marciano Augusto de Lima, 37 anos, ou Marciano dos Barreiros, foi encontrado morto agora a pouco por bombeiros na comunidade. Ele havia desaparecido ontem, após ir pescar no Açude de Barreiros, zona rural de Afogados da Ingazeira. Os bombeiros foram acionados essa manhã. Marciano vendeu picolés por muito tempo em Afogados […]
O homem identificado como Marciano Augusto de Lima, 37 anos, ou Marciano dos Barreiros, foi encontrado morto agora a pouco por bombeiros na comunidade.
Ele havia desaparecido ontem, após ir pescar no Açude de Barreiros, zona rural de Afogados da Ingazeira.
Os bombeiros foram acionados essa manhã. Marciano vendeu picolés por muito tempo em Afogados da Ingazeira. No local, encontraram roupas e até peixes pescados por ele.
À noite, pessoas da comunidade iniciaram as buscas, sem êxito. Com a confirmação de óbito, de acordo com vizinhos falando ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, o corpo será levado ao IML Caruaru. Isso é necessário para descartar homicídio, por exemplo. Marciano Augusto era primo legítimo da jornalista Juliana Lima.
É a segunda morte registrada em 48 horas na região. No bairro Mutirão, José Carlos Alencar Simão, de apenas 22 anos, morreu afogado num barreiro no entorno da comunidade, próximo à empresa Referencial, quando comemorava seu aniversário com um grupo de amigos.
Segundo o Farol de Notícias, testemunhas informaram que a vítima consumia bebida alcoólica, quando o acidente aconteceu.
A reportagem do Farol apurou que amigos e até mesmo o pai da vítima tentaram reanimá-lo após o resgate do corpo do fundo do lago. Equipes do Samu foram acionadas, mas já era tarde. José Carlos estava em óbito quando da chegada do socorro. O corpo foi conduzido para o necrotério do Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam).
Você precisa fazer login para comentar.