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Lula criticado por ausência e Bolsonaro alvo: o debate do SBT

Por Nill Júnior

Sem Lula, ausente no debate promovido pelo SBT, o presidente Jair Bolsonaro virou alvo no debate dos presidenciáveis.

A primeira pergunta foi feita por Simone Tebet ao presidente sobre crianças que estariam comendo bolacha nas escolas enquanto libera o orçamento secreto.

Bolsonaro contra atacou dizendo que não tem poder sobre o orçamento secreto e que a Deputada pode direcionar recursos para essas áreas.

Chamou atenção o jogo combinado entre Bolsonaro e o Padre Kelmon, do PTB, sobre perseguição aos padres e cristãos na Nicarágua.  Houve troca de figurinhas entre eles, condenando a perseguição à cristãos.  Só ao final, sutilmente o padre disse ser candidato.

Ciro e Soraya debateram a corrupção nos governos Bolsonaro e Lula. “Debatemos a abertura do mercado liberal. Naquele momento ajudei a eleger Bolsonaro pra tirar o PT no poder.  Mas me decepcionei”. Ciro condenou a ausência de Lula e o fato de Bolsonaro corromper os filhos.

Bolsonaro pediu direito de resposta dizendo ter sido acusado de corrupto. Teve os pedidos negados.

Soraya Thronicke perguntou a Felipe Dávila: “o que é, o que é? Não reajusta merenda mas gasta milhões com leite condensado. Abandona a Farmácia Popular mas compra Viagra. Abre mão da compra vacina da Covid mas compra próteses penianas. “Um Brasil sem noção de suas prioridades. Tudo isso se perdeu nessa excrescência chamada orçamento secreto”, disse Dávila.  “Bolsonaro estragou a representação da direita que estava nascendo”.

Ciro debateu com o padre Kelme a questão do aborto.  O padre disse que não há como falar em políticas públicas se não há vida. Ciro disse que esse não é tema de presidente,  cabendo a discussão ao Congresso e ao Supremo, como no caso de aborto para bebês anencéfalos.

Ciro não gostou da pergunta de uma jornalista sobre apoio no segundo turno. “O lulopetismo corrompeu todo o jornalismo”. E citou Valdemar Costa Neto para dizer que esteve com Lula e Bolsonaro.  “Voto útil é o voto da sua consciência.  Como vamos votar num candidato que se recusa com covardia a debater”.

O debate seguiu o mesmo ritmo. Com questionamentos à ausência de Lula. “De sapato alto achando que vai ganhar no primeiro turno e porque não tem como comprovar as promessas que fez”, disse Ciro. “Chega desse Barrabás que assalta a nação brasileira “, disse Felipe Dávila, criticando também o Supremo. Sem ele, Bolsonaro acabou sendo alvo, tendo seus episódios polêmicos e escândalos explorados pela maioria dos demais candidatos.

Outras Notícias

Ortoestética promove treinamento de primeiros socorros para equipe

A Ortoestética, clínica referência em odontologia e estética em Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, promoveu um treinamento de primeiros socorros para seus dentistas e funcionários. A capacitação foi conduzida pelo bombeiro socorrista Murilo Sávio e teve como objetivo preparar a equipe para agir em situações de emergência, garantindo mais segurança tanto para os profissionais […]

A Ortoestética, clínica referência em odontologia e estética em Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, promoveu um treinamento de primeiros socorros para seus dentistas e funcionários.

A capacitação foi conduzida pelo bombeiro socorrista Murilo Sávio e teve como objetivo preparar a equipe para agir em situações de emergência, garantindo mais segurança tanto para os profissionais quanto para os pacientes.

Durante o treinamento, os participantes aprenderam técnicas essenciais, como manobras de desengasgo, reanimação cardiopulmonar (RCP) e procedimentos para casos de desmaios e crises convulsivas. Segundo Sávio, a qualificação dos funcionários é fundamental para evitar complicações graves em situações inesperadas.

“Saber como agir nos primeiros minutos de uma emergência pode fazer toda a diferença entre salvar ou não uma vida. Ter uma equipe preparada reduz o tempo de resposta e aumenta as chances de um desfecho positivo”, destacou o bombeiro socorrista.

O treinamento reforça o compromisso da Ortoestética com a segurança e o bem-estar dos pacientes. Para o Dr. Bruno Maciel, a iniciativa é essencial no ambiente clínico.

“Nós lidamos diariamente com a saúde dos nossos pacientes, e imprevistos podem acontecer. Ter uma equipe treinada e capacitada para agir nesses momentos garante mais tranquilidade para todos e pode ser decisivo em casos de urgência”, ressaltou Bruno.

Murilo também ressaltou a importância de buscar estabelecimentos que estejam em acordo com as normas de segurança ao buscar um atendimento odontológico. “É de suma importância se sentir seguro para realizar qualquer tipo de procedimento estético e/ou dentário, mas para, além disso, sentir que sua vida está em boas mãos é ainda mais importante”, disse o socorrista que também é paciente da Ortoestética. “Dr. Bruno transformou meu sorriso, hoje tenho mais alegria ao sorrir e, além de transformar sorrisos, a clínica hoje tem profissionais capacitados para agir em uma emergência, se for preciso”.

 A Ortoestética segue investindo na qualificação de seus profissionais, assegurando um atendimento de excelência e cada vez mais humanizado para a população do Sertão.

Emenda de Mendonça Filho garante R$ 1 bilhão para universidades e institutos federais

No projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019, o deputado federal, Mendonça Filho, aprovou três emendas que garantem mais recursos as universidades federais e hospitais universitários. Uma das emendas vai garantir às universidades e institutos federais a liberdade para gastar R$ 1 bilhão de orçamento previstos para despesas de receitas próprias, convênios e […]

No projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019, o deputado federal, Mendonça Filho, aprovou três emendas que garantem mais recursos as universidades federais e hospitais universitários.

Uma das emendas vai garantir às universidades e institutos federais a liberdade para gastar R$ 1 bilhão de orçamento previstos para despesas de receitas próprias, convênios e doações, que tinham limitação de empenho ou movimentação financeira.

“Vamos permitir às universidades e institutos celebrar contratos, convênios e receber doações sem se preocuparem com contingenciamentos futuros”, afirmou Mendonça Filho, que foi ministro da Educação.

Ao retirar do orçamento essa limitação de gastos para as universidades e institutos federais, a proposta de Mendonça Filho amplia a possibilidade de uma arrecadação mais pujante no próximo ano, garantindo mais recursos.

Outra emenda de Mendonça Filho aprovada retira as receitas próprias das universidades do teto de gastos das despesas primárias da Constituição Federal, garantindo os recursos para as atividades essenciais e estruturantes desenvolvidas pelas instituições federais de ensino.

Ainda há emenda aprovada pelo Congresso que evita a diminuição de orçamento nas políticas públicas executadas pelo MEC para as universidades e institutos.

Pelo texto, todo crédito adicional de excesso e superávit orçamentário solicitado pelas universidades e institutos não terão como compensação o corte de outras programações do próprio Ministério da Educação, evitando assim diminuição de orçamento nas políticas públicas executadas pela pasta.

Por fim, outra emenda vincula as emendas parlamentares alocadas nos Hospitais Universitários ao piso constitucional da saúde.

“Os hospitais universitários desenvolvem assistência, ensino e pesquisa acadêmica com contribuição fundamental para a saúde pública no País”, afirmou Mendonça. A lei de diretrizes orçamentárias 2019 segue pra sanção presidencial.

Comentando relatório da CGU, Secretária Joana D’arc diz que governo quer a população fiscalizando o Bolsa Família

Dizendo não querer entrar no mérito dos problemas do Bolsa Família de cidades vizinhas, a secretária de Assistência Social da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Joana D’arc, falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Joana deixou claro que o que aconteceu em seu município foram correções feitas pela CGU quanto a frequência escolar, NIS […]

JpegDizendo não querer entrar no mérito dos problemas do Bolsa Família de cidades vizinhas, a secretária de Assistência Social da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Joana D’arc, falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Joana deixou claro que o que aconteceu em seu município foram correções feitas pela CGU quanto a frequência escolar, NIS de crianças que mudaram de escolas e os pais não informaram. Sobre as 12 famílias sem perfil para o Bolsa Família, assim que se deu a notificação da CGU, todas foram imediatamente desligadas do programa.

Joana D’arc deixou claro que a administração do Prefeito José Patriota estimula a sociedade a denunciar o que por ventura esteja irregular no Programa. Joana citou a figura do assistente social que faz visitas de avaliação da família e se esta se enquadra no perfil do Bolsa Família. A Secretaria Afogadense considerou um absurdo, integrantes da rede social de um município como psicóloga, Assistente Social, Secretário e Coordenadora, se beneficiarem do recurso do Bolsa Família.

Joana encerrou sua participação citando os telefones para que a população participe em caso de falha no programa. Através da Ouvidoria: (87) 3838-2711 ,  WhatsApp: 9 9978-1666 e no número do Bolsa Família: (87) 3838-2576.

Relembre o caso: Um relatório da Controladoria Geral da União a que o blog teve acesso mostrou que o órgão de controle formalizou ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome o resultado de uma auditoria na execução do programa Bolsa Família em Afogados da Ingazeira.

Dentre os problemas apontados no relatório, dados de frequência encaminhados pelos estabelecimentos de ensino –  filhos de mães cadastradas no programa tem que ter assiduidade, sob pena de perder o benefício,  escolas que não estão controlando de forma adequada a frequência dos alunos beneficiários do Programa , inconsistências com relação a data de nascimento dos alunos.

Também   servidores recebendo o programa em número de doze, uma servidora da Câmara de Carnaíba, aposentados, pensionistas e detentores de auxílio doença, falta de controle social através do Conselho que deveria fiscalizar a execução, ausência de programas complementares para cadastrados e indisponibilidade dos dados do programa para conhecimento da população. A CGU não apresentou nomes, identificando beneficiários pelo número do NIS – Número de Inscrição Social (ver relatório abaixo).

Consumidor vai pagar mais por energia elétrica a partir de Janeiro

do JC Online A tarifa de energia elétrica deverá ficar mais cara para o consumidor no primeiro mês de 2015, disse nesta quinta-feira (18) o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite. A medida faz parte do sistema de bandeiras tarifárias, que repassa mensalmente os custos das distribuidoras com […]

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do JC Online

A tarifa de energia elétrica deverá ficar mais cara para o consumidor no primeiro mês de 2015, disse nesta quinta-feira (18) o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite. A medida faz parte do sistema de bandeiras tarifárias, que repassa mensalmente os custos das distribuidoras com o uso de termelétricas e que entra em vigor a partir de janeiro próximo.

“Nessa previsão, a bandeira já chega vermelha porque os reservatórios das hidrelétricas ainda estão em processo de enchimento”, disse. A bandeira vermelha significa que os custos com geração de energia estão mais altos, por isso haverá um acréscimo de R$ 3 para cada 100 killowats-hora consumidos. No entanto, o sistema não deverá significar um custo extra para os consumidores, porque atualmente os gastos que as distribuidoras têm com a compra de energia de termelétricas já são incluídos nas tarifas de energia, só que isso é feito anualmente.

Fonseca disse ainda que as distribuidoras devem apresentar à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) os pedidos de revisão extraordinárias de tarifas na primeira semana de janeiro de 2015, por causa dos gastos extras que elas tiveram com a compra de energia de termelétricas em 2014. “Em reunião, a Aneel se comprometeu a analisar os pedidos de revisão (das empresas) já na primeira semana do ano que vem, e calcular os valores individualmente”, concluiu.

A cobrança pelo sistema de bandeiras tarifárias vai ser dividida por subsistemas, o que quer dizer que os consumidores de estados do Sul podem pagar um valor diferente daqueles que moram mais ao Norte do país. No entanto, a bandeira aplicada mensalmente será a mesma para todos os consumidores de um mesmo subsistema. Ou seja, ainda que uma pessoa de determinada região economize mais que as outras do mesmo subsistema, o valor cobrado será igual.

“Como vai ser avaliada a capacidade de produção daquele determinado subsistema, as bandeiras serão iguais para os moradores daquela região. Além disso, pode ser que no Sul do país a geração de energia hidrelétrica seja maior que no Norte, o que não resulta em uma mesma cobrança para todo o país naquele mês”, esclareceu Fonseca. A medida, segundo ele, pode ser chamada de realismo tarifário, “porque permite ao consumidor um uso mais eficaz e consciente da energia, já que ele vai ter noção da situação dos reservatórios (de água)”.

Transferência de recursos da União para municípios cresceu 71% em 2020

Apesar da crise econômica, agravada pela pandemia do novo coronavírus, a transferência de recursos da União para os Municípios cresceu 71%, em 2020, em relação ao ano anterior – aumentando as receitas correntes municipais.  A informação é de um estudo realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com o objetivo de acompanhar o comportamento das […]

Apesar da crise econômica, agravada pela pandemia do novo coronavírus, a transferência de recursos da União para os Municípios cresceu 71%, em 2020, em relação ao ano anterior – aumentando as receitas correntes municipais. 

A informação é de um estudo realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com o objetivo de acompanhar o comportamento das receitas municipais.

A principal responsável pelo aumento é a chamada “Outras Transferências Correntes da União”, que somaram cerca de R$ 34 bilhões, entre janeiro e outubro de 2020. Segundo a pesquisa, metade desse valor foi destinada a despesas com saúde. Já o Auxílio Financeiro aos Municípios, até outubro do ano passado, foi de cerca de R$ 8 bilhões.

No entanto, o estudo da CNM mostra que o valor total do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), em 2020, teve queda de 4,1%, sem considerar a inflação. A CNM avalia que a crise econômica agravada pela pandemia impactou significativamente no FPM, o que torna ainda mais relevante o papel do auxílio emergencial e das demais transferências extraordinárias para manutenção dos serviços públicos.