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Lideranças Políticas convidam Patriota para ser prefeito de Tabira

Por Nill Júnior

Por Anchieta Santos

Está nascendo um movimento em Tabira em defesa do nome do Prefeito Jose Patriota de Afogados da Ingazeira (PSB) para ser o candidato do PSB em 2020 à sucessão do Prefeito Sebastião Dias (PTB).

O sucesso de Patriota na gestão afogadense e a argumentação de que ele é filho natural de Tabira motivaram o vereador Marcos Crente, o ex-vereador Edmundo Barros e o empresário irmão Betinho a se reunirem com o prefeito e lançarem o convite em nome de um grande grupo que está se formando na Cidade das Tradições.

Ontem em reunião o convite foi apresentado e o vereador Marcos Crente saiu bastante otimista. Certamente Patriota vai levar alguns pontos em consideração para tomar a decisão. Ouvido pela produção do Programa Rádio Vivo o Prefeito José Patriota, tratou o assunto como “incipiente, complexo e carente de segurança jurídica”.

E disse: “Tenho ainda vários compromissos e desafios a enfrentar: minha saúde, a governança de Afogados, e a causa municipalista (Amupe). Entretanto as manifestações livres de vários conterrâneos, acende uma chama de esperança para uma Tabira mais forte e com um futuro promissor”, concluiu.

Outras Notícias

Opinião: país precisa de uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva

Por Bartolomeu Bueno* O Brasil necessita urgentemente de uma reestruturação do Estado e seus poderes e instituições. É dizer, o Brasil precisa que seja convocada imediatamente uma Assembleia Nacional Constituinte para repactuar o Estado Brasileiro em todos os seus elementos: povo, território, poderes, instituições essenciais, os direitos e garantias fundamentais do cidadão, o sistema tributário, […]

Por Bartolomeu Bueno*

O Brasil necessita urgentemente de uma reestruturação do Estado e seus poderes e instituições.

É dizer, o Brasil precisa que seja convocada imediatamente uma Assembleia Nacional Constituinte para repactuar o Estado Brasileiro em todos os seus elementos: povo, território, poderes, instituições essenciais, os direitos e garantias fundamentais do cidadão, o sistema tributário, financeiro, previdenciário e outras matérias que tenham dignidade constitucional.

Isto só poderá ser feito por uma Assembleia nacional constituinte independente e soberana para discutir, aprovar e promulgar uma nova Constituição para o Brasil, capaz de atender aos reclamos do povo por um Estado Democrático de Direito, livre, justo e igualitário, com atuação exclusiva nas matérias de Estado e regulatória e mínima nas esferas econômica e pessoal privadas.

Essa Assembleia Nacional Constituinte deverá ser eleita com a finalidade exclusiva de elaborar uma nova Constituição para o Brasil, sem qualquer atuação parlamentar, com prazo certo para concluir os seus trabalhos, o que entendo como razoável 1 (um) ano.

Nesse período o Congresso Nacional continuaria atuando nas demais atividades legislativas e administrativas, exceto no pertinente às reformas constitucionais. Os atuais membros do Executivo e Legislativo teriam os seus mandatos prorrogados até a promulgação da nova constituição e a realização de eleições gerais para os cargos públicos eletivos.

Resta saber como seria convocada, o número de constituintes, seus direitos e deveres como constituintes originários e seus limites de atuação.

A atual Constituição não prevê a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. Costumeiramente, só se elabora e edita uma nova Constituição de determinada Sociedade, povo ou Estado, quando há uma ruptura do ordenamento jurídico/político, de regra ocorrida por revolução, guerra civil ou grave e insuperável instabilidade no funcionamento dos poderes ou instituições internas. A última hipótese é o caso do Brasil.

Se todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido, a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, para repactuar a sociedade e o Estado Brasileiros, poderia ser feita pelos Chefes do Poder Executivo, Judiciário e Legislativo, sujeita a referendo popular, nos termos do art. 14, inciso II da atual Constituição Federal e artigo 1º, inciso II da Lei nº 9.709/98, exclusivamente para elaborar e promulgar a nova Constituição Brasileira, com mandato por prazo certo, em número não excedente de 300 (trezentos) membros, sendo o mínimo de 8 (oito) constituintes para o menor Estado e o Distrito Federal e o máximo de 70 (setenta) membros para o maior Estado em população, com proibição de concorrer nas eleições seguintes.

Alternativamente poderia ser convocada por Decreto legislativo, após plesbicito popular aprovativo, por proposta de um terço, no mínimo, dos membros que compõem qualquer das Casas do Congresso nacional, na conformidade do que dispõe o artigo 3º da citada Lei 9.709/98.

*Bartolomeu Bueno é Desembargador do TJPE e Presidente da Associação nacional dos Desembargadores

José Ioni declara apoio à chapa de Zé Negão

O candidato a deputado federal Zé Negão (Podemos) recebeu neste final de semana o apoio do ex-vereador afogadense José Ioni, que confirmou também apoio ao deputado estadual João Paulo Costa e ao candidato a governador Miguel Coelho. Membro de uma das famílias mais tradicionais de Afogados da Ingazeira, a família Almeida, José Ioni foi vereador […]

O candidato a deputado federal Zé Negão (Podemos) recebeu neste final de semana o apoio do ex-vereador afogadense José Ioni, que confirmou também apoio ao deputado estadual João Paulo Costa e ao candidato a governador Miguel Coelho.

Membro de uma das famílias mais tradicionais de Afogados da Ingazeira, a família Almeida, José Ioni foi vereador por três mandatos na cidade.

Zé Negão avaliou a chegada de José Ioni ao grupo. “Estamos recebendo o apoio de mais uma importante liderança de Afogados da Ingazeira, o ex-vereador Zé Ioni, que chega para reforçar o nosso palanque, apoiando a nossa candidatura a federal, o nosso deputado estadual João Paulo Costa e o nosso governador Miguel Coelho. Zé Ioni foi um vereador atuante, sempre lutou pelo povo de Afogados, e tenho certeza que vai nos ajudar muito a partir de agora”, disse.

Tribunal de Contas do Estado lamenta morte de Eduardo Campos

Através de nota oficial o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco lamentou a morte do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos.

Através de nota oficial o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco lamentou a morte do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos.

Nota de Pesar

Em solenidade marcada por emoção e história, Sicoob Pernambuco celebra 25 anos

O Sicoob Pernambuco realizou um belo evento para celebrar seus 25 de história,  em uma casa de eventos de São José do Egito. A solenidade fez uma resgate histórico da cooperativa financeira, que começou oficialmente em 12 de junho do ano 2000, quando, com capital social de apenas R$ 36 mil e 101 associados, abriu […]

O Sicoob Pernambuco realizou um belo evento para celebrar seus 25 de história,  em uma casa de eventos de São José do Egito.

A solenidade fez uma resgate histórico da cooperativa financeira, que começou oficialmente em 12 de junho do ano 2000, quando, com capital social de apenas R$ 36 mil e 101 associados, abriu a primeira agência da então Cooperativa de Crédito Rural do Pajeú – CREDIPAJEÚ.

Hoje, são R$ 57 milhões em capital social, 52.055 associados, R$ 974 milhões em ativos e 40 pontos de atendimento espalhados estrategicamente pelo território de atuação.

Dos 101 sócios fundadores,  38 estiveram presentes ou representados e foram homenageados, assim como ex-funcionários, representantes de instituições parceiras e o atual Conselho de Administração.

A solenidade teve presenças do presidente da OCB Pernambuco, Malaquias Ancelmo de Oliveira,  da Presidente do Conselho de Administração do Sicoob Central Nordeste, Karen Lucena e do presidente do Conselho de Administração do Sicoob Paraíba,  Paulo César de Paula Martins.

De autoridades civis, nomes como o prefeito e vice de São José do Egito,  Fredson Brito e José Marcos de Lima, ex-prefeitos como Romério Guimarães (São José do Egito) e Adelmo Moura (Itapetim), acompanhado do vice-prefeito Chico de Laura, advogados, profissionais liberais e empresários.

Todos os representantes ligados ao sistema cooperativo fizeram uso da fala, com destaque para os diretores Aline Araújo (Diretora Executiva) e Thiago Medeiros (Diretor Operacional e Riscos), falando de suas histórias a frente da cooperativa e destacando a importância visionária de Evaldo Campos na construção do que é hoje o Sicoob , mesma linha dos demais discursos.

Aliás,  um momento emocionante foi o da homenagem do poeta Antônio Marinho a Evaldo,  pouco após sua fala contando detalhes e curiosidades da história da cooperativa,  citando personagens e casos que marcaram esses 25 anos, além de agradecer a todos os sócios fundadores e personalidades que ajudaram essa construção.

Em versos, Marinho enobreceu o papel de Evaldo nessa história. Aqui o trecho final:

Evaldo, nesta homenagem 

Todos os associados 

Querem te dizer felizes

Cinquenta mil obrigados

Tua história se confunde

Com o progresso que funde

O bem estar social

Só o desenvolvimento 

Faz a justiça a contento

Nesse mundo desigual

Essa é a nossa missão 

Botar fé no sonho alheio

Desenvolver o Brasil

Cuidando de cada meio

Onde estamos inseridos

Nós somos comprometidos

Com quem nos dá confiança 

Das avenidas aos campos

É assim que Evaldo Campos 

Nos ensina a liderança

Já são vinte e cinco anos

Dessa história de sucesso 

Queremos mais vinte e cinco

Mil anos vendo o progresso 

Ir a todos os lugares 

Melhorar todos os lares

Multiplicar qualquer salto

Vamos aplaudir bonito

Viva São José do Egito 

Viva o Sicoob e Evaldo!

Receberam placas de homenagem os sócios fundadores, ex-funcionários, representantes do sistema cooperativo e os membros do Conselho de Administração dos 25 anos: além de Evaldo Campos,  Fábio Barbosa da Matta, Magna Lúcia Beserra de Melo, Nivaldo Alves Galindo Filho, Nill Júnior, José Eleandro M. de Almeida e José Joaquim D Lemos.

A Caatinga precisa estar no centro da COP 30

Começa oficialmente hoje a COP 30, conferência mundial sobre mudanças climáticas que reúne países em torno de metas e compromissos para enfrentar o aquecimento global. E, enquanto o mundo volta seus olhos para a Amazônia e o Pantanal, eu quero chamar atenção para outro bioma essencial e que está sendo devastado de forma silenciosa: a […]

Começa oficialmente hoje a COP 30, conferência mundial sobre mudanças climáticas que reúne países em torno de metas e compromissos para enfrentar o aquecimento global. E, enquanto o mundo volta seus olhos para a Amazônia e o Pantanal, eu quero chamar atenção para outro bioma essencial e que está sendo devastado de forma silenciosa: a Caatinga.

O planeta está em alerta. Vivemos um calor insuportável, baixa umidade no semiárido, tornados no Sul, algo que até pouco tempo parecia impensável. Tudo resultado das ações humanas. Mas o que me preocupa de forma especial é que o desmatamento na Caatinga continua desenfreado, provocando a perda das nascentes, afetando o clima e comprometendo o futuro da nossa região.

Estudos, como os do professor Genivaldo Barros, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, mostram que já estamos caminhando para um cenário quase irreversível de perda hídrica e desertificação. Em várias áreas do Nordeste, a Caatinga está virando deserto. A retirada ilegal de madeira, a especulação imobiliária e a degradação dos rios, como o Pajeú, hoje tomado por esgotos, são exemplos claros dessa destruição.