Governadora vai abrir o CLIPE no município Idealizado pela Secretaria de Educação e Esportes (SEE) de Pernambuco, o Circuito Literário de Pernambuco (CLIPE) chega ao município de Serra Talhada para dar início, nesta segunda-feira (6), à Etapa Sertão do projeto, que já passou por Caruaru. A governadora Raquel Lyra abre o evento. Tendo como tema […]
Idealizado pela Secretaria de Educação e Esportes (SEE) de Pernambuco, o Circuito Literário de Pernambuco (CLIPE) chega ao município de Serra Talhada para dar início, nesta segunda-feira (6), à Etapa Sertão do projeto, que já passou por Caruaru. A governadora Raquel Lyra abre o evento.
Tendo como tema “Culturas periféricas de saberes ancestrais: educação, diversidade e equidade”, os participantes da feira literária terão a oportunidade de aprender sobre a temática por meio de uma programação extensa e diversificada.
Além das atrações culturais, o evento ainda vai contar com estandes de editoras estaduais e nacionais, montados para a comercialização de livros para todas as idades e gostos.
A assessoria não confirma entretanto a participação da governadora no desfile cívico, como chegou a se especular.
Na terça, Raquel terá agenda em Salgueiro. Para essa agenda, ainda não há muitos detalhes. O prefeito Marcones Sá deverá estar na agenda institucional.
Entretanto, as informações são de que o grupo da governadora apoiará Fabinho Lisandro, do PRD, nome da oposição. Assim, a dúvida é se ela pernoita na cidade segunda para o lançamento de sua pré-candidatura, prevista para 18h30.
Faleceu em Recife o ex-funcionário da Rádio Pajeú, Juraci Torres Subrinho. Ele havia completado 60 anos no último dia 24 de fevereiro e morreu em virtude de falência múltipla dos órgãos, e decorrência de uma doença contra a qual lutava há meses. Estava na UTI do Hospital da Restauração. Filho de Antonio Torres Sobrinho e […]
Juraci, na foto histórica, o quarto da esquerda para a direita, ao lado de Waldecy Menezes e no detalhe no último registro em 3×4 no livro de funcionários da emissora. Fotos: Rádio Pajeú/arquivo
Faleceu em Recife o ex-funcionário da Rádio Pajeú, Juraci Torres Subrinho. Ele havia completado 60 anos no último dia 24 de fevereiro e morreu em virtude de falência múltipla dos órgãos, e decorrência de uma doença contra a qual lutava há meses. Estava na UTI do Hospital da Restauração.
Filho de Antonio Torres Sobrinho e Elena Andrade da Silva, Juraci trabalhou por vários anos na emissora, tendo a travessado a chamada era de ouro do rádio até 2006. Foi operador e por fim atuava nos transmissores, onde hoje funciona o Museu do Rádio.
Juraci Torres tinha três filhos e era casado com Margarida Torres. Tinha três filhos e sete netos. O velório acontecerá a partir da chegada de seu corpo na casa do irmão, Geneci Torres, na Rua Sete de Setembro, próximo ao Posto de Saúde do São Francisco.
A Rádio Pajeú lamentou em nota seu falecimento e registrou o amor que Torres tinha pela emissora. “Era figura presente na emissora com regularidade, mesmo após deixar nossos quadros, com o mesmo amor e relação de proximidade externados a cada encontro”.
Vantagem de petista lhe daria vitória na primeira rodada hoje; ex-juiz embola a terceira via O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém folgada dianteira na corrida presidencial para 2022 neste momento, com o atual titular do Planalto, Jair Bolsonaro (PL), em segundo lugar. A entrada do ex-juiz Sergio Moro (Podemos) na disputa, por […]
Vantagem de petista lhe daria vitória na primeira rodada hoje; ex-juiz embola a terceira via
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém folgada dianteira na corrida presidencial para 2022 neste momento, com o atual titular do Planalto, Jair Bolsonaro (PL), em segundo lugar.
A entrada do ex-juiz Sergio Moro (Podemos) na disputa, por sua vez, embolou a chamada terceira via.
É o que mostra pesquisa do Datafolha realizada de 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas com mais de 16 anos, presencialmente em 191 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Foram feitas duas simulações, uma fechando o leque de candidatos e outra, o expandindo aos nomes até aqui colocados. Nelas, a vantagem de Lula sobre os rivais é suficiente para garantir a vitória do petista já no primeiro turno.
No cenário A, o petista tem 48%, ante 22% de Bolsonaro, 9% de Moro, 7% do ex-governador Ciro Gomes (PDT) e 4% do governador paulista, João Doria (PSDB). Dizem que votarão em nulo, branco ou ninguém, 8%, e 2% não souberam responder.
Na hipótese B, não há diferença no pelotão inicial: Lula tem 47%, Bolsonaro, 21%, Moro e Ciro, as mesmas intenções do A. Doria fica na mesma, oscilando para 3%.
Aí surgem os nomes alternativos: os senadores Simone Tebet (MDB) e Rodrigo Pacheco (PSD) com 1%, e sem pontuar o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), o ex-ministro Aldo Rebelo (sem partido) e o cientista político Felipe d’Ávila (Novo). Nulos/brancos/ninguém e não sabem também repetem o cenário A.
Não é possível fazer uma comparação direta com o levantamento anterior, feito nos dias 13 a 15 de setembro, dados os cenários diferentes.
Mas é possível observar que a entrada de Moro, principal fato político desta etapa da disputa só alterou o jogo de forma mais substancial no pelotão da dita terceira via. Ele parece agregar alguns votos de Bolsonaro, outros de Ciro e outros de brancos e nulos.
Já Lula ensaia sua aproximação dos 50% de intenções de voto e Bolsonaro oscila negativamente. Isso fica mais claro na pesquisa espontânea, que é comparável ao longo dos levantamentos.
Em setembro, o petista tinha 27% e agora, subiu a 32%. O presidente oscila na margem de erro, de 20% para 18%. E Moro surge do nada com 2%. Nela, quando o eleitor não é apresentado aos nomes à disposição, salta aos olhos os 36% que dizem não saber em quem vão votar.
Em termos de perfil de eleitorado, poucas mudanças ante pesquisas anteriores. Lula segue com seu melhor desempenho entre os mais jovens (54% no cenário A, 53% no B), menos escolarizados (56% em A e B) e mais pobres (56% e 55%, respectivamente).
Esse último dado é particularmente importante: 51% da amostra do Datafolha é de pessoas que ganham até 2 salários mínimos.
Nesse corte macro, Bolsonaro tem avaliação homogênea, exceto entre os mais ricos, chegando a 32% e 34% entre quem ganha de 5 a 10 salários mínimos e acima de 10, respectivamente. Moro, por sua vez, estreia com perfil semelhante, só se destacando nesses dois mesmos nichos, com 15% e 17%.
A clivagem regional mostra o usual. Lula dispara no Nordeste, com 61% no cenário A e 63%, no B. A região responde por 26% do eleitorado, ficando apenas atrás do Sudeste (44%).
Bolsonaro segue com melhor desempenho nos seus bastiões no Sul (15% do eleitorado), com 27% de intenção de voto no cenário A e 25%, no B, e no Norte/Centro Oeste (16% da amostra), com 26% no A e 25%, no B.
Moro vai um pouco melhor no Sudeste e no Sul, em torno de 12%-13%, mas está no patamar de Doria no Nordeste, com 3% nos dois cenários. Ciro, apesar de identificado com a região por ser cearense, atrai votos de forma homogênea.
Já o tucano, apesar de paulista, recebe 6% de intenções na sua região e 8%, no estado que governa (cenário A).
Quando o quesito é a religião, a aprovação do nome do evangélico André Mendonça para compor a corte do Supremo Tribunal Federal não parece ter impactado a intenção de voto de Bolsonaro, que tem ainda um reduto no grupo, responsável por 25% da amostra populacional da pesquisa.
Lula lidera sobre Bolsonaro também nesse grupo, embora com vantagem menor (39% a 33% no cenário A e 38% a 31%, no B).
O petista tem jogado de forma discreta nessa etapa da campanha. Só ganhou visibilidade por falas consideradas infelizes por aliados e pela negociação para atrair o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (ex-PSDB) para ser seu vice na chapa, talvez pelo PSB ou pelo Solidariedade.
Já Bolsonaro acumulou más notícias, apesar de vitórias pontuais. A inflação bateu em dois dígitos e há previsão de um 2022 de mais recessão, dada a necessidade de aumento de juros para combater a alta de preços. Num cenário de carestia pronunciada, isso pesa contra quem está no Planalto.
Há a expectativa, entre os governistas, que o início do pagamento do Auxílio Brasil, o atribulado substituto do Bolsa Família viabilizado com gambiarras fiscais da PEC do Calote, possa mitigar em algo o impacto da crise entre o eleitorado mais vulnerável, justamente o que mais apoia Lula.
O quadro eleitoral de lá para cá teve alterações. A mais impactante, do ponto de vista político, foi a entrada do ex-juiz da Lava Jato na disputa pelo Podemos. Moro tem tido amplo espaço de mídia e se movimenta como candidato.
O mesmo ocorre com João Doria, o governador paulista que venceu as duras e também bastante noticiadas prévias do PSDB contra seu colega Eduardo Leite (RS). O tucano não mudou de patamar.
Da mesma forma, outro nome que se colocou nacionalmente, o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), não viu sua posição alterada. Ele é a aposta do cacique Gilberto Kassab, que o atraiu do DEM para o PSD para tentar disputar o Planalto.
A dupla de senadores que emergiu da CPI da Covid com planos de tentar a Presidência, Simone Tebet (MDB-MS) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE), também têm desempenhos nulos até aqui.
De todos os nomes, Moro havia conseguido atrair certo protagonismo por seu histórico de embates com Lula —ele levou o ex-presidente a ficar 580 dias na cadeia, mas viu sentenças suas anuladas porque o Supremo Tribunal Federal o considerou parcial no juízo do petista.
Além disso, ele vinha de uma posição próxima a Bolsonaro, de quem foi ministro da Justiça até sair do governo acusando o presidente de interferência no trabalho da Polícia Federal.
Muito do bolsonarismo que emergiu em 2018 vinha da antipolítica estimulada pelo rechaço aos partidos tradicionais na esteira das revelações da Lava Jato, conduzida por Moro.
Não por acaso, Bolsonaro tem atacado Moro e outros ex-integrantes da operação anticorrupção que se filiaram a partidos, como o procurador Deltan Dallagnol.
O Seminário Todos por Pernambuco chega ao fim, nesta quarta-feira (29), com a etapa da Região Metropolitana do Recife, que acontece, a partir das 8h, no Centro de Convenções. Com esta última rodada de participação popular, o Governo do Estado terá percorrido as 12 regiões de desenvolvimento de Pernambuco, escutando a população para definir, de […]
O Seminário Todos por Pernambuco chega ao fim, nesta quarta-feira (29), com a etapa da Região Metropolitana do Recife, que acontece, a partir das 8h, no Centro de Convenções.
Com esta última rodada de participação popular, o Governo do Estado terá percorrido as 12 regiões de desenvolvimento de Pernambuco, escutando a população para definir, de acordo com as especificidades regionais, as prioridades das políticas públicas que serão implantadas nos próximos quatro anos.
Os números já superaram a expectativa da Secretaria de Planejamento e Gestão, responsável pela organização do evento, que esperava a participação de 13.900 pessoas nos 12 Seminários de 2015. Até agora, 15.254 propostas foram recolhidas, comprovando a adesão maciça dos participantes, com uma média de mais de uma sugestão por pessoa.
Além de Palmares e Timbaúba, na Zona da Mata, o Todos por Pernambuco já percorreu os municípios de Surubim, Garanhuns, Caruaru, no Agreste, Araripina, Petrolina, Salgueiro, Floresta, Afogados da Ingazeira e Arcoverde, no Sertão. Assim como aconteceu em todas as outras etapas, na RMR o governador Paulo Câmara e o secretário Danilo Cabral comandarão as ações, acompanhados por todo o secretariado estadual.
A metodologia de funcionamento na RMR será o mesmo das outras rodadas. A partir das 8h são realizadas as inscrições e o credenciamento da população para participação no Seminário. Os interessados também podem dar suas contribuições pelo site www.todosporpe.pe.gov.br. A abertura do evento está marcada para as 8h30. Logo depois, são realizadas as salas temáticas. À tarde, durante plenária, são apresentadas as principais propostas discutidas nas salas e o encerramento do Seminário.
O PL, 4943/2020 assinado pela Bancada do PT na Câmara, foi protocolado nesta quinta (15) O deputado federal Carlos Veras (PT/PE), é coautor de projeto de lei que cria o Programa Trabalho e Renda para Todos, apresentado nesta quinta-feira pela Bancada do PT na Câmara dos Deputados. A proposta dos parlamentares petistas tem como finalidade […]
O PL, 4943/2020 assinado pela Bancada do PT na Câmara, foi protocolado nesta quinta (15)
O deputado federal Carlos Veras (PT/PE), é coautor de projeto de lei que cria o Programa Trabalho e Renda para Todos, apresentado nesta quinta-feira pela Bancada do PT na Câmara dos Deputados.
A proposta dos parlamentares petistas tem como finalidade a criação de dezenas de milhões de postos de trabalho e de geração de renda, associada à qualificação profissional. Atualmente, o Brasil tem mais de 13 milhões de desempregados.
Com a continuidade dos efeitos da pandemia e a incapacidade do governo Bolsonaro, esses números devem seguir crescendo. “Diante disso, nós do PT, apresentamos uma solução para atenuar a crise e dar oportunidades de trabalho à boa parte da população, que está desalentada com a situação do país”, explica Carlos Veras.
De acordo com o texto, o programa proporcionará a todos os trabalhadores e trabalhadoras maiores de idade que não possuem emprego nem recebem benefícios previdenciários a possibilidade de contribuir para a melhoria das condições de vida em sua cidade, ocupando postos de trabalho criados por órgãos governamentais e entidades da sociedade civil credenciadas.
A proposta envolve os governos federal, estadual e municipal, com execução local, financiamento da União e assistência técnica (qualificação profissional) fornecida pelos estados. Além disso, ela se apoia na capilaridade das unidades do Sistema Nacional de Emprego e dos órgãos gestores das políticas públicas de emprego e renda, os quais existem em todos os municípios e criam uma corrente de informações e iniciativas sobre a força de trabalho ociosa no local e sobre as ofertas de trabalho e cursos de qualificação profissional.
A inscrição ao Programa será feita pelo trabalhador em plataforma eletrônica disponibilizada pela União. A estimativa do custo bruto anual do Programa é de cerca de R$70 bilhões para cada 10 milhões de trabalhadores, a serem custeados por recursos específicos alocados no orçamento da União.
O deputado Carlos Veras lembra que, devido à pandemia, as sessões da Câmara dos Deputados estão sendo realizadas remotamente. “As matérias são votadas diretamente no Plenário e a pauta é decidida na reunião de líderes. É importante a pressão popular para que a proposta avance na Case. É urgente retomar as oportunidades e a economia deste país. Apresentamos, então, este necessário projeto”.
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