Lei da PB cria serviço de denúncia de violência contra a mulher por aplicativo de conversas
Por André Luis
O serviço de denúncia desta lei não estará disponível para receber ligações, apenas para receber mensagens, vídeos e fotos referentes à denúncia.
G1 PB
Foi promulgada nesta sexta-feira (4) uma lei que institui o serviço permanente de denúncia de violência contra a mulher via número de aplicativo WhatsApp para receber denúncias referentes à violência contra a mulher na Paraíba.
O serviço de denúncia desta lei não estará disponível para receber ligações, apenas para receber mensagens, vídeos e fotos referentes à denúncia. A lei foi publicada no Diário Oficial do Estado.
A identidade do denunciante deve ser mantida em sigilo. Além disso, a existência do serviço e o número de WhatsApp para denúncia de violência contra a mulher devem ser amplamente divulgados.
As denúncias feitas por meio do serviço de denúncia de violência contra a mulher via número de WhatsApp devem ter prioridade de atendimento durante períodos de pandemia, em que sejam necessários o distanciamento ou o isolamento social e as famílias devam permanecer maior tempo em suas residências.
O Poder Executivo poderá celebrar convênios, a fim de instituir políticas conjuntas para apurar as denúncias de violência contra a mulher e encaminhar estas denúncias aos órgãos competentes, tendo em vista a existência de redes de atenção locais e regionais.
Implosão interna PSL x Bolsonaro é inédita na história Muitos tem se perguntado sobre como será a próxima semana depois da troca de acusações e crise sem precedentes entre o núcleo do governo Bolsonaro e o comando da legenda, com nomes como Bivar, Delegado Waldir, Joyce Hasselman e Major Olímpio. O caso é inédito. Nunca […]
Implosão interna PSL x Bolsonaro é inédita na história
Muitos tem se perguntado sobre como será a próxima semana depois da troca de acusações e crise sem precedentes entre o núcleo do governo Bolsonaro e o comando da legenda, com nomes como Bivar, Delegado Waldir, Joyce Hasselman e Major Olímpio.
O caso é inédito. Nunca um governo e a própria base viveram algo parecido. Nos governos FHC, Lula, Dilma e Temer, a tendência sempre foi pelo adesismo que uniu a base que ajudou a eleger os presidentes a centrão, muitos oportunistas de plantão ávidos por um pedaço do bolo atrativo de quem está com a caneta.
Mas o que vive o governo Bolsonaro é incrivelmente inusitado. Nem os aliados do presidente imaginavam que sua base vivesse uma crise como essa antes de completar um ano. A dúvida que fica é como serão os próximos capítulos. Isso porque nem do lado do presidente e seus 01, 02 e 03, muito menos na banda que bombardeou o presidente essa semana há alguém com perfil de bombeiro, conciliador, que ajude a acalmar os ânimos. E o pior há erros dos dois lados do debate.
As frases também foram duras de um lado e do outro. “Esse cara tá queimado, esquece o partido”, “Todo mundo vai para lama e as vísceras ficarão expostas”, “vou implodir o presidente”, “Cansei de fazer discurso para consertar as besteiras deste governo”, Eduardo e Joice Hasselman se tratando como “traíra, picareta e moleque”, dentre outras declarações entre os até bem pouco tempo aliados. E olha que nem falamos dos que já abandonaram o barco como Bebiano, Frota, dentre outros.
Isso tudo em meio à necessidade de aprovação da reforma da previdência no Senado, de agendas importantes que dependem do Congresso. O mais incrível é que tudo acontece dentro da base do próprio governo, onde a desconfiança quase patológica impera. Partidos de oposição nem se mexeram essa semana. Não precisam. O PSL já está dando conta com toda essa lama no ventilador. Semana que em tem mais…
Foto não
O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB) foi a gregos e troianos atrás de emendas para o município. Com Sebastião Oliveira (PR) ouviu o aviso: “emenda arrumo, mas foto não tiro”, disse Sebá, aliado de Zé Marcos no município.
Como antes
As notícias de greve do pessoal da limpeza urbana, apagão no posto do Detran por falta de pagamento da prefeitura, dentre outros problemas parecem dar à gestão Sebastião Dias o baixo astral que tinha tirado folga na festa dos 70 anos.
Inédito
Boa parte das Câmaras de Vereadores no Sertão já tiveram momentos baixo clero e baixo nível. Mas vereador chamando outro de ladrão e ouvindo um “pague o que me deve velhaco”, como na zoada entre Arlan Markson (PSDB) e Plécio Galvão (PSL) inaugurou um novo gênero.
O diário de Mória
Enquanto Patriota não dá o start na campanha pré-eleitoral, o vice Alessandro Palmeira se diverte nas redes sociais com Mória, personagem de um de seus trabalhos literários. Nas outras postagens, alguma coisa sobre gestão e muita, muita poesia. Danado é que Mória não vota…
Pesquisa interna
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, divulgou a aliados que em uma pesquisa para consumo interno apareceu com quase 70% de intenções de voto. Os cinco pré-candidatos do bloco de oposição juntos somariam 16%. A oposição ainda não definiu o nome entre Didi, Nêudo, Gleybson e Zé Mário.
Se não for ela…
Não há outra leitura de momento que indique ouro caminho para Luciano Duque que não apoiar a Secretária de Saúde Márcia Conrado. A Secretária tem sido vista em inúmeras agendas, algumas sem ter relação nenhuma com a pasta, em posição de destaque ao lado do gestor. A surpresa vai ser se não for ela “a ungida”.
Mais um
A caça às bruxas no PSL fez uma vítima: o Deputado Federal Luiz Lima (RJ) informou neste sábado (19) em uma rede social ter sido destituído do posto de vice-líder do PSL na Câmara dos Deputados. O site da Câmara informa que ele não exerce mais a função. A decisão foi tomada por Luciano Bivar, presidente nacional da legenda, que é o pivô da queda de braço com o grupo do presidente Bolsonaro.
Frase da semana: “Eu vou implodir o presidente”.
Do Delegado Waldir ameaçando Jair Bolsonaro depois de ter sua cabeça pedida pelo presidente. Com maioria no PSL, se manteve na liderança do partido.
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse nesta quinta-feira (20) que quer contratar um serviço de checagem para analisar a veracidade de informações prestadas pelas testemunhas. O relator classificou os dois dias de depoimentos do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello como “um espetáculo nunca visto, cheio de […]
O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse nesta quinta-feira (20) que quer contratar um serviço de checagem para analisar a veracidade de informações prestadas pelas testemunhas. O relator classificou os dois dias de depoimentos do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello como “um espetáculo nunca visto, cheio de contradições e omissões”.
“É fundamental a CPI contratar um serviço para fazer uma varredura online das mentiras ou verdades pronunciadas aqui. Em 14 oportunidades, o depoente mentiu flagrantemente. Ousou negar suas próprias declarações. Negar tudo aquilo que está posto não dá. É tripudiar da investigação da CPI imaginar que palavras são jogadas ao vento”, afirmou.
Renan Calheiros anunciou ainda que deve apresentar um relatório preliminar sobre os primeiros 30 dias de investigação. Desde o início dos trabalhos, a comissão realizou dez reuniões, ouviu oito testemunhas e aprovou 235 requerimentos.
A apresentação do relatório preliminar foi um pedido do presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM). Segundo ele, o objetivo é assegurar que o conteúdo de depoimentos como o do ex-ministro Eduardo Pazuello “fique vivo” entre os integrantes do colegiado.
“A testemunha desde a quarta-feira tem tangenciado bastante e não tem contribuído. Pedi ao senador Renan Calheiros que faça um apanhado dos primeiros 30 dias de trabalhos. Um relatório preliminar para que fique vivo e não digam que a CPI está descambando”, justificou.
“Rota de colisão”
Na reunião desta quinta-feira (20), o senador Marcos do Val (Podemos-ES) elogiou o desempenho de Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde. Para o parlamentar, o ex-ministro teve coragem de assumir a pasta quando outros “pularam fora”.
“A imagem que eu vejo é a de um avião em rota de colisão. Os pilotos pulando fora, os ex-ministros pulando fora, cada um com o seu argumento, cada um com a sua desculpa, deixando os brasileiros na mão. O senhor não se intimidou: sentou na cadeira do piloto e tocou da melhor forma que poderia ser”, disse a Pazuello.
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) rebateu. Usando a mesma analogia, o parlamentar resgatou o número de mortos e infectados pelo coronavírus durante a gestão do general.
“Quando o senhor assumiu o ministério, o Brasil tinha 15 mil mortos e 280 mil casos. Quando saiu, o senhor deixou 233 mil mortos e 11,5 milhões de casos. “Caíram” nesse período quase 2,4 mil aviões. Uma média de cinco aviões por dia — afirmou o senador, que ainda indagou Pazuello quanto ao fechamento de um hospital federal de campanha em Goiás e confrontou as declarações do ex-ministro quanto à busca por vacinas.
Vidas perdidas
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) detalhou o período de Pazuello à frente da pasta e o confrontou com as declarações e respostas do ex-ministro à CPI. Ela listou as dificuldades do Brasil na pandemia, com a falta de vacinas, de oxigênio, de medicamentos para intubar pacientes em estado grave e até de seringas e leitos hospitalares.
Também ressaltou a desinformação da população e a falta de iniciativa do Ministério da Saúde para apressar a obtenção de vacinas. Simone Tebet lembrou que, em outros países, a vida da população começa a voltar a normalidade por conta da vacinação.
“O mundo já está tirando as máscaras, e a gente está de joelhos pedindo doses extras de vacina a Estados Unidos, Índia e China. O epicentro da pandemia no Brasil não é obra do acaso. As 441.864 vidas perdidas prematuramente por conta de omissão ou ação dolosa de quem quer que seja dizem tudo sobre as ações e omissões de ‘quem manda e de quem obedece’”, afirmou a senadora.
Cloroquina
Para o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), o número de vítimas poderia ter sido menor se o Brasil tivesse adotado o “tratamento precoce” com drogas como a cloroquina, cuja eficácia não é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para ele, o medicamento deixou de ser usado por “guerra ideológica”.
“Se adotássemos esse tratamento, a letalidade no Brasil não seria 2,8%. Seria 1,4%. Teríamos 220 mil mortos. Alguém é responsável por isso. Genocida é quem pratica esse fato”, disse Heinze.
Durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, desta terça-feira (30) trouxe informações deste jornalista em primeira mão sobre mudanças significativas no comando do 23º Batalhão de Polícia Militar em Afogados da Ingazeira. A Tenente Coronel Mirele Oliveira não está mais à frente do 23º Batalhão. Anunciada como comandante em março deste ano, […]
Durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, desta terça-feira (30) trouxe informações deste jornalista em primeira mão sobre mudanças significativas no comando do 23º Batalhão de Polícia Militar em Afogados da Ingazeira.
A Tenente Coronel Mirele Oliveira não está mais à frente do 23º Batalhão. Anunciada como comandante em março deste ano, decidiu pedir afastamento de suas funções, alegando questões de foro íntimo e pessoais.
Segundo apurações realizadas, a decisão de Mirele Oliveira está fundamentada na necessidade de dedicar mais tempo às questões familiares. Como é conhecido, o compromisso exigido pela função no comando do batalhão absorve integralmente o tempo de um policial militar, o que, para a Tenente Coronel, estava se tornando desafiador de conciliar com as responsabilidades pessoais.
Embora não tenha ocorrido nenhum incidente extraordinário envolvendo ela ou sua família, a decisão de deixar o comando foi tomada com base em uma avaliação logística e pessoal.
Mirele Oliveira, inclusive, considerou a possibilidade de permanecer no cargo até o final do ano, mas após reuniões familiares, optou por uma decisão difícil, porém firme, de se afastar do comando do 23º BPM.
O Major Cristóvão foi designado para essa função interinamente. No entanto, espera-se que um novo nome seja anunciado nos próximos dias para assumir permanentemente o comando do batalhão.
Evento foi transmitido nesta quarta pela manhã diretamente do YouTube da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco O IV Encontro Municipal do Turismo, que aconteceu nesta quarta-feira (10), contou com uma excelente adesão dos gestores dos municípios do Litoral ao Sertão do Estado. O encontro neste ano ocorreu de forma virtual em decorrência da […]
Evento foi transmitido nesta quarta pela manhã diretamente do YouTube da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco
O IV Encontro Municipal do Turismo, que aconteceu nesta quarta-feira (10), contou com uma excelente adesão dos gestores dos municípios do Litoral ao Sertão do Estado. O encontro neste ano ocorreu de forma virtual em decorrência da pandemia do Covid-19 e é uma ação de estruturação da Setur-PE e Empetur.
“Ficamos felizes com a adesão dos gestores municipais ao nosso evento virtual. Participação ativa com muita interação e esclarecimentos. Nosso desejo era um encontro presencial, mas o momento requer distanciamento e cuidado. Agradeço a participação de todos e juntos vamos planejar e construir ações em prol do turismo de Pernambuco”, comenta o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.
Na pauta foram abordados temas como: cenário do turismo em Pernambuco, as ações realizadas pela Setur e a Empetur, além das metas e desafios que os municípios precisam para figurarem no Mapa do Turismo do Brasil.
O webinário tem o objetivo de marcar o início das ações de capacitação com os prefeitos, secretários e diretores de Turismo dos municípios pernambucanos que iniciaram uma nova gestão em 2021. O encontro segue disponível no YouTube da Secretaria de Turismo de Pernambuco e os gestores que desejarem tirar dúvidas podem entrar em contato por meio do e-mail: [email protected].
O IV Encontro Municipal do Turismo contou com o apoio da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e da Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco (Astur). A live está disponível no canal da Setur no Youtube.
Atendendo a uma solicitação da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, técnicos do Departamento Estadual de estradas de Rodagem (DER), estiveram no município nesta segunda (12) para avaliar a possibilidade de instalação das lombadas eletrônicas solicitadas pela gestão municipal. Os técnicos Ronaldo Andrade e Solemar Ferragut da Gerência de Trânsito e Unidade de Segurança Viária do […]
Atendendo a uma solicitação da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, técnicos do Departamento Estadual de estradas de Rodagem (DER), estiveram no município nesta segunda (12) para avaliar a possibilidade de instalação das lombadas eletrônicas solicitadas pela gestão municipal.
Os técnicos Ronaldo Andrade e Solemar Ferragut da Gerência de Trânsito e Unidade de Segurança Viária do DER/PE, vistoriaram as rodovias estaduais que cortam Afogados (PE-292, PE-320 e PE-348) ao lado da secretária de transportes e trânsito de Afogados, Flaviana Rosa.
O objetivo foi analisar “in loco” a viabilidade das lombadas para a consequente elaboração de projetos de segurança viária para as Rodovias Estaduais.
Foram realizadas visitas em trechos com registros frequentes de sinistros, a exemplo da área próxima à comunidade rural da Gangorra, trechos próximos ao Bar de Antonio Chico e ao Hospital Regional Emília Câmara.
Foi solicitado a melhoria da sinalização vertical, horizontal e redutores de velocidade para garantir a segurança de condutores e pedestres, buscando a redução do número de vítimas fatais decorrentes de sinistros.
“A Prefeitura vai buscar todas as parcerias possíveis e necessárias para que possamos melhorar o trânsito e a mobilidade no município, seja na área urbana, seja na área rural, seja nas Rodovias Estaduais que cruzam o nosso município,” destacou o Prefeito de Afogados, Sandrinho Palmeira.
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