Julgamento de Bolsonaro é retomado com o voto de Alexandre de Moraes
Por Nill Júnior
Bolsonaro e 7 aliados, entre eles os generais Augusto Heleno e Braga Netto, são julgados por golpe de Estado e mais 4 crimes. Veja aqui detalhes da acusação e como foi o plano golpista.
Nesta terça (9), o ministro Alexandre de Moraes apresenta seu voto. Ele é o relator do caso. Depois dele, votam os outros 4 ministros: Dino, Fux, Cármen Lúcia e Zanin, que preside os trabalhos.
Na semana passada, os advogados dos réus apresentaram seus argumentos. A defesa de Bolsonaro disse que não há provas que o liguem aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Na acusação, a PGR aponta Bolsonaro como o líder de uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado após a vitória de Lula na eleição. Assista:
Paralisada desde 2011 durante a gestão do então prefeito Dinca Brandino, a obra de saneamento da cidade de Tabira finalmente será retomada. A garantia foi dada pelo vice-prefeito José Amaral durante entrevista a Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM. Amaral assegura ter conquistado o reinicio da obra durante encontro com o […]
Paralisada desde 2011 durante a gestão do então prefeito Dinca Brandino, a obra de saneamento da cidade de Tabira finalmente será retomada.
A garantia foi dada pelo vice-prefeito José Amaral durante entrevista a Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM.
Amaral assegura ter conquistado o reinicio da obra durante encontro com o Superintendente da Codevasf em Pernambuco, Aurivalter Cordeiro em dezembro de 2016. R$ 6,2 milhões estão assegurados para a obra.
O processo de licitação definiu a Empresa Consbrasil para concluir o saneamento de Tabira.
A previsão de conclusão é de 14 meses. Jose Amaral informou que a ordem de serviço será dada em 24 de abril com presença do superintendente da Codevasf Aurivalter Cordeiro e o prefeito Sebastião Dias.
Saíram números da chuva no Pajeú neste domingo. Em Tabira, foram 32 milímetros de chuva. Afogados da Ingazeira registrou 19,5mm. Em Iguaraci foram 13 milímetros, seguida de Solidão (11,8 mm), Carnaíba (5 mm), Quixaba (1,6 mm) e Flores (1,4 mm). Não choveu segundo o Ipa em Ingazeira, Itapetim, Santa Terezinha e São José do Egito. […]
Saíram números da chuva no Pajeú neste domingo. Em Tabira, foram 32 milímetros de chuva. Afogados da Ingazeira registrou 19,5mm. Em Iguaraci foram 13 milímetros, seguida de Solidão (11,8 mm), Carnaíba (5 mm), Quixaba (1,6 mm) e Flores (1,4 mm).
Não choveu segundo o Ipa em Ingazeira, Itapetim, Santa Terezinha e São José do Egito. Mas algumas áreas rurais destas cidades recebera alguma precipitação, sem registro oficial.
O IPA também divulgou números do fim de semana na região. Em quase todos os municípios da região as chuvas voltaram a cair.
Pela ordem de precipitações, choveu em Tabira (32 mm), Afogados da Ingazeira (29,5 mm), Serra Talhada (23,1 mm), Santa Cruz da Baixa Verde (16 mm), Triunfo (15 mm), Quixaba (13,1 mm), Solidão (11,8 mm), Calumbi (11,6 mm), Iguaracy (13 mm), Carnaíba (9 mm) e Flores (6,6 mm). Nas outras cidades, não houve registros.
Foto: Pixabay/Reprodução Folhapress O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde. A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos […]
O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde.
A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos estados.
Documentos da Receita Federal sobre a importação dessas máscaras da China registram que o ministério foi o “importador” e “adquirente” dos produtos, com fabricação atribuída à Dongguan HuaGang Communication Technology. Outros documentos sobre o destino dos equipamentos mostram que a pasta foi responsável por distribui-los aos estados.
Foram importadas pelo menos 200 mil máscaras, do tipo KN95, a um custo unitário de US$ 1,70 (R$ 8,99, pela cotação do dólar de quarta-feira, 19).
O total envolvido é de US$ 340 mil (R$ 1,79 milhão). O Ministério da Saúde diz que essas máscaras foram doadas, mas não revela quem foi o doador. O material integrou lotes enviados aos estados para destinação a profissionais de saúde.
A importação, distribuição e falta de garantia sobre a segurança e autenticidade do material envolvem todas as gestões no Ministério da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. A importação ocorreu em 12 de abril de 2020, na gestão de Luiz Henrique Mandetta. A distribuição e a falta de certificação sobre a eficácia das máscaras seguiram pelas gestões de Nelson Teich, Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.
A suspeita de falsificação e inutilização do material se somam a outras irregularidades na distribuição de máscaras pelo governo Bolsonaro. Em 17 de março, a Folha de S.Paulo revelou que o ministério comprou e distribuiu máscaras chinesas impróprias para uso por profissionais de saúde. O produto, também KN95, contém a expressão “non medical” na embalagem.
A empresa contratada para distribuir o material pertence a um empresário que atua no mercado de relógios de luxo suíços. Ao todo, foram importados 40 milhões de máscaras. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que o produto não poderia ser usado em hospitais. Diante disso, os estados passaram a distribuir o material a quem não é profissional de saúde.
O caso passou a ser investigado na CPI da Covid no Senado. Em seu depoimento na quarta-feira (19), Pazuello foi questionado sobre o assunto e admitiu saber da recomendação contrária da Anvisa e não ter agido para resolver o problema.
Já as outras máscaras KN95, sobre as quais recai a suspeita de falsificação, tiveram o uso interditado pela Anvisa em junho, por não proporcionarem proteção adequada a profissionais de saúde.
A decisão seguiu ato similar da FDA (Food and Drug Administration), a “Anvisa” dos EUA. Entre as máscaras estão as fabricadas pela Dongguan HuaGang.
Uma nova resolução, em setembro, reforçou a interdição, estendida a distribuição e comércio. Faltavam critérios mínimos de filtração de partículas. Neste ano, descobriu-se que as amostras usadas para análise das máscaras eram falsificadas.
A FDA informou que circulam falsificações de diversos fabricantes chineses. Como amostras verdadeiras tinham laudos satisfatórios para filtração, a Anvisa revogou a interdição, em nova resolução em março, seguindo deliberação idêntica da FDA.
Mesmo com a nova medida, máscaras seguem estocadas e sem uso nos estados, pois não há uma comprovação sobre falsificação ou autenticidade dos produtos. Durante todo o período de interdição das máscaras, desde junho, não houve um recurso à Anvisa contra a medida, nem do fabricante nem do importador, segundo documentos da própria Anvisa.
Também não houve explicação ao MPF (Ministério Público Federal) sobre a suspeita de falsificação ou sobre a eficácia dos equipamentos. Tampouco houve apresentação de laudos do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) para atestar a autenticidade e segurança das máscaras. O MPF em Brasília investiga a compra e distribuição do material pelo ministério.
À Folha a Anvisa afirmou, em nota, que a falsificação foi constatada em produtos distribuídos ao mercado, e não somente em amostras; que cabe ao importador garantir segurança e eficácia; e que o uso por profissionais de saúde só está liberado se laudos do fornecedor ou fabricante comprovarem atendimento a normas técnicas das máscaras N95 e PFF2, indicadas para uso hospitalar.
A reportagem questionou o Ministério da Saúde se, como importador, garante a segurança e a eficácia das máscaras e se já descartou a suspeita de falsificação. Não houve resposta da pasta. O ministério também não respondeu para quais estados distribuiu os produtos.
Em nota, a pasta limitou-se a dizer: “As 200 mil máscaras KN95, recebidas em abril de 2020, foram doadas, portanto, não há contrato de compra. As máscaras foram distribuídas antes de qualquer deliberação da Anvisa.” No Rio Grande do Norte, por exemplo, há 23,7 mil máscaras paradas em estoque desde a interdição pela Anvisa. Parte do material chegou a ser enviada a hospitais, para uso por profissionais de saúde, mas acabou sendo recolhida diante da decisão da agência.
Até agora, não houve um atestado de segurança dos equipamentos pelo Ministério da Saúde, segundo gestores do estado.
“As máscaras interditadas continuam em quarentena, sem uso. E não chegou nenhum comunicado da Anvisa”, afirma Ralfo Medeiros, coordenador de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte.
O estado foi um dos primeiros a alertar sobre irregularidades nas máscaras distribuídas pelo Ministério da Saúde. Uma investigação teve início no MPF no estado, transferida depois para a Procuradoria da República no DF. Segundo a Anvisa, se houver dúvida sobre autenticidade dos produtos, é preciso fazer um contato direto com fabricantes “e outros na cadeia de suprimentos”. “Casos de suspeita de irregularidades devem ser encaminhados à agência para apuração. Até o momento não recebemos denúncia de possível falsificação”, afirma a Anvisa.
Conforme a agência reguladora, não houve necessidade de recolhimento das máscaras. “A Anvisa atua pautada por provas e não há provas de irregularidade.” Mesmo assim, segundo a Anvisa, o uso por profissionais de saúde só é possível se laudos comprovarem o atendimento às normas técnicas adotadas para N95 e PFF2.
Uma nota técnica da Anvisa de 8 de abril fez ressalvas ainda sobre máscaras fixadas com elástico ao redor da orelha, como é o caso das KN95, e não atrás da cabeça.
“O governo americano tem alertado que, até o momento, nenhum certificado de conformidade foi expedido para máscaras com tirantes de fixação ao redor da orelha, e que esta característica compromete a vedação necessária para a adequada filtragem, não havendo nenhuma máscara aprovada com essa característica”, afirma o documento.
O MPF, por sua vez, num parecer de 13 de abril, afirmou que máscaras interditadas pela Anvisa “não podem ser utilizados para uso médico/hospitalar, a não ser nos ambientes considerados de baixo risco e que não demandem máscaras cirúrgicas ou N95 e PFF2”.
Com uma carreira política construída em Pernambuco e natural de Juazeiro do Norte, no Ceará, o Deputado Federal Tadeu Alencar não deixou passar a fala do Presidente Jair Bolsonaro sobre o Padre Cícero e sobre os nordestinos. Em uma live na última quinta-feira, Bolsonaro disse que Padre Cícero era pernambucano e chamou seus assessores de […]
Com uma carreira política construída em Pernambuco e natural de Juazeiro do Norte, no Ceará, o Deputado Federal Tadeu Alencar não deixou passar a fala do Presidente Jair Bolsonaro sobre o Padre Cícero e sobre os nordestinos.
Em uma live na última quinta-feira, Bolsonaro disse que Padre Cícero era pernambucano e chamou seus assessores de “pau de arara”, mostrando preconceito com o povo nordestino.
“Bolsonaro novamente mostrou um preconceito inexplicável e inaceitável com o povo nordestino, algo que é rotineiro para ele, seja com nordestinos, com mulheres, com negros, com homossexuais ou com qualquer classe que na cabeça dele representem minorias que não merecem ser devidamente respeitadas. Além disso, mostrou um profundo desconhecimento sobre a história do Brasil ao não saber a origem de Padre Cícero”, comentou Tadeu.
O Deputado mandou ainda um recado para o presidente, que em sua visão terá sua derrota decretada em outubro pela força do povo nordestino. Na eleição de 2018, por exemplo, Bolsonaro já foi derrotado na Região por Fernando Haddad no segundo turno.
“Mal sabe o Bolsonaro que serão os paus de arara e os devotos de Padre Cícero, entre os quais me incluo, que vão varrê-lo da cadeira de Presidente. Ele agora pegou em bomba. O Nordeste nunca suportou esse Governo e o Brasil também não suporta mais”.
Por Juliana Lima Em entrevista concedida ao comunicador Nill Júnior para o blog e para o Carnaval da Rádio Pajeú, durante o Carnaval no Recife, o secretário estadual de Saúde de Pernambuco, Iran Costa (foto), falou sobre o planejamento montado pela secretaria para garantir os serviços de prevenção e atendimento médico adequados durante os dias de Carnaval […]
Em entrevista concedida ao comunicador Nill Júnior para o blog e para o Carnaval da Rádio Pajeú, durante o Carnaval no Recife, o secretário estadual de Saúde de Pernambuco, Iran Costa (foto), falou sobre o planejamento montado pela secretaria para garantir os serviços de prevenção e atendimento médico adequados durante os dias de Carnaval em todo o estado.
Segundo Iran, o estado ampliou o número de plantões médicos e intensificou o serviço de prevenção contra doenças e acidentes de trânsito. “Fizemos um planejamento que começou há quatro meses. Ampliamos o número de plantões para mais 3.700 durante o Carnaval, além da distribuição prévia de 300 mil preservativos, sendo que mais 300 mil serão distribuídos nos dias de folia. Estamos realizando também as blitz da Lei Seca, para diminuirmos o número de acidentes e mortes no trânsito, e a região do Sertão do Pajeú é contemplada com todas essas ações”, destacou. Antes do Carnaval, o secretário havia anunciado um investimento de 2,3 milhões para o planejamento do Carnaval, incluindo reforço de 3.710 profissionais de saúde.
Questionado acerca do destravamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU aqui na região, o secretário garantiu que Pernambuco irá disponibilizar os recursos que forem de responsabilidade estadual e que a perspectiva é que o serviço esteja funcionando ainda no primeiro semestre deste ano. “O funcionamento do SAMU é uma decisão tripartite, depende do Governo Federal, Estadual e dos municípios envolvidos. O governador Paulo Câmara já determinou que a parte que cabe ao estado seja aportada assim que o Governo Federal autorizar o funcionamento”, disse.
Ele informou ainda que participou nos últimos dias, juntamente com uma comitiva de parlamentares pernambucanos, de uma reunião no Ministério da Saúde, em Brasília, para tratar do destravamento do serviço. “Estivemos em Brasilia reiterando a importância da liberação do serviço para a região do Pajeú, mas entendemos que esse é um momento difícil, o orçamento do Ministério da Saúde é bem menor que em anos anteriores, mas vamos trabalhar para que o SAMU comece a funcionar ainda nesse primeiro semestre”, completou. Para a implantação do SAMU, 50% dos recursos são de responsabilidade do Governo Federal, 25% do Governo Estadual e 25% dos municípios atingidos.
A verdade é que enquanto esse impasse gerado pelos governos federal, estadual e municípios não se resolve e o serviço do SAMU não começa a funcionar, as ambulâncias estão sendo sub-utilizadas pelas prefeituras, quando na verdade deveriam estar salvando vidas na região com UTI’s de ponta, como o blog vem denunciando há muito tempo.
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