João Campos tem 57%, enquanto Raquel Lyra tem 21%, diz Conecta
Do Blog Ponto de Vista
O segundo levantamento do Instituto Conecta, em parceria com o Blog Ponto de Vista, sobre a disputa pelo Governo do Estado aponta João Campos (PSB) liderando. Se as eleições fossem hoje, João teria 57% dos votos, enquanto que a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece na segunda colocação com 21 %. Em terceiro surge Gilson Machado Neto (PL) com 3%. Nenhum, brancos e nulos somam 12 % e não sabe/não respondeu 7%. Levando em consideração os votos válidos, João Campos figura com 70%, Raquel Lyra 26% e Gilson Machado Neto 4%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 14 a 17 de abril, com 1.200 entrevistados em 53 municípios distribuídos em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
Os municípios onde ocorreram as entrevistas foram: Abreu e Lima, Afogados da Ingazeira, Águas Belas, Aliança, Araripina, Arcoverde, Barreiros, Belo Jardim, Bezerros, Bodocó, Bom Conselho, Brejo Da Madre De Deus, Buíque, Cabo De Santo Agostinho, Camaragibe, Carpina, Caruaru, Custódia, Escada, Exu, Garanhuns, Goiana, Gravatá, Igarassu, Ipojuca, Itambé, Jaboatão Dos Guararapes, Lajedo, Limoeiro, Moreno, Olinda, Ouricuri, Palmares, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Petrolândia, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria Da Boa Vista, Serra Talhada, Sertânia, Sirinhaém, Surubim, São Bento Do Una, São José Do Belmonte, São José Do Egito, São Lourenço Da Mata, Timbaúba, Toritama, Vitória De Santo Antão.




O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, participou nesta semana do 14° Congresso Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), em Brasília (DF).
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, recebeu esta semana, representantes de dois organismos Holandeses de cooperação Internacional: o IDH, que atua no fomento à produção e comércio sustentáveis, e a Fundação Laudes, que financia e apoia ações de cooperação.
Com número tão grande de imprudentes, havia receio de que uma ação contra um ou mais motoqueiros gerasse uma reação generalizada contra PMs, já que não havia condições de enviar número suficiente de profissionais para uma irregularidade dessa monta.














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