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João Campos lidera cenários para 2024 em Recife, diz Paraná Pesquisas

Por Nill Júnior

O instituto Paraná Pesquisas realizou uma pesquisa eleitoral com as intenções de voto para a prefeitura do Recife nas Eleições que ocorrem em 2024. O Blog de Jamildo divulgou os dados com exclusividade nesta terça-feira (4).

Em três cenários distintos de pesquisa estimulada, ou seja, quando o entrevistador revela os possíveis candidatos para o eleitor participante, o atual prefeito João Campos (PSB) aparece na frente de todos os adversários.

Pesquisa aponta João Campos na preferência

O atual prefeito João Campos tem a preferência dos eleitores nos três cenários apontados pela pesquisa. Ele aparece com folga na frente de nomes como Marília Arraes, Priscila Krause e Mendonça Filho, apesar de levar a disputa para o segundo turno em todos eles.

No primeiro cenário apontado pela pesquisa, João Campos lidera a disputa contra Marília Arraes e atual vice-governadora Priscila Krause, que deixaria o Palácio do Campo das Princesas para tentar a prefeitura da capital.

Campos também aparece à frente do ex-prefeito João Paulo e Clarissa Tércio, que desponta com a melhor pontuação entre os candidatos de direita neste cenário — mesmo que na quinta posição, com 5%.

No segundo cenário criado pela Paraná Pesquisas, João também venceria Marília Arraes e Priscila Krause, além de João Paulo, Gilson Machado, o ex-candidato ao governo Miguel Coelho e Dani Portela, nesta ordem.

Em um terceiro cenário hipotético criado pelo instituto, João e Marília ainda lideram a disputa, seguidos do secretário Daniel Coelho, que substituiu Krause na terceira posição mas apareceu com porcentagem menor do que ela, quando comparado com os outros cenários em que ela disputa.

Ainda neste ambiente, cresce o número de candidatos de direita, com os deputados federais Mendonça Filho ficando na quarta posição, com 7%, e André Ferreira, com 5,4%. Túlio Gadelha também é experimentado neste cenário, ficando com 3,4%, na frente de Dani Portela, que marcou 2,6%.

CENÁRIO 1
João Campos: 36,6%
Marília Arraes: 14,5%
Priscila Krause: 10%
João Paulo: 9,8%
Clarissa Tércio: 5%
Miguel Coelho: 4,5%
Gilson Machado: 4,4%
Dani Portela: 1,8%
Branco/Nulo: 9,7%
Não sabe: 3,6%

CENÁRIO 2
João Campos: 37,4%
Marília Arraes: 14,7%
Priscila Krause: 11,2%
João Paulo: 9,9%
Gilson Machado: 5,4%
Miguel Coelho: 5,4%
Dani Portela: 2%
Branco/Nulo: 10,4%
Não sabe: 3,7%

CENÁRIO 3
João Campos: 40,3%
Marília Arraes: 18,1%
Daniel Coelho: 7,5%
Mendonça Filho: 7%
André Ferreira: 5,4%
Túlio Gadelha: 3,4%
Dani Portela: 2,6%
Branco/Nulo: 11,3%
Não sabe: 4,4%

João tem aprovação maior que a de Lula: 

Com pouco mais de uma ano antes das eleições de 2024 para Prefeitura do Recife, o Blog de Jamildo traz em primeira mão o levantamento da Paraná Pesquisas sobre a disputa pela liderança da capital pernambucana.

Entre um dos pontos questionados pela Paraná Pesquisas, uma das mais importantes é a avaliação do atual prefeito, João Campos (PSB) aos olhos do eleitorado do Recife. Veja o índice de aprovação do político e a avaliação entre os eleitores da cidade. João Campos é cotado para concorrer à reeleição do cargo.

Pesquisa Paraná Prefeitura do Recife: a pesquisa foi realizada entre os dias 30 de março e 2 de abril de 2023, entrevistando 816 eleitores recifenses com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, e o grau de confiança é de 95%.

Outras Notícias

Fernando Monteiro leva demandas de Ibimirim e Serra Talhada a ministérios

O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) esteve, nesta quarta-feira (11), com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, levando demandas de Ibimirim, no Sertão pernambucano. Na agenda, que se estendeu ao Ministério da Saúde, as conversas incluíram também necessidades de Serra Talhada, representada pela secretária de Saúde da cidade, Lisbeth Rosa. Acompanhado pelo prefeito de […]

O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) esteve, nesta quarta-feira (11), com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, levando demandas de Ibimirim, no Sertão pernambucano. Na agenda, que se estendeu ao Ministério da Saúde, as conversas incluíram também necessidades de Serra Talhada, representada pela secretária de Saúde da cidade, Lisbeth Rosa.

Acompanhado pelo prefeito de Ibimirim, Welliton Siqueira, o deputado conversou com o ministro do Desenvolvimento Regional sobre a recuperação emergencial do perímetro irrigado Moxotó, que beneficiará diretamente pequenos produtores familiares dos municípios de Ibimirim e Inajá, gerando emprego, renda e qualidade vida para os sertanejos da região. No encontro também foram encaminhados projetos de pavimentação para a liberação de recursos para o município.

Saúde – Na sequência, no Ministério da Saúde, foi entregue a demanda sobre a reestruturação do Requalifica UBS em Ibimirim, programa federal que tem como objetivo criar incentivo financeiro para reforma, ampliação e construção de unidades básicas de saúde. Com a secretária de Saúde de Serra Talhada, Fernando Monteiro levou projetos para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na cidade.

UTIs lotadas também em unidades privadas no Recife

Pessoas vindas do interior tem tido dificuldade de encontrar leitos em Recife O médico Saulo Silveira, que estava em Afogados da Ingazeira, precisou ser transferido para cuidados mais intensivos   no Hospital Esperança, no Recife. A decisão se deu por precaução, para evitar complicações da doença, depois que Saulo identificou um desconforto respiratório. Detalhe é que […]

Pessoas vindas do interior tem tido dificuldade de encontrar leitos em Recife

O médico Saulo Silveira, que estava em Afogados da Ingazeira, precisou ser transferido para cuidados mais intensivos   no Hospital Esperança, no Recife.

A decisão se deu por precaução, para evitar complicações da doença, depois que Saulo identificou um desconforto respiratório.

Detalhe é que segundo familiares ao blog, a primeira opção era a UTI do Hospital Português, mas a unidade estava lotada. “Haviam reservado uma vaga pra ele, mas houve uma urgência e o leito foi ocupado. Aí foi levado para o Esperança”, disse um familiar.

UTIs lotadas no Sertão: a UTI do Hospital Regional Emília Câmara mantém o pico de ocupação, assim como a ala respiratória da unidade. O repórter Celso Brandão verificou que praticamente não há vagas.  O cenário é de muita apreensão.

Já o Hospital Eduardo Campos tem a ocupação oscilando entre 80% e 90%. Detalhe: as duas unidades ganharam mais trinta leitos de UTI de dezembro pra cá.

Palocci é condenado a 12 anos de prisão na Lava Jato

O juiz federal Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância – condenou o ex-ministro Antonio Palocci a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sentença é desta segunda-feira (26). O ex-ministro foi preso na 35ª fase da […]

O juiz federal Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância – condenou o ex-ministro Antonio Palocci a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sentença é desta segunda-feira (26).

O ex-ministro foi preso na 35ª fase da operação, batizada de Omertà e deflagrada no dia 26 de setembro de 2016. Atualmente, está detido no Paraná.

Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci, foi absolvido dos crimes a ele imputados – corrupção e lavagem de dinheiro – por falta de prova suficiente de autoria ou participação, de acordo com o juiz.

O ex-executivo da Odebrecht também foi absolvido pela mesma razão. Ele respondia por corrupção.

Foram condenados Antônio Palocci – ex-ministro – corrupção passiva e lavagem de dinheiro – 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão; Eduardo Costa Vaz Musa – ex-gerente da área Internacional da Petrobras corrupção passiva – 2 anos no regime aberto diferenciado, pois é delator e Marcelo Bahia Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht: 12 anos, 2 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro; 260 dias multa (cada dia multa equivale a 5 salários mínimos vigentes em 2012).

O processo: Além de Palocci, o ex-assessor dele, Branislav Kontic, o empresário Marcelo Odebrecht e outros 11 eram réus nesta ação penal. Eles respondiam por crimes como corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O processo apurava se Palocci recebeu propina para atuar em favor do Grupo Odebrecht, entre 2006 e 2013, interferindo em decisões tomadas pelo governo federal.

Palocci é acusado de intermediar propinas pagas pela Odebrecht ao Partido dos Trabalhadores (PT). Ex-executivos da empreiteira afirmaram que o codinome “Italiano”, que aparece em uma planilha ao lado de valores, fazia referência a Palocci. Ele nega ser o “Italiano”.

Nas alegações finais, a defesa de Palocci apontou inconsistências nas delações de ex-executivos da Odebrecht e pediu a absolvição do ex-ministro. Já o MPF reforçou, nas alegações finais, o pedido de condenação de Palocci e dos outros réus.

Datafolha: Confiança nas urnas eletrônicas cresce e atinge 82% dos brasileiros

Taxa favorável ao atual sistema estava em 69% em 2020, segundo instituto; Bolsonaro lidera ataques às urnas Subiu a confiança da população nas urnas eletrônicas usadas nas eleições no país, segundo o Datafolha. A reportagem é de Felipe Bächtold/Folha de S. Paulo. Pesquisa realizada pelo instituto entre terça (22) e quarta-feira (23) aponta que 82% […]

Taxa favorável ao atual sistema estava em 69% em 2020, segundo instituto; Bolsonaro lidera ataques às urnas

Subiu a confiança da população nas urnas eletrônicas usadas nas eleições no país, segundo o Datafolha. A reportagem é de Felipe Bächtold/Folha de S. Paulo.

Pesquisa realizada pelo instituto entre terça (22) e quarta-feira (23) aponta que 82% dos entrevistados disseram que confiam no sistema eletrônico de votação, ante 17% que afirmam que não confiam.

No levantamento anterior, feito em dezembro de 2020, pouco depois das eleições municipais daquele ano, a taxa de confiança era de 69%, ante 29% de céticos do sistema.

O Datafolha ouviu nesta rodada 2.556 pessoas em 181 municípios de todo o país. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O grupo dos que apoiam as urnas eletrônicas é dividido entre os que confiam muito (47%) e confiam um pouco (35%). Também nesse subitem há uma alta em relação a 2020: os que confiavam muito eram só 33% naquela ocasião.

O instituto também perguntou aos entrevistados agora se seria melhor o país voltar ao sistema de voto em papel, que vigorava até os anos 1990.

Disseram que é melhor o Brasil continuar com urnas eletrônicas 77%, e 20% defenderam a volta ao papel. No fim de 2020, o placar estava em 73% a 23%.

O apoio ao atual sistema é alto mesmo entre os eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL), principal crítico das urnas eletrônicas.

A taxa de confiança no segmento da população restrito a eleitores de Bolsonaro é de 70%.

O presidente tem dito, sem apresentar nenhuma evidência, que venceu o pleito de 2018 no primeiro turno e que houve fraude na ocasião.

Desde o levantamento anterior do Datafolha, em 2020, ele trouxe o assunto para o topo de sua agenda de prioridades, no que foi seguido por seus apoiadores.

A militância do presidente contra as urnas eletrônicas chegou ao ponto de ele promover uma live de mais de duas horas, em julho passado, exclusivamente para levantar suspeitas sobre a confiabilidade do sistema.

Na ocasião, acompanhado de um militar da reserva identificado como “analista de inteligência”, ele exibiu teorias que circulavam há anos pela internet e que já tinham sido desmentidas anteriormente.

A iniciativa de promover a live levou o presidente a se tornar investigado também no chamado inquérito das fake news, em tramitação no Supremo Tribunal Federal.

Também naquela época, sob pressão do bolsonarismo, a Câmara dos Deputados apreciou proposta para instituir o voto impresso. O projeto foi ao plenário em 10 de agosto e recebeu votos favoráveis de 229 dos 513 deputados, quantidade insuficiente para a aprovação.

Ainda assim, o assunto se manteve nas discussões políticas e foi uma das principais pautas dos atos de raiz golpista promovidos pelo presidente e por seus apoiadores no Sete de Setembro.

O debate só arrefeceu quando o próprio Bolsonaro, pressionado por aliados e desgastado pelos atritos com o Supremo, baixou o tom.

“Passamos a acreditar no voto eletrônico”, disse ele, em novembro.

Na ocasião, o presidente citou a participação das Forças Armadas em comissão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre a segurança e transparência do sistema. A iniciativa de indicar um militar para o grupo foi do ministro Luís Roberto Barroso, então presidente da corte eleitoral e um dos principais alvos de Bolsonaro.

Apesar do recuo no discurso, o presidente continuou fazendo ataques às urnas. Em live de fim de ano, disse, novamente sem apresentar provas, que no pleito de 2018, quanto o eleitor apertava o seu número de candidato à época, aparecia na tela a imagem do ex-presidente Lula (PT), que nem mais concorria.

Neste ano, afirmou que os militares da comissão no TSE apontaram falhas no sistema —mas eles apenas haviam pedido informações e esclarecimentos.

No meio político, há receio de que Bolsonaro ou seus apoiadores usem a suposta falta de confiabilidade do sistema de votação eletrônico como pretexto para não reconhecer eventual derrota eleitoral em outubro.

O temor é de uma repetição da situação vivida nos Estados Unidos entre 2020 e 2021, quando eleitores do então presidente Donald Trump, derrotado na votação, causaram tumultos e invadiram o Congresso em protesto.

No ano passado, Bolsonaro chegou a ameaçar a não realização da eleição.

Como era de se esperar, a taxa de confiança nas urnas eletrônicas avança entre quem não declara voto em Bolsonaro no Datafolha. Quando os entrevistados são apenas eleitores do ex-presidente Lula, 89% dizem confiar nas urnas eletrônicas —na população em geral são 82%.

Entre os eleitores do presidente, a porcentagem que defende a volta do voto em papel pula para 40% —são 20% na totalidade do levantamento.

Considerando apenas quem afirma que votará no ex-juiz Sergio Moro (Podemos), 86% preferem que o país continue usando urnas eletrônicas. O apoio ao atual sistema é maior entre jovens de 16 a 24 anos —87%— do que entre idosos de 60 anos ou mais —77%.

No recorte regional, a confiança é maior no Nordeste (86%) do que no Sudeste (79%). Na faixa da população com renda familiar mensal de cinco a dez salários mínimos, o índice recua para 78%.

Garantia Safra começa a ser pago em mais nove municípios de PE. Afogados e Tabira seguem fora

Por Anchieta Santos O Garantia-Safra ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, começou a ser pago nos municípios de São Jose do Egito, Santa Terezinha, Santa Cruz da Baixa Verde, Serra Talhada, Triunfo, Caruaru, Terra Nova, Pedra e Sairé. A primeira parcela do total de R$ 850 foi liberada ontem. Na região do Pajeú […]

Garantia safra auxilia agricultores na maior estiagem dos últimos 50 anos

Por Anchieta Santos

O Garantia-Safra ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, começou a ser pago nos municípios de São Jose do Egito, Santa Terezinha, Santa Cruz da Baixa Verde, Serra Talhada, Triunfo, Caruaru, Terra Nova, Pedra e Sairé.

A primeira parcela do total de R$ 850 foi liberada ontem. Na região do Pajeú vários municípios ainda esperam pela liberação do recurso como Afogados da Ingazeira, Tabira, Ingazeira, Solidão e outros.

De acordo com a Secretaria Especial do Desenvolvimento Agrário, os pagamentos serão realizados nas datas definidas pelo calendário de pagamento de benefícios sociais da Caixa Econômica.

Em contato com a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Mauricio Bezerra, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tabira declarou não ter novidades sobre a reunião do Comitê Gestor do Garantia-Safra que decidiria ontem se o pagamento do benefício do município sairia em março e ou se foi cancelado.

Posição similar passou esta semana o Secretário de Agricultura de Afogados da Ingazeira Ademar Oliveira, dizendo estar aguardando a definição do calendário por parte do Governo Federal. “Nossa parte foi feita”, garante.