Porque João Campos ainda não incluiu Arcoverde na agenda política?
O ex-prefeito do Recife, João Campos, tem intensificado suas agendas pelo interior de Pernambuco como pré-candidato a governador.
O critério parece claro: priorizar cidades onde as lideranças aliadas demonstram robustez e unidade.
No comentário para o Jornal Itapuama desta quarta-feira (08), destaco um ‘detalhe’ que chama atenção: Arcoverde ainda não entrou no mapa oficial dessas visitas.
João vai à Festa da Misericórdia, mas trata-se de evento religioso, que todos os anos recebe o político, sua família e gente do Estado todo. Diferente de um evento eminentemente político organizado por Madalena, que ainda não está no radar.
O motivo passa diretamente pelo cenário político local. Diferente de outros redutos – onde há nomes consolidados em torno da Frente Popular – em Arcoverde o grupo do PSB local perdeu capilaridade com o isolamento da ex-prefeita Madalena Britto desde que perdeu a eleição em 2024 para o atual prefeito, Zeca Cavalcanti.
A ausência não é desprezo, mas sim estratégia. O prefeito do Recife parece querer no momento estar em polos onde não há riscos da demonstração de fragilidade eleitoral. Irá a Arcoverde, mas não agora.







Os incêndios em carros e cinco ônibus provocados por militantes bolsonaristas na noite desta segunda-feira, depois da tentativa de invasão da sede da Polícia, em Brasília, levaram ao aumento do reforço no hotel em que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está hospedado.
A partir desta sexta-feira (01.12), Itapetim iniciou um mutirão para zerar a fila de cirurgias no Hospital Municipal Maria Silva. O médico cirurgião Adeilson Alves e equipe vão fazer 11 grandes procedimentos cirúrgicos, que custam entre R$ 8.000,00 e R$ 15.000,00 mil, além de 160 pequenas cirurgias.













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