Israel Rubis e Lessa promovem entrega de votos de aplausos em Arcoverde
Por André Luis
Na próxima sexta-feira (10), às 19h, os Delegados Israel e Erick Lessa, vice-prefeito de Arcoverde e deputado estadual, respectivamente, promoverão a solenidade de entrega de Votos de Aplausos ao Grupo de Socorristas Voluntários (GSVA) e à Associação Astronômica, na Câmara de Vereadores de Arcoverde.
O evento tem por objetivos, além de colocar em evidência os grupos, a nível de Estado de Pernambuco, promover reconhecimento pelos relevantes serviços prestados por ambas as instituições à cidade.
Ademais, posteriormente, poderão receber a possibilidade jurídica de receber recursos públicos para realização da manutenção de suas atividades.
Segundo a Prefeitura, já foram abordados 84 mil veículos. A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde, apresentou nesta segunda-feira (13), o balanço das intervenções realizadas nas barreiras sanitárias criadas no município para conter o avanço do novo coronavírus. Somente na semana passada foram 8.262 veículos abordados e 15.558 pessoas orientadas, sendo duas […]
Segundo a Prefeitura, já foram abordados 84 mil veículos.
A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde, apresentou nesta segunda-feira (13), o balanço das intervenções realizadas nas barreiras sanitárias criadas no município para conter o avanço do novo coronavírus.
Somente na semana passada foram 8.262 veículos abordados e 15.558 pessoas orientadas, sendo duas pessoas identificadas com sintomas suspeitos e encaminhadas ao serviço de saúde.
No geral, desde que foram implantadas em pontos estratégicos da cidade, as barreiras sanitárias abordaram 84.404 veículos e orientaram 151.982 pessoas acerca da Covid-19, sendo identificadas 102 pessoas sintomas suspeitos. Os dados são referentes até o último sábado (11/07).
“As pessoas sintomáticas abordadas nas barreiras sanitárias são orientadas a procurar as unidades de saúde e depois permanecer em isolamento domiciliar, entrando em nosso sistema de monitoramento e acompanhamento. Caso a pessoa apresente sintomas graves, a gente direciona imediatamente aos serviços de urgência”, explicou a secretária-executiva de Saúde, Alexsandra Novaes.
Ao contrário do que ocorreu em anos anteriores, a Cantata Natalina foi realizada dentro e não à frente da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Desde a sexta, quando representantes da Escola de Música Bernardo Delvanir Ferreira se preparavam para a apresentação no Debate das Dez, havia preocupação com a indefinição do som que […]
Ao contrário do que ocorreu em anos anteriores, a Cantata Natalina foi realizada dentro e não à frente da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
Desde a sexta, quando representantes da Escola de Música Bernardo Delvanir Ferreira se preparavam para a apresentação no Debate das Dez, havia preocupação com a indefinição do som que seria instalado.
A apresentação exigia um som com número maior de canais disponíveis e àquela altura, não havia equipamento disponível. Sem conseguir, a solução foi fazer no espaço interno da Catedral. Algumas pessoas que queriam acompanhar a apresentação estranharam a ausência da estrutura tradicional em frente à Matriz.
Os que perceberam adentraram a catedral, já que não houve comunicação. Parte do público estava para acompanhar a missa e acabou ficando no espaço. Os bancos centrais que ficaram ocupados na primeira metade da apresentação (havia poucas pessoas nas laterias) somam em média 160 pessoas, número menor que o geralmente registrado quando acontece a frente do templo. Muitos homenageados também não souberam da mudança de local.
Registre-se, a mudança de local, não prejudicou a qualidade da apresentação, dada a qualidade dos músicos envolvidos. Mas evitou que um número maior de pessoas acompanhassem como tradicionalmente acontece. Relembre por exemplo como foi a apresentação em 2016.
Cantata Natalina de 2016: mudança pegou muitos de surpresa
Na sexta, o Sexteto coordenado pelo músico Ederck Oliveira apresentou só cinco músicas. Nos bastidores, os músicos reclamaram ausências de cadeiras para o público, que não se sentiu convidado a participar.
Não havia vinte pessoas assistindo. Faltou também maior divulgação. A prefeitura costuma informar a programação noite a noite, mas esse ano, a divulgação limitou-se à entrevista do Secretário Edgar Santos na quarta (20) à Rádio Pajeú.
Do Correio Braziliense A epidemia de zika, que colocou o país em emergência de saúde, reabriu o debate sobre as possibilidades de aborto. Essa discussão, que já ocorre no Judiciário, deve chegar ao Congresso Nacional. A deputada Maria do Rosário (PT-RS), favorável a uma legislação mais ampla sobre o aborto, se opõe à proposta de […]
A epidemia de zika, que colocou o país em emergência de saúde, reabriu o debate sobre as possibilidades de aborto. Essa discussão, que já ocorre no Judiciário, deve chegar ao Congresso Nacional. A deputada Maria do Rosário (PT-RS), favorável a uma legislação mais ampla sobre o aborto, se opõe à proposta de autorizar por via judicial o aborto de fetos com suspeita de microcefalia. A ideia foi levantada pela organização não governamental feminista Anis — Instituto de Bioética. A ONG, autora da ação que autorizou, via Supremo Tribunal Federal (STF), a interrupção da gestação de fetos anencéfalos, em 2012, pretende conseguir o mesmo, novamente pelo STF, para suspeitas de microcefalia.
“A microcefalia é diferente da anencefalia, pois nasce uma pessoa com deficiência. No espírito da lei atual, o caso não estaria contemplado”, explica Maria do Rosário. “Uma coisa é a descriminalização do aborto em geral. Outra, a liberação em caso de malformação. Uma pessoa com malformação é parte da sociedade. Acredito que a legislação deveria ser mais abrangente, e não focada na deficiência”.
A Anis pretende cobrar no STF o direito de escolha das mulheres e a responsabilidade do governo diante de uma epidemia que não foi controlada. O pedido de autorização de aborto não fará distinção entre diagnósticos de microcefalia com ou sem risco de morte.
A antropóloga Débora Diniz, pesquisadora da Anis, explica que o estado deve oferecer o direito à escolha já que a atual epidemia de zika — e, em consequência, o surto de microcefalia — são reflexos da negligência governamental. “Esta é uma ação constitucional de direitos das mulheres, tendo como objeto o direito à saúde. Mas em um sentido amplo. O Brasil vive uma crise pelo zika vírus, mas é algo anunciado há quatro décadas: já fomos capazes de erradicar o mosquito no passado, mas falhamos. Ele retorna, e com a força de uma epidemia”, disse.
A solicitação terá três eixos. Primeiramente, o grupo refuta o posicionamento do ministro da Saúde, Marcelo Castro, repetido pela presidente Dilma Rousseff ontem, de que a batalha contra o Aedes aegypti está sendo perdida. “Essa não é uma guerra para ser perdida. Nunca. Não só porque já a vencemos antes, mas porque precisamos vencê-la novamente”, afirmou a antropóloga. “O segundo é que, enquanto vivemos a epidemia do zika, um amplo pacote de proteções em saúde sexual e reprodutiva precisa ser garantido às mulheres”, defende, citando como exemplos a oferta de métodos contraceptivos, o diagnóstico precoce da microcefalia e, para as mulheres que assim optarem, a interrupção da gravidez.
“Por fim, é importante protegermos os direitos sociais e fundamentais das crianças com microcefalia e das mulheres — estamos falando de mulheres pobres, nordestinas, que necessitarão de um forte amparo social para a proteção de seus bebês. Não basta a promessa de um salário mínimo para elas”, diz, referindo-se ao anúncio feito pelo governo federal de que vai estender o Benefício de Prestação Continuada (BPC) às mães de crianças com microcefalia.
O BPC é um salário mínimo mensal oferecido a idosos com mais de 65 anos e a pessoas deficientes de qualquer idade cuja renda familiar por pessoa seja menor que um quarto do salário mínimo (R$ 220).
Para Rosângela Talib, coordenadora da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, a bolsa é insuficiente para as reais necessidades da família. “O valor nos parece aquém das necessidades das mulheres, que deveriam ter o direito de decidir. Elas não podem ficar a mercê de uma situação que não provocaram, causada pela falta de capacidade do estado em prover saneamento básico”, afirma.
A presidente do Movimento Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, rejeita a possibilidade de abrir a exceção para a microcefalia, assim como para quaisquer casos de deficiências mentais e físicas. “A atitude eugênica de matar alguém porque é deficiente se aproxima muito da eugenia praticada no nazismo. Certamente, essa não é a sociedade que desejamos”.
Débora Diniz classifica o argumento da eugenia como “um ato de má-fé”, já que as escolhas reprodutivas individuais de cada mulher não refletem uma política. “Eugenia é uma política de extermínio de um estado totalitário e opressor como foi o nazista. Não há nada semelhante em curso aqui: estamos diante de uma epidemia causada por negligência do Estado, em que o aborto é uma escolha. E, no caso da ação, uma pequena peça de uma arquitetura mais ampla de proteções sociais e fundamentais”.
A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), que se diz contra o aborto “por essência”, defende o direito de escolha somente nos casos de estupro e nos em que não há possibilidade de vida fora do útero. “Entretanto, esse não é o caso da microcefalia”, afirma. “Por outro lado, entendo a agonia das mães, que esperam um filho totalmente saudável. A vida da criança vai ser diferente e os pais ficam preocupados”, pondera.
Por André Luis A decisão tomada pela Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores nesta quarta-feira (01), tem repercutido de forma negativa entre a militância do partido e nos diretórios municipais de várias cidades pernambucanas. Alguns diretórios, emitiram inclusive nota de repudio contra a decisão da Executiva Nacional de apoiar os candidatos do PSB, entre eles […]
Marília quando esteve na Rádio Pajeú. Foto: André Luis/Arquivo do blog.
Por André Luis
A decisão tomada pela Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores nesta quarta-feira (01), tem repercutido de forma negativa entre a militância do partido e nos diretórios municipais de várias cidades pernambucanas.
Alguns diretórios, emitiram inclusive nota de repudio contra a decisão da Executiva Nacional de apoiar os candidatos do PSB, entre eles a reeleição do governador de Pernambuco, Paulo Câmara.
O Diretório Municipal do PT de Lagoa de Itaenga – PE, emitiu nota onde diz que “foi com muita indignação e descontentamento que recebemos a resolução da Comissão Executiva Nacional do PT (CEN) sobre a tática eleitoral do partido, segundo a qual se deliberou pelo apoio a candidatura do PSB ao governo de Pernambuco, orientando-se a retirada da candidatura da companheira Marília Arraes.
Segundo a nota, a “decisão é marcada por profundas incoerências, a começar pelo fato incontestável que o PSB foi um dos articuladores do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, contando com a participação efetiva do governador Paulo Câmara”.
Ainda na nota do diretório de Lagoa de Itaenga, “o CEN ignora o desejo da militância petista e o sentimento da própria população pernambucana”
O diretório encerra a nota destacando que estará defendendo com total firmeza, a postulação de Marília Arraes e que os três delegados do diretório irão votar a favor da candidatura própria do PT ao governo de Pernambuco.
Outro Diretório Municipal do PT que emitiu nota de repudio contra a Executiva Nacional, foi o de Sertânia-PE. Na nota o diretório diz que a aliança vai causar “o maior processo de desfiliação da história do partido”. Em outro ponto da nota o diretório destaca que esse tipo de aliança irá “matar” o partido.
O diretório municipal de São José do Egito, através de seu presidente o ex-prefeito do município Romério Guimarães, emitiu nota onde trata os responsáveis pela decisão da aliança como golpistas. “A Terra da Poesia não se curvará aos golpistas de fora e de dentro do partido. Não vamos compactuar com essa negociata espúria. Somos livres e vamos continuar na defesa do sagrado direito de uma filiada do partido concorrer ao cargo de governadora de Pernambuco. Avante, Marília Arraes!”
Na página oficial do PT no Facebook, a postagem feita ontem, onde o partido apresenta a “Tática Eleitoral” decidida e votada durante a reunião da Executiva Nacional, recebeu uma saraivada de comentários negativos, que desaprovam a decisão.
Em um dos comentários, um internauta escreveu: “Infelizmente, o PT perdeu o rumo. A política de alianças locais é uma vergonha e uma traição a todos que lutaram contra o golpe dado contra a Dilma, além disso, demonstra um desespero por alianças que não é coerente com o seu contexto. Triste, pois aponta uma deterioração de sua composição e direção, mas talvez sirva de aprendizado para uma futura renovação, pois do jeito que está se implodindo, não ganhará nada.”
Em outro comentário um internauta pede que o partido “largue mão dos projetos pessoais de poder e apoie o PDT/Ciro Gomes nas eleições”, o internauta ainda diz para que o partido “deixe de ser sombra de mangueira (não deixando nada surgir debaixo dela),” e pede: “abandonem o projeto de poder e pensem no país”.
A promessa da militância do partido em Pernambuco é a de resistência contra a decisão até o último momento. Emídio Vasconcelos, ex-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira-PE e militante histórico do partido, falando a Rádio Pajeú na manhã desta quinta-feira (2), afirmou que a “Executiva Nacional deu um golpe no Diretório Estadual do Partido” e que por isso perdem a legitimidade no discurso de golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff.
“É impossível a Justiça Eleitoral administrar esse caos!” Caro Nill Júnior, Um ou dois anos atrás, teve início a tramitação no Congresso do texto que propunha prorrogação dos mandatos de prefeitos e vereadores para coincidir todos os mandatos até 2022. Mas os Deputados Federais e Estaduais que pretendiam ser candidatos esse ano a prefeito, principalmente […]
“É impossível a Justiça Eleitoral administrar esse caos!”
Caro Nill Júnior,
Um ou dois anos atrás, teve início a tramitação no Congresso do texto que propunha prorrogação dos mandatos de prefeitos e vereadores para coincidir todos os mandatos até 2022.
Mas os Deputados Federais e Estaduais que pretendiam ser candidatos esse ano a prefeito, principalmente nas capitais, não aceitaram.
Dessa vez é diferente. É impossível a Justiça Eleitoral administrar esse caos! Inclusive os gastos aumentariam extraordinariamente. No momento o TSE está precisando de R$ 1 bilhão para comprar urnas novas. De onde viria esse dinheiro?
Claro que o Congresso pode aprovar a emenda e prorrogação com prazos diferentes da proposta do Deputado Sebastião Oliveira, muito boa, apesar da necessidade de ajustes na redação.
Estamos em estado de guerra! Tudo pode ser mudado, inclusive as leis e a constituição. Mas é certo dizer que dado o momento, não haverá eleições este ano.
Roberto Morais
Ex-desembargador eleitoral e Advogado Eleitoralista
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