Irlando Parabólica reafirma apoio a Eduardo da Fonte e Eriberto Medeiros
Por Nill Júnior
O presidente estadual do Progressistas e deputado federal Eduardo da Fonte, juntamente com o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Eriberto Medeiros, anunciaram ao prefeito eleito Irlando Parabólica(PP), a destinação de um milhão de reais para a saúde do município.
Ainda a perfuração de 5 poços junto ao DNOCS que vai beneficiar os moradores da zona rural da cidade.
O município também já tinha sido contemplado com a aquisição de dois tratores, equipados com máquinas agrícolas, destinadas pelos deputados Eduardo da Fonte e Eriberto Medeiros.
Elas beneficiaram os pequenos produtores rurais do município. “Juntos vão continuar trabalhando pelo desenvolvimento de Santa Cruz da Baixa Verde, juntamente com o prefeito Irlando Parabólica”, diz a nota.
A Secretaria Municipal de Saúde de Arcoverde, com informações do Hospital Regional Ruy de Barros Correia, comunica que foram computados mais dois casos suspeitos de Coronavírus, totalizando três casos suspeitos, neste domingo, dia 22 de março de 2020. Um está em isolamento domiciliar. É o caso do idoso do Riacho do Meio, como já havia […]
A Secretaria Municipal de Saúde de Arcoverde, com informações do Hospital Regional Ruy de Barros Correia, comunica que foram computados mais dois casos suspeitos de Coronavírus, totalizando três casos suspeitos, neste domingo, dia 22 de março de 2020.
Um está em isolamento domiciliar. É o caso do idoso do Riacho do Meio, como já havia sido informado anteriormente. E os outros dois (02), uma mulher e uma adolescente, foram transferidos para o Recife.
“Existe uma previsão do pico do vírus ser entre os dias 06 a 20 de abril e a maioria das pessoas podem se contaminar esta semana. Então, para que o pico da doença não ocorra nesse período, ou seja, mais brando, e tenha a curva de crescimento reduzida, faz-se necessário fortalecer o ‘isolamento social’”, ressalta a Secretária Municipal Saúde, Andréia Britto, que continua a postos com toda a equipe, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde.
A realidade econômica dos músicos de Serra Talhada é dramática. A informação é de Cristiano Leite, baterista e produtor da Vizzu, uma espécie de líder do movimento de artistas de Serra Talhada. Ele falou à Revista da Cultura. “Tem artistas com situação dificílima, sem ter direito o que comer”. Ele diz que a categoria foi tirada […]
A realidade econômica dos músicos de Serra Talhada é dramática. A informação é de Cristiano Leite, baterista e produtor da Vizzu, uma espécie de líder do movimento de artistas de Serra Talhada. Ele falou à Revista da Cultura.
“Tem artistas com situação dificílima, sem ter direito o que comer”. Ele diz que a categoria foi tirada para Cristo. Segundo ele, falta apoio e os programas sociais não atendem a todos os músicos. Isso se estende a outras categorias como garçons, barraqueiros, os setores de vestuário e calçados.
Cristiano admite que teve que partir para atividades como transporte de passageiros e até vendeu parte dos equipamentos da banda. Ele ainda diz que sofre com o preconceito com o Santo de Casa. Faço há onze anos o carnaval de Afogados, há seis o de Brejo Santo e não somos chamados para praticamente nada em Serra Talhada.
Cristiano agradeceu a iniciativa mas criticou o Auxílio Municipal anunciado pela Prefeitura de Serra Talhada, pelos critérios. “O Edital ainda não saiu. Mas ele informou que só pode ter até quatro músicos. Na Vizzu, a menor formação são sete. Fiquei fora de novo? E pra pagar com live. Então já não é auxílio. registro, Márcia sempre conversou comigo, e é aberta. Mas quando a gente enxerga uma luzinha, os critérios te derrubam”. O programa prevê R$ 500 por músico.
Segundo o poeta Henrique Brandão, há pacto para ajudar amigos músicos em solução mais extrema. Às vezes é um botijão de gás, um remédio, uma conversa. Ninguém quer viver de esmola. O artista talvez seja o protagonista, mas muita gente que trabalha com som, iluminação, todo mundo dessa cadeia produtiva sofreu e vive sofrendo”.
A Prefeitura de Ouro Velho inaugurou a primeira Central de Velório Municipal do Cariri paraibano. O prefeito Augusto Valadares entregou o equipamento na sexta-feira (11). Com um amplo salão, a Central de Velório tem capacidade para receber até três velórios simultâneos. Ainda possui dois banheiros, cozinha/copa e um quarto separado. Augusto informou que foram investidos […]
A Prefeitura de Ouro Velho inaugurou a primeira Central de Velório Municipal do Cariri paraibano.
O prefeito Augusto Valadares entregou o equipamento na sexta-feira (11).
Com um amplo salão, a Central de Velório tem capacidade para receber até três velórios simultâneos. Ainda possui dois banheiros, cozinha/copa e um quarto separado.
Augusto informou que foram investidos R$198 mil de recursos próprios no equipamento.
“A obra dará mais dignidade às famílias do município que precisam se despedir de seus entes queridos”, destacou Augusto Valadares.
Blog Noélia Brito O Sinduprom, Sindicato que agrega servidores púbicos de várias prefeituras do Estado, denuncia que o prefeito de Tabira, Sebastião Dias, do PTB, forjou um inquérito administrativo contra uma professora do Município com o claro propósito de persegui-la politicamente, em razão de suas atividades sindicais em defesa da categoria. Apesar dos fatos que […]
O Sinduprom, Sindicato que agrega servidores púbicos de várias prefeituras do Estado, denuncia que o prefeito de Tabira, Sebastião Dias, do PTB, forjou um inquérito administrativo contra uma professora do Município com o claro propósito de persegui-la politicamente, em razão de suas atividades sindicais em defesa da categoria.
Apesar dos fatos que podem, em tese, caracterizar improbidade administrativa por parte do prefeito, secretários e da Comissão de Inquérito, já terem sido denunciados ao Ministério Público de Pernambuco, este ainda não se posicionou.
Vejam a nota:
Nota do Sinduprom-PE sobre a demissão da diretora Dinalva
O Sinduprom-PE vem a público esclarecer os fatos relativos à demissão da coordenadora do sindicato. A diretora está sendo vítima de uma série de perseguições promovidas por parte do executivo municipal. Em 2017 a servidora solicitou seu direito a ficar licenciada para o sindicato, direito previsto no art. 188 da Lei Municipal n. 19/1997 que garante até três licenciados por entidade. Apesar do direito ser cristalino, o secretário de administração a época negou a licença, tendo sido ajuizado o mandado de segurança 000210-35.2017.8.17.3420, através do qual o Poder Judiciário determinou a concessão do afastamento da servidora das aulas para ficar a disposição do sindicato.
A sentença foi dada em setembro de 2018, mas o secretário se negou a cumprir a decisão, até que em fevereiro o mesmo foi obrigado pela justiça a expedir a portaria da diretora sindical. Na mesma semana que o secretário de administração expediu a portaria, com o objetivo de retaliar a diretora e o sindicato, instaurou um processo administrativo que se tornou uma grande aberração jurídica.
O processo administrativo da servidora foi todo montado para prejudicar a servidora, que tem tido atuação forte na garantia dos direitos da categoria, inclusive dos quinquênios, cujo pagamento a atual gestão não queria admitir, mas teve que aceitar a contragosto.
O início da tramitação do processo administrativo foi totalmente preparado contra a dirigente sindical. Todos os envolvidos foram ouvidos em tempo recorde, menos a própria interessada. Várias ilegalidades foram cometidas, inclusive ouvindo-se como testemunha o próprio secretário de administração, o mesmo que instaurou o próprio processo.
A servidora foi acusada de se ausentar da sala de aula sem autorização e de colocar substituto fora dos quadros da prefeitura. Apesar de o secretário ter admitido a existência de um acordo, de sete testemunhas terem confirmado, de vários gestores nunca terem questionado a servidora durante quase dois anos e de ter sido comprovado que todos os professores que substituíram a servidora nas ausências para atividades sindicais eram contratadas pela própria prefeitura, a Comissão de Inquérito, cuja parcialidade tornou-se evidente, chegou a conclusões totalmente estranhas às provas processuais.
Como afirmado na peça de defesa, o processo administrativo só surge em função de um acordo por causa que a licença da servidora ainda não tinha sido deferido pela justiça. Sendo o Mandado de Segurança uma ação mandamental, o direito da servidora está consagrado desde o início do processo. Assim, a rigor, a servidora na prática já estava com o seu direito a licença para o sindicato albergado pela lei, razão pela qual inexiste de fato faltas ao serviço.
É importante acrescentar que nos mais de 30 anos de exercício do magistério, inclusive de cargos de grande relevância para o município, a servidora trouxe vários progressos para a educação municipal, o que é reconhecido por todos que entendem de educação. Foi demonstrado que não houve qualquer prejuízo para os alunos, cujas turmas da servidora foram consideradas como acima da média do município e da média nacional.
O sindicato já denunciou as arbitrariedades ao Ministério Público, ao Ministério Público do Trabalho, à OIT (Orgânico Internacional do Trabalho) e irá recorrer ao Poder Judiciário para coibir toda e qualquer arbitrariedade cometida a quaisquer de seus membros ou à liberdade sindical prevista no Art. 8o da Constituição Federal. Chamamos todos a se posicionar contra atos antisindicais cometidos contra o SINDUPROM-PE pelo executivo do município de Tabira-PE.
O presbítero diocesano de Salgueiro, Pe. Izidorio Batista de Alencar, manifestou seu forte repúdio à proposta de privatização da Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) em uma carta aberta endereçada à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e aos deputados e deputadas estaduais. Segundo a carta, o padre critica a tentativa de transferir um patrimônio público essencial […]
O presbítero diocesano de Salgueiro, Pe. Izidorio Batista de Alencar, manifestou seu forte repúdio à proposta de privatização da Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) em uma carta aberta endereçada à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e aos deputados e deputadas estaduais.
Segundo a carta, o padre critica a tentativa de transferir um patrimônio público essencial para a iniciativa privada, classificando o processo como “uma política deliberada de sucateamento dos serviços públicos”. De acordo com ele, essa estratégia visa justificar a venda da COMPESA alegando ineficiência, enquanto o verdadeiro objetivo seria favorecer interesses privados.
O padre destaca na carta que a Constituição Federal de 1988 impõe limites claros à venda de patrimônios públicos, ressaltando princípios como a supremacia do interesse público, legalidade, moralidade e publicidade. “Privatizações devem obedecer aos princípios da legalidade, transparência, participação popular e supremacia do interesse público”, afirma.
Pe. Izidorio também questiona o papel dos parlamentares estaduais no processo. “Os senhores deputados e as senhoras deputadas irão defender o povo ou se renderão à senhora governadora em troca de favores e acordos políticos?”, indaga o padre na carta, cobrando dos representantes eleitos uma postura firme em defesa do patrimônio público.
O religioso acusa o governo estadual de realizar “pseudas audiências públicas”, sem promover um verdadeiro debate democrático sobre o futuro da COMPESA. Ele defende que audiências públicas autênticas sejam realizadas em todas as regiões do estado para garantir a participação popular.
O padre também alerta para as consequências negativas que outras privatizações de serviços de saneamento trouxeram em diferentes partes do Brasil e do mundo. Ele cita exemplos como Manaus, Tocantins e São Paulo, onde, segundo ele, a qualidade dos serviços piorou e as tarifas aumentaram após a privatização. “O lucro passa a ser a prioridade, em detrimento do acesso universal à água e ao saneamento”, aponta.
De acordo com a carta, o Pe. Izidorio defende que o saneamento básico deve ser tratado como um direito fundamental, não como mercadoria. Para ele, a COMPESA precisa ser fortalecida por meio de investimentos públicos e valorização de seus trabalhadores, em vez de ser entregue à iniciativa privada.
O padre também reivindica maior transparência nas finanças da companhia, sugerindo que a governadora apresente dados claros sobre a arrecadação e os investimentos feitos pela COMPESA nos últimos anos.
A carta finaliza com um apelo direto à governadora Raquel Lyra e aos deputados estaduais: “Água é um direito, não um negócio. É inadmissível que interesses privados se sobreponham ao bem-estar do povo pernambucano”. Leia aqui a íntegra da carta.
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