INSS reúne trabalhadores rurais em Afogados da Ingazeira e São José do Egito
Por Nill Júnior
Servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) participam, na próxima terça-feira, em Afogados da Ingazeira, e na quinta-feira, em São José do Egito, do encontro Cidadania Rural.
Promovido pela Gerência-Executiva do INSS em Garanhuns, dentro do Programa de Educação Previdenciária, o projeto tem como objetivo atender aos trabalhadores rurais, sindicatos e federação com prestação de informações, orientações e ações educacionais de forma presencial com o apoio da Superintendência do INSS no Nordeste.
Em Afogados da Ingazeira, na terça-feira, as atividades acontecem a partir das 8h, no auditório da Faculdade do Sertão do Pajeú (FASP). Já em São José, na quinta-feira, no Centro de Inclusão Digital, no mesmo horário. As ações acontecem em parceria com as respectivas prefeituras e marcam o início desse projeto do INSS que em breve deve acontecer em outros municípios da região.
“Considerando as mudanças na legislação previdenciária, a necessidade de orientação dos segurados rurais quanto aos direitos previdenciários e o retorno às atividades presenciais após a pandemia, decidimos iniciar esse projeto no Sertão do Pajeú. O segurado especial é o foco dessa ação e contamos com a ajuda das prefeituras, sindicatos e federação para passar as informações para o maior número de trabalhadores que moram nos sítios da região”, explicou o gerente-executivo, Paulo Parísio.
A Igreja Matriz de São José do Egito, localizada ao lado do Beco de Laura é um dos locais mais visitados da cidade. Isso por ser no centro de ruas históricas que ainda preservam a arquitetura do século XX. Porém, poucas pessoas sabem que em maio de 1977, a torre da Igreja Matriz despencou por […]
A Igreja Matriz de São José do Egito, localizada ao lado do Beco de Laura é um dos locais mais visitados da cidade.
Isso por ser no centro de ruas históricas que ainda preservam a arquitetura do século XX.
Porém, poucas pessoas sabem que em maio de 1977, a torre da Igreja Matriz despencou por inteira, deixando-a completamente destruída.
Apesar da destruição, por sorte e fé não houve nenhuma vítima. O desabamento ocorreu ao meio dia de uma segunda feira, um dia após missa ter sido celebrada no local.
Conta a história, colonizadores no idos do século XVIII, iniciaram um processo de ocupação comandado pelo Capitão Antônio Vieira de Melo.
Aproximadamente 200 anos depois, na primeira metade do século XIX, mais ou menos pelo ano de 1830, segundo alguns historiadores, um grupo de fazendeiros da serra da Borborema resolveu morar num ponto de encontro do Riacho São Felipe com o Rio Pajeú.
A primeira capela dedicada a São José era de madeira nativa e barro. Com a capela, muita gente da região começou a frequentar o lugar.
A Matriz como é hoje começou a tomar forma pelos anos de 1920. Em imagens dos anos de 1950 já estava como é conhecida hoje.
Foto gentilmente cedida por Júnior Finfa O prefeito eleito de Iguaracy Dr. Pedro Alves e o vice-prefeito eleito Marquinhos Melo, foram diplomados esta manhã na Câmara de Vereadores de Iguaracy. A diplomação foi conduzida pelo Juiz Eleitoral Osvaldo Teles, da 66ª Zona. Além deles, os nove vereadores eleitos foram diplomados: Bruna Torres, Chico Torres, Lequinho, Jorge […]
O prefeito eleito de Iguaracy Dr. Pedro Alves e o vice-prefeito eleito Marquinhos Melo, foram diplomados esta manhã na Câmara de Vereadores de Iguaracy.
A diplomação foi conduzida pelo Juiz Eleitoral Osvaldo Teles, da 66ª Zona.
Além deles, os nove vereadores eleitos foram diplomados: Bruna Torres, Chico Torres, Lequinho, Jorge Soldado, Tenente De Viana, Rômulo Lopes, Simão do Onibus, Amaury Da Ração e Paulinho CLP.
O Desembargador Alberto Nogueira Virgínio também prestigoiu a solenidade. Os aliados Zeinha Torres, atual prefeito, e o ex-prefeito Francisco Dessoles também acompanharam a solenidade.
Dr Pedro Alves venceu as eleições pelo PSDB, obntendo 4.328 votos, ou 58,14%, contra Alérico Rocha (PSB), com 3.116 votos, ou 41,86% dos votos válidos.
Ex-ministro da Educação fez afirmação durante bate-papo com apoiadores de Bolsonaro em sala virtual. No Twitter ele negou apoio a Lula Por André Luis Um áudio que circula nas redes socais nesta quinta-feira (7), onde o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub critica as alianças que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez durante seu governo e […]
Ex-ministro da Educação fez afirmação durante bate-papo com apoiadores de Bolsonaro em sala virtual. No Twitter ele negou apoio a Lula
Por André Luis
Um áudio que circula nas redes socais nesta quinta-feira (7), onde o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub critica as alianças que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez durante seu governo e diz que o melhor para o país seria a volta do ex-presidente Lula, criou um verdadeiro frenesi.
No Áudio, gravado de um bate-papo entre apoiadores de Bolsonaro no Spaces, que é uma sala virtual pública criada por usuários do Twitter, Weintraub diz que Bolsonaro transformou o sonho de mudança no país em pesadelo.
“Porque hoje é o Lula, ou a gente continua piorando. Porque com ele [Jair Bolsonaro] vai continuar piorando. Historicamente o segundo mandato de um presidente costuma ser pior que o primeiro mandato, não é no Brasil é no mundo inteiro, um segundo mandato do presidente Bolsonaro vai ser mais fraco. Bom, vai ser um horror!”, decreta o ex-ministro (ouça o áudio no final da reportagem).
Weintraub diz ainda no áudio o motivo de não apoiar o ex-juiz e ex-ministro da justiça do governo Bolsonaro, Sergio Moro.
“Sérgio Moro não é um criminoso, não é um bandido, mas ele tem muitos defeitos que alguns deles apareceram agora nesse último episódio, por isso que eu nunca apoiei ele entre outras coisas”, afirmou. Leia abaixo a transcrição do áudio na íntegra:
“Sérgio Moro não é um criminoso, não é um bandido, mas ele tem muitos defeitos que alguns deles apareceram agora nesse último episódio, por isso que eu nunca apoiei ele entre outras coisas, mas, ao mesmo tempo, eu tenho que dizer que o presidente Bolsonaro se aliar ao centrão, ele transformou um sonho que a gente tinha de mudança no país em um pesadelo, porque hoje é o Lula ou a gente continua piorando. Porque com ele vai continuar piorando, com o presidente Bolsonaro reeleito. Historicamente o segundo mandato de um presidente costuma ser pior que o primeiro mandato, não é no Brasil, é no mundo inteiro, um segundo mandato do presidente Bolsonaro mais fraco. Bom vai ser um horror. Então hoje eu vejo isso, eu vejo, o melhor cenário é ruim.”
Após a repercussão do áudio, o ex-ministro afirmou, em seu Twitter, que “jamais apoiaria” o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Loucura! Eu jamais apoiaria o Lula! O centrão criou o ZV para destruir os conservadores. Eu falo claramente que a melhor alternativa é a reeleição do Bolsonaro. Porém, não será bom! O 2º mandato sempre é mais fraco que o 1ª. Além disso, ele estará mais cercado pelo centrão”, afirmou Abraham Weintraub, mas não é isso que se ouve no áudio. Ouça abaixo:
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) foi diplomado, pela nona vez consecutiva, pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Com isso, a partir de janeiro de 2019 será decano da Câmara dos Deputados. A solenidade aconteceu nesta quinta-feira (06), no Classic Hall, em Olinda, onde receberam o diploma todos os 25 deputados federais eleitos por Pernambuco, além […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) foi diplomado, pela nona vez consecutiva, pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Com isso, a partir de janeiro de 2019 será decano da Câmara dos Deputados. A solenidade aconteceu nesta quinta-feira (06), no Classic Hall, em Olinda, onde receberam o diploma todos os 25 deputados federais eleitos por Pernambuco, além dos senadores, vice-governador, governador e os 49 deputados estaduais eleitos em 07 de outubro.
Patriota ressaltou que a emoção de conquistar o nono mandato consecutivo e viver novamente o momento da diplomação é a mesma de quando foi eleito pela primeira vez. O socialista ainda destacou a importância do trabalho que tem realizado e que o credenciou à reeleição. “Nosso trabalho é realizado para todos, mas continuamos mantendo o foco em causas que considero vitais pelo perfil de nosso eleitorado. Respeito as decisões dos colegas da Casa, do meu partido, do qual estou há mais de 27 anos, mas meu principal objetivo é representar os interesses do povo de Pernambuco e do Brasil. Minha linha continuará a mesma, defendendo minhas pautas e meus projetos sempre em prol da sociedade”, disse.
A diplomação dos eleitos é a cerimônia de entrega dos diplomas emitidos pela Justiça Eleitoral que declara que um candidato foi eleito. É a última fase do processo eleitoral e a entrega do certificado permite que o candidato tome posse no cargo. Os diplomas têm o nome completo do candidato, o cargo que foi eleito e o nome da legenda pela qual concorreu. Alguns podem apresentar a quantidade de votos que o candidato recebeu ou outras informações, se o juiz eleitoral ou o Tribunal decidirem que é necessário.
Por Carlos Barros* Voltando para casa após longo dia de trabalho, João é surpreendido com uma pessoa se projetando, abruptamente, em direção ao seu veículo. José, um desatento pedestre que era filho de uma autoridade local, atravessava a via em um ponto inapropriado e às pressas, a fim de logo chegar ao estádio para assistir […]
Voltando para casa após longo dia de trabalho, João é surpreendido com uma pessoa se projetando, abruptamente, em direção ao seu veículo. José, um desatento pedestre que era filho de uma autoridade local, atravessava a via em um ponto inapropriado e às pressas, a fim de logo chegar ao estádio para assistir uma partida de futebol. A colisão e a morte foram inevitáveis, mesmo João tendo feito tudo para salvar José.
Já no local, a polícia deu voz de prisão a João, alegando ter sido ele o responsável pelo sinistro.
Enquanto João permaneceu detido na delegacia, o advogado por ele acionado foi impedido de contatá-lo. Ao argumentar que era direito do seu cliente ser assistido por um advogado, o referido defensor também foi preso, tendo assim permanecido até o final da lavratura de ambos os flagrantes (o de João, por homicídio com dolo eventual, em contrariedade à realidade fática; o do advogado, absurdamente, pelo crime de desacato). No curso do inquérito policial, não foi concedido acesso às provas ao novo causídico habilitado para defender João e o primeiro advogado, concluindo-se a investigação com o indiciamento dos dois.
Pois bem.
Você sabe quem é João, da história acima? Não? João poderia ser você, caro cidadão, se, por uma desventura, fosse envolvido em uma contenda (de qualquer natureza ou gravidade) e não existisse uma lei federal que, em favor de cada um dos brasileiros, conferisse aos advogados e advogadas anteparos legais para, no exercício da profissão, promoverem a defesa dos direitos dos seus constituintes de forma livre e plena.
Não, as prerrogativas da advocacia, insculpidas na Lei 8.906/94, não são simplesmente “dos advogados”, mas sim de cada cidadão que deles necessite para a defesa dos seus direitos, em juízo ou fora dele.
Ora, como se cogitar que um advogado seja impedido de conversar com um cidadão que o constituiu como defensor? Como se conceber que um advogado seja proibido de se manifestar na defesa dos direitos do seu constituinte? Como se negar ao advogado acesso a provas já produzidas que sejam essenciais à defesa do cidadão que o habilitou para defende-lo? Como se admitir que um advogado seja preso pelo simples fato de estar, legitimamente, defendendo o direito de outro cidadão? Como se imaginar que, na eventual prisão de um advogado em razão do exercício da profissão, a Ordem dos Advogados do Brasil não seja imediatamente comunicada e não esteja presente? Enfim, como se esperar uma atuação independente e altiva de um advogado na defesa dos direitos de outrem sem que fossem conferidos anteparos legais para tanto? Impossível, não há negar!
As prerrogativas da advocacia se prestam justamente para impedir que essas e outras arbitrariedades incompatíveis com o Estado Democrático de Direito sejam concretizadas em detrimento de cidadãos que tenham confiado a defesa dos seus direitos a um advogado. Aliás, exatamente em razão dessa relevante função, a Constituição Federal, em seu artigo 133, estatui que “o advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei”, alçando a advocacia, dessa forma, à condição de um verdadeiro múnus público.
Assim, longe de configurarem um privilégio dos advogados e advogadas, as prerrogativas da advocacia constituem mais uma importante proteção conferida aos cidadãos pelo Estado, sendo, pois, essencial ao pleno exercício da cidadania por cada um dos brasileiros.
Prerrogativas da advocacia, garantias do cidadão: defendamos, todos, essa bandeira.
*Carlos Barros é Advogado criminalista, Diretor da OAB-PE e Coordenador do Sistema Estadual de Prerrogativas
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