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Ingazeira, Solidão, Quixaba, Flores e Calumbi entre os que perderão arrecadação com redistribuição do ICMS

Por André Luis

O Governo Raquel Lyra enviou à Alepe no final de novembro, um Projeto de Lei (PL) para atualizar a Lei nº 10.489, que corresponde à distribuição da parcela do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) destinada aos municípios.

A reformulação propõe novos critérios para a distribuição mais equitativa do tributo, além da garantia de os municípios não perderem arrecadação do imposto de 2023 para 2024. No papel, a medida sugere que aqueles municípios que arrecadam mais vão passar a dividir os recursos com aqueles que menos coletam impostos. A medida no entanto, vai significar a perda na receita de 35 cidades pernambucanas.

A proposta que foi construída por meio de diálogo a partir de um Grupo de Trabalho composto por representantes da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), além do Executivo estadual, tem previsão para ser votada na próxima terça-feira, 12 de dezembro.

No Sertão do Pajeú, Ingazeira, Solidão, Quixaba, Flores e Calumbí são os municípios que terão a distribuição da parcela do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), diminuídas. As informações são do PE Notícias.

Outras Notícias

Prefeitura de São José do Egito diz já ter passado R$ 2,7 milhões para a Câmara

A prefeitura de São José do Egito soltou uma nota sobre os recursos repassados para a Câmara de São José do Egito. Como é sabido, a gestão Evandro Valadares é politicamente avessa à presidência de João de Maria desde o rompimento que teve como pano de fundo o desejo do presidente da Câmara de ganhar […]

A prefeitura de São José do Egito soltou uma nota sobre os recursos repassados para a Câmara de São José do Egito.

Como é sabido, a gestão Evandro Valadares é politicamente avessa à presidência de João de Maria desde o rompimento que teve como pano de fundo o desejo do presidente da Câmara de ganhar um novo ciclo gerindo a casa.

“Você sabia que todos os recursos destinados a câmara de vereadores vem dos cofres da prefeitura? É isso mesmo, cada real gasto pela câmara de vereadores é repassado pela prefeitura”.

De acordo com a nota, dia 20 de dezembro a prefeitura repassou para a Câmara mais de R$ 227 mil. “Um total de R$ 2.732.278,20 já foram pagos só este ano”.

A nota é fechada com um texto tido como indireta. “A prefeitura faz a sua parte e espera que cada um faça a sua também”.

Ex-primeira dama pode vir a ser candidata a Prefeita em Serra Talhada

por Bruna Verlene Os rumores que correm as ruas de Serra Talhada nos últimos dias é que a ex-primeira dama, Socorro Brito, irá disputar as eleições de 2016. Essa possibilidade só será confirmada caso Carlos Evandro, ex-prefeito e esposo de Socorro, não entre no páreo para disputar o terceiro mandato como gestor da Capital do […]

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por Bruna Verlene

Os rumores que correm as ruas de Serra Talhada nos últimos dias é que a ex-primeira dama, Socorro Brito, irá disputar as eleições de 2016.

Essa possibilidade só será confirmada caso Carlos Evandro, ex-prefeito e esposo de Socorro, não entre no páreo para disputar o terceiro mandato como gestor da Capital do Xaxado.

Após a saída de Carlos da prefeitura, Socorro Brito ocupou a vaga de Secretaria de Saúde de Serra Talhada, no inicio da gestão do então prefeito Luciano Duque, mas no final de 2013 a ex-primeira dama deixou o cargo.

Paulo Câmara convoca 1.085 novos profissionais para fortalecer a segurança pública

Previsão é de que no segundo semestre deste ano os profissionais já estejam atuando nas ruas do Estado O governador Paulo Câmara homologou, nesta sexta-feira (14.05), a convocação dos 1.085 aprovados que irão reforçar os quadros da Polícia Civil, Polícia Militar (PMPE), Polícia Científica e do Corpo de Bombeiros de Pernambuco (CBMPE). Ao todo, são […]

Previsão é de que no segundo semestre deste ano os profissionais já estejam atuando nas ruas do Estado

O governador Paulo Câmara homologou, nesta sexta-feira (14.05), a convocação dos 1.085 aprovados que irão reforçar os quadros da Polícia Civil, Polícia Militar (PMPE), Polícia Científica e do Corpo de Bombeiros de Pernambuco (CBMPE).

Ao todo, são 750 profissionais para os cargos de soldados da Polícia Militar; 100 para os cargos de soldados do CBMPE; 80 oficiais, sendo 60 da PMPE e 20 do Corpo de Bombeiros; além de 60 concursados para os cargos de delegado da Polícia Civil e 95 para compor a Polícia Científica.

“Nossa intenção é iniciar os cursos de formação nos próximos 30 dias. A maioria dos profissionais deve estar reforçando o Pacto pela Vida ainda em 2021. Ano que vem, serão convocados mais 840 profissionais”, frisou Paulo Câmara. As organizadoras dos concursos estão autorizadas a publicar em seus sites os editais com os cronogramas de matrícula.

“Esse número se soma aos mais de seis mil policiais nomeados desde o início da gestão do governador Paulo Câmara. Neste ano de 2021, são 1.085 servidores da área de segurança que serão convocados para realização de matrícula, apresentação de documentos e início do processo de capacitação nas nossas academias”, detalhou o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua.

Para possibilitar os cursos, as academias estão sendo preparadas dentro dos protocolos sanitários de distanciamento social estabelecidos pelo Governo de Pernambuco. Para proteger a saúde dos alunos, professores e funcionários das academias, as turmas serão menores e haverá higienização constante dos ambientes.

BPM Serviços lança tradicional campanha de fim de ano

Inspirada no tema “Gratidão gera milagres”, spot tem voz de Bob Floriano e Pai Nosso original em dialeto africano Foi lançada a pouco no quadro A Reflexão da Palavra, com o Padre João Carlos Ribeiro, dentro do programa Manhã Total a nova peça de fim de ano da BPM Serviços. Com o tema “Gratidão gera […]

Inspirada no tema “Gratidão gera milagres”, spot tem voz de Bob Floriano e Pai Nosso original em dialeto africano

Foi lançada a pouco no quadro A Reflexão da Palavra, com o Padre João Carlos Ribeiro, dentro do programa Manhã Total a nova peça de fim de ano da BPM Serviços.

Com o tema “Gratidão gera milagres”, o spot de rádio chama a atenção para os desafios que se impuseram em meio à pandemia e à nossa necessidade de refletir sobre esse momento para a humanidade.

“Queremos chamar a atenção para a necessidade de agradecer ao dom da vida e da possibilidade que nos é dada de aprender com esse tempo e de agradecer a Deus mesmo em meio às tribulações, algo que não é tão comum”, diz o Diretor da empresa, Anchieta Mascena.

Outra novidade é a música tema,  ‘Baba Yetu’, de autoria do compositor Christopher Tin. Primeira faixa do álbum  “Calling All Dawns”, a música foi originalmente composta para um game.

“Baba Yetu” ganhou o prêmio Grammy pela categoria “Melhor Arranjo Musical acompanhado de Vozes” e também foi utilizada na cerimônia de abertura do World Games of 2009, em Kaohsiung, Taiwan.

A canção é cantada em suaíli, ou swahili, ou suaíle. É uma das línguas oficiais do Quénia, de Ruanda, da Tanzânia (foto) e de Uganda. Os povos suaílis é sejam originário das regiões costeiras do Oceano Índico. É uma das línguas de trabalho da União Africana.

O que alguns não sabem é que a música é a tradução nesse dialeto do Pai Nosso, a oração universal ensinada por Jesus Cristo.

A voz padrão do spot é outra novidade.  A campanha é assinada por Bob Floriano. Voz conhecida em canpanhas nacionais como as das Casas Bahia, é a marca sonora do varejo brasileiro, contabilizando 90 mil comerciais gravados. A ampla vivência no segmento o coloca dentre os nomes mais reconhecidos e conceituados na área.

Ouça a mensagem da BPM Serviços clicando no player:

Recife: sobrepreço apontado pelo TCE foi de R$ 646 mil. Ainda assim, Prefeitura questiona

Do JC Uma análise técnica realizada pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) apontou um suposto superfaturamento de R$ 646 mil na compra de livros destinados a professores por parte da prefeitura do Recife. O estudo é preliminar e ainda não foi julgado pelo órgão fiscalizador. A gestão municipal diz que não há superfaturamento, e que […]

Segundo o relatório, publicado em setembro de 2024, o valor do material didático destinado aos professores seria cinco vezes maior do que os livros destinados aos alunos, “sem grandes diferenças que o justifiquem”. A empresa fornecedora dos materiais é a MindLab.

De acordo com o estudo, o material destinado aos alunos contém um livro do aluno para primeiro semestre, um livro do aluno para segundo semestre, um livro da família, um kit de jogos chamado de “jogateca” e uma caixa/embalagem, ao custo de R$ 58 por aluno.

Já o pacote dos docentes contém o mesmo material acima, acrescido de um livro do professor para primeiro semestre e um livro do professor segundo semestre, ao custo de R$ 310,94 por professor.

De acordo com os auditores, o valor razoável máximo para o kit dos professores seria de R$ 116. O valor cobrado no contrato, portanto, acarretaria num superfaturamento de R$ 194,94 por unidade.

Ao todo, 3.317 docentes receberam o material, conforme a própria secretaria municipal de Educação informou. Sendo assim, o valor total excedente seria de R$ 646.615,98 ao longo dos dois anos de contrato, 2023 e 2024.

Auditoria anterior citou R$ 3 milhões

Um auditoria realizada pelo mesmo TCE-PE em fevereiro de 2024 mencionava que a prefeitura teria pago R$ 3.438 por kit para cada professor, e que 300 docentes receberiam o pacote. Esse cálculo resultaria num sobrepreço de R$ 3.327.600,00, somando materiais didáticos e uso da licença metodológica, que também estaria sendo superfaturada neste primeiro estudo. Esse valor chegou a ser divulgado por alguns veículos de imprensa.

Contudo, a defesa da prefeitura do Recife esclareceu ao TCE-PE que a licitação mencionava 300 escolas para recebimento dos kits, e não 300 professores. Isso reduziu o preço unitário dos kits dos docentes para os R$ 310,94 utilizados no cálculo final. Embora menor, o valor ainda aponta para um suposto sobrepreço.

“Mesmo após adotar-se a retificação trazida pela Defesa, permanece a existência do superfaturamento em relação ao Material Didático do Professor, tendo em vista que, conforme já demonstrado no Relatório de Auditoria, a diferença de preços entre esse material e o do aluno não encontra justificativa na diferença entre os itens que compõem esses materiais, pois se diferem em apenas 02 (dois) livros”, diz a nota técnica.

A corte de Contas também identificou, nesse novo estudo, não haver sobrepreço na licença para uso metodológico, como mencionava a primeira auditoria.

O que diz a prefeitura

A prefeitura informou que já havia apresentado ao TCE um esclarecimento sobre a quantidade de professores, defendeu que não houve superfaturamento e alegou que o documento do tribunal “cometeu um equívoco”.

“Outro ponto importante a ser destacado é que a comparação de preços no relatório é feita em relação ao material do estudante, que é totalmente diferente do professor e a comparação deveria feita a materiais similares no mercado ou de outra forma, o que não ocorreu neste caso, levando a uma conclusão equivocada no relatório. A pasta reforça o compromisso com a legalidade dos processos e com o trabalho voltado para a aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes”, diz a nota.

Posteriormente, após a publicação desta reportagem, a gestão João Campos enviou uma segunda nota, afirmando que o o resultado da nota técnica do TCE “também está equivocado”, questionando o método usado pelo tribunal. Leia na íntegra:

A Prefeitura do Recife ressalta, por meio da Secretaria de Educação, que é importante destacar que a própria equipe de auditoria reconheceu que cometeu um equívoco no relatório original, que foi objeto da reportagem que foi divulgada hoje em um blog. Porém, o número de materiais não é exatamente 3.317, pois ele pode ser utilizado por todos os professores da rede de unidades de ensino, portanto um volume ultrapassa 4.000 profissionais.

Além disso a “nova” conclusão da auditoria de sobrepreço também está equivocada pois o parâmetro utilizado pela equipe do TCE-PE é uma presunção, sem embasamento técnico ou estudo de mercado, de que o material do professor deveria ser duas vezes o preço do material do estudante. Essa presunção além de não fundamentada, está incorreta pois são materiais totalmente diferentes, com processo e custos de desenvolvimento diferentes, portanto não comparáveis.

O preço do material do professor é superior, pois não é apenas um livro, mas inclui também um desenvolvimento diferente e outros custos específicos para os professores, como por exemplo, acesso dos profissionais à plataforma do programa, é diferenciado.

O jornalista Igor Maciel deu mais detalhes sobre a questão na Coluna Cena Política, do JC:

 

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