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Humberto Costa cumpre agenda no Sertão

Por Nill Júnior
Foto: Roberto Stuckert Filho

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa, viaja neste final de semana ao Sertão do Estado, onde vai se reunir com lideranças políticas locais.

Ao todo, o senador deve percorrer mais de 1.500 quilômetros e visitar os municípios de Serra Talhada, Parnamirim, Salgueiro, Granito e Petrolina. Segundo o Senador,uma das finalidades e a defesa do ex-presidente Lula.

Além de conversas políticas, o senador vai anunciar recursos para municípios da região que serão distribuídos por meio de emendas de sua autoria ao Orçamento Geral da União.

No total, segundo nota, são de mais de dois milhões e meio de reais, em ações que vão desde compra de trator para comunidades rurais até a aquisição de novos equipamentos para Conselhos Tutelares de várias cidades, além de apoio à manutenção de recursos para Unidades Básicas de Saúde.

Outras Notícias

Carnaval Pernambucano ganha festa prévia em São Paulo

No próximo sábado, dia 19 de janeiro, o Bloco Olha o Sucesso deixará São Paulo em clima pernambucano com uma festa marcando a contagem regressiva de 40 dias para o carnaval.A festa prévia do bloco, que desfila também na programação oficial do carnaval da Prefeitura de São Paulo, contará com orquestra de frevo e DJ’s […]

No próximo sábado, dia 19 de janeiro, o Bloco Olha o Sucesso deixará São Paulo em clima pernambucano com uma festa marcando a contagem regressiva de 40 dias para o carnaval.A festa prévia do bloco, que desfila também na programação oficial do carnaval da Prefeitura de São Paulo, contará com orquestra de frevo e DJ’s tocando clássicos da folia de Recife e Olinda, além de banda ao vivo em tributo ao Rei Reginaldo Rossi.

A festa terá como destaque a cultura pernambucana com muito frevo, maracatu, brega e brasilidades que fazem do carnaval do estado um dos mais famoso do país. A folia aconteceno sábado (19/1), no bairro de Pinheiros, em São Paulo, e com ingressos antecipados à venda,clicando aqui. O frevo ficará por conta de Deca Madureira e a Orquestra Multicultural Brasília e a banda Itamaracá Kings tocará clássicos do brega pernambucano, djs abrem e encerram a programação com maracatu e tropicalismo regional.

Na programação oficial do carnaval da Prefeitura de São Paulo, o Bloco Olha O Sucesso terá desfile gratuito pelas ruas do bairro dos Jardins no dia 22 de Fevereiro, com saída no cruzamento das ruas Consolação e Alameda Santos com concentração a partir das 14h.

O bloco, criado por um grupo pernambucanos radicados profissionalmente em São Paulo, que com saudades da patuscada de Pernambuco, se reuniram para matar as saudades das ladeiras de Olinda e a folia do Marco Zero, e também aproximar os paulistas a tradição carnavalesca do nordeste do país.

Informações e festas promovidas pelo Bloco Olha o Sucesso estão disponíveis na Fan Page, no Facebook:https://www.facebook.com/blocoolhaosucesso/

Já são cinco, os casos suspeitos de coronavírus em Pernambuco

O número de casos suspeitos de coronavírus em Pernambuco subiu para cinco. Os novos dados foram divulgados durante coletiva da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), no fim da tarde desta quinta-feira (27). Todos os pacientes estão sob monitoramento no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), em Santo Amaro, na área central do Recife. Um […]

Foto: Google Maps

O número de casos suspeitos de coronavírus em Pernambuco subiu para cinco. Os novos dados foram divulgados durante coletiva da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), no fim da tarde desta quinta-feira (27).

Todos os pacientes estão sob monitoramento no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), em Santo Amaro, na área central do Recife. Um deles está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por ter apresentado uma alteração no raio-x de tórax.

“Teremos que conviver com esta situação de casos suspeitos. A maioria será certamente descartado, pois influenza (gripe) é ainda um problema sério no Brasil”, explicou o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo.

Compesa promove audiência pública sobre abastecimento de água em Arcoverde 

Uma importante  audiência pública foi promovida pela Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa em Acoverde, sobre a questão do abastecimento do município. O evento aconteceu nesta quinta-feira, dia 19, na Câmara dos Vereadores. Arcoverde vive um rigoroso rodízio no abastecimento. Em 2013, a prefeita Madalena visitou o então Ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, com o objetivo […]

Foto: Israel Leão
Foto: Israel Leão

Uma importante  audiência pública foi promovida pela Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa em Acoverde, sobre a questão do abastecimento do município. O evento aconteceu nesta quinta-feira, dia 19, na Câmara dos Vereadores. Arcoverde vive um rigoroso rodízio no abastecimento.

Em 2013, a prefeita Madalena visitou o então Ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, com o objetivo de resolver a questão do abastecimento de Arcoverde. “Foi o início da implementação da Adutora do Jatobá, que contou com total apoio do governador Eduardo Campos”, diz a nota ao blog.

O diretor Geral do Interior da Compesa, Marcone de Azevedo, fez um apanhado da situação de Arcoverde e cidades circunvizinhas e alertou que a grande maioria das barragens já está em colapso. Ele advertiu que a previsão para 2016 é que a seca se mantenha. “No entanto, Arcoverde tem uma situação privilegiada graças aos poços da Bacia de Jatobá. Apesar do regime de abastecimento rotativo, os moradores ainda contam com água na torneira. Não é o caso de vários outros municípios que estão sendo abastecidos totalmente por carros pipas”, disse ele.

Azevedo acredita que para resolver o problema do abastecimento de água humano, a única alternativa é concluir a construção de adutoras que vão transportar água do Rio São Francisco para os municípios que precisam. “Para isso, o Rio só poderia ser usado para o abastecimento humano e a produção de alimentos. Não pode mais ser utilizado para geração de energia, por jogar muita água utilizável para o mar”.

O assessor da diretoria e especialista em recursos hídricos, Sérgio Torres, falou sobre a Adutora do Agreste que se estivesse pronta hoje atenderia a dois milhões de pessoas. Por falta de recursos do Governo Federal, a adutora está parada e a atual previsão é que precisaríamos de mais quatro anos para concluir sua construção. “Se der tudo certo, a água desta adutora só vai atender a população a partir de 2020. Porém o grande drama ainda é a questão financeira”, alertou.

Ele informou que a Compesa está executando o projeto de melhoria da rede distribuidora de Arcoverde (sobretudo em trechos que foram feitos com canos de amianto) e já está em processo de licitação para concluir a segunda etapa do projeto de esgotamento sanitário.

Além de representantes de associações de dos moradores, estiveram presentes na audiência pública da Compesa, a Prefeita Madalena Britto, a maioria dos secretários Municipais, e os vereadores Sargento Siqueira, Célia Cardoso, Luíza Margarida, Warley Amaral, Paulo Wanderley e Luciano Pacheco.

Operação Lava Jato ameaça contratos de quase US$ 16 bi da Odebrecht no exterior

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos. Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais […]

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos.

Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais obras contratadas com a empresa do que o Brasil.

Embora esteja presente no exterior desde a década de 1970, a política de expansão da Odebrecht para além das fronteiras brasileiras ganhou força nos anos 2000, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à internacionalização das construtoras. Além disso, nessa época, a empresa já era reconhecida pelo alto poder financeiro e know-how – leia-se certificações – para construir quase todo tipo de obra o que colocava a brasileira um degrau acima dos demais concorrentes.

Mas, com a Operação Lava Jato, os contratos no mercado externo começam a se perder. Desde que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) divulgou os dados sobre pagamento de propina da Odebrecht em cada país, a participação que antes era comemorada virou foco de turbulência e preocupação. Alguns países já ameaçaram expulsar a empresa de seus territórios e cancelaram contratos bilionários, como foi o caso do Gasoduto Sul Peruano e a concessão para construir 528 km de estrada na Colômbia.

As decisões têm efeito duplo para a empreiteira e para o grupo. Além de perder a concessão, que representa um contrato de longo prazo para administrar um ativo, a empresa também perde a obra, que rende bilhões de dólares de receita para ela. No caso do gasoduto, no Peru, a construção do projeto representava 10% da carteira de obras da empresa, afirma o analista da agência de classificação de risco Fitch Ratings, Alexandre Garcia. O mesmo deve ocorrer com a rodovia na Colômbia, já que a concessão garantia contrato de construção de mais de 500 km de estrada.

A revolta no exterior tem ocorrido simultaneamente à tentativa de fechamento de acordos de leniência da empresa com os ministérios públicos locais. A esperança é que, com os acordos e a definição das multas, a empresa mantenha outros contratos importantes. Até agora, há pré-contratos firmados com Panamá, República Dominicana, Peru e Colômbia. Os demais países ainda estão em fase preliminar e há aqueles que nem têm interesse de iniciar algum processo de delação.

Por ora, a empresa está proibida de participar de novas licitações em três países: Panamá, Peru e Equador. Nada garante, no entanto, que outras nações façam embargos semelhantes até que a poeira comece a baixar. Nos Estados Unidos, embora não haja denúncia de pagamento de propina, a ação do DoJ exigiu um acordo e estabelecimento de multa. A empresa toca obras de modernização no Aeroporto Internacional de Miami, de uma rodovia no Texas e construções na Louisiana.

Liquidez. A situação no exterior é bastante desconfortável, uma vez que a construtora tem ajudado a bancar a liquidez do grupo. Segundo relatório da Fitch Ratings, entre setembro de 2015 e setembro de 2016, a empreiteira teve de fazer aporte de US$ 350 milhões na controladora por causa das dificuldades para captar recursos no mercado.

A empresa está queimando caixa e não tem conseguido repor o portfólio. Outro fato preocupante é que, além de perder contratos por causa do pagamento de propina, a qualidade da carteira tem se deteriorado. Os melhores projetos estão sendo concluídos e o que tem ficado no portfólio está parado ou em ritmo muito lento.

A Fitch Ratings estima que 42% da carteira da Odebrecht levaria, em média, 19 anos para ser concluída considerando o ritmo atual. Há casos piores, no entanto. Na Venezuela, que detém 24% da carteira da companhia, a empresa poderia levar de 15 a 50 anos para concluir as obras – em outras palavras, isso significa redução de receita.

Alexandre Garcia, da agência de rating, afirma que, além de todos os problemas por causa do escândalo de corrupção, a empresa tem enfrentado situações adversas no exterior que têm interferido n as obras. Uma delas é a queda no preço do petróleo que afeta clientes importantes. “Esse fator prejudica o fluxo de obras em andamento e de novos projetos, como na Venezuela”, diz o analista. Segundo ele, se o cenário não melhorar, a carteira de obras pode cair dos atuais US$ 21 bilhões para algo em torno de US$ 9 bilhões.

Retorno
Em nota, a empresa afirma acreditar que conseguirá manter os contratos e estar livre para conquistar novos projetos assim que consiga firmar acordos de leniência nos países. “Os acordos também facilitarão a obtenção de empréstimos para execução das obras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com previsão de entrega para o primeiro semestre, canil/gatil municipal está com obras avançadas

O acolhimento aos animais em situação de rua em Petrolina ganhará um novo capítulo após a conclusão das obras do canil/gatil municipal. Com mais de 55% do cronograma de obra concluído e com previsão de entrega ainda neste primeiro semestre, o equipamento público vai ter capacidade para acolher aproximadamente 80 animais, entre cães e gatos. […]

O acolhimento aos animais em situação de rua em Petrolina ganhará um novo capítulo após a conclusão das obras do canil/gatil municipal. Com mais de 55% do cronograma de obra concluído e com previsão de entrega ainda neste primeiro semestre, o equipamento público vai ter capacidade para acolher aproximadamente 80 animais, entre cães e gatos.

A iniciativa integra o projeto da primeira Clínica Veterinária Municipal construída em parceria com o Governo Federal, com investimento de aproximadamente R$ 2 milhões.

Com uma área construída de 272,84m², o canil/gatil contará com 16 gaiolas com estrutura em alvenaria, onde os animais serão divididos por sexo e porte (pequeno, médio ou grande), além de áreas específicas para maternidade e adoção. O espaço também contará com ambientes de circulação, depósito de rações, depósito de material de limpeza, recepção, sanitários e áreas de sol.

A Clínica Veterinária e o canil/gatil estão sendo construídos no bairro Cosme e Damião, próximo ao antigo pátio de eventos. As obras estão sendo executadas pela Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra).