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Hospital de Tabira nem foi inaugurado e já está sendo rebocado

Por Nill Júnior

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por Anchieta Santos

A Prefeitura de Tabira ainda não definiu a data de inauguração da reforma do Hospital Municipal onde foram utilizados recursos do I FEM. Mesmo assim a obra já sofreu queda de rebocos e está ganhando remendos em varias salas.

De acordo com o vereador Wal do Bar que fez a denuncia e fotografou os inúmeros consertos já executados, uma das poucas áreas que não foi afetada pela baixa qualidade dos serviços foi o bloco cirúrgico. Com a palavra o governo Sebastião Dias.

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Outras Notícias

Deputado pede que Ministério Público confisque vacinas adquiridas por empresários mineiros

O deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP) pediu ao Ministério Público de Minas Gerais que confisque as vacinas contra a Covid-19 adquiridas por políticos e empresários mineiros sem que fossem repassadas doses ao SUS (Sistema Único de Saúde). A informação é de Mônica Bergamo/Folha de S. Paulo. “Inadmissível tamanha irresponsabilidade sanitária, ainda […]

O deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP) pediu ao Ministério Público de Minas Gerais que confisque as vacinas contra a Covid-19 adquiridas por políticos e empresários mineiros sem que fossem repassadas doses ao SUS (Sistema Único de Saúde). A informação é de Mônica Bergamo/Folha de S. Paulo.

“Inadmissível tamanha irresponsabilidade sanitária, ainda mais no momento em que o Brasil completa 300 mil mortes”, afirma Padilha na ação.

“Advirta-se que a recente Lei 14.125/2021 admite que pessoas jurídicas privadas adquiram vacinas, mas impõe limites e regras para a sua utilização”, segue o deputado.

A ação também pede que o órgão apure o possível cometimento de ilícito penal pelos acusados.

Nesta quarta (24), a revista piauí revelou que um grupo de políticos e empresários, a maioria ligada ao setor de transporte de Minas Gerais, e seus familiares, tomou na terça-feira (23) a primeira das duas doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19, em Belo Horizonte.

Segundo a publicação, eles compraram o imunizante por iniciativa própria e não repassaram ao SUS (Sistema Único de Saúde). A segunda dose está prevista para ser aplicada nas cerca de cinquenta pessoas daqui a trinta dias. As duas doses custaram a cada pessoa R$ 600.

Segundo pessoas que se vacinaram na ocasião, os organizadores foram os irmãos Rômulo e Robson Lessa, donos da viação Saritur. Uma garagem de uma empresa do grupo foi improvisada como posto de vacinação. A piauí telefonou e mandou mensagem para Rômulo Lessa, que não respondeu. A revista atualizará a reportagem se obtiver resposta.

Preço alto da alimentação no curso de qualificação da saúde em Tabira

Por Anchieta Santos Na primeira quinzena de novembro o vereador Zé de Bira, falando a Rádio Cidade FM criticou a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Tabira que mesmo sem dinheiro para a aquisição de remédios, fez a contratação da empresa Andrezza Albertina Guimaraes e Silva Torres. O valor pago,  R$ 78.964,00 para qualificação dos […]

Spettus - CardápioPor Anchieta Santos

Na primeira quinzena de novembro o vereador Zé de Bira, falando a Rádio Cidade FM criticou a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Tabira que mesmo sem dinheiro para a aquisição de remédios, fez a contratação da empresa Andrezza Albertina Guimaraes e Silva Torres.

O valor pago,  R$ 78.964,00 para qualificação dos profissionais do Programa de Saúde da Família.

E agora surge para a imprensa o alto valor cobrado pela alimentação durante o curso. Lanche custa R$ 20,00 e almoço R$ 30,00. Ao saber dos valores, outro vereador se surpreendeu e emendou: “Nossa, com esse preço então o pessoal tá comendo no Spettus”?

Coluna do Domingão

Quem vai pedir seu voto em 2022? Os políticos costumam colocar na imprensa a culpa por, mal estar debatendo o processo de um ano como 2020, já estar antecipando o debate sobre 2022. Mas é fato que tem muito prefeito no Pajeú começando a querer se mexer pensando em um projeto político para 2022. Esses dias […]

Quem vai pedir seu voto em 2022?

Os políticos costumam colocar na imprensa a culpa por, mal estar debatendo o processo de um ano como 2020, já estar antecipando o debate sobre 2022. Mas é fato que tem muito prefeito no Pajeú começando a querer se mexer pensando em um projeto político para 2022. Esses dias quem já colocou a cara no debate foi o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, ainda no PT.

No ato que oficializou Márcia Conrado como sua candidata, Duque disse que pode se lançar candidato a Deputado Estadual ou Federal. “Dizem que já tenho projeto de deputado. Mas sou é um soldado do povo”, para depois dizer que aceitará “o caminho que o povo escolher para ele”.  Na verdade, Duque é que poderá escolher esse caminho para o povo que o acompanha seguir. E não estará sozinho.

Só no Pajeú, pelo manos quatro ou cinco nomes sonham com essa possibilidade. Alguns terão que decidir entre o bastão que seguram e o outro. Outros já sinalizam que podem mesmo disputar um mandato legislativo. Dos que estarão livres como Duque em 2022 sem mandato, um nome teoricamente forte é o do prefeito José Patriota. Aliados dizem que se estiver gozando de boa saúde – Patriota luta contra um tumor neuroendócrino descoberto em 2018 –  pode ser candidato a Deputado Federal, aproveitando a popularidade que ganhou na AMUPE. Essa popularidade será testada já em 2020 com seu apoio ao vice, Sandrinho Palmeira, podendo fortalecer ou enfraquecer o projeto.

Dois desses nomes estarão no meio de um segundo mandato, caso ganhem suas reeleições em 2020: Anchieta Patriota (Carnaíba) já foi candidato a Estadual em 2014, aliás o mais votado dentre os pajeuzeiros que tentaram recentemente, com pouco mais de 31.200 votos. Adelmo Moura (Itapetim) já ensaiou, mas nunca tentou porque faltaram condições políticas e eleitorais. Esses dois tem chances menores de disputar em 2020, nem tocam no assunto, mas são sempre lembrados.

Em Sertânia, que às vezes parece ser mais do Pajeú que do próprio Moxotó, Ângelo Ferreira é cotado para disputar a volta ao mandato estadual. Mas primeiro tem uma reeleição aparentemente tranquila pela frente. Pode estar avaliando uma conjunção de fatores para o retorno à ALEPE. Nos bastidores, pode já estar preparando o vice, o agrônomo Toinho Almeida, para assumir a gestão.

Fora esses, estão os que buscarão voltar como Augusto César e os que vem de outras regiões minar o projeto regional. Em 2018, por exemplo, a presença de Diogo Morais, Aglailson Victor em bases do Pajeú minaram por exemplo a candidatura de José Patriota a Estadual. Esses aliás é um  dos maiores problemas: não há unidade no Pajeú porque nessa hora cada prefeito quer puxar a sardinha pra sua brasa e o projeto regional é minado.  Com a não reeleição de augusto César, o Pajeú não tem nenhum nativo na ALEPE. E lembrar que já foram três, como no ciclo que teve Edson Moura, Zé Marcos e Antonio Mariano, com Orisvaldo Inácio chegando um pouco depois.

Pobre Pajeú das Flores, tão unido na veia poética, tão desunido na política. Mas quem sabe, fale a mesma língua em 2022…

Um pra mim, um pra tú, um pra mim, outro pra mim…

A discussão em torno da extensão de férias acrescidas de um terço e 13º salário a prefeito e vice já mostra como poderá ser a divisão política na Casa em 2020. Não assinaram o projeto e vão votar contra Zé Negão, JK, Cancão e Daniel Valadares. Esse já é tido como o núcleo duro da oposição que vai assumir papel crítico contra a gestão Patriota.

Segunda quente

Não é apenas o projeto terço e décimo que será apreciado nesta segunda. Os vereadores deverão votar também reajuste para prefeito, vice e para eles próprios a partir de 2021. Nesse poderá haver mais unanimidade que o primeiro. Os salários estão congelados desde 2013. Em 2017 subiriam, mas uma decisão judicial vetou os aumentos dados pela Mesa Diretora em 2016.

A culpa é do espelho

A oposição em Sertânia põe na imprensa a responsabilidade pela leitura de que tem dificuldades de emplacar um nome em 2020 que bata Ângelo Ferreira.  Mas o seu problema está no espelho. Quando teve oportunidade com Guga Lins por exemplo, fez uma gestão abaixo do esperado. Pior é taxar a operação coordenada pelo Delegado Ubiratan Rocha, que prendeu Guga, acima de qualquer suspeita, com apoio de dados do COAF que rastrearam o caminho do dinheiro desviado de “política”.

Chêu vai bombar em Belo Jardim

Essa foi do jornalista Magno Martins:  Belo Jardim, onde, historicamente, se assistiu ao duele entre os grupos Cintra e Mendonça, caiu na galhofa. Viralizou nas redes sociais a “pré-candidatura” de Chêu, conhecida dona de um bordel na cidade, que se apresenta para salvar o município com o seguinte slogan: “Vou assumir a Prefeitura, pois de cabaré eu intendo”, com i mesmo.

Não quis

Uma verdadeira força-tarefa tentou convencer Miriam Nogueira  a colocar seu nome para  a seleção da Gerência Regional de Educação, GRE, mas não teve jeito. Ela admitiu que deu sua contribuição e já era hora de passar o bastão, mesmo tendo ficado apenas por meses. Bom que num processo de oxigenação, a tabirense Socorro Amaral, da jovem safra de boas educadoras do Pajeú, assumirá a missão.

Sem padrinho

Curioso saber como vão se virar os filiados do PSL com candidaturas a prefeito sem colar na imagem do presidente Jair Bolsonaro, que não quer seu nome lincado ao partido. Em Serra, a advogada Eliane Oliveira lançou outdoors sem a imagem do presidente ao lado dela. Em um território marcado pelo Lulismo, mas onde Bolsonaro surpreendeu em 2018, pode ser a tradução do “ruim com ele, pior sem”.

Entre forte e favorito

Achem bom ou ruim, em Tabira, Dinca Brandino compartilha aos sete cantos a certidão da Justiça Eleitoral que o coloca como candidato apto em 2020. Indiscutivelmente será candidato competitivo. ganhará rótulo de favorito se houver divisão dos governistas, que pode ir unidos com Flávio Marques ou ter uma dissidência com a candidatura de Zé Amaral.

Três caminhos

Lino Morais, de Ingazeira, só tem três  opções em 2020: deixar o governo seis meses antes para ser candidato a vice ou a vereador , botar os peitos, chutar o pau da barraca e ser candidato a reeleição ou apoiar Luciano Torres e terminar o seu mandato. Qual o melhor?

Frase da semana: “Eu lasco Catão, pode dizer isso a ele. Diga a ele que eu vou pegá-lo”.

De Ricardo Coutinho,  ex-governador da Paraíba ameaçando o Conselheiro do TCE Fernando Catão, por fiscalizar o esquema suspeito na Saúde  do Estado.

Senado aprova aumento de cadeiras na Câmara; número de deputados deve subir para 531 a partir de 2027

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de lei complementar que amplia o número de deputados federais de 513 para 531 a partir da próxima legislatura, em 2027. O texto, que altera a composição da Câmara com base nos dados populacionais do Censo de 2022, foi aprovado por 41 votos a favor e […]

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de lei complementar que amplia o número de deputados federais de 513 para 531 a partir da próxima legislatura, em 2027. O texto, que altera a composição da Câmara com base nos dados populacionais do Censo de 2022, foi aprovado por 41 votos a favor e 33 contrários e retorna agora à Câmara dos Deputados, após alterações feitas pelos senadores.

A proposta, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ), atende a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou omissão do Congresso em atualizar a distribuição das vagas conforme determina a Constituição. O STF deu prazo até 30 de junho para que a nova regra seja aprovada, sob pena de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fazer a redistribuição diretamente.

O relator da matéria no Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), ressaltou que o projeto corrige uma distorção que se arrasta desde 1986, ano do último ajuste no número de deputados por estado. Na ocasião, foi utilizado como referência o Censo de 1980. A lei atual, de 1993, apenas fixou em 513 o total de parlamentares, sem observar a proporcionalidade entre estados exigida pela Constituição de 1988.

“Estamos há quase 40 anos descumprindo um mandamento constitucional”, afirmou Castro durante a votação. Segundo ele, a ampliação das cadeiras leva em conta três critérios: a manutenção das bancadas atuais, o acréscimo de vagas aos estados sub-representados segundo o Censo de 2022, e a correção de distorções entre unidades da federação com populações semelhantes.

O novo texto prevê ainda que a criação e manutenção das 18 novas cadeiras não poderá gerar aumento de despesas reais para a Câmara entre 2027 e 2030. Isso inclui verbas de gabinete, passagens aéreas, auxílio-moradia e cotas parlamentares, que deverão ser mantidas nos patamares atuais, com atualização apenas pela inflação.

A proposta também proíbe o uso de estimativas ou dados amostrais para futuras redistribuições de vagas, que deverão obrigatoriamente se basear nos censos demográficos oficiais realizados pelo IBGE. A próxima revisão será feita com os dados do Censo de 2030.

Durante a sessão, senadores como Rogério Carvalho (PT-SE), Weverton (PDT-MA), Efraim Filho (União-PB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) se manifestaram favoráveis ao texto. Já parlamentares como Eduardo Girão (Novo-CE), Cleitinho (Republicanos-MG), Magno Malta (PL-ES) e Izalci Lucas (PL-DF) criticaram a proposta, alegando que ela implicará em aumento de gastos, mesmo com o dispositivo que limita as despesas. Girão citou pesquisa do Datafolha segundo a qual 76% dos brasileiros são contrários à ampliação da Câmara e estimou um impacto de R$ 150 milhões por ano.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que deixou a presidência da sessão temporariamente para registrar seu voto, rebateu as críticas e afirmou que a deliberação estava acordada com as lideranças. “Mesmo com manifestações contrárias, esta presidência se comprometeu que estaríamos com esta matéria, nesta semana, em deliberação. E vamos deliberar no dia de hoje”, afirmou.

Além de corrigir a representação proporcional, o relator Marcelo Castro destacou que o Brasil, mesmo com a ampliação, continuará com um dos menores índices de representação parlamentar em relação à população entre as democracias, ficando atrás de países como Alemanha, França, Itália, Canadá, Argentina, México e Reino Unido.

Se aprovada pela Câmara em definitivo dentro do prazo, a medida evitará que sete cadeiras atualmente existentes sejam extintas para dar lugar às novas vagas, como determinou o STF em sua decisão.

Caso Marielle: polícia cumpre cinco mandados de prisão

Agência Brasil A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro cumprem hoje (3) cinco mandados de prisão em um desdobramento das investigações dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em março do ano passado. Um dos mandados está sendo cumprido contra o policial reformado Ronnie Lessa, acusado […]

Marielle foi morta em março de 2018 — Foto: Reprodução/JN

Agência Brasil

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro cumprem hoje (3) cinco mandados de prisão em um desdobramento das investigações dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em março do ano passado. Um dos mandados está sendo cumprido contra o policial reformado Ronnie Lessa, acusado de participar dos homicídios.

Os outros alvos são a mulher de Ronnie, Elaine Lessa, o cunhado dele, Bruno Figueiredo, Márcio Montavano e Josinaldo Freitas. Eles são acusados de obstrução de Justiça, porte de arma e associação criminosa.

Segundo a Polícia Civil, o grupo teria ocultado armas usadas pelo grupo de Ronnie, entre elas a submetralhadora HK MP5, que teria sido usada para matar Marielle e Anderson.

De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios (DH) da capital, em março deste ano, dois dias depois das prisões de Ronnie e do ex-policial Élcio de Queiroz, outro acusado de matar Marielle e Anderson, o grupo teria jogado as armas no mar. Sob o comando de Elaine Lessa, conforme a polícia, o armamento foi descartado próximo às ilhas Tijucas, na altura da Barra da Tijuca.

Para a DH, Montavano tirou uma caixa com armas de um apartamento no bairro da Pechincha, na zona oeste do Rio, levou-a até Freitas, que havia contratado o serviço de um taxista para transportá-la até o Quebra-Mar, de onde saiu o barco que levou o material até o oceano.

Já Bruno Figueiredo é acusado de ajudar Montavano na execução do plano. Com o auxílio de mergulhadores do Corpo de Bombeiros e da Marinha, foram realizadas buscas no local, mas nada foi encontrado. A profundidade e as águas muito turvas dificultaram o trabalho, segundo a Polícia Civil.