Em entrevista concedida ao Blog do Alberes Xavier, Márcia Conrado (PT) cobrou da Frente Popular celeridade para anunciar a candidatura de Teresa Leitão (PT) ao Senado. A prefeita de Serra Talhada, assim como a deputada estadual cotada para a Câmara Alta, esteve no evento da pré-candidatura de Lula (PT). As informações são do Blog de […]
Em entrevista concedida ao Blog do Alberes Xavier, Márcia Conrado (PT) cobrou da Frente Popular celeridade para anunciar a candidatura de Teresa Leitão (PT) ao Senado.
A prefeita de Serra Talhada, assim como a deputada estadual cotada para a Câmara Alta, esteve no evento da pré-candidatura de Lula (PT). As informações são do Blog de Jamildo.
O pedido acontece num contexto em que André de Paula (PSD) ameaça deixar a Frente Popular caso não seja escolhido ao Senado, com o PSD já conversando com Marília Arraes (SD). A pressa dos petistas é para garantir que o jogo não vire.
“Isso [Lula eleito] representa tudo. A gente que tem que retomar o Brasil como era no passado, onde a gente tinha emprego e onde o pobre tinha três refeições diárias. Sai de uma grande festa em Serra Talhada para prestigiar esse momento único do lançamento da pré-candidatura de Lula: o nosso futuro presidente”, disse.
Enquanto a Frente Popular deixa Danilo Cabral (PSB) correndo sozinho na pré-campanha ao Governo, Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado (PL), pré-candidatos bolsonaristas ao governo e ao senado, respectivamente, lançam nesta semana o programa de governo.
A condução do presidente Weverton Siqueira, o Siqueirinha, gerou toda a confusão na sessão da Câmara desta segunda-feira. Ora, se ele queria ser solidário a Zirleide e apontou a confusão que seria o processo seguir após ela renunciar, pra quê colocou o futuro da questão em votação? Quando o assunto já se encaminhava para seguir o […]
A condução do presidente Weverton Siqueira, o Siqueirinha, gerou toda a confusão na sessão da Câmara desta segunda-feira.
Ora, se ele queria ser solidário a Zirleide e apontou a confusão que seria o processo seguir após ela renunciar, pra quê colocou o futuro da questão em votação?
Quando o assunto já se encaminhava para seguir o parecer que decretava, com a renúncia, acabava o processo, diz Siqueirinha: “vamos colocar em votação. Quem é a favor de seguir a ação, como quer o Delegado Israel e o advogado Fernandes Braga ou parar por aqui e encerrar o processo, como diz o Jurídico, no parecer apresentado pelo advogado Rivaldo Leal?”
Findada a votação, foi decidido por 6×3 que o processo seguiria. O advogado Rivaldo Leal, que passou todo tempo segurando o parecer, ficou visivelmente contrariado e desconsertado. “Quero ver como fazer agora. Não há previsão regimental no que acabou de ser aprovado”.
Mais a frente, um bom tempo e logo debate depois, questiona o próprio Siqueirinha: “Vamos nos colocar no lugar da vereadora. E se depois dela renunciar, se a Câmara decidir que ela deve ser absolvida? E se os vereadores decidirem por não cassar?”
Volta todo o imbróglio. “Se a gente revê o processo revê também a cassação dela”, reforça o presidente. Bota em votação de novo: aí, 8×1 pelo parecer.
Se com a renúncia, Zirleide seria passível de ação de inelegibilidade, como destacou o próprio representante do jurídico, Rivaldo Leal, a condução de Siqueirinha gerou uma confusão extremamente desnecessária, já que, aparentemente, o pactuado era respeitar esse posicionamento, apesar da justificada pressão pela sequência da ação por Israel Rubis e Fernandes Braga.
Claro, registre-se também a fragilidade de posição dos vereadores que foram pela continuidade e, em poucos minutos, votaram pelo arquivamento. Poderiam ter ido à sessão com uma posição firme, sem necessidade de tanto vai e volta. Passaram péssima imagem da Casa pra quem acompanhou a sessão.
Só João Marcos (prosseguimento), Luciano Pacheco, Everaldo Lira e Siqueirinha (arquivamento) nesse item mantiveram uma só posição.
Mas, resumindo, Siqueirinha foi o padrinho da grande confusão na sessão desta noite. Era só seguir o parecer, se era esse seu objetivo…
Nesta quarta-feira (25), parte do teto do setor de refeitório da unidade hospitalar desabou. O pré-candidato a governador Miguel Coelho voltou a lamentar as condições precárias a que estão expostos os pacientes e profissionais do Hospital da Restauração. Nesta quarta (25), parte do teto do setor de refeitório da unidade hospitalar desabou. É mais um […]
Nesta quarta-feira (25), parte do teto do setor de refeitório da unidade hospitalar desabou.
O pré-candidato a governador Miguel Coelho voltou a lamentar as condições precárias a que estão expostos os pacientes e profissionais do Hospital da Restauração. Nesta quarta (25), parte do teto do setor de refeitório da unidade hospitalar desabou.
É mais um incidente que ocorre no Restauração em menos de um mês. Há 20 dias, outra ala do hospital teve parte do teto rompido.
Para o pré-candidato do União Brasil, é necessária uma reforma urgente no Restauração. Miguel diz ainda que o Governo do Estado está demorando a agir, colocando pacientes e trabalhadores do equipamento em risco.
“Parece que estão esperando ocorrer uma grande tragédia para fazer algo concreto. Não tem um mês e o hospital teve um desmoronamento, isso virou notícia nacional. Agora mais um setor que tem o teto desabado. Todo mundo sabe como está aquilo ali há muito tempo. Já passou da hora de uma intervenção, uma reforma geral do hospital é urgente”, defende Miguel Coelho.
Governo Federal quer aprofundar, em 30 dias, o diagnóstico da situação real das obras nas áreas de saúde, educação, mobilidade urbana, saneamento, habitação, esporte e cultura Em reunião no Palácio do Planalto com prefeitas e prefeitos, convidados para o lançamento da plataforma Mãos à Obra, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, materializou […]
Governo Federal quer aprofundar, em 30 dias, o diagnóstico da situação real das obras nas áreas de saúde, educação, mobilidade urbana, saneamento, habitação, esporte e cultura
Em reunião no Palácio do Planalto com prefeitas e prefeitos, convidados para o lançamento da plataforma Mãos à Obra, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, materializou um desejo que é a marca da sua gestão: a volta das relações federativas no Brasil. O encontro ocorreu nesta sexta-feira (10).
“Não é possível imaginar que esse país pode ser governado de Brasília sem levar em conta a realidade dos municípios brasileiros”, justificou Lula. Para ele, o contexto de estados e das cidades precisa sempre estar na prioridade da definição de políticas. “Já fizemos reunião com governadores e estamos agora nesta reunião com vocês”, mencionou.
Para Lula, este é um gesto já feito no passado, mas que precisa voltar a acontecer. “Não é só, daqui, o presidente achar que pode decidir gastar R$ 10 bilhões e fazer uma obra, sem levar em conta a necessidade de ouvir os prefeitos e as prefeitas, para eles dizerem se é possível a gente gastar um pouco do dinheiro na cidade dele”. A orientação, de acordo com o presidente, é que os gestores municipais “possam participar, junto conosco, da execução das políticas que nós precisamos fazer neste país”.
O papel dos gestores de municípios e estados é fundamental para que a atualização de informações sobre as obras abandonadas ou inacabadas seja feita na nova plataforma. A Mãos à Obra reunirá dados sobre a situação real das obras nas áreas de saúde, educação, mobilidade urbana, saneamento, habitação, esporte e cultura. Eles definirão a retomada e a finalização de cada empreendimento.
PRESSA PARA A RETOMADA – Para tanto, foi definido um limite de até 30 dias. “É o prazo adequado para quem tem pressa”, argumentou o ministro da Casa Civil, Rui Costa. “Para quem quer retomar as obras e quer entregar creches, postos de saúde e escolas para a população”, completou. Costa ressaltou que a plataforma permitirá ao Governo Federal entender o quadro real a partir de visão local sobre o empreendimento: “Queremos ouvir de cada prefeita, de cada prefeito, de cada governador, como vocês estão vendo aquela obra, qual a prioridade que cada um está dando àquela obra e qual o status real daquela obra”.
Isso porque há casos, segundo o ministro, em que as obras abandonadas entram em estágio de regressão. Em determinado momento da execução, houve uma medição da evolução e um pagamento efetuado. No entanto, pelo tempo de paralisação, pode ter ocorrido deterioração ou, ainda, roubos de materiais e equipamentos. “O que está no dado oficial dos bancos de dados não é, necessariamente, a situação real da obra”, resumiu.
“Nós não vamos concluir a obra a partir do dado que está registrado. vamos concluir a obra a partir do dado real, do que vocês estão vendo no município. Então é esse dado real que nós queremos ter nessa plataforma”, acrescentou o ministro da Casa Civil. As informações irão subsidiar a elaboração de uma medida provisória do Governo Federal para viabilizar o retorno das obras.
ATUALIZAÇÃO DE VALORES – A MP em processo de construção, de acordo com Costa, vai permitir a atualização dos valores das obras paradas, uma vez que “o valor histórico não viabiliza a conclusão”. “Ao longo dos anos, essas obras não poderiam ter o valor atualizado e muitos prefeitos não possuem esse valor de diferença, entre o que falta para concluir – e por isso essa obra, ao longo de muitos anos, não foi concluída”, detalhou o ministro. Na Mãos à Obra os gestores poderão inserir o orçamento estimado para a conclusão. Os valores apontados serão comparados com as atualizações projetadas pela administração pública federal.
“Portanto, a partir de hoje a plataforma está disponível para que todos possam acessar e gostaríamos que todas as prefeitas e prefeitos ajudassem a divulgar e estimular o preenchimento”, reiterou Costa. “A boa notícia é que o presidente Lula está com muita pressa e quer dar prioridade a quem começar a preencher primeiro”. Os dados serão tratados por lotes: aqueles que forem inseridos primeiro no sistema terão a situação analisada primeiro.
RECURSOS PARA EDUCAÇÃO – Ainda nesta sexta-feira (10), o presidente Lula anunciou a liberação de mais R$ 351,1 milhões para a execução de obras em andamento na área da educação. Em fevereiro, o Governo Federal já havia liberado R$ 253,5 milhões aos municípios. Há 3,5 mil obras com pendências no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), sendo 2,6 mil inacabadas e 918 paralisadas – em especial, creches e escolas, além da construção e cobertura de quadras, em 833 cidades.
Com isto, apenas nos três primeiros meses do ano, foi totalizada a liberação de R$ 604,6 milhões. O total de recursos assegura o pagamento de 84% do total de dívidas existentes em janeiro de 2023. O valor liberado neste ano é praticamente o mesmo que o governo passado liberou (R$ 607,9 milhões) durante todo o ano de 2022.
“Hoje fiquei sabendo que temos R$ 23 bilhões para obras de infraestrutura no Ministério dos Transportes”, mencionou o presidente Lula. “E vocês sabem que nos outros quatro anos foram apenas R$ 20 bilhões – em um ano a gente vai investir mais do que foi investido em quatro anos”, garantiu.
da Folha de Pernambuco Além do corpo do ex-governador Eduardo Campos, também serão velados no Palácio do Campo das Princesas os corpos do assessor de imprensa do socialista, Carlos Percol, e do fotógrafo Alexandre Severo. Ainda não foi definido se o velório será no hall de entrada do Palácio, como é feito comumente, ou na […]
Além do corpo do ex-governador Eduardo Campos, também serão velados no Palácio do Campo das Princesas os corpos do assessor de imprensa do socialista, Carlos Percol, e do fotógrafo Alexandre Severo.
Ainda não foi definido se o velório será no hall de entrada do Palácio, como é feito comumente, ou na área externa. A dúvida se deve ao grande número de pessoas que é esperado para se despedir dos três.
Nesta quinta-feira, timidamente, admiradores do ex-governador Eduardo Campos depositam flores na porta do Palácio das Princesas, que permanece fechado. Os preparativos para os funerais já começaram, apesar de ainda não haver uma data prevista para a chegada dos corpos do ex-governador e dos seus assessores para o velório e sepultamento.
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