Notícias

Grupo Vocabulum abre suas portas para comunidade sertaneja

Por Nill Júnior

Fotos: Ângelo Azuos, especialmente para o blog

Aconteceu ontem a entrega oficial das  duas empresas do Grupo Vocabulum, sediadas em Afogados da Ingazeira com a proposta de inovar conceitos de ensino, consultoria e turismo. Foram entregues a Vocabulum Empreendimentos e a Vocabulum Turismo. A sede fica na Os estabelecimentos estão localizados na Rua Senador Paulo Guerra, 605, Empresarial Dom Francisco, Centro, Afogados da Ingazeira.

A abertura foi bastante prestigiada, com participações de representantes do poder público municipal da região, com destaque para Afogados e Tabira, mais personalidades públicas e nomes do comércio.

O conglomerado irá atuar de forma reativa (nos estabelecimentos) e pró-ativa (em todos os municípios das microrregiões do Pajeú e Moxotó). Com efeito, pretende auxiliar clientes, pessoas físicas em geral e pessoas jurídicas, de natureza privada e/ou publica, na busca contínua do sucesso.

A inauguração contou com a participação de Sandro Vasconcelos, Paula Rizia, Catarina Arthemens Siqueira Carvalho e Rachel Siqueira Carvalho representando o grupo. O vereador Augusto Martins representou o município de Afogados da Ingazeira e Flávio Marques, a cidade de Tabira. Nomes como Dedé Monteiro, Alexandre Brito, Fábio Luiz, Heleno Mariano, Beliato e Joseph Domingos estiveram entre os que prestigiaram o evento.

Nas falas, Sandro, Arthemens e Rachel destacaram o aspecto empreendedor do grupo, com parceria de empresas como a CVC e Bancorbrás além de ter certificação internacional no tocante aos cursos de idiomas. Sandro destacou o portfólio de serviços aliado a uma política de preços atrativa, além de ter foco a partir do Sertão do Pajeú.

Houve ainda o descerramento da placa que dá ao nome do empresarial o nome de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho. “Um exemplo na terra e no plano espiritual pelos exemplos que deixou”, disse Sandro. “Parabéns à Vocabulum por se inspirar no exemplo do Profeta do Sertão”, destacou Augusto.

A Vocabulum Empreendimentos vai trabalhar com os idiomas de Inglês e Espanhol, com salas temáticas e climatizadas, turmas limitadas a 10 (dez) alunos, professores capacitados com vivência no exterior, material didático com padrão de excelência, preparação para Certificações Internacionais e Assessoria para Intercâmbio.

Ainda vai focar em cursinhos de Direito para Concursos Públicos, Assessoria profissional, Consultorias gerais e específicas e oferta de pacotes turísticos, em parceria com a CVC e a Bancorbrás, evidenciando preços competitivos e diferenciais mercadológicos, com ampla oferta de viagens nacionais e internacionais.

Outras Notícias

CDL Afogados abre inscrições para cursos da Semana do Atendimento

Já estão abertas as inscrições para os cursos da Semana do Atendimento, que tem como objetivo principal a fidelização dos seus clientes através de um bom atendimento, de modo a maximizar o retorno das vendas e os resultados do seu negócio. Ocorrerá no período de 5 à 8 de junho, das 19h às 22h, no […]

Já estão abertas as inscrições para os cursos da Semana do Atendimento, que tem como objetivo principal a fidelização dos seus clientes através de um bom atendimento, de modo a maximizar o retorno das vendas e os resultados do seu negócio.

Ocorrerá no período de 5 à 8 de junho, das 19h às 22h, no auditório do IFPE. Os ministrantes serão Roberto Montanha e Julio Pascoal.

Superação, conquista de sonhos, pró-atividade, importância dos valores são alguns dos conceitos trabalhados na palestra motivacional “Os Segredos Mágicos do Sucesso”, de Roberto Montanha e do Mágico Crispim.

Júlio Pascoal apresentará sua palestra show sobre a importância da Comunicação de Alto Impacto, com muitas técnicas de Programação Neurolinguística atrelada a elementos de dança de salão. Ele provoca os participantes a apresentarem a mensagem desejada de forma diferenciada, clara, sólida e criativa, e facilitando o entendimento e fixação do público-alvo. Bloqueios, medo de falar em público, autoconhecimento e empoderamento estarão na pauta.

Para mais informações, entrar em contato com a CDL pelos telefones: (87) 9.9944-1396 ou (87) 3838-2300.

Câmara aprova projeto que permite terceirização irrestrita

G1 A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) por 231 votos a favor, 188 contra e 8 abstenções o texto-base do projeto de lei que autoriza o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer tipo de atividade. Os principais pontos do projeto são os seguintes: A terceirização poderá ser aplicada a qualquer atividade da […]

G1

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) por 231 votos a favor, 188 contra e 8 abstenções o texto-base do projeto de lei que autoriza o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer tipo de atividade.

Os principais pontos do projeto são os seguintes:

  • A terceirização poderá ser aplicada a qualquer atividade da empresa. Por exemplo: uma escola poderá terceirizar faxineiros (atividade-meio) e professores (atividade-fim).
  • A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir os trabalhadores.
  • A empresa contratante deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores terceirizados.
  • O tempo de duração do trabalho temporário passa de até três meses para até 180 dias, consecutivos ou não.
  • Após o término do contrato, o trabalhador temporário só poderá prestar novamente o mesmo tipo de serviço à empresa após esperar três meses.

A oposição apresentou seis destaques (proposições para modificar pontos do texto), todos rejeitados. Com isso, o projeto seguirá para sanção presidencial.

Dentre os 188 votos contrários à proposta, muitos foram de deputados governistas. Em sete dos principais partidos da base aliada, por exemplo, houve 56 votos contrários. Na bancada do PSDB, 11 votaram contra. No PMDB, partido do presidente Michel Temer, foram 10, além de 7 do DEM, 7 do PP, 10 do PR, 5 do PPS e 6 do PSD, todas legendas da base aliada do governo (veja como votou cada deputado).

Enviada ao Congresso pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1998, a proposta já havia sido aprovada pela Câmara e, ao passar pelo Senado, sofreu alterações. De volta à Câmara, o texto aguardava desde 2002 pela análise final dos deputados.

Em 2015, a Câmara aprovou um outro projeto, com o mesmo teor, durante a gestão do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O texto foi enviado para análise do Senado, mas ainda não foi votado.

Atualmente, não há legislação específica para regular a terceirização. O entendimento da Justiça do Trabalho é que a prática só é possível em atividades secundárias das empresas, também chamadas de atividades-meio. Atualmente, não são terceirizados trabalhadores das atividades-fim (as atividades principais das empresas).

Embora o texto não use diretamente esses conceitos, se a lei for sancionada por Temer, haverá permissão para terceirização de qualquer atividade.

Dessa forma, uma escola, por exemplo, poderá contratar de forma terceirizada tanto faxineiros e porteiros (atividades-meio) quanto professores (atividade-fim).

O projeto aprovado pela Câmara não prevê vínculo de emprego entre a empresa contratante dos serviços e os trabalhadores terceirizados. Mas o texto estabelece que a “empresa-mãe”, que contrata a terceirizada, responda de forma subsidiária se o trabalhador não conseguir cobrar direitos devidos pela empresa que o contratou.

A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir seus trabalhadores, que prestarão serviços a terceiros. Será permitido ainda que a terceirizada subcontrate outras empresas.

A contratante, por sua vez, deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores em suas dependências.

O projeto também ampliou o prazo de duração do contrato de trabalho temporário dos atuais três meses para seis meses, prorrogáveis por mais três meses.

Pelo texto aprovado, após o término do contrato, o trabalhador só poderá prestar novamente esse tipo de serviço à mesma empresa após esperar um prazo de três meses.

Ameaça a Temer é o plano B de Cunha para escapar de cassação

Uol Aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já têm a receita para pressionar o vice-presidente Michel Temer a cumprir compromissos firmados para a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eles pretendem manter a ameaça de apoiar a abertura de um pedido de afastamento contra o vice. O principal objetivo dos aliados de […]

ectemer

Uol

Aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já têm a receita para pressionar o vice-presidente Michel Temer a cumprir compromissos firmados para a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eles pretendem manter a ameaça de apoiar a abertura de um pedido de afastamento contra o vice.

O principal objetivo dos aliados de Cunha é evitar a cassação do mandato dele. Para isso, contam com a ajuda do vice. Exigem que Temer não faça qualquer tipo de interferência no processo que tramita no Conselho de Ética. Esperam, sobretudo, que ele não dê nenhuma declaração desfavorável ao presidente da Câmara.

Segundo aliados de Cunha, sempre que Temer for questionado sobre o assunto, deverá dar uma resposta padrão: “Trata-se de um assunto interno da Câmara”. Por ora, não há atritos entre Cunha e Temer. Muito pelo contrário. Os dois se falam por telefone diariamente e, pelo menos uma vez por semana, almoçam ou jantam juntos.

O presidente da Câmara ainda não tem nenhuma queixa contra o correligionário. E confia no vice. No entanto, conforme O Estado de S. Paulo apurou, aliados de Cunha recomendaram que ele tivesse “uma carta na manga” para pressionar Temer caso seja necessário. Um dos defensores da ideia é o deputado Paulinho da Força (SD-SP).

A ideia surgiu há duas semanas, mais especificamente quando Cunha discutiu com seus aliados a necessidade de pressionar do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) a reverter a obrigatoriedade de instalação de uma comissão especial para o impeachment de Temer.

A decisão liminar (provisória) foi concedida pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello. No dia 5 de abril, ele aceitou um mandado de segurança apresentado pelo advogado Mariel Marley Marra, de Minas Gerais, que questionara o arquivamento do pedido de impeachment contra Michel Temer.

Em dezembro passado, Cunha havia arquivado o pedido de afastamento contra o vice. Temer é acusado de ter assinado, como presidente em exercício, decretos suplementares ao Orçamento – um dos motivos que justificaram a acusação de crime de responsabilidade contra Dilma Rousseff.

Ao analisar o caso, o presidente da Câmara concluiu que os decretos de Temer foram assinados antes da revisão da meta de julho de 2015 e os de Dilma, depois. Por esse motivo, ele concluiu que a presidente teria cometido crime de responsabilidade e o vice, não.

Para Marco Aurélio, o presidente da Câmara não deveria ter se manifestado sobre o mérito do caso, apenas sobre seus aspectos formais, por isso determinou que Cunha instalasse a comissão para analisar o impeachment. A decisão do ministro do STF deixou Cunha enfurecido. Imediatamente, ele resolveu recorrer à Suprema Corte. Contudo, nas últimas semanas, não insistiu no caso, depois que foi alertado por aliados que um pedido de impeachment contra Temer poderia ser usado para pressionar o vice.

Cunha e Temer atuaram juntos nas estratégias de aprovar o impeachment de Dilma. O presidente da Câmara cuidou da formação da cúpula da comissão especial até a conquista dos apoios dos partidos na reta final da votação em plenário. Ao lado de Cunha, teve atuação expressiva o deputado André Moura (PSC-SE).

Já pelo lado de Temer, a missão ficou com o ex-ministro Eliseu Padilha, um de seus aliados mais próximos. No dia da votação do impeachment, os dois visitaram as lideranças dos partidos juntos numa demonstração clara de parceria.

A Frente Popular e a Pernambuco Vai Mais Longe ainda não pagaram multas ao TRE-PE

Passadas as eleições, as duas coligações partidárias com maior representatividade no Estado não pagaram nenhuma das multas aplicadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A Frente Popular, liderada pelo governador eleito Paulo Câmara (PSB), e a Pernambuco Vai Mais Longe, do senador Armando Monteiro Neto (PTB), juntas, devem R$ 80 mil à Justiça Eleitoral. […]

LEB2334367D684988A682348F9E9F60DF

Passadas as eleições, as duas coligações partidárias com maior representatividade no Estado não pagaram nenhuma das multas aplicadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A Frente Popular, liderada pelo governador eleito Paulo Câmara (PSB), e a Pernambuco Vai Mais Longe, do senador Armando Monteiro Neto (PTB), juntas, devem R$ 80 mil à Justiça Eleitoral.

De acordo com um levantamento feito pela Secretaria Judiciária do TRE-PE, do total de processos em que houve aplicação de multa, com decisão já transitada em julgado, a coligação Pernambuco Vai Mais Longe foi condenada em doze ações, que resultaram na aplicação de multa no valor de R$ 45 mil. Por outro lado, a Frente Popular foi condenação em seis processos, somando R$ 30,5 mil em multas. Até ontem, ambas as coligações não haviam pago nenhuma multa.

O pagamento é efetuado através de uma guia de recolhimento da União e a receita é destinada ao Fundo Partidário. Segundo o analista da secretaria judiciária Cícero Barreto, o prazo para efetuar o pagamento das multas é de até 30 dias a contar do trânsito em julgado. Caso a dívida não seja quitada, a cobrança será feita mediante execução fiscal.

“Primeiro a multa é inscrita em um livro próprio da secretaria judiciária e em seguida se lavra um termo para a Procuradoria da Fazenda Nacional”, explicou. A cobrança do débito caberá ao órgão, que irá propor uma ação para a execução em juízo dos débitos inscritos em dívida ativa.

Segundo o advogado Walber Agra pretende recorrer ao TSE através de uma ação especial denominada querela nullitatis.“Nós vamos recorrer de todas as multas consideradas desproporcionais”, afirmou. Por outro lado, o advogado Bruno Brennand, do PSB, afirmou que não cabe mais discutir o valor, mas apenas solicitar o parcelamento da multa. “Vamos definir internamente de quem é a responsabilidade de cada multa”, disse.

Só pesquisas não cravam vitória de Lula no primeiro turno

A euforia de lulistas com uma vitória do petista no primeiro turno aumentou depois da pesquisa Ipec. Mas não será surpresa se a abstenção,  principalmente em regiões como o Nordeste, prejudicar e atrapalhar seus planos. O jornalista Marlos Ápyus lembrou em sua rede social: nas duas vezes em que venceu em primeiro turno, FHC surgiu […]

A euforia de lulistas com uma vitória do petista no primeiro turno aumentou depois da pesquisa Ipec.

Mas não será surpresa se a abstenção,  principalmente em regiões como o Nordeste, prejudicar e atrapalhar seus planos.

O jornalista Marlos Ápyus lembrou em sua rede social: nas duas vezes em que venceu em primeiro turno, FHC surgiu em pesquisas da véspera com 59,3% e 55,1%. Mas venceria com 54,2% e 53,1%. Lula já chegou a pintar com 53,3% (2006) e ainda assim houve segundo turno.

“O padrão me parece vir do candidato do Nordeste, região com uma natural dificuldade para deslocamento e maior abstenção. “Nos anos 1990, era FHC. De 2002 em diante, Lula. Na urna, este candidato sempre surge menor do que na pesquisa”, diz.

O padrão só foi quebrado em 2018, quando dois candidatos de ‘primeira viagem’ crescem da véspera para a urna. Não é o caso de 2022.

“Por ora, o que podemos afirmar é que nenhum candidato que surgiu na véspera com menos de 55% dos votos válidos venceu em primeiro turno. Contudo, a perda média tem sido de 3,3 pontos, sendo a maior a de 5,1 pontos de FHC em 1994, e a menor a 1,6 ponto de Lula em 2002”, afirmou.

Por isso aposto que Lula precisa ter 54% dos votos válidos no Datafolha de sábado para entrar o domingo certo de que vence em primeiro turno, diz ele.