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Governo zera dívida do Minha Casa, Minha Vida para quem recebe Bolsa Família ou BPC

Por André Luis

Portaria publicada nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial da União regulamenta isenções e quitações para contratos vigentes

O Governo Federal publicou, nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União, a Portaria MCID nº 1.248, que incorpora uma série de novidades do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), previstas nas leis nº 11.977, de 2009, e 14.620, de 2023. As medidas beneficiarão milhares de famílias por todo o país.

Entre as novas regras, destaque para a dispensa de participação financeira das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família e das que tenham membro contemplado com o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Sendo assim, nas modalidades subsidiadas do MCMV (FAR, FDS e Rural), os beneficiários do Bolsa Família e do BPC serão isentos do pagamento das prestações.

A Portaria também reduz o número de prestações para quitação do contrato de 120 para 60 meses, no caso das unidades contratadas pelo Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU), e reduz a contrapartida de 4% para 1% para aquelas do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR).

Outros benefícios, concedidos para os novos contratos a serem assinados nos termos da Lei nº 11.977, de 2009, são a redução dos valores das prestações a serem pagas e a readequação dos limites de renda para fins de enquadramento dos beneficiários. As medidas, além de igualar as condições de pagamento às operações a serem contratadas pelo novo MCMV, favorecendo as famílias, refletem a adequação das contratações à realidade brasileira de 2023.

Destaque ainda, para o estabelecimento de condições mais vantajosas para que os Municípios, que tenham interesse, possam quitar os contratos em nome dos beneficiários, como, por exemplo, em casos de desastres naturais.

Compõe também os objetivos a serem alcançados com a publicação do ato normativo a revisão e atualização de regramentos e procedimentos contratuais para concessão de subvenção e quitação do contrato, de forma a garantir o aprimoramento do fluxo operacional do Programa.

Em síntese, as ações propostas pela Portaria têm o intuito de viabilizar o cumprimento dos objetivos do Programa Minha Casa, Minha Vida, seja a conclusão de investimentos iniciados e cumprimento de compromissos pregressos, mas, principalmente, o acesso a moradia digna para as famílias que mais precisam.

Minha Casa, Minha Vida

A Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009, instituiu o PMCMV que teve por finalidade criar mecanismos de incentivo à produção e a aquisição de novas unidades habitacionais ou requalificação de imóveis urbanos e produção ou reforma de habitações rurais, sobretudo para população de baixa renda, através dos subprogramas: I – o Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU); II – o Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR).

O Programa foi reestabelecido pela Lei nº 14.620, de 2023, que reitera o objetivo da primeira edição, a ampliação da oferta de moradias para atender às necessidades habitacionais, sobretudo da população de baixa renda, além de inserir a promoção da melhoria de moradias existentes para reparar as inadequações habitacionais.

A atualização do MCMV pela Lei nº 14.620, de 2023, entre outras alterações, instituiu novas regras e limites de renda para o enquadramento de famílias, como instituiu novos limites de subvenção econômica para os beneficiários, ajustando valores máximos para adequação das modalidades de provisão habitacional do Programa ao cenário econômico de 2023.

A nova Lei determinou ainda, como prioridade, a conclusão de investimentos iniciados e cumprimento de compromissos pregressos, o que resultou na necessidade de edição de atos normativos infralegais para regulamentar as operações contratadas pela Lei nº 11.977, de 2009, entre elas a Portaria MCID nº 1.248, de 26 de setembro de 2023.

Outras Notícias

Chapa que tem presidente do PSD como candidato a vice não conta com apoio do partido nos quatro maiores colégios eleitorais do país

Do G1 Mesmo com a entrada de Gilberto Kassab, presidente do Partido Social Democrático (PSD), como candidato a vice na chapa encabeçada por Ronaldo Caiado à Presidência, o partido não estará no palanque do ex-governador de Goiás em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro e na Bahia, os quatro maiores colégios eleitorais do país. […]

Do G1

Mesmo com a entrada de Gilberto Kassab, presidente do Partido Social Democrático (PSD), como candidato a vice na chapa encabeçada por Ronaldo Caiado à Presidência, o partido não estará no palanque do ex-governador de Goiás em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro e na Bahia, os quatro maiores colégios eleitorais do país.

Anunciada nesta quarta-feira (1º) em Brasília, a entrada de Kassab como vice busca engajar o PSD, partido com mais prefeitos e vereadores, na candidatura de Caiado.

A ofensiva, no entanto, esbarra em acordos locais para apoiar o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL), e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país com 31,2 milhões de votantes, o PSD tem um acordo para apoiar a reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos), de quem Kassab foi secretário e que já declarou apoio a Flávio Bolsonaro.

Após o anúncio da chapa com Caiado em Brasília, Kassab rechaçou a possibilidade de atrair Tarcísio para o palanque do PSD.

“Eu vou dar o exemplo de São Paulo. São Paulo, vocês sabem disso, nós já fizemos 30 visitas. Em todas as visitas, a cédula do PSD será Ronaldo Caiado presidente, Tarcísio governador. E o Ronaldo Caiado presidente não é o candidato do Tarcísio”, disse Kassab. “Não acredito [que ele mude de palanque]. O Tarcísio tem deixado claro que ele estará ao lado do presidente Bolsonaro, do seu candidato [Flávio]. E nós vamos estar com o Tarcísio”, acrescentou.

Já em Minas Gerais, que conta com 16,7 milhões de eleitores, o PSD tem o atual governador Mateus Simões candidato à reeleição. Apesar de correligionário de Caiado e Kassab, Simões apoia o nome de Romeu Zema (Novo), de quem foi vice antes de assumir o Executivo mineiro.

Nos bastidores, chegou a ser cogitada uma aliança de Caiado e Zema para que o ex-governador de Minas ocupasse a vice de Caiado, mas a articulação não avançou.

Kassab reconheceu a boa relação com Zema, mas defendeu a chapa “puro sangue” do partido, mesmo sem o apoio de Simões em Minas. “A gente não buscou nenhuma aliança. Com o Zema, desde o primeiro momento a nossa relação é muito correta, tanto é que o candidato dele a governador está no PSD. Mas desde o primeiro momento ele deixou claro para nós, e o presidente do Novo também, que a candidatura dele ia até o final por conta da cláusula de desempenho”, declarou Kassab.

No Rio de Janeiro, que conta com 13,5 milhões de eleitores, o PSD tem o ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, como candidato ao governo no estado. Assim como fez em 2022, Paes dará palanque ao presidente Lula no Rio e não a Caiado, candidato do partido.

Segundo Kassab, mesmo com o compromisso de Paes com Lula, Caiado apoiará o candidato do partido no Rio de Janeiro.“O Eduardo está fazendo a campanha dele, tem relação com outras candidaturas e tem a nossa compreensão. Nós estamos montando a campanha do Caiado com muita sensibilidade para saber como ficam esses projetos locais”.

“No Rio de Janeiro, por exemplo, nós já estamos com uma campanha muito bem organizada, já tivemos algumas visitas, ontem eu passei o dia no Rio de Janeiro. O Caiado já foi duas vezes e voltará na semana que vem. E o Eduardo Paes tem a nossa torcida e o nosso entusiasmo para se eleger. No comitê do Ronaldo Caiado vai estar lá o nome de Eduardo Paes candidato a governador”, afirmou Kassab.

Já na Bahia, quarto maior colégio eleitoral com 11,8 milhões de votantes, o PSD está 100% coligado com o PT.

Além de apoiar Lula, a sigla está junto da chapa puro sangue petista que tem Jerônimo Rodrigues candidato a reeleição, com Rui Costa e Jaques Wagner concorrendo ao senado.

Apesar do acordo local com Lula costurado pelo senador Otto Alencar (BA), que comanda a legenda no estado, o líder do PSD na Câmara dos Deputados, Antônio Brito (BA), compareceu ao evento em que Kassab foi anunciado como vice de Caiado.

Governo recua e pagamento do IPVA é adiado para fevereiro

O pagamento da cota única e da primeira parcela do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) será adiado de janeiro para fevereiro de 2017. A decisão foi tomada hoje (08.12) pelo governador Paulo Câmara, em reunião com o secretário da Fazenda, Marcelo Barros. Foi mantido o pagamento da parcela única com o desconto ampliado […]

04-11-2014-fotos-para-materia-ipvaO pagamento da cota única e da primeira parcela do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) será adiado de janeiro para fevereiro de 2017. A decisão foi tomada hoje (08.12) pelo governador Paulo Câmara, em reunião com o secretário da Fazenda, Marcelo Barros.

Foi mantido o pagamento da parcela única com o desconto ampliado de 5% para 7%. “A decisão foi tomada com o objetivo de permitir que o contribuinte possa planejar melhor seus pagamentos no início do ano e reconhecendo o curto prazo existente do anúncio até o pagamento em janeiro. E o desconto maior para a parcela única foi mantido”, disse o governador Paulo Câmara.

O governador Paulo Câmara lembrou que 50% dos recursos obtidos com o IPVA são repassados para os municípios. “Foi uma forma que encontramos de também ajudar os municípios pernambucanos, neste início de 2017. A crise econômica nacional tem levado muitas prefeituras a suspenderem, por exemplo, serviços de saúde, o trabalho de combate às arboviroses. A antecipação desse dinheiro chegará num momento importante”, argumentou Paulo.

O que também sofreu uma redução foi o valor do próprio IPVA em 2017: dados da Fundação Instituto de Pesquisas Aplicáveis (FIPE), mostram que o valor venal dos veículos caiu 3,8% em 2016 em comparação com 2015.  No caso dos automóveis, a redução foi de 4,5%. Já para caminhões, o preço diminuiu, em média, 6,3%.  O valor do IPVA ficará menor porque ele tem como base os preços divulgados na Tabela FIPE.

Nomes da Fetape, CUT e MST vem dar apoio a Luciano Duque

A campanha de Luciano Duque realizou ato no Assentamento Virgulino, em Serrinha. No encontro com produtores rurais da região, o prefeito Luciano Duque candidato a prefeito pela coligação “O Trabalho vai Continuar” recebeu o apoio da CUT, MST e FETAPE. Cícera Nunes, diretora de Finanças da FETAPE defendeu o nome Luciano. “Luciano fez a maior […]

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A campanha de Luciano Duque realizou ato no Assentamento Virgulino, em Serrinha. No encontro com produtores rurais da região, o prefeito Luciano Duque candidato a prefeito pela coligação “O Trabalho vai Continuar” recebeu o apoio da CUT, MST e FETAPE.

Cícera Nunes, diretora de Finanças da FETAPE defendeu o nome Luciano. “Luciano fez a maior gestão democrática de Pernambuco escolhendo o lado do povo, gerindo o município sem olhar a aquém”.

Doriel Barros, presidente da Fetape lembrou Manoel Santos. “Ele ajudou a eleger com grande votação Manoel Santos”. Doriel ainda criticou o impeachment de Dilma. “Tiraram Dilma sem ter cometido nenhum crime de responsabilidade”.

Presidente da Central Única dos Trabalhadores, Carlos Veras ressaltou que Luciano “sempre se colocou em defesa dos que mais precisam” e “votar em Luciano é necessário para manter viva a história e o compromisso de Manoel e Pedro Eugênio”, frisou Veras.

Líder do MST Jaime Amorim começou a fala alertando: “É bom que agente não esqueça, que estamos vivendo em período de golpe”, disse e acrescentou: “Linguagem que o golpista ouve é a voz da rua. Votar contra o golpe é votar em Luciano. Não podemos perder o que já foi conquistado”, destacou.

Luciano Duque ainda se reuniu com agricultores do Assentamento Ivan Solto, Xique- Xique e Paus Brancos. Em Santa Rita, Luciano Duque e Márcio Oliveira foram recebidos por uma multidão vermelha, onde participaram de caminhada e bate-papo.

Raquel Lyra representa PE no primeiro dia da Brazil Conference 2024 em Harvard

Evento é organizado pela comunidade de estudantes brasileiros da universidade americana O primeiro dia de programações da 10° edição da Brazil Conference, neste sábado (6), conta com a participação da governadora Raquel Lyra. O evento acontece na Universidade de Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), na cidade de Boston, nos Estados Unidos. […]

Evento é organizado pela comunidade de estudantes brasileiros da universidade americana

O primeiro dia de programações da 10° edição da Brazil Conference, neste sábado (6), conta com a participação da governadora Raquel Lyra. O evento acontece na Universidade de Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), na cidade de Boston, nos Estados Unidos. Neste primeiro dia, a gestora se reúne com estudantes brasileiros das entidades americanas das áreas de administração pública, direito, economia, negócios e saúde.

“É um privilégio poder participar da Brazil Conference, um evento que reúne a comunidade brasileira de Harvard. Esta é uma oportunidade para debater temas de importância social, cultural e econômica para nosso estado e todo o Brasil. Temos dois dias de programação pela frente e, sem dúvida, será uma experiência em que podemos apresentar os avanços do nosso governo e debater temas importantes para Pernambuco e para o Brasil”, destaca Raquel Lyra.

Neste domingo (7), a gestora irá apresentar o painel “As inovações e os Desafios na Gestão de Pernambuco”. Realizado anualmente, o evento é organizado por estudantes da Universidade de Harvard que reúne personalidades brasileiras de diferentes áreas para abordar temas como política, economia, cultura e tecnologia. Este ano, a edição tem como tema “O Encontro dos Vários Brasis”. O evento pode ser acompanhado através do site: youtube.com/@BrazilConference. 

Acompanham a governadora na agenda os secretários Rodolfo Costa Pinto (Comunicação), Fernando Holanda (Assessoria Especial) e Daniella Brito (executiva de Imprensa).