Governo do Estado quer Guarda Municipal auxiliando no Combate a Violência
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Embora “segurança pública” seja responsabilidade dos governadores, Paulo Câmara convocou todos os prefeitos da área metropolitana para auxiliá-lo no combate à bandidagem.
Quase todos os municípios da RMR criaram Secretaria de Segurança e podem auxiliar o Governo do Estado comprando câmeras de monitoramento, melhorando a iluminação pública e aparelhando suas guardas municipais.
Em Tabira, o comando da Guarda Municipal informa à imprensa que o MP não deseja que a corporação auxilie a PM no combate à violência da cidade. Já que Perguntar não ofende, em Tabira o MP estaria na contra mão do combate a violência?
Em parceria com o Instituto Múltipla, o blog divulga ao meio-dia desta quinta-feira (10), a primeira pesquisa de avaliação da gestão Wamberg Gomes em Carnaíba. Foram 250 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Carnaíba. A distribuição respeita a proporção censitária, com 91% aplicados na área urbana […]
Em parceria com o Instituto Múltipla, o blog divulga ao meio-dia desta quinta-feira (10), a primeira pesquisa de avaliação da gestão Wamberg Gomes em Carnaíba.
Foram 250 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Carnaíba. A distribuição respeita a proporção censitária, com 91% aplicados na área urbana e 9% na zona rural.
O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,3%. Os dados foram coletados nos dia 5 e 6 de abril.
Em suma, o Múltipla pergunta se a população aprova ou desaprova o governo e classifica a gestão de acordo em boa, ótima, regular, ruim ou péssima.
Eduardo Militão/Uol O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comparou hoje seu filho e senador, Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), ao jogador de futebol Neymar. A fala do mandatário foi dada ao comentar as suspeitas de que o primogênito cometeu lavagem de dinheiro e ficou com parte dos salários de funcionários no Legislativo fluminense quando era deputado estadual. Bolsonaro evitou […]
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comparou hoje seu filho e senador, Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), ao jogador de futebol Neymar. A fala do mandatário foi dada ao comentar as suspeitas de que o primogênito cometeu lavagem de dinheiro e ficou com parte dos salários de funcionários no Legislativo fluminense quando era deputado estadual.
Bolsonaro evitou responder se considerava o filho inocente. “Eu não sou juiz, eu não sou juiz. Não tem problema comigo”. A seguir, disse que outros parlamentares da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) tinham problema de movimentação atípica. “Se alguém desviar um real, é culpado.”
As declarações foram dadas em uma entrevista tensa na frente do Palácio da Alvorada na manhã desta sexta-feira, quando cerca de 20 apoiadores do governo interrompiam perguntas ao presidente para elogiá-lo e para atacar os repórteres. O próprio político questionou a sexualidade de um jornalista e, mais de uma vez, ordenou que outros colegas dele ficassem em silêncio.
Flávio é suspeito de desviar e lavar dinheiro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), num esquema de “rachadinha” de salários de assessores com ajuda do ex-policial Fabrício Queiroz, amigo do presidente.
Parte dos recursos foi lavada com uma loja de cafés especiais e chocolates do senador num shopping do Rio, aponta o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro). Flávio nega todas as acusações.
Segundo o MP, Flávio recebeu mais lucro na cafeteria do que seu sócio -ambos têm 50% das cotas na empresa. Os promotores entendem que isso mostra que o sócio é “laranja” no negócio. O próprio juiz da 27ª Vara Criminal do Rio, Flávio Itabaiana Nicolau, afirmou que isso não é “usual” e foge à “noção de razoabilidade”.
Bolsonaro disse hoje que é normal Flávio receber mais porque leva mais clientes à loja. “Quem leva mais cliente?”, perguntou o presidente.
O presidente também comentou o fato de Queiroz ter depositado R$ 24 mil na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente voltou a dizer que o dinheiro era para ele, que se tratava da devolução de um empréstimo de R$ 40 mil, mas que ele não tem nenhuma prova da operação – como recibos, contratos ou declaração à Receita Federal.
“Eu é que emprestei. Eu conheço o Queiroz desde 85. Se ele, se ele cometeu algum deslize, ele que responda. Não sou eu.”
Na sequência, um repórter perguntou: “E se o seu filho tiver cometido algum deslize, presidente?”. Ao responder, Bolsonaro questionou a sexualidade do profissional de imprensa: “Você tem uma cara de homossexual terrível, mas nem por isso eu te acuso de ser homossexual.”
Em outro momento, o presidente chegou a gritar e a ofender um repórter ao responder se ele tinha comprovante do alegado empréstimo feito a Queiroz. “Ô, rapaz, pergunta para a tua mãe o comprovante que ela deu pro teu pai, tá certo?”
O público vibrou e gritou com a resposta de Bolsonaro. O presidente continuou, desta vez com um grito: “Você tem nota fiscal desse relógio que está contigo no teu braço? Não tem!”. E disse na sequência: “Não tem. Você tem nota fiscal do teu sapato? Não tem, porra”.
Na entrevista, Bolsonaro criticou os promotores, o juiz que autorizou a operação desta semana contra Flávio, a imprensa e reclamou que houve vazamento de um processo em segredo de Justiça.
“Olha só, uma pergunta a vocês. O processo é segredo de Justiça ou não é? Respondam? Respondam, porra”.
Na entrevista, Bolsonaro também atacou o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC). “Você já viu o MP do Estado do Rio de Janeiro investigar qualquer pessoa, qualquer corrupção, qualquer deslize, qualquer agente público do Estado? E olha que o Estado mais corrupto do Brasil é o Rio de Janeiro”, disse.
“Vocês já perguntaram para o governador Witzel por que a filha do juiz Itabaiana está empregada com ele?”, acrescentou.
O juiz Flávio Itabaiana foi o responsável por autorizar buscas e apreensão e quebras de sigilo bancário, fiscal e de dados telefônicos de uma série de envolvidos com o caso envolvendo o filho do presidente.
Pedido consta de ADPF protocolada na noite dessa sexta-feira; objetivo é impedir legitimação de atos atentatórios à democracia Em ação protocolada na noite dessa sexta-feira (25), a Procuradoria-Geral da República (PGR) requereu que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare inconstitucional a Lei 13.530/2023, do Município de Porto Alegre (RS). A norma instituiu o Dia Municipal […]
Pedido consta de ADPF protocolada na noite dessa sexta-feira; objetivo é impedir legitimação de atos atentatórios à democracia
Em ação protocolada na noite dessa sexta-feira (25), a Procuradoria-Geral da República (PGR) requereu que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare inconstitucional a Lei 13.530/2023, do Município de Porto Alegre (RS). A norma instituiu o Dia Municipal do Patriota a ser comemorado em 8 de janeiro.
O pedido consta de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), apresentada pelo coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos (GCAA), Carlos Frederico Santos, que inclui solicitação de medida cautelar para a suspensão imediata da lei municipal. A PGR pediu que a ação seja distribuída ao ministro Alexandre de Moraes, considerando a conexão do tema como o tratado no Inquérito 4.879.
Na petição, Carlos Frederico Santos detalha o processo que envolveu a apresentação do projeto de lei, a sua tramitação e a sanção. Ele explica que, inicialmente, em 2 de junho, foi editada a Lei 13.496 com o propósito de designar o dia 8 de janeiro como Dia em Defesa da Democracia estipulando que o município usasse a data para divulgar mensagens de conscientização sobre a importância da preservação da democracia, do Estado Democrático de Direito e das instituições democráticas (art. 2º). No entanto, pouco mais de um mês depois, em 7 de julho, foi promulgada a Lei 13.530, que, “em lugar de defender e proteger, dirige-se a estimular e a promover o ataque e a afronta ao regime democrático estatuído nos arts. 1º, 23, I, e 34, VII, “a”, da Constituição Federal”.
A ADPF sustenta que a norma municipal contraria o Estado Democrático de Direito expresso nos artigos 1º, 23, I, e 34, VII, “a”, da Constituição Federal, além de ferir os princípios republicano e da moralidade.
“É inadmissível a elaboração de leis imorais e antirrepublicanas, cujo propósito seja exaltar e comemorar a prática de atos contrários ao Estado Democrático de Direito. Tais atos, em lugar de serem estimulados, exaltados e promovidos, importam ser devidamente sancionados e punidos com os rigores da lei pelas autoridades competentes”, pontua um dos trechos da ação, que detalha o processo histórico que levou o país a estabelecer a atual legislação em defesa de princípios democráticos e republicanos.
Para Carlos Frederico, não há dúvidas de que a norma apresentada pelo ex-vereador Alexandre Bobadra e aprovada pela Câmara Municipal de Porto Alegre destina-se à comemoração dos atos criminosos ocorridos no dia 8 de janeiro. Naquela data, em Brasília, centenas de pessoas invadiram e destruíram bens nos prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal. Conforme pontua, o texto do projeto de lei, incluindo a parte da “exposição de motivos” não se dirige a promover e a disseminar os valores democráticos e republicanos previstos na Constituição Federal.
Na petição, o subprocurador expõe fundamentos que justificam a apresentação de ADPF no caso da norma municipal, como o fato de o dispositivo ferir preceito fundamental. Nesse caso, foi apontada violação aos princípios republicano, democrático e da moralidade. Além disso, é mencionada a inexistência de outros meios capazes de sanar a lesividade da norma de forma ampla, geral e imediata.
O texto apresenta ainda os fundamentos jurídicos para a distribuição por dependência. De acordo com Carlos Frederico, a medida atende ao Código de Processo Civil (art 2286, III) e tem a finalidade de impedir julgamentos díspares sobre a constitucionalidade de lei ou ato normativo. O subprocurador reitera que o tema da ADPF tem correlação com inquérito em trâmite no STF, sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, no qual são investigados os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
Pedidos – Além do pedido de liminar para a suspensão imediata da norma, Carlos Frederico Santos requer que sejam solicitadas manifestações do prefeito e do presidente da Câmara de Porto Alegre e da Advocacia-Geral da União.
No mérito, o pedido da PGR é para que seja reconhecida a inconstitucionalidade de atos do poder público que, de qualquer forma, promovam, estimulem ou incentivem a comemoração dos atos antidemocráticos ocorridos no dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
Discussão aconteceu após contribuinte cobrar fiscalização do vereador por não atendimento de médico a seu sogro de 99 anos. Por André Luis Um morador de Santa Terezinha, fez um vídeo onde faz um relato indignado de uma situação vivida por ele e familiares. Veja vídeo acima. Segundo ele, o sogro, que completará 100 anos […]
Discussão aconteceu após contribuinte cobrar fiscalização do vereador por não atendimento de médico a seu sogro de 99 anos.
Por André Luis
Um morador de Santa Terezinha, fez um vídeo onde faz um relato indignado de uma situação vivida por ele e familiares. Veja vídeo acima.
Segundo ele, o sogro, que completará 100 anos no próximo mês de julho. Está sofrendo com um furúnculo nas nádegas e bolhas nas mãos. O senhor de idade avançada não consegue mais andar e tem que ser carregado nos braços toda vez que precisa se deslocar entre os cômodos da casa.
O rapaz relata no vídeo que procurou a Unidade Mista de Saúde de Santa Terezinha, para pedir que o médico atendesse o sogro em casa, visto que pela idade avançada, é recomendado que não se tire de casa pessoas acima de 60 anos por conta da pandemia do novo coronavírus.
“O médico disse que não poderia sair da Unidade, pois podia ser que chegasse alguma outra pessoa precisando de atendimento, mas pediu para que levássemos o meu sogro até lá, em uma ambulância ou carro que ele atenderia ele dentro do veículo mesmo”, relatou.
Mas segundo o relato do rapaz, ao chegar na Unidade de Saúde, o médico se negou a atender o senhor dentro do carro. “ Levamos no carro por ser mais prático pra gente, visto que tenho carro, então me disponibilizei para isso”, e pior, o relato da conta de que além de não atender dentro do carro o médico resolveu não atender de forma alguma, entrando no carro e indo embora da Unidade de Saúde.
Revoltado com a situação, o rapaz relata que procurou o vereador Neguinho de Danda, para cobrar dele uma ação com relação ao acontecido.
“Fui até o vereador Neguinho de Danda, cobrar uma fiscalização da parte dos vereadores da cidade com relação ao acontecido. Ele simplesmente falou que iria ligar para Tereza e que não podia fazer nada e ao pegar o meu telefone para gravar a resposta dele, o vereador partiu pra cima de mim querendo brigar e ameaçando quebrar o meu celular. Será que toda vez que a população for cobrar um vereador de Santa Terezinha vai apanhar?” questiona.
O governador Paulo Câmara teve a primeira reunião de trabalho, na manhã desta quinta-feira (03), com o novo presidente da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), Roberto Franca. Durante encontro que aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, os dois já alinharam os próximos passos para reestruturação do órgão estadual, que é vinculado à […]
O governador Paulo Câmara teve a primeira reunião de trabalho, na manhã desta quinta-feira (03), com o novo presidente da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), Roberto Franca.
Durante encontro que aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, os dois já alinharam os próximos passos para reestruturação do órgão estadual, que é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude. Ainda na oportunidade, o governador destacou a experiência de Franca no segmento.
Ao destacar a importância do trabalho em equipe, Franca disse que promoverá uma grande articulação no Governo para a superação de questões ligadas à Fundação. “Quero compor uma ampla articulação com os principais atores dessa questão. Nós temos que nos unir para vencer os atuais desafios da Funase”, registrou o novo gestor.
REFORÇO NA ESTRUTURA – O secretário de Desenvolvimento Econômico, Criança e Juventude, Isaltino Nascimento, pontuou que o Governo está investindo para resolver o problema de defasagem de vagas nas unidades da Fundação. “Este ano, nós vamos entregar a expansão do Centro de Internação Provisória (CENIP), no Recife.
Em 2017, vamos abrir 180 vagas no sistema, sendo 90 em Jaboatão dos Guararapes e 90 no Cabo. Em junho de 2018, vamos entregar a obra de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, ofertando mais 90 vagas”, detalhou o titular pasta.
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