Operação Duas Rodas, do 23°BPM, tira criminosos de circulação
Por Nill Júnior
Imagem ilustrativa
Deflagrada às vésperas do Feriadão da Proclamação da República, a Operação Duas Rodas realizada pelo 23°BPM já rendeu resultados positivos em toda área circunscricional. Foram apreendidas cerca de vinte motocicletas entre a quinta-feira(14) e a sexta-feira (15), em vários municípios da AIS.
A operação visa coibir especificamente assaltos, roubos e a perturbação de sossego, considerando que estatisticamente falando, em grande percentual desses delitos, os meliantes utilizam-se de motocicletas para a prática.
Apesar de contemplar os 12 municípios da àrea do 23°BPM, as ações tiveram ênfase nas cidades de Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Santa Terezinha, e devem continuar por tempo indeterminado, visto que, o aumento das abordagens associado ao serviço de inteligência, logrou resultados, ao recuperar, em Afogados da Ingazeira, duas motocicletas que haviam sido tomadas de assalto em Itapetim, no último de 14 e em Afogados da Ingazeira, no dia 10, além de uma terceira moto em Carnaíba.
Além de recuperar os produtos dos roubos, através de um trabalho de inteligência associado à ostensividade, foi possível identificar, localizar e prender os principais suspeitos de estarem aterrorizando a região com assaltos, tendo sido apreendido ainda, um simulacro de arma de fogo, o qual era utilizado no momento das investidas.
Arcoverde abre sua programação junina neste sábado (20), com o tema “O Reino do Baião na capital do São João”. No palco Multicultura (Central) a festa começa às 20h, com um dos homenageados do São João 2015, Mazinho de Arcoverde. Em seguida, Geraldo Azevedo e Pedrinho Pegação estão entre as atrações. Nos polos Bodega da […]
Arcoverde abre sua programação junina neste sábado (20), com o tema “O Reino do Baião na capital do São João”. No palco Multicultura (Central) a festa começa às 20h, com um dos homenageados do São João 2015, Mazinho de Arcoverde. Em seguida, Geraldo Azevedo e Pedrinho Pegação estão entre as atrações.
Nos polos Bodega da Poesia e do Cruzeiro as atrações começam às 15h com Pedrinho e Paulinho do Forró e Ricardinho de Arcoverde, respectivamente. No polo das Artes, o Reisado das Caraíbas leva sua tradição para o centro do evento, ao lado do Pólo Pé de Serra com o Forró Chamego Bom.
No pólo Multimusical, o projeto Bateria dá o ponta pé inicial e no Gospel a noite é da Igreja Batista Missionária de Pesqueira e Venturosa com o grupo Querubins do Louvor.A programação segue até dia 28 de junho.
Presidentes da Alepe e do TCE-PE discutiram relação educativa com gestores. O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Eriberto Medeiros (PP), recebeu o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), conselheiro Dirceu Rodolfo, na última quinta-feira (18). Passado o período de Carnaval, onde o expediente no Parlamento estadual foi mantido, Eriberto se […]
Presidentes da Alepe e do TCE-PE discutiram relação educativa com gestores.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Eriberto Medeiros (PP), recebeu o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), conselheiro Dirceu Rodolfo, na última quinta-feira (18).
Passado o período de Carnaval, onde o expediente no Parlamento estadual foi mantido, Eriberto se reuniu com Dirceu Rodolfo para tratar de parcerias e ações prioritárias para as instituições.
O encontro ocorreu na presidência da Alepe. Esteve na pauta o aperfeiçoamento da legislação e o acompanhamento do trabalho dos novos gestores públicos.
Devido à atuação situação da pandemia do coronavírus, onde se requer forte cooperação institucional para garantir a segurança das pessoas e o avanço do plano de vacinação, Eriberto colocou a Assembleia Legislativa à disposição para colaborar com a conscientização dos agentes púbicos sobre a necessidade do controle fiscal.
“É importante haver uma postura educativa, para que possamos incentivar os bons gestores através da conscientização. O diálogo é o verdadeiro instrumento das transformações que queremos realizar na sociedade”, resumiu o presidente Eriberto.
O deputado estadual João Paulo (PT) criticou duramente a declaração do vereador Rosimério de Cuca (PT), feita durante sessão na Câmara Municipal de Serra Talhada. Na ocasião, o parlamentar afirmou que a governadora Raquel Lyra (PSDB) teria chegado ao cargo devido à morte do marido durante o período eleitoral. Em tom de ironia, chegou a […]
O deputado estadual João Paulo (PT) criticou duramente a declaração do vereador Rosimério de Cuca (PT), feita durante sessão na Câmara Municipal de Serra Talhada.
Na ocasião, o parlamentar afirmou que a governadora Raquel Lyra (PSDB) teria chegado ao cargo devido à morte do marido durante o período eleitoral. Em tom de ironia, chegou a questionar quem precisaria morrer para que ele fosse reeleito.
Para João Paulo, a postura do vereador não pode ser tolerada dentro do Partido dos Trabalhadores. O deputado defendeu a abertura de processo na comissão de ética e até a possibilidade de expulsão.
“Não podemos admitir esse tipo de atitude. Tenho certeza de que o povo de Serra Talhada dará a resposta nas urnas, não reelegendo vereadores que adotam esse tipo de prática e que não compreendem o verdadeiro papel do parlamento. Defendo que o caso seja analisado pela comissão de ética e, se necessário, que se chegue à expulsão, com o direito à ampla defesa garantido”, afirmou João Paulo.
Uma entrevista carregada de emoção e memórias. Assim, foi o Debate das Dez especial com o cantor, ator e produtor Moacyr Franco na Rádio Pajeú. Além deste jornalista, o encontro teve as participações de Magno Martins (jornalista e apresentador do Frente a Frente, fã declarado do artista) e Anchieta Santos, dos programas Rádio Vivo e […]
Uma entrevista carregada de emoção e memórias. Assim, foi o Debate das Dez especial com o cantor, ator e produtor Moacyr Franco na Rádio Pajeú.
Além deste jornalista, o encontro teve as participações de Magno Martins (jornalista e apresentador do Frente a Frente, fã declarado do artista) e Anchieta Santos, dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, da Cidade FM, que também transmitiu o papo.
A primeira grande emoção foi quando fez referência à memória sobre o rádio. Moacyr se emocionou ao lembrar dos pais em Ituiutaba, Minas. “Lembro quando saiu no rádio a notícia do fim da guerra. Ví meu pai chorar e perguntei porque. Acabou a guerra, disse, para depois montar num cavalo e sair espalhando a notícia”.
O artista falou da relação com grandes nomes da música e da TV. Lembrou que participou do início da Bossa Nova, lembrou de encontros com gente como Boni, Chico Anísio, Jair Rodrigues, Erasmo, Roberto Carlos, Altemar Dutra, Cauby Peixoto, Sílvio santos, Carlos Alberto de Nóbrega e tantos outros. Creditou a veia humorística à família e falou das histórias em torno de seus inúmeros sucessos.
Como por exemplo, quando lembrou que a frase marcante de Se eu não puder te esquecer – daquele momento até hoje esperei você – foi acrescida à música já na gravação. Disse de sua relação com Pernambuco, onde participa anualmente do Festival da Seresta. Mostrou-se honrado em ter visto Turbilhão entre as dez músicas de carnaval preferidas no Estado, em uma pesquisa recente. Também lembrou os arranjos feitos em forma de frevo pelo Maestro Spock para uma apresentação no carnaval do Recife.
Sobre política falou das decepções e de como entrou na vida política. “O único projeto que tentei aprovar esperou quatro anos para depois ser rejeitado. Quando vi como as coisas funcionam lá resolvi sair”. Recentemente, gravou só para amigos “República Federativa dos Bandidos”, uma crítica aos políticos do Brasil, que disse é preocupado quando lançada no Youtube.
Foto: Cláudio Gomes
Quanto ao mundo contemporâneo, ele fez uma reflexão de quão é difícil gerar filhos nestes tempos. Foi quando se emocionou ao elogiar os filhos mais novos. “Gostaria de ficar mais tempo aqui para poder vê-los crescer, para que tenham um pai”, disse emocionado. Após a entrevista, Moacyr Franco visitou o Museu da Rádio Pajeú, único do gênero no Estado.
Hoje a noite, ele se apresenta com amigos em um evento intimista no Cine São José, a partir das sete da noite. Os ingressos foram todos esgotados. A produção do evento é de Roberto Murilo, que está trabalhando com o artista. Você pode ver mais fotos na Fanpage do Blog.
Por Josias de Souza A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, […]
A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, a cifra corresponde a tudo o que o BNDES pretende investir em projetos de infra-estrutura até o final de 2019. Entretanto, a verba efetivamente devolvida aos cofres públicos em quatro anos e meio de Lava Jato soma, por ora, pouco mais de R$ 2,5 bilhões —ou 4,5% do total requisitado.
Desde 2014, quando foi às ruas, a Lava Jato corroeu a Presidência de Dilma Rousseff, passou na chave o projeto presidencial de Lula e está perto de acertar as contas com Michel Temer. A operação também trancafiou a nata da oligarquia política e empresarial. Gente que estava escondida atrás da imunidade parlamentar foi surrada nas urnas de domingo passado, despencando na primeira instância Judiciário. Não se via tamanha movimentação nos salões do poder e nas cadeias desde a chegada das caravelas.
Quebraram-se paradigmas também na recuperação da verba roubada. Antes da Lava Jato, os pedidos de reparação rodavam na casa dos milhões. Depois, passaram a ser computados em bilhões. Mas o resultado, quando confrontado com o tamanho da pilhagem, não chega a entusiasmar. Graças aos acordos de delação premiada, os procuradores de Curitiba conseguiram obter de criminosos: confissões, provas e compromissos de devolver algo como R$ 12,3 bilhões. O problema é que o dinheiro roubado à vista será devolvido a prazo.
Há parcelamentos de até duas décadas. Daí a disparidade entre os valores solicitados e o montante ressarcido até o momento. A coisa se complica ainda mais nos casos em que a devolução depende não de acordos de colaboração, mas do desfecho de batalhas judiciais. Ouvido pelo blog, um dos procuradores da força-tarefa de Curitiba resumiu o drama:
“É um milagre termos no Brasil esse ressarcimento de pouco mais de R$ 2,5 bilhões. A Lava Jato é uma árvore frondosa crescendo no deserto. A regra no país era não recuperar nada. Antes da Lava Jato, todo o dinheiro repatriado somava menos de R$ 45 milhões. Mesmo depois, houve apenas um outro caso envolvendo repatriação de cerca de R$ 70 milhões. Desconheço qualquer outro caso que envolva recuperação superior a R$ 100 milhões. ”
O procurador acrescentou: “Nas ações penais e de improbidade, o dinheiro só será recuperado no final do processo, quando tudo transitar em julgado. Ou seja: no Dia de São Nunca. É muito comum que esses processos durem mais de dez anos. O réu tem que ter muito azar e a sociedade tem que ter muita sorte para conseguir a recuperação. Pedidos de ressarcimento viraram piada no Brasil. Quando se esgotam as possibilidades de recurso, o réu já se desfez de todo o patrimônio.”
“A gente tenta obter bloqueios cautelares”, prosseguiu o procurador. “Mas se você vai bloquear recursos de uma empreiteira, elas trabalham alavancadas. A indústria, a fábrica, todos os fornecedores já têm uma, duas ou três hipotecas. O Estado entra em quarto lugar na fila. Não pode bloquear capital de giro, porque mata a empresa e gera desemprego. Quando conseguimos bloquear o patrimônio dos réus, pessoas físicas, o bloqueio permanece até o final do processo. Um dia, se os crimes não prescreverem, a gente conseguirá recuperar.”
Como se vê, mesmo nos casos submetidos aos novos padrões de investigação e julgamento, o dinheiro surrupiado do Estado continua sendo como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta não é tarefa simples. A encrenca não se restringe a Curitiba. No Rio de Janeiro, a Lava Jato pleiteia ressarcimentos de R$ 2,3 bilhões. A Receita Federal já aplicou a empresas e pessoas enroladas no petrolão autuações fiscais de R$ 17,1 bilhões. Só nesses três guichês, o Estado tenta receber notáveis R$ 74,3 bilhões.
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