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Olinda cancela realização do carnaval de rua 2022

Por Nill Júnior

Exame

A prefeitura de Olinda cancelou nesta quarta-feira (05) a realização do tradicional carnaval de rua. A administração municipal tomou a decisão levando em conta o “atual período pandêmico da covid-19” e o aumento de infecções pelo vírus influenza. O anúncio foi feito pelo prefeito Professor Lupércio (Solidariedade) durante coletiva de imprensa no Palácio dos Governadores.

“Eu sempre disse que nós estávamos preparados para realizar o Carnaval de nossa cidade em 2022 desde que as condições por conta da pandemia fossem favoráveis. No entanto, o cenário pandêmico não nos permite fazer este que é o maior Carnaval do mundo”, explicou o prefeito. “Nossa prioridade desde o início é a saúde, a vida, da nossa gente, vamos seguir trabalhando dia e noite neste sentido.”

Pernambuco ainda não informou posição oficial sobre a realização da festividade. No final de novembro, o secretário da Saúde do Estado, André Longo, disse que a realização do Carnaval, tanto na cidade de Recife quanto na de Olinda, estava em debate.

Também em novembro, a prefeitura de Recife informou que, embora o Carnaval seja importante para fomentar o turismo e a retomada econômica, a realização do evento estava indefinida, pois dependia do parecer das autoridades sanitárias. Procurada pela reportagem, a administração municipal não respondeu aos questionamentos sobre a realização do evento até a publicação desta matéria.

Outras Notícias

Cláudio Kennedy é recebido por multidão em Afogados

O ciclista sertanejo Cláudio Kennedy chegou a Afogados da Ingazeira na noite deste sábado (05/03) após completar o desafio do circuito SertAmérica, pedalando por nove países da América Latina. Cláudio saiu de Afogados da Ingazeira no último dia 26 de setembro e enfrentou uma jornada cheia de desafios. Em dezembro ele estava em Porto Velho, […]

O ciclista sertanejo Cláudio Kennedy chegou a Afogados da Ingazeira na noite deste sábado (05/03) após completar o desafio do circuito SertAmérica, pedalando por nove países da América Latina.

Cláudio saiu de Afogados da Ingazeira no último dia 26 de setembro e enfrentou uma jornada cheia de desafios. Em dezembro ele estava em Porto Velho, capital de Rondônia, quando foi aconselhado a não entrar na Venezuela, país que vive um período de instabilidade política e conflitos.

Na jornada de cinco meses ele passou por diversos estados brasileiros e vários países, como Bolívia, Argentina e Peru.

Em 2018, Cláudio encarou o trecho de Afogados da Ingazeira a Aparecida, São Paulo, para pagar uma promessa. Foram 2.310 quilômetros até a cidade turístico-religiosa. De lá, ele ainda fez um segundo trajeto, entre Aparecida e Araraquara, onde tem familiares. Depois seguiu para a capital , São Paulo e retornou a Pernambuco de avião.

Nesta segunda ele conta a aventura no Debate das Dez do Programa Manhã Total na Rádio Pajeú.

 

Votação do impeachment começará às 11h desta quarta, diz Lewandowski

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, que também comanda o julgamento do impeachment, marcou para as 11h desta quarta-feira (31) a votação final do processo para condenar ou absolver a presidente afastada Dilma Rousseff. Em acordo com os senadores, o ministro definiu que terminará ainda na madrugada, por volta das 3h30 […]

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, que também comanda o julgamento do impeachment, marcou para as 11h desta quarta-feira (31) a votação final do processo para condenar ou absolver a presidente afastada Dilma Rousseff.

Em acordo com os senadores, o ministro definiu que terminará ainda na madrugada, por volta das 3h30 desta quarta, o fim dos debates, em que cada senador tem 10 minutos para se manifestar sobre a acusação.

Para o impedimento definitivo, são necessários ao menos 54 votos entre os 81 senadores. A primeira providência, antes da votação, será a leitura, por Lewandowski, de um relatório com o resumo das acusações, da defesa e das provas.

Depois, 4 senadores poderão se manifestar, sendo 2 a favor do impeachment e 2 contra, por no máximo 5 minutos cada um. O tempo poderá ser dividido por mais senadores, se houver acordo entre eles.

Diferentemente de votações sobre propostas legislativas, os líderes partidários não poderão orientar os parlamentares como votar.

“O voto de cada Senador deverá exprimir a respectiva convicção de foro íntimo”, conforme diz o roteiro do julgamento.

O último ato antes da votação é a leitura, por Lewandowski, da seguinte pergunta:

“Cometeu a acusada, a Senhora Presidente da República, Dilma Vana Rousseff, os crimes de responsabilidade correspondentes à tomada de empréstimos junto à instituição financeira controlada pela União e à abertura de créditos sem autorização do Congresso Nacional, que lhe são imputados e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública pelo prazo oito anos?”

Os senadores a favor do impeachment deverão votar “Sim” e os senadores contrários “Não”. A votação será aberta e cada senador terá a opção registrada no painel eletrônico.

Após o fim da votação, Lewandowski escreve e lê a sentença e pedirá que todos os senadores a assinem. O documento será publicado na forma de uma resolução. A acusação e a defesa serão informadas oficialmente do resultado e o presidente interino Michel Temer comunicado.

Se Dilma for absolvida, ela será imediatamente reabilitada ao mandato, do qual está afastada desde maio. voltando ao exercício do cargo. Se for condenada, fica destituída e impedida de concorrer a qualquer cargo político pelos próximos 8 anos.

Ministro Teori Zavascki envia a Moro parte sobre campanhas petistas

Do JC Online O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou na semana passada à Justiça Federal no Paraná trechos de investigação originados pela delação do dono da UTC, Ricardo Pessoa. O desmembramento da investigação é solicitado pela Procuradoria-Geral da República nos casos em que os nomes citados não […]

Ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou na semana passada à Justiça Federal no Paraná trechos de investigação originados pela delação do dono da UTC, Ricardo Pessoa
Ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou na semana passada à Justiça Federal no Paraná trechos de investigação originados pela delação do dono da UTC, Ricardo Pessoa

Do JC Online

O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou na semana passada à Justiça Federal no Paraná trechos de investigação originados pela delação do dono da UTC, Ricardo Pessoa. O desmembramento da investigação é solicitado pela Procuradoria-Geral da República nos casos em que os nomes citados não possuem foro privilegiado.

Entre os trechos remetidos ao juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato na Justiça de primeira instância, estariam as menções a envolvidos nas campanhas presidenciais do PT de 2010 e 2006, suspeitos de terem arrecadado dinheiro proveniente de propina no esquema da Petrobrás para as eleições.

As solicitações de investigação, por parte da Procuradoria, não recaem sobre os candidatos, mas sobre coordenadores e responsáveis pelas finanças eleitorais. No caso da campanha de 2014, Zavascki já autorizou a abertura de investigação contra o ministro da Comunicação Social e ex-tesoureiro da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff Edinho Silva.

Entre os nomes citados por Pessoa cuja possível investigação deve ficar a cargo de Moro está o do ex-tesoureiro da campanha de Dilma José de Filippi, e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

O dono da UTC relatou em depoimento, conforme revelou o Estado em junho, ter repassado R$ 3,6 milhões entre 2010 e 2014 para os dois e também mencionou repasses à segunda campanha do ex-presidente Lula. Vaccari deixou as finanças do partido após ser preso no âmbito da Lava Jato. Os dois nomes mencionados não possuem prerrogativa de foro para que o caso seja conduzido pela Procuradoria perante o STF.

Exclusivo: Augusto e Ecleriston dizem não à disputa em São José do Egito

O blog apurou detalhes da reunião da bancada de vereadores da situação com os possíveis candidatos a sucessão do prefeito Evandro Valadares (PSB), em São José do Egito. Estiveram presentes todos os vereadores da situação:  Alberto de Zé Loló, Doido de Zé Vicente, Henrique Marinho, Gerson Souza, David, Prato de Papa, Tadeu do Hospital, Patrícia de […]

O blog apurou detalhes da reunião da bancada de vereadores da situação com os possíveis candidatos a sucessão do prefeito Evandro Valadares (PSB), em São José do Egito.

Estiveram presentes todos os vereadores da situação:  Alberto de Zé Loló, Doido de Zé Vicente, Henrique Marinho, Gerson Souza, David, Prato de Papa, Tadeu do Hospital, Patrícia de Bacana e Beto de Marreco. O encontro aconteceu na Fazenda do líder do governo, Alberto de Zé Lolo.

Segundo vereadores governistas consultados pelo blog, foram realizadas duas reuniões. A primeira na noite desta quinta-feira (18) com o vice-prefeito e cardiologista Ecleriston Ramos (PSB).

Ele elencou motivos pessoais, familiares e profissionais e informou que não seria candidato e estaria a disposição para ajudar o grupo na eleições de 2024.

Na segunda reunião, nesta manhã de sexta-feira (19), já com o atual prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (União Brasil), ele também informou que não iria para a disputa, por motivos pessoais.

Segundo apurado, Augusto reclama ter sido “rifado” da disputa pelo Secretário de Saúde Paulo Jucá, genro de Evandro,  pela filha do prefeito e Secretária de Ação Social Isabela Valadares, e pela Secretária de Finanças e prima do prefeito, Luísa Siqueira. A rusga entre o grupo de Paulo e Augusto ficou pública nos últimos meses.

Segundo o blog apurou a decisão de Ecleriston seria irreversível.

No caso de Augusto, mesmo este afirmando que não seria candidato, ainda restaria uma pequena possibilidade no seu retorno à disputa, caso resolvidos os problemas familiares.

Os vereadores estão reunidos com o prefeito Evandro e com o Secretário de Saúde Paulo Jucá para tentar resolver toda essa celeuma, tentando apaziguar os ânimos entre Jucá e Augusto.

Sem eles,  suge um quarto nome. O nome do empresário Edilio Lira foi ventilado, porém, o mesmo também disse não, conforme nota do blog.

Agora, um quarto nome ventilado seria o do odontólogo George Borja, sócio e amigo pessoal de Paulo Juca. Também sobrinho do ex-vereador Nenen de Zé Dudu. Ele pode encabeçar a chapa se não houver o cachimbo da paz entre Paulo e Augusto.

Não podemos admitir a palavra ‘golpe’, diz líder tucano no Senado

Estadão O líder do PSDB no Senado, senador Cássio Cunha Lima (PB), afirmou à Rádio Estadão que o plenário da Casa adotará uma postura “respeitosa e civilizada” durante a defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff, marcada para começar às 9 horas desta segunda-feira (29). O tucano, entretanto, admitiu que “qualquer provocação será confrontada”. Lima participou […]

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Estadão

O líder do PSDB no Senado, senador Cássio Cunha Lima (PB), afirmou à Rádio Estadão que o plenário da Casa adotará uma postura “respeitosa e civilizada” durante a defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff, marcada para começar às 9 horas desta segunda-feira (29).

O tucano, entretanto, admitiu que “qualquer provocação será confrontada”. Lima participou neste domingo de reunião com a base de apoio do presidente interino, Michel Temer, para discutir justamente a sessão de amanhã, que marca o capítulo final do processo de impeachment da petista.

O senador também destacou que qualquer menção a golpe por Dilma será “uma afronta à democracia”. “Não podemos admitir (a palavra) ‘golpe’ em um julgamento presidido pelo presidente da Suprema Corte”, afirmou Lima, referindo-se ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

Para o tucano, Dilma “não pode transformar o plenário do Senado em um set de filmagem”. “Se por ventura essa acusação (de golpe) for feita na boca da própria presidente, haverá reação, porque quem cometeu um golpe foi a presidente ao mentir à população brasileira”. Para concluir, Lima disse que o tom da sessão desta segunda-feira será dado pela própria presidente afastada.