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Ibope: Doria e França empatados; em MG e RJ, Zema e Witzel lideram

Por Nill Júnior

O Ibope divulgou nesta quarta-feira 17 novas pesquisas sobre os confrontos entre candidatos a governador em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

De acordo com o instituto, João Doria, do PSDB, e Márcio França, do PSB, estão tecnicamente empatados na disputa ao governo paulista. O tucano tem 52% dos votos válidos, contra 48% do pessebista. A margem de erro é de três pontos, para mais ou para menos.

Se considerados os votos totais, Doria tem 46% e França, 42%. Eleitores que declaram ter a intenção de votar nulo ou branco são 10%. Apenas 2% preferiam não responder. O tucano tem rejeição maior, de 32%, enquanto 20% afirmam que não votariam de forma alguma no pessebista.

No Rio de Janeiro, Wilson Witzel, do PSC, tem 60% dos votos válidos, contra 40% do ex-prefeito carioca Eduardo Paes, do DEM. Em relação ao eleitorado total, Witzel tem 51%, contra 34% de Paes. A porcentagem de brancos e nulos é de 9%, enquanto 5% não responderam.

Em Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, tem 66% das intenções de votos válidos, contra 34% do ex-governador Antonio Anastasia, do PSDB. Nos valores totais, o resultado seria de 57% a 29%.   Não souberam ou não responderam e disseram votar em branco ou nulo, 14% dos eleitores.

Outras Notícias

Avante deve aderir a Raquel em troca de uma secretaria, diz blog

Do Blog do Magno Soube, há pouco, que o Avante, presidido pelo ex-deputado federal Sebastião Oliveira, que foi candidato a vice na chapa de Marília Arraes (SD) ao Governo do Estado em 2022, vai aderir ao Governo Raquel Lyra (PSD) em troca de uma secretaria.  As negociações teriam fugido ao controle de Sebá, como é […]

Do Blog do Magno

Soube, há pouco, que o Avante, presidido pelo ex-deputado federal Sebastião Oliveira, que foi candidato a vice na chapa de Marília Arraes (SD) ao Governo do Estado em 2022, vai aderir ao Governo Raquel Lyra (PSD) em troca de uma secretaria. 

As negociações teriam fugido ao controle de Sebá, como é mais conhecido, ficando sob a responsabilidade do deputado federal Waldemar Oliveira, o Dema, irmão de Sebá.

Três anos depois do 8/1, Brasil flerta com amnésia coletiva

Por Bernardo Mello Franco/jornal O Globo A cada 15 anos, o Brasil esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos. A frase foi cunhada por Ivan Lessa antes do surgimento da internet. Na era das redes sociais, há quem precise de apenas 15 minutos para perder a memória. Na semana em que o 8 de […]

Por Bernardo Mello Franco/jornal O Globo

A cada 15 anos, o Brasil esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos. A frase foi cunhada por Ivan Lessa antes do surgimento da internet. Na era das redes sociais, há quem precise de apenas 15 minutos para perder a memória.

Na semana em que o 8 de janeiro completou três anos, parte da elite dirigente fez uma opção pela amnésia. Os presidentes da Câmara e do Senado ignoraram a data. A oposição só se manifestou para pedir impunidade aos golpistas. No Supremo, o ministro Edson Fachin marcou um ato com exposição e rodas de debate. Dos dez juízes em atividade na Corte, foi o único a comparecer.

Relembrar os ataques à democracia brasileira é o mote de “O golpe bateu na trave”, do cientista político Leonardo Avritzer. Lançado no fim de 2025, o livro sustenta que a legalidade foi salva por pouco. E discute os fatores que mantêm o extremismo vivo entre nós.

Professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, Avritzer argumenta que a redemocratização do país não eliminou os “bolsões autoritários” na sociedade e nas Forças Armadas. Eles produziram Jair Bolsonaro, que ascendeu como porta-voz de militares inconformados com o fim da ditadura.

A sucessão de crises políticas a partir de 2013 abriu espaço ao discurso radical do capitão. Ele se apropriou da revolta com o establishment e investiu na imagem de homem simples, que defenderia o povo de um sistema corrompido.

Avritzer lembra que o ex-presidente entrou em conflito com o Supremo desde o início do governo. “Bolsonaro identificou que era essa a instituição que ameaçava o seu projeto de poder e tentou desconstruí-la”, afirma.

O cientista político diverge da visão, repetida por alguns de seus colegas, de que o capitão teria sido um “bobo da corte” porque terceirizou a gestão econômica e a negociação com o Congresso. “Ele achava mais importante controlar a Abin e a Polícia Federal do que o Ministério da Economia”, observa.

Avritzer afirma que as investigações comprovaram o que ele descreve como quatro elementos de uma tentativa de golpe: planejamento, designação de pessoal e recursos, intenção de romper a ordem legal e organização de ações violentas. Para ele, o plano fracassou porque os militares se dividiram e a sociedade formou a “coalizão antigolpista” que faltou em 1964.

O professor descreve o 8 de janeiro como “a ruptura mais radical” com a concepção de ordem e desordem que orientou a cultura política brasileira por um século. Ele diz que os extremistas foram inflamados pelo discurso de Bolsonaro contra a urna eletrônica e se viam como protagonistas de uma “insurreição de baixo para cima”. “Aquelas pessoas julgavam que estavam destruindo as instituições políticas brasileiras ao invadi-las, quebrar seus móveis e vandalizar suas obras”, constata.

O livro tropeça em erros factuais, como dizer que Bolsonaro foi expulso do Exército e que Fernando Henrique Cardoso teria pedido desfiliação do PSDB, o que nunca ocorreu. Mas faz um alerta importante ao sustentar que a condenação do capitão e dos generais golpistas não eliminou a ameaça do extremismo. “A democracia segue sendo um projeto contencioso no Brasil”, conclui o autor.

Urubu bate em avião que pousava no Aeroporto de Serra Talhada

Acidente levanta debate sobre fim do lixão próximo ao Aeroporto, determinante para ampliação de suas atividades. Ninguém se feriu O choque de uma ave com uma aeronave foi registrado na manhã desta segunda (28) no Aeroporto de Serra Talhada. O registro foi feito pelo jornalista Adriano Roberto nas redes sociais. Adriano registrava imagens de como estão […]

Aeronave no pátio do Aeroporto. No detalhe, asa avariada

Acidente levanta debate sobre fim do lixão próximo ao Aeroporto, determinante para ampliação de suas atividades. Ninguém se feriu

O choque de uma ave com uma aeronave foi registrado na manhã desta segunda (28) no Aeroporto de Serra Talhada. O registro foi feito pelo jornalista Adriano Roberto nas redes sociais.

Adriano registrava imagens de como estão andando as obras do terminal de passageiros. “O Aeroporto está sendo preparado para receber diversos vôos, inclusive com o convênio firmado com a empresa Azul”.

Ele mostrou imagens do maquinário e material de construção para a obra do terminal. “O pessoal já está trabalhando com estágio adiantado da concretagem  para o terminal provisório. Dentro de 15 dias, o local estará pronto”.

A obra é tocada pela Secretaria de Transportes, comandada pelo Secretário Sebastião Oliveira. “A pista está muito boa, já reformada”, afirmou.

Em meio a registro, Adriano relatou o choque de um urubu com uma aeronave que pousava no Aeroporto. Ele mostrou o avião que veio de Fortaleza buscar um paciente e ouviu o piloto Charles Silva. “Estava em descida quando veio aquele vulto preto, grande, não teve tempo de desviar. Foi aquela porrada, aquele susto, mas graças a Deus deu tudo certo”, disse o piloto.

“De nada vai adiantar todo esse trabalho se não houver atenção maior por parte da prefeitura com relação ao lixão que fica na estrada para Floresta, há três quilômetros da pista de pouso”, criticou o jornalista.

Albérico Rocha diz que condenação por improbidade não analisou documentação. “Convênios já tiveram prestação apresentada ao Ministério”

O ex-prefeito de Iguaraci  Albérico Rocha, hoje no Ipa,  se manifestou pela primeira vez esta manhã a Rádio Pajeú sobre a condenação por improbidade decretada pela Justiça Federal.  Sem citar o nome do atual prefeito Dessoles, afirmou que partiram dele as representações por falta de prestação de contas de convênios federais. “Nós tivemos das ações […]

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O ex-prefeito de Iguaraci  Albérico Rocha, hoje no Ipa,  se manifestou pela primeira vez esta manhã a Rádio Pajeú sobre a condenação por improbidade decretada pela Justiça Federal.  Sem citar o nome do atual prefeito Dessoles, afirmou que partiram dele as representações por falta de prestação de contas de convênios federais.

“Nós tivemos das ações ajuizadas pelo atual prefeito relatando falta de prestação de contas de um convenio de cisternas e outro da feira que está tramitando. Só que houve um equivoco da defesa no acostamento dos documentos no tocante às contestações”. Albérico afirma que a defesa de um foi anexada a outro processo”.  Albérico garante que no Portal do Ministério o processo 10167/2009 apresenta que as prestações de contas foram enviadas para análise. “Assim não caberia ação dizendo que me omiti de prestar contas”.

Albérico informou ainda que teve todas as contas aprovadas e não verá problemas em reverter a decisão. ” Não admito ações levianas.  Vou discutir e exigir retratação após sanadas essas dúvidas. A prova é a mais simples: entrar no sistema, imprimir e anexar à contestação”.

Albérico afirmou que ainda discute a questão na primeira instância. “Entrei com embargo com efeito infringente para desfazer esse mal entendido e anexar esses documentos em seus devidos lugares. Feito isso, vou entrar com ação pelo dano moral contra quem me acusou e espero que seja tão célere quanto foi neste processo. Não concordo com a pressa e falta de cautela neste processo. A juíza foi induzida a erro. Quem deve ser julgado é quem tem nome com ficha suja”, desabafou.

Bebê prefeito volta a recusar as chaves da prefeitura

Todo ano, é lançada uma Fake News de que o bebê prefeito recebeu as chaves da prefeitura de Afogados. Olhe a cara do pequeno e lindo João Victor Sales, que teria recebido do Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira na manhã desta sexta (21), as chaves simbólicas da cidade. Esse menino não quer ter problema.  […]

Todo ano, é lançada uma Fake News de que o bebê prefeito recebeu as chaves da prefeitura de Afogados.

Olhe a cara do pequeno e lindo João Victor Sales, que teria recebido do Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira na manhã desta sexta (21), as chaves simbólicas da cidade.

Esse menino não quer ter problema.  Quer mamar, dormir, arrotar, ter a fralda trocada com regularidade. E só gente!

Quer nem saber de ordenamento urbano, trânsito,  tratamento dos resíduos sólidos,  questões ligadas à falta de água na cidade, demandas dos bairros,  das comunidades.  Imagine  o bichinho se preocupando em assistir na TV os debates entre Marília Arraes e Raquel Lyra,  se preparando pra ir atrás da que ganhar para apoio, promessas e pauta de ações em parceria.

Alguém contou a ele que vinha tudo isso no pacote? Claro que não! Veja que a criança dorme que ressona. Imagine o inocente tendo que parar sua vida de conforto ao lado da mamãe pra descascar esses abacaxis. Ia querer voltar pro ventre!

Resenha a parte,  vale a política da Semana do Bebê,  que promoveu diversas ações nas áreas da Saúde, Educação e Assistência Social, entre elas a vacinação e atualização das cadernetas de crianças na primeira infância, bem como capacitações sobre o tema para profissionais de saúde.

O objetivo,  dar visibilidade ao trabalho realizado pelo município na implantação de políticas públicas de atenção integral à primeira infância. As ações e os indicadores delas decorrentes, foram fundamentais para Afogados ganhar o Selo Unicef.

Além da chave da cidade, o bebê-prefeito recebeu de Sandrinho um banner gigante com a sua foto, um certificado, e kits com produtos de higiene pessoal, roupinhas, fraldas descartáveis, mamadeira e chupeta, estes dois últimos,  os únicos itens dos quais o João Victor fará conta.

Pela ação,  parabéns a Sandrinho Palmeira,  Arthur Amorim, Wivianne Fonseca, Assistência Social, Madalena Leite, além da articuladora do Selo Unicef, Socorro Martins, do Núcleo de Cidadania dos Adolescentes (NUCA), Alysson Nascimento, e da coordenadora do Centro de Saúde da Mulher, Viviane Zuza.

E João Victor Sales, fique tranquilo.  É mentira desse povo chato. Você não vai carregar o fardo da chave, não.  Vá mamar e dormir…