O que fazia o Ônibus do TFD – Tratamento Fora do Domicilio da Prefeitura de Tabira estacionado na comunidade de Pocinhos nas imediações de duas chácaras que promoviam festas e aglomerações?
Nas imagens divulgadas em redes sociais fica claro que não havia doentes na comunidade para serem transportados em um ônibus. Sandro Ferreira questiona: “que eu saiba não tem nenhum doente pra ser transportado aqui, nem posto de gasolina próximo para abastecer”.
Ônibus do Tratamento Fora de Domicílio não devem ter alterada sua finalidade, muito menos se comprovado que levou pessoas para evento em tempo de pandemia. Com a palavra a prefeita Nicinha Brandino e Secretária de Saúde Genedy Brito.
Segundo consta na certidão de cumprimento do mandado de prisão, o vereador Juniano Ângelo passou a noite na Delegacia Seccional em Afogados da Ingazeira e neste sábado (15), passou por audiência de custódia para averiguar a legalidade da prisão. Segundo consta na Certidão de Cumprimento de Prisão, o local da prisão será a Cadeia Pública […]
Segundo consta na certidão de cumprimento do mandado de prisão, o vereador Juniano Ângelo passou a noite na Delegacia Seccional em Afogados da Ingazeira e neste sábado (15), passou por audiência de custódia para averiguar a legalidade da prisão.
Segundo consta na Certidão de Cumprimento de Prisão, o local da prisão será a Cadeia Pública de Afogados até ulterior deliberação.
O blog não teve acesso ao termo da audiência, mas considerando a debilidade de saúde de Juniano, se for aplicado o precedente que foi dado ao vereador Wellington JK, de Afogados da Ingazeira, que também é portador deficiência física, ele pode ir para a prisão domiciliar.
Pelo o que o blog apurou junto à assessoria jurídica, a audiência de custódia deve ser realizada em qualquer espécie de prisão, de acordo com o entendimento do STF, em até 24 h após a prisão.
No caso, a prisão do vereador decorreu de um cumprimento de mandado de prisão expedido em processo que tramita no Tribunal de Justiça de Goiás, logo, coube ao juízo plantonista de Pernambuco, por meio do polo de audiência de custódia sediado em Afogados da Ingazeira/PE, verificar a regularidade da prisão e comunicar ao juízo expedidor do mandado o cumprimento.
Entenda: O vereador Juniano ngelo, de Carnaíba, foi preso no início da noite da sexta-feira (14).
A Polícia cumpriu mandado de prisão e encaminhou o vereador para Delegacia. Ele pode ser conduzido à cadeia pública, por não pagamento de pensão alimentícia.
A decisão veio do juiz da 1ª Vara Cível, de Família e Sucessões e da Infância e Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, da cidade de Porangatu.
Pelo que o blog apurou, o valor da pensão se descontava no contracheque dele mensalmente.
Mas aparentemente, o valor parou de ser debitado por dificuldades de saldo.
Se pagar a dívida, deverá comunicar ao juiz plantonista e somente ele poderá expedir o alvará de soltura.
O juiz natural que decretou a prisão facultou a qualquer juiz a expedição do alvará, desde que pago o valor da pensão em atraso.
Vacinação inicia em profissionais na faixa etária de 40 a 59 anos. A vacinação dos profissionais da Educação na faixa etária de 40 a 59 anos ocorrerá no próximo sábado (15), das 8h30 às 12h, na Escola Municipal Cônego Luiz. As escolas foram distribuídas nos pavilhões, conforme listagem. Tudo será coordenado pelas equipes obedecendo os […]
Vacinação inicia em profissionais na faixa etária de 40 a 59 anos.
A vacinação dos profissionais da Educação na faixa etária de 40 a 59 anos ocorrerá no próximo sábado (15), das 8h30 às 12h, na Escola Municipal Cônego Luiz. As escolas foram distribuídas nos pavilhões, conforme listagem. Tudo será coordenado pelas equipes obedecendo os protocolos de segurança e distanciamento social.
O benefício alcança todas as escolas, tanto municipais como estaduais, de Carnaíba, com comprovação de atuação dos trabalhadores nas unidades de ensino. A comprovação será através de listagens enviadas pela Secretaria Municipal de Educação e escolas da Rede Estadual, com o nome completo, a idade e a declaração comprovando o vínculo dos trabalhadores que serão vacinados.
De acordo com o decreto n.º 26/2021, que regulamenta a Lei Nº 1.029, “inicialmente, atendendo à disponibilidade de doses armazenadas no município, serão vacinados os trabalhadores da educação com idade igual ou superior a 40 anos (…) à medida que sejam recebidas novas doses, será publicado novo Ato do Poder Executivo autorizando a vacinação de demais grupos de trabalhadores da educação”. Antes de enviar o texto à Câmara de Vereadores, houve apoio do promotor de Justiça, Romero Borja.
A Secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, Veratânia Morais, comemorou com toda a equipe da secretaria, os números alcançados pelo município no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB, segundo nota ao blog. Afogados da Ingazeira vem, ao longo dos últimos anos avançando bastante no alcance das metas projetadas pelo IDEB. Os números […]
A Secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, Veratânia Morais, comemorou com toda a equipe da secretaria, os números alcançados pelo município no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB, segundo nota ao blog.
Afogados da Ingazeira vem, ao longo dos últimos anos avançando bastante no alcance das metas projetadas pelo IDEB. Os números mostram um avanço de 5,0 para 5,4 nos anos iniciais de ensino, meta projetada para ser alcançada apenas em 2021. Nos anos finais, o índice subiu de 4,4 para 4,8, ultrapassando a meta projetada para 2021.
O avanço fica mais claro quando se avalia a evolução do ensino no longo prazo. Em 2005, o IDEB dos anos finais em Afogados era de 3,1. Em 2015, atingimos 5,4. Um avanço significativo na qualidade do ensino ofertado na rede pública municipal.
“Quero agradecer a toda nossa equipe, aos professores, diretores, coordenadores pedagógicos, que tem trabalhado bastante para oferecer um ensino de qualidade e com resultados palpáveis de avanços”,destacou a Secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, Veratânia Morais.
Melhor do que receber títulos, somente a graça de merecê-los. Por Mariana Teles* O Pajeú acompanhou na última semana a divulgação de um Projeto de Lei de autoria do Deputado Estadual Antônio Moraes (PSDB) que torna Tabira a Capital Estadual da Poesia. Ponderar a grandeza cultural que Tabira gera e alimenta é redundância. Tabira é […]
Melhor do que receber títulos, somente a graça de merecê-los.
Por Mariana Teles*
O Pajeú acompanhou na última semana a divulgação de um Projeto de Lei de autoria do Deputado Estadual Antônio Moraes (PSDB) que torna Tabira a Capital Estadual da Poesia. Ponderar a grandeza cultural que Tabira gera e alimenta é redundância. Tabira é mãe de inspirados poetas e de fato, vive uma atmofera de cultura popular que vai das urnas aos palcos.
No entanto, o País Pajeú – que reúne 17 cidades no eixo que respira a poesia popular – parecia já haver superado o obsoleto debate de quem é berço, quem é ventre, e quem é capital da poesia. Discussão que jamais colaborou com a valorização institucional da cultura popular e que atrasou a integração de uma região que unida é bem maior em arte e em trabalho.
A pirotecnia política de um projeto de lei dessa natureza fere de morte a arte que é produzida em todas as outras cidades. Não é hora de discutir quem gerou mais poetas, onde reside mais cantadores, muito menos qual a cidade que merece o título. A legitimidade de região da poesia foi conferida pela história. É uma legitimidade secular e corroborada pelo povo. Não pode nem vai ser revogada em projeto de lei.
Somos, enquanto pajeuzeiros e produtores do belo, invisíveis aos olhos políticos quando o assunto é investimento. Quando agonizamos na ânsia de elaborar um plano de política cultural reconhecido pelo estado e que contemple cada cidade. Não vejo a Assembleia Legislativa de Pernambuco empenhar nenhum esforço na hora de reconhecer que existe uma região que exportou gênios e continua a fomentar espontaneamente a formação cultural de milhares de jovens.
Não é proposto nenhum projeto de lei que reconheça a contribuição do Pajeú na formação da história e da identidade do povo pernambuco. Não existe no Palácio das Princesas uma porta aberta quando o assunto é discutir e investir na cultura sertaneja.
É esse tipo de Projeto de Lei que o Pajeú precisa.
É o título de Região que reconhece e valoriza os artistas e os produtores culturais que nós ansiamos ter.
Muito do potencial, inclusive econômico, da nossa terra poderia ser elevado pela gestão cultural responsável e estruturada que carecemos, mas quando finalmente um olhar político resolve nos enxergar, o que consegue propor é o retorno de um debate pequeno e que envergonha o patamar cultural que a região conquistou.
Tabira é a terra da tradições. Mãe do patrimônio vivo Dedé Monteiro. Elegeu por duas vezes um poeta repentista para o executivo municipal. Mas compreendo, que eleger uma cidade que apesar de indiscutível destaque no cenário cultural não é exceção de uma região é simplesmentw fechar os olhos para outras 16 que com ou sem título, fomentam, aquecem e imprime os valores da poesia na formação dos seus cidadãos. Tabira não é a exceção do Pajeú no tocante a poesia popular.
Nós precisamos de integração. De uma política cultural que compreenda e valorize as diversas potencialidades da nossa região de forma paritária. Que integre cidades e projetos numa só bandeira, num só projeto.
Tenho absoluta certeza que não é projeto de lei de Deputado Estadual, que por ser votado em determinado município do Pajeú, vai arrancar a legitimidade que a história já concedeu a um povo e a uma região.
Enquanto os olhos políticos estiverem concentrados em faturar politicamente em cima da cultura, a causa poesia popular será manuseada como objeto de adorno e bravata partidária, longe da reverência justa que merece.
Não precisamos de mais títulos. Nossos títulos foram construídos no empenho de dezenas de cantadores de viola que elevaram o nome da nossa região Brasil a fora. Nosso título nasceu com Os irmãos Batistas (que só deletaram sentimentos e acumularam fãs), com Rogaciano Leite, Zeze Lulu, Job Patriota, Ze Catota, João Paraibano e diversas estrelas que compõe a constelação Pajeú.
Nosso título continua sendo legitimado. A safra nova não decepciona e se multiplica com uma força e uma rapidez que parece o embalo de uma martelo a desafio ou de um galope a beira mar.
O título que o Pajeú precisa não é eleger uma Capital. É reivindicar investimento para fortalecer a integração com cada uma cidade irmã. Nós somos Tabira, São José, Tuparetama, Itapetim, Solidão, Carnaíba, Quixaba, Serra Talhada, Triunfo, Ingazeira, Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde, Iguaracy. Nós somos a poesia.
Somos um só povo, uma só arte e uma só história.
O capital que precisamos não é no sentido de cidade, é no sentido de recurso. Só assim seremos do tamanho do que produzimos. Integrados e exportando para o mundo a poesia popular em todas as suas dimensões.
*Mariana Teles é pajeuzeira, poetisa, escritora, advogada e Assessora Jurídica da Assembleia Legislativa da Paraíba.
Em um jogo digno de final de Copa do Mundo, Argentina e França proporcionaram aos amantes do futebol um espetáculo histórico. As duas seleções bi-campeãs mundiais, apresentaram para o mundo porque o futebol é o esporte mais amado e idolatrado do planeta. Os sul-americanos haviam levantado a taça em 1978 e em 1986. Já os […]
Em um jogo digno de final de Copa do Mundo, Argentina e França proporcionaram aos amantes do futebol um espetáculo histórico.
As duas seleções bi-campeãs mundiais, apresentaram para o mundo porque o futebol é o esporte mais amado e idolatrado do planeta.
Os sul-americanos haviam levantado a taça em 1978 e em 1986. Já os franceses, atuais campeões, ficaram com o título em 1998 e em 2018.
Lionel Messi da Argentina e Kylian Mbappé da França, comprovaram que são considerados ao lado de Neymar e Cristiano Ronaldo os grandes astros do esporte.
O jogo começou com vantagem para a Argentina, onde Messi abriu o placar com um gol de pênalti. Em nenhum momento a França levava perigo ao gol adversário. Ainda no primeiro tempo, a seleção Argentina ampliou o placar com gol de Di Maria.
O segundo tempo iniciou com a Argentina mantendo o domínio da partida, mas a França se mostrava mais agressiva, procurando o gol adversário.
A estrela do principal jogador da seleção francesa, Kylian Mbappé brilhou e o jovem jogador do PSG fez dois gols em menos de 5 minutos, sendo um de pênalti, empatando o jogo para França e levando o jogo para a prorrogação.
No segundo tempo da prorrogação o melhor jogador do mundo por 7 vezes, Lionel Messi, fez seu segundo gol na partida, e deixou o placar em 3 a 2. Mas enganou-se quem achou que a França estava morta, Kylian Mbappé estava em campo e empatou de pênalti, deixando o placar em 3 a 3.
Após a cobrança de pênaltis, a seleção Argentina venceu a Copa do Mundo de 2022 com 4 a 2 nos pênaltis.
Quem ama futebol, vibrou com a conquista de Messi e seus hermanos. O mundo se rende à Argentina.
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