Gonzaga Patriota comemora derrubada do veto de piso dos ACS
Por Nill Júnior
O Congresso Nacional encerrou a sessão conjunta desta quarta-feira (17) e derrubou o veto parcial ao dispositivo que aumenta o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, constante do projeto de lei de conversão da Medida Provisória 827/18.
“São os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias que trabalham diariamente nas comunidades onde moram e, muitas vezes, são os que levam informações a população e estão na dianteira no combate a várias doenças, por isso, essa categoria precisa ser valorizada e reconhecida”, avaliou Gonzaga Patriota.
De acordo com o texto, o aumento será de R$ 1.014,00 para R$ 1.550,00 mensais após três anos. Em 2019, o valor será de R$ 1.250,00; em 2020, de R$ 1.400,00; e os R$ 1.550,00 valeriam a partir de 1º de janeiro de 2021.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira, convocou outra sessão do Congresso para o próximo dia 24, em horário a definir.
O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a Deputado Estadual, Marconi Santana, celebrou nas suas redes sociais o sucesso da 74ª Festa das Rosas. Durante toda a programação, Santana esteve ao lado da esposa, Lucila Santana, e do prefeito Gilberto Ribeiro. Santana deu várias entrevistas para veículos de imprensa da região, esteve nos camarins da festa […]
O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a Deputado Estadual, Marconi Santana, celebrou nas suas redes sociais o sucesso da 74ª Festa das Rosas.
Durante toda a programação, Santana esteve ao lado da esposa, Lucila Santana, e do prefeito Gilberto Ribeiro.
Santana deu várias entrevistas para veículos de imprensa da região, esteve nos camarins da festa e viralizou numa brincadeira com o cantor Natanzinho Lima.
A programação teve ainda shows de Kelvy Pablo, Tropykália e Raphaela Santos. Dia 31,a programação vai ao Distrito de Fátima, com Nuzio Medeiros, Guilherme Ferri e Renatto Pires.
Ontem, já esteve em Custódia em agenda da construção de sua pré-candidatura. “Um bom dia, com o pé na estrada para muitas conversas boas”, disse em sua rede social.
Pesquisa já mede impacto de casos de corrupção; avaliação positiva segue estável no pior nível Igor Gielow/Folha de S. Paulo A reprovação a Jair Bolsonaro (sem partido) subiu e atingiu 51%, o maior índice nos 13 levantamentos feitos pelo Datafolha desde que o presidente assumiu o governo, em 2019. A pesquisa foi feita presencialmente nos […]
Pesquisa já mede impacto de casos de corrupção; avaliação positiva segue estável no pior nível
Igor Gielow/Folha de S. Paulo
A reprovação a Jair Bolsonaro (sem partido) subiu e atingiu 51%, o maior índice nos 13 levantamentos feitos pelo Datafolha desde que o presidente assumiu o governo, em 2019.
A pesquisa foi feita presencialmente nos dias 7 e 8 de julho com 2.074 pessoas acima de 16 anos em 146 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.
Na rodada anterior, realizada em 11 e 12 de maio, Bolsonaro tinha seu governo avaliado como ruim e péssimo por 45% dos ouvidos.
O crescimento ocorreu sobre segmentos que viam o presidente como regular, em um período marcado fortemente por denúncias de corrupção no Ministério da Saúde na pandemia, a atuação da CPI da Covid e os três primeiros dias nacionais de protestos contra Bolsonaro.
Já a avaliação positiva do presidente, que havia atingido seu pior nível com 24% em março, seguiu estável. Nesse sentido, o derretimento agudo da popularidade do mandatário estancou nesse levantamento, o que não deixa de ser uma boa notícia para o Planalto em meio ao festival de intempéries.
Os que o consideram regular caíram de 30% para 24%, comparando com o levantamento de maio.
Bolsonaro segue sendo o presidente com a segunda pior avaliação a esta altura de um primeiro mandato para o qual foi eleito desde a volta dos pleitos diretos para presidente, em 1989.
Só perde para Fernando Collor, que em meados de 1992 já enfrentava a tempestade do impeachment que o levou à renúncia no fim daquele ano. O hoje senador tinha 68% de ruim/péssimo, 21% de regular e apenas 9% de ótimo/bom.
Outros presidentes tiveram avaliações piores, como José Sarney e Michel Temer, mas eles não se encaixam no critério de comparação por não terem sido eleitos de forma direta como cabeça de chapa a um primeiro mandato.
O mau desempenho do presidente, em que pese a estabilidade de seu piso em comparação a maio, vem numa constante desde a pesquisa de dezembro de 2020, quando seu ótimo/bom havia chegado ao recordista 37%.
De lá para cá, foi ladeira abaixo. O agravamento da crise política desde que uma testemunha citou que o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, comandava um esquema de corrupção com conhecimento do presidente, tem tido efeitos imediatos no humor palaciano —foi aberto inquérito no Supremo Tribunal Federal para apurar se Bolsonaro prevaricou.
A turbulência teve novos capítulos, como a afirmação feita à Folha que um funcionário da Saúde quis cobrar propina numa nebulosa transação com imunizantes inexistentes.
Ela chegou novamente às Forças Armadas, criticadas na CPI pelo envolvimento de membros da reserva da corporação nas denúncias de irregularidades. O presidente, por sua vez, refez ameaças à ordem democrática.
Temperando o caldo, houve o superpedido de impeachment de Bolsonaro, tentando juntar todas as acusações contra o presidente, apesar da resistência do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de analisá-lo.
A erosão na popularidade presidencial é homogênea entre os diversos grupos socioeconômicos, com exceção de um recuo na reprovação entre mais ricos (seis pontos entre quem ganha de 5 a 10 salários mínimos e cinco, entre os que ganham mais de 10 salários).
É no grupo econômico mais populoso da amostra, dos que ganham até 2 salários, que a situação foi pior para o presidente. Entre eles, que compõem 57% da população, Bolsonaro viu sua reprovação acelerar de 45% para 54%.
Acompanhando a toada vieram aqueles que moram no Nordeste, região mais carente que concentra 26% da população, que passaram de 51% para 60% na avaliação ruim ou péssima.
Bolsonaro segue sendo avaliado negativamente por mulheres (56%), jovens de 16 a 24 anos (56%), pessoas com ensino superior (58%) e os mais ricos (58%), apesar do recuo indicado.
Já seu desempenho é visto como mais positivo por quem tem mais de 60 anos (32% de ótimo ou bom), mais ricos (32%) e entre quem ganha entre 5 e 10 mínimos (34%).
Regionalmente, sua melhor avaliação segue nos bastiões que o acompanham, com variações, desde a campanha eleitoral de 2018. No Norte/Centro-Oeste (15% da amostra), Bolsonaro é visto com um presidente ótimo ou bom por 34%. No Sul (15% da amostra), por 30%.
Na mão inversa, seu pior desempenho é no Nordeste (60%), região na qual ele havia logrado uma melhora expressiva de avaliação no ano passado com a primeira fornada do auxílio emergencial para os afetados pela pandemia.
Aparentemente, a nova e mais magra versão da ajuda deste ano, renovada pelo governo nesta semana, não surtiu efeito.
Empresários seguem sendo o único grupo (de apenas 2% da amostra) em que Bolsonaro goza de apoio maior do que reprovação: 49% o consideram ótimo ou bom.
O presidente mantém seu apoio com melhores índices entre os evangélicos, segmento ao qual é fortemente associados: nesta semana, ele anunciou que irá indicar o “terrivelmente evangélico” advogado-geral da União André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal, por exemplo.
Sua reprovação cai para 34% entre eles, e a aprovação sobe a 37%. Evangélicos somam 24% da amostra do Datafolha.
O instituto buscou saber a opinião de pessoas por sua orientação sexual. Como Bolsonaro é historicamente conhecido por suas declarações homofóbicas, é pouca surpresa que seja reprovado por 72% dos homossexuais e bissexuais (8% da amostra, dividida igualmente entre os dois grupos).
Quando o quesito é racial, Bolsonaro atinge sua maior reprovação entre pretos (57%), com certa homogeneidade entre os demais grupos (brancos, pardos e amarelos).
Por André Luis Na tarde desta segunda-feira (15), o padre Fábio de Melo, usou o seu perfil no Instragram, para comunicar que a sua mãe, Dona Ana Maria, está internada após testar positivo para o novo coronavírus. Junto a foto da mãe (a mesma que ilustra esta matéria), padre Fábio, postou um relato emocionante explicando […]
Na tarde desta segunda-feira (15), o padre Fábio de Melo, usou o seu perfil no Instragram, para comunicar que a sua mãe, Dona Ana Maria, está internada após testar positivo para o novo coronavírus.
Junto a foto da mãe (a mesma que ilustra esta matéria), padre Fábio, postou um relato emocionante explicando a cronologia.
“Há 11 dias eu postei esta foto. Foi um dia de alegria. Mas nem imaginávamos que já era tarde. Quatro dias antes de ser vacinada, minha mãe precisou ser hospitalizada. Minha sobrinha Cristiane Castro a acompanhou. Ficaram um pouco mais de 24 horas no hospital. Dois dias depois do dia da vacina, a Cris começou ter sintomas. Fez o teste e deu positivo. Testamos minha mãe, mas deu negativo. Retiramos ela da casa, isolamos, tomamos todas as providências. Mas anteontem, minha mãe começou a ter um pigarro. Por precaução fizemos o teste e recebemos a pior notícia. Ela está com Covid. Hoje, logo cedo, precisou ser hospitalizada”, relatou.
“Só Deus sabe a angústia que tomou conta de mim. Uma questão de 5 dias antes, horas, e a vacina teria gerado alguma imunidade”, completou padre Fábio.
“Há em mim uma sensação de fracasso. O número 5 nunca foi tão decisivo em minha vida.
Meus amigos queridos, peço que rezem por nós. Hoje, ao falar com ela através de uma chamada de vídeo, ela tentou me consolar. ‘Fabinho, Deus só vai me levar quando Ele achar que chegou a minha hora. Fica tranquilo, você mora aqui, dentro de mim. E nunca será diferente”, desabafou.
“Sim, mãe, nunca será diferente, nunca”, destacou o religioso, que aproveitou para fazer um apelo pela celeridade na vacina: “mais uma vez, um apelo às nossas autoridades: mobilizem-se para que a vacina não chegue tarde demais, como tem sido para muitos”, pontuou.
A Granja da Graça através de sua direção manteve contato com o blog para questionar a atuação da Vigilância Sanitária de São José do Egito no caso de apreensão de ovos em um supermercado da cidade. A empresa admite que o selo de inspeção municipal foi cassado antes de ontem, sob a alegação do município […]
A Granja da Graça através de sua direção manteve contato com o blog para questionar a atuação da Vigilância Sanitária de São José do Egito no caso de apreensão de ovos em um supermercado da cidade.
A empresa admite que o selo de inspeção municipal foi cassado antes de ontem, sob a alegação do município de que não há capacidade de fiscalizar a quantidade de empresas do ramo na cidade.
“É diferente de uma empresa citada pelo MP que usou selo de outra empresa. Tínhamos mercadoria com selo que era nosso. Fomos no Pajeú e retiramos a mercadoria. Agora vamos comercializar sem o selo”.
A Direção diz que não é incomum a venda da mercadoria sem o selo. “Nenhuma granja de São José do Egito tem o selo, mas você pode comercializar o ovo”. E reclamou de perseguição. “Só cassou o nosso registro. Ou seja, em vez de incentivar outras empresa a tirar o selo, quis tirar o nosso”. Diz ainda que a decisão não atinge economicamente a atividade diante dos mercados de Pernambuco, Paraíba e outros estados. Veja nota oficial:
A Granja da Graça não tem qualquer envolvimento com o caso da Granja Pé de Serra e selos SIF falsos.
Nosso selo de inspeção municipal foi cassado por motivos políticos no dia anterior à fiscalização.
Na fiscalização feita no dia seguinte, nossos ovos não foram apreendidos, apenas retirados dos supermercados por conta do selo municipal que havia sido cancelado. Reforçamos que nunca usamos selos falsos e seguimos as normas legais.
Na noite desta quinta-feira (19), a coligação “O Trabalho Continua”, liderada pelo candidato a prefeito Dr. Pedro Alves e pelo candidato a vice, Marquinhos Melo (PSDB), reuniu apoiadores e militantes no Logradouro para um bate-papo que contou com a presença do atual prefeito Zeinha Torres (PSDB) e diversas lideranças políticas. Durante o evento, Dr. Pedro […]
Na noite desta quinta-feira (19), a coligação “O Trabalho Continua”, liderada pelo candidato a prefeito Dr. Pedro Alves e pelo candidato a vice, Marquinhos Melo (PSDB), reuniu apoiadores e militantes no Logradouro para um bate-papo que contou com a presença do atual prefeito Zeinha Torres (PSDB) e diversas lideranças políticas.
Durante o evento, Dr. Pedro Alves e Marquinhos Melo prometeram mais melhorias para a população. “Estamos aqui para reafirmar nosso compromisso com Iguaracy. Juntos, podemos construir um futuro ainda mais promissor”, afirmou Dr. Pedro Alves.
Marquinhos Melo também ressaltou a importância da participação popular na construção de uma cidade cada vez melhor. “A força do nosso povo é o que nos motiva a seguir em frente. Agradeço a cada um que está na nossa campanha”, declarou.
A programação da coligação “O Trabalho Continua” segue neste sábado, dia 21 de setembro, com mais um evento programado para Caatingueira.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB), uma das lideranças presentes, fez questão de agradecer à militância e à comunidade pelo apoio: “É graças a vocês que estamos aqui hoje. Vamos juntos continuar essa luta e vencer bonito!”
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