O deputado federal Gonzaga Patriota recebeu oficialmente apoio de lideranças políticas do Sertão do Pajeú.
Em Itapetim, Gonzaga conta com o apoio do prefeito Adelmo Moura, do vice-prefeito Junio Moreira e do ex-prefeito Arquimedes Machado; também da vereadora Jordânia Siqueira e dos vereadores Carlos Nunes, Romão, Jacinto Lucena e Clodaldo Lucena.
Em Brejinho, a prefeita Tânia Maria, o vice-prefeito Manoel da Carne e os vereadores Galeguinho do Milhão, Inácio Teixeira, Naldo de Valdinho, Guera de Jacinto e Ronaldo Delfino, além do ex-prefeito José Vanderlei, reforçaram o apoio ao deputado Gonzaga Patriota.
No município de Solidão, Patriota tem o apoio do prefeito Djalma Alves, do vice-prefeito, Zé Nogueira e dos vereadores Josias de Neta, Antônio Bujão, Vitorino Melo e Genivaldo Barros.
Na quinta (31) Gonzaga ainda esteve na chácara do ex-prefeito Pedro Torres Tunu, em Tuparetama, ao lado do vereador Diógenes Patriota e o vereador Valmir Tunu. “Busco proximidade com esta região do meu estado, por onde tenho muito apreço e carinho. Luto pelo desenvolvimento desta gente forte”, afirmou Gonzaga Patriota, durante as visitas.
O presidente do PT Rui Falcão escreveu em artigo no site do partido que há no país uma “tentativa de linchamento moral” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para Falcão, “nunca antes na história do país” um ex-presidente foi tão “caluniado, difamado, injuriado e atacado como o companheiro Lula”. Nos últimas dias o nome […]
O presidente do PT Rui Falcão escreveu em artigo no site do partido que há no país uma “tentativa de linchamento moral” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para Falcão, “nunca antes na história do país” um ex-presidente foi tão “caluniado, difamado, injuriado e atacado como o companheiro Lula”.
Nos últimas dias o nome de Lula surgiu em meio a investigações na Justiça, o que gerou reação dos aliados. Na semana passada, o delegado da Polícia Federal Marlon Cajado enviou ofício à Justiça Federal no qual explicou a necessidade de abrir um novo inquérito na Zelotes para apurar suposto envolvimento de “servidores públicos”, entre eles o ex-presidente Lula, no esquema de suspeita de venda de medidas provisórias investigado na operação.
No final de janeiro, Lula foi intimado a deporem investigação do Ministério Público de São Paulo sobre a transferência de prédios inacabados da Bancoop – cooperativa do sindicato dos bancários que se tornou insolvente – para outras empresas, entre elas a OAS, alvo da Operação Lava Jato. O MP-SP apura a suspeita de o ex-presidente Lula ter ocultado ser o dono de um triplex num desses prédios.
Nos dois casos, a defesa do ex-presidente Lula nega que ele tenha cometido irregularidades enquanto estava na Presidência ou omitido bens Para Rui Falcão, a “tentativa de linchamento político e moral” se apoia em “denúncias sem provas”, prática que, segundo ele, virou moda no país nos últimos meses.
“Valem as versões, não os fatos. O dever da prova não é mais de quem acusa, mas de quem é acusado, delatado, caluniado”, escreveu Falcão. “Por mais que as explicações desmintam a farsa ecoada pelos detratores de Lula, a mídia conservadora prossegue com o massacre de mentiras”, continuou o presidente petista.
Falcão concluiu o texto chamando a militância do PT para se manifestar em favor do ex-presidente. “É tarefa da militância e de quem tem compromissos com a democracia combater a escalada golpista e o cerco criminoso ao Lula. Estou convencido, como já disse em recente inserção do PT na televisão, que, assim, mais uma vez a verdade triunfará sobre a mentira.”
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participou de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (27), e foi duramente questionado pelo líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE). Membro da CCJ, o parlamentar quis saber sobre a ida de Moro à CIA, o decreto de […]
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participou de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (27), e foi duramente questionado pelo líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE).
Membro da CCJ, o parlamentar quis saber sobre a ida de Moro à CIA, o decreto de flexibilização do armamento do governo, o pacote anticrime encaminhado ao Congresso Nacional e por que a atual gestão não implementa uma política rigorosa de combate à sonegação fiscal.
Ao iniciar a fala, o senador ressaltou que o Brasil registra 60 mil assassinatos por ano. Diante desse quadro, ele perguntou ao ministro se o governo se baseou em algum estudo para autorizar os brasileiros a terem quatro armas em casa, lembrando que, após a implementação do Estatuto do Desarmamento, em 2003, houve uma redução do número de mortes violentas no Brasil.
“Qual a evidência científica que o governo apresenta de que essa flexibilização via decreto vai reduzir o número de homicídios por arma de fogo e também não aumentar o caso de feminicídios no nosso país?”, disparou. Moro respondeu, apenas, que Bolsonaro cumpriu uma promessa de campanha com a medida.
Humberto também perguntou se Moro não considera que o pacote anticrime concede uma espécie de licença para matar quando trata de legítima defesa para o agente policial em situações em que há um iminente risco de conflito armado, “como se ele tivesse a capacidade de adivinhar se vai haver ali um conflito armado ou não”.
Para o senador, a medida contraria, inclusive, o posicionamento do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil, do Conselho Superior de Justiça e de várias polícias que aboliram o termo e a prática do auto de resistência ou da resistência seguida de morte.
“Isso, muitas vezes, abre espaço para que grupos de extermínio se escondam por trás desses argumentos para matar, num país onde temos a polícia que mais mata e que mais morre. Então, eu também questiono isso, se isso tem fundamento científico. Isso está embasado em quê?”. Moro defendeu a medida, falando que o “policial não pode esperar levar um tiro de fuzil”.
O líder do PT também criticou o pacote anticrime do ministro por, na visão dele, promover o aumento da população carcerária, como se isso fosse resolver os problemas de segurança do país. “O Brasil tem a terceira população carcerária do mundo e vimos que não é isso que resolve a situação”, observou.
Humberto afirmou que sentiu falta, no pacote anticrime, de uma medida para combater a sonegação fiscal, que tira R$ 500 bilhões dos cofres públicos do país, mais do que o dobro das perdas com corrupção. O senador é autor de um projeto de lei que endurece o combate à sonegação. Moro alegou que o pacote se refere à “corrupção, crime organizado e crime violento”.
CIA
Por último, Humberto perguntou a Moro porque ele, na condição de ministro da Justiça do Brasil, e o presidente da República fizeram, durante uma visita oficial aos Estados Unidos recentemente, uma visita à CIA, agência central de inteligência americana.
De acordo com o senador, a CIA é um órgão de espionagem responsável, em parte, pelo golpe de 1964 no Brasil e em tantos outros golpes realizados no mundo e que, por esse motivo, jamais deveria ter sido visitada por Moro. O ministro respondeu que se tratou de uma “visita normal porque eles têm um trabalho de inteligência na área de terrorismo, uma preocupação mundial”.
Na sexta (03), Raquel esteve em Serra Talhada e Salgueiro. Neste sábado (04), ela cumpriu agenda nas cidades de Floresta e Arcoverde, no Sertão, e Buíque, no Agreste. A prefeita de Caruaru e pré-candidata ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), iniciou a agenda do movimento Levanta Pernambuco pelas cidades de Serra Talhada, Salgueiro, Floresta […]
Na sexta (03), Raquel esteve em Serra Talhada e Salgueiro. Neste sábado (04), ela cumpriu agenda nas cidades de Floresta e Arcoverde, no Sertão, e Buíque, no Agreste.
A prefeita de Caruaru e pré-candidata ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), iniciou a agenda do movimento Levanta Pernambuco pelas cidades de Serra Talhada, Salgueiro, Floresta e Arcoverde, no Sertão do Estado.
Na noite desta sexta-feira (03/12), Raquel participou de um ato em Salgueiro ao lado do presidente do PL e prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira; do presidente do Cidadania e deputado federal, Daniel Coelho; do ex-senador Armando Monteiro; da deputada Priscila Krause e lideranças de diversas cidades sertanejas. Antes de ir a Salgueiro ela passou por Serra Talhada, onde concedeu entrevista à Rádio Cultura FM e devolveu a visita de cortesia a prefeita Márcia Conrado.
No evento, foram discutidos temas como o abastecimento de água na região, os problemas na segurança pública, educação e saúde. “É preciso olhar para o Sertão Central do nosso estado, investir na educação que transforma. Todo mundo tem o direito de ser ouvido mesmo as menores regiões tem o direito de poder construir riqueza e oportunidades. Esse movimento tem um lado, o do povo de Pernambuco. Esse é nosso lado e é muito fácil defender”, frisou Raquel Lyra.
O prefeito Anderson Ferreira fez críticas à atual gestão do governo do estado. “A motivação para estarmos no Sertão Central é pela ausência do olhar do governo para essa região, mas isso não acontece só no Sertão. Por onde andamos não encontramos resultados desse governo que está aí. Nós percebemos as dificuldades que a população sente no dia a dia, na falta de água nas torneiras, no desemprego. Mas temos o compromisso de tirar Pernambuco da inércia e mudar essa situação que envergonha os pernambucanos. Isso só se faz ouvindo as pessoas e apresentando soluções”, disse o prefeito do Jaboatão.
Também participaram do ato organizado na cidade por Fábio Lisandro, o ex-senador Douglas Cintra, os ex-prefeitos Izaías Régis (Garanhuns)João Batista (Mirandiba), Eudes Caldas (Cabrobó), Francisco Tavares e Adailton Monteiro (Verdejante), o presidente da Câmara de Vereadores de Salgueiro, professor Agaeudes, vereadores e lideranças de toda a região. A noite também foi marcada por apresentações culturais do grupo Mazurca de Santana e de índios da Aldeia Urubu Buquerão Atikum de Salgueiro.
Agenda em Floresta – Em mais uma agenda pelo Sertão do estado, desta vez na região de Itaparica, o Movimento Levanta Pernambuco chegou à cidade de Floresta neste sábado, 04. Na ocasião, Raquel Lyra afirmou que não existe projeto de desenvolvimento sustentável integrado que enxergue as vocações regionais do estado nas suas 12 microrregiões de desenvolvimento.
“Aqui temos diversos arranjos produtivos, em Floresta não tem incentivo à fruticultura irrigada, em Salgueiro com a enorme vocação logística, em Serra Talhada com o polo médico e em Arcoverde no setor de serviços. Temos que olhar para essa região que se precisa se desenvolver e para sua gente que precisa de oportunidades. Por isto, a importância do debate sobre o sertão e Pernambuco”, disse.
Após o evento, Raquel seguiu para Arcoverde, onde participou de entrevista a uma rádio local e avaliou as visitas ao Sertão. “Há sete anos nosso estado tem andado para trás e está perdendo espaço no Nordeste na geração de novos negócios, na infraestrutura, como a precarização das nossas estradas, e à péssima distribuição de água”, completou. A agenda foi encerrada em Buíque, num encontro promovido pelo empresário Adriano Lisboa.
O Prefeito de Salgueiro, Marcondes Libório, comemorou o resultado da agenda com o governador Paulo Câmara, o Secretário Estadual de Saúde André Longo, representantes do Ministério Publico e da Procuradoria Geral de Pernambuco, além dos prefeitos da 4ª macrorregião. Ao lado do secretário municipal de Saúde George Arraes e do procurador Raimundo Eufrásio, ele debateu […]
O Prefeito de Salgueiro, Marcondes Libório, comemorou o resultado da agenda com o governador Paulo Câmara, o Secretário Estadual de Saúde André Longo, representantes do Ministério Publico e da Procuradoria Geral de Pernambuco, além dos prefeitos da 4ª macrorregião.
Ao lado do secretário municipal de Saúde George Arraes e do procurador Raimundo Eufrásio, ele debateu as medidas a serem tomadas na quarentena. A reunião teve suporte da AMUPE e, segundo ele, foi essencial para fortalecer o município no combate á segunda onda da COVID.
“Conseguimos com André Longo novos leitos de UTI para Salgueiro e cobrei do Governo do Estado a chegada de mais vacinas para que a gente consiga atender com verdadeira urgência todos os nossos idosos”, comemorou.
Até lá, abate segue provisoriamente – e não em definitivo – em Tabira. Marchantes comemoram Atualizado às 22h16 Um protesto de marchantes interditou a PE 320, na altura da comunidade de Riacho do Gado, município de Tabira. Eles protestaram alegando que o acordo feito com o MP para abate de carne bovina no Abatedouro Regional de […]
Até lá, abate segue provisoriamente – e não em definitivo – em Tabira. Marchantes comemoram
Atualizado às 22h16
Um protesto de marchantes interditou a PE 320, na altura da comunidade de Riacho do Gado, município de Tabira. Eles protestaram alegando que o acordo feito com o MP para abate de carne bovina no Abatedouro Regional de Afogados da Ingazeira, que começou no último dia 9, estaria causando prejuízos e deixando de ser cumprido integralmente pelo Matadouro.
Marchantes queriam renegociar com o promotor Lúcio Almeida abate de carne em Afogados
Mais cedo, eles já haviam demonstrado revolta com a qualidade de peças de carne recebidas dos animais abatidos no matadouro de Afogados da Ingazeira. Segundo relatos dos próprios comerciantes, as carnes vieram estragadas a ponto de causar mau cheiro. Carne azulada e peças sem o tratamento devido estiveram entre as reclamações mais comum.
Os marchantes exigiram a presença do promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto no local para renegociar o abate. O promotor esteve no local e pouco após o fim do protesto ele, representantes dos marchantes, da Câmara de Vereadores a exemplo de Sebastião Ribeiro e Edmundo Barros e o prefeito Sebastião Dias acompanhado de parte do Secretariado tiraram encaminhamentos.
Foto: Bruna Verlene
Os marchantes conseguiram a retomada provisória do abate em Tabira, sob algumas condições impostas pelo MP. Marchantes comemoraram a decisão após o encontro.
Foto: Bruna Verlene
Também deverá ser apurada a condição de transporte da prefeitura da Tabira a Afogados. Há relatos de má vontade o corpo mole para o transporte, piorando a situação.
O promotor falou ao blog e esclareceu o acordo. “Fui determinado a manter o abate em Afogados. Mas os marchantes me mostraram fotos com a carne recebida em parte estragada e não tínhamos interesse nisso, já que a prioridade era a carne ter mais qualidade. Nesta terça já viriam 60 bois pra Afogados. Se com 16 já houve dificuldades, como seria com 60?”
Ele esclareceu que foi criada uma comissão com representantes de Câmara, Prefeitura, MP, marchantes e abatedouro. Essa comissão se reúne quarta (14) para fechar a análise da condição de abate. “O abate de Tabira é o maior da região, chegando a 600 animais em determinados meses. Talvez o abatedouro não tenha se preparado pra tanto. Falaram na questão do motorista, só que aparentemente não foi só isso”.
Ele deixou claro que se Tabira conseguir construir um abatedouro com qualificações técnicas e sanitárias pode assumir o abate. Mas deixou claro que a decisão atual é provisória e que quarta, novo encaminhamento, como a volta do abate a Afogados com critérios mais claros não está descartada.
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