Fredson Brito diz que gestão tirou 300 toneladas de lixo das ruas
Por Nill Júnior
Entre as heranças malditas deixadas pelo ex-prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB), para o sucessor Fredson Brito (Republicanos), uma montanha de lixo.
O novo prefeito disse ao Frente a Frente, pela Rede Nordeste de Rádio, com o jornalista Magno Martins, que seu antecessor não recolheu o lixo da cidade ao longo de todo mês de dezembro do ano passado.
Só nos primeiros quatros dias deste mês, Fredson fez uma verdadeira faxina em São José do Egito, recolhendo cerca de trezentas toneladas de lixo. Para isso, ele teve que assinar um aditivo ao contrato da empresa que cuida da limpeza. “Foi uma saída emergencial para São José não virar um lixão”, disse Fredson.
“De fato, o visual da cidade mudou da água para o vinho. Constatei na corridinha diária de 8 km que fiz hoje. Passei por vários pontos da cidade e me deparei com os garis nas ruas e os caminhões da empresa recolhendo o lixo para o aterro sanitário”, diz Magno .
Ao Frente a Frente, Fredson contou que só a dívida com os fornecedores deixada por Valadares ultrapassa a casa dos R$ 10 milhões. Isso sem falar de salários em atraso e uma fatura de R$ 1,5 milhão aberta com a Compesa.
Além de abrir uma auditoria nas contas do antecessor, Fredson entrou na justiça para penalizar os responsáveis pela situação financeira em que encontrou a Prefeitura.
A cidade de Arcoverde, Sertão do Estado, é conhecida no cenário artístico pela grande contribuição para a música pernambucana e brasileira. Terra natal de grandes artistas tanto da música contemporânea quanto dos que cantam e propagam a tradição popular, sua musicalidade mesclou esses dois elementos e o Palco Nação Cultural, na Praça Virgínia Guerra, traz […]
Lirinha volta a Arcoverde com seu show performático
A cidade de Arcoverde, Sertão do Estado, é conhecida no cenário artístico pela grande contribuição para a música pernambucana e brasileira. Terra natal de grandes artistas tanto da música contemporânea quanto dos que cantam e propagam a tradição popular, sua musicalidade mesclou esses dois elementos e o Palco Nação Cultural, na Praça Virgínia Guerra, traz shows que valorizam essa característica.
O Festival Pernambuco Nação Cultural é uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura de Arcoverde, e está no Sertão do Moxotó desde a última terça-feira (07/10) com espetáculos de Artes Cênicas, ações de Patrimônio, Literatura, a 1ª Mostra de Cinema Pernambucano, oficinas culturais e outras atividades.
Na sexta-feira (10/10), as duas primeiras bandas da noite, Em Canto e Poesia e Fim de Feira, trazem uma sonoridade que une a música à poesia em shows que refletem a força e a beleza da cultura nordestina. Em seguida, é a vez do grupo Quinteto Violado que foi indicado recentemente ao Grammy Latino 2014 na categoria Melhor Disco de Música de Raiz Brasileira. Para encerrar a noite, o público confere a apresentação da cearense Amelinha com um show de grandes canções da MPB, eternizadas em sua marcante voz.
A noite do sábado (11/10) é um mix de tradição e modernidade. Começa com shows que valorizam as raízes que são fonte de inspiração dos artistas mais urbanos, Lucas e Orquestra dos Prazeres e o Samba de Coco Trupé de Arcoverde. Também sobe ao palco a banda Café Preto, projeto novo do cantor Canibal, da banda Devotos.
Encerrando a noite, um encontro musical inédito em Pernambuco. Estreou com muito sucesso em São Paulo, e agora gera expectativas em todos os lugares onde é anunciado: Lirinha e Ângela Rô Rô. Uma parceria que começou em 2011 quando Lira, que é de Arcoverde, estava produzindo seu primeiro disco solo após a saída da banda Cordel do Fogo Encantado.
Aos avarentos, miseráveis e maus desse tempo: A língua portuguesa está empanturrada de adjetivos, que qualificam, enobrecem ou cumprem a missão contrária, de desqualificar quem por algum motivo revela-se pelo que tem de ruim. Dito isso, não é missão fácil qualificar os patéticos seres que, diante das 300 mil mortes por Covid-19 alcançadas esta semana, […]
A língua portuguesa está empanturrada de adjetivos, que qualificam, enobrecem ou cumprem a missão contrária, de desqualificar quem por algum motivo revela-se pelo que tem de ruim.
Dito isso, não é missão fácil qualificar os patéticos seres que, diante das 300 mil mortes por Covid-19 alcançadas esta semana, muitas nas nossas cidades, tenta desprezar a dor do outro, ignorar os efeitos traumáticos dessa pandemia, ignorar as tentativas de segurar a disseminação do vírus enquanto a vacina não vem, ignorar e, por exemplo, de propósito não usar máscara para provocar, politizar a dor, ignorar a ciência, vilipendiar cadáveres com a própria língua.
Há uma categoria bem definida nesses tempos: os avarentos. No dicionário, aquele que é obcecado por adquirir e acumular dinheiro. Para quem a vida de um semelhante não vale mais que seu lucro. Que, ameaçado no seu exercício de acumular, ameaça.
Claro, esse adjetivo não se aplica genericamente. Em nossas cidades, há muitos comerciantes e empresários que sofrem com o atual momento, que precisam de suporte institucional e ficam jogados à sorte. Há principalmente vítimas sociais da pandemia que precisam de amparo urgente das autoridades e da atividade econômica.
Mas há sim uma categoria que se coloca em uma posição que expõe sua ganância. São aqueles que sabidamente conseguiriam vencer essa crise ainda sendo solidários com os mais vulneráveis, mas espumam ódio, pelo risco de que uma parte da sobra se perca.
De tão miseráveis, não adianta apelar que mudem. A piedade caberá a Deus.
Pudessem, teriam células adornando a urna funerária no dia da morte tomando rosas. Parecem não saber que um dia, assim como Hominho, o querido bêbado que perambula pelas ruas de uma de nossas cidades, vão virar o mesmo pó.
Há os imbecis, pelo dicionário, aqueles que denotam inteligência curta ou possuem pouco juízo, idiotas, tolos. Isso não os isenta, porque até os idiotas tem alma e arbítrio.
Há tolos que, ao contrário, pela ignorância são usados, massa de manobra de poderosos, mas pecam pela bondade que incapacita a revolta. Os que na onda minimizam a dor de tantos, que ignoram e ridicularizam esse momento, tem o vírus da maldade contaminando o baixo poder de compreensão.
Se há desprovidos de discernimento que sofrem, eles tem alma e piedade, valores que ajudam na hora de escolher um lado. Os imbecis de fato são afetados pelo mal caráter.
Outra categoria envolve os formadores de opinião que levam parte da sociedade a um precipício maior do que estamos metidos. Eles tem formação, portanto não são ignorantes, mas repetem mantras que afetam e induzem os desprovidos e afins a tomada de decisões que alimentam o discurso negacionista.
Nessa categoria há advogados, médicos, professores, jornalistas, políticos e outras categorias. Esses estão entre os mais repugnantes. Porque colocam seu arbítrio em estado de putrefação para induzir, reproduzir e negar a ciência, atentar à vida, produzir ainda mais dor e morte, usando como matéria prima o poder de persuasão e intelecto.
São maus na essência, cruéis, perversos, desumanos, vis, insensíveis, desalmados.
Aos avarentos, imbecis, maus e demais categorias, ofereço-lhes a dor de 300 mil almas.
Mas não comemorem agora. Há uma certeza que esperança a alma mesmo transbordante da dor que os tem como corresponsáveis:
Vocês passarão e a história os julgará…
João Teimoso
João Veiga, que já foi até suspenso em redes sociais por defender tratamentos condenados pela maioria dos infectologistas contra Covid, veio à região, pregou uma hora de negacionismo na Cidade FM, atacou prefeitos e MP pelas medidas restritivas por cinco dos dez dias decretados pelo estado e foi embora. Às familias dos tantos que mesmo com o tal kit Covid morreram, nossa solidariedade.
A pergunta
Inteligente, o ex-prefeito Luciano Duque defendeu Márcia Conrado por não aderir aos cinco dias de restrição que os colegas decretaram em 13 cidades. “Lockdown de cinco dias não existe”, afirmou, baseando-se na ciência. Mas fosse só essa questão, porque Conrado não humilhou os colegas ignorantes e decretou sozinha os 15 dias?
Nem uma live…
O Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Augusto Martins, vem sendo cobrado por não sair da cadeira e, como faz nas redes distribuindo mudas de árvores nativas, um belo gesto, se mexer para acudir artistas locais e músicos em dificuldades. “Três meses e nada”, reclamam músicos à Coluna.
Ameaçados
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, chegou a sofrer nas redes uma ameaça de invasão de sua casa por radicais. Mesmo tom adotado em um áudio de rede social para Sandrinho Palmeira, de um radical que pregava invasão à sua casa como forma de protesto. “Vamos pra casa dele”, vociferava o extremista. Nos dois casos, as autoridades foram acionadas.
Pulso de Nicinha
A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, foi elogiada pelo pulso em não recuar das medidas restritivas, mesmo com a pressão dos setores do comércio que foram pra cima e dos vereadores. “Teve uma postura firme”, elogiou o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto.
Não é só dinheiro
A CDL de Afogados da Ingazeira teve uma postura humana no debate do fechamento. Fez críticas, questionou algumas medidas, reclamou com razão da fiscalização deficiente nas ruas, mas afirmou que, mais uma vez e pela vida, recomendaria o cumprimento das medidas.
A nota do povo
O programa Revista da Cultura pediu uma nota de zero a dez para a atuação de Jair Bolsonaro e Paulo Câmara na pandemia. Após dezenas de participações, nosso presidente ficou reprovado com média 1,6. Já Câmara estaria em recuperação, com média 5,2.
O que tem pra segunda
Promotores, prefeitos e Secretários de Saúde tiveram reuniões no sábado para a estratégia de retomada parcial das atividades nos municípios que adotaram medidas mais restritivas, buscando evitar aglomerações nesta segunda, principalmente em bancos e supermercados.
Frase da semana:
“Somos incansáveis na luta contra o coronavírus. Essa é a missão e vamos cumpri-la”.
Do presidente Jair Bolsonaro em pronunciamento à nação defendendo agora a vacinação.
Filipe Veras estava a dias internado no Hospital Português. A mãe havia morrido da doença. Se dividia entre a cidade natal, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada, onde trabalhava O afogadende radicado em Serra Talhada Filipe Veras faleceu nesta sexta-feira (28), vítima da Covid-19. Tinha apenas 30 anos e estava internado a dias no Hospital […]
Filipe Veras estava a dias internado no Hospital Português. A mãe havia morrido da doença. Se dividia entre a cidade natal, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada, onde trabalhava
O afogadende radicado em Serra Talhada Filipe Veras faleceu nesta sexta-feira (28), vítima da Covid-19. Tinha apenas 30 anos e estava internado a dias no Hospital Português, Recife.
Familiares falavam em um milagre para salvá-lo. Na última terça, a tia Maria José, Zeza, pedia orações ao receber uma premiação da Escola Monteiro Lobato.
Filipe teve acesso ao ECMO, também chamado pulmão artificial, mesma técnica usada para tentar salvar o ator Paulo Gustavo e também recebeu doações de sangue. Passou por uma nova cirurgia mas últimas horas e não resistiu.
A mãe, Glória Santos, também faleceu em virtude da doença ano passado.
Nas redes sociais, Filipe tinha uma prática cristã muito forte. Da comunidade cristã Sara, postava pregações e citações bíblicas. Também era servidor do Bradesco Serra Talhada. A esposa Ana Caroline Veras também contraiu a doença, mas se recuperou.
A prefeita de Serra, Márcia Conrado, lamentou em nota seu falecimento. “Honesto, com sorriso no rosto, que sempre encantava a todos”.
Ainda não há informações sobre o sepultamento, que deverá seguir protocolos da Covid-19.
Do G1 Governadores de sete estados e uma vice-governadora fizeram um apelo nesta quarta-feira (16) a deputados e senadores da base aliada para que aprovem a proposta de recriar a CPMF com uma alíquota de 0,38%, maior do que a proposta de 0,2% feita pelo governo federal. Para eles, o imposto deveria ser divido entre […]
Governadores de sete estados e uma vice-governadora fizeram um apelo nesta quarta-feira (16) a deputados e senadores da base aliada para que aprovem a proposta de recriar a CPMF com uma alíquota de 0,38%, maior do que a proposta de 0,2% feita pelo governo federal. Para eles, o imposto deveria ser divido entre União, estados e municípios – 0,2% ficariam com a União e 0,18% para os Executivos locais.
Foram ao Congresso Nacional os governadores Luiz Fernando Pezão (RJ), Rui Costa (BA), Waldez Góes (AP), Camilo Santana (CE), Renan Filho (AL), Belivaldo Chagas (em exercício, SE), Marcelo Miranda (TO), Wellington Dias (PI) e a vice-governadora Nazareth Araújo (AC).
Após conversar com parlamentares e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), argumentou que todos os estados do país vivem uma crise econômica difícil e precisam de mais receitas.
“Acho que dificilmente algum governador não precise desses recursos, tanto para a Previdência quanto para a saúde. E os municípios também precisam muito. Temos prefeituras fechadas. A gente quer ter essa chance. A Previdência é um gargalo de todos os governos estaduais”, disse.
O encontro com deputados ocorre dois dias depois de reunião dos governadores com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto para discutir as medidas do ajuste fiscal, propostas na última segunda (14). O pacote do Executivo, que já enfrenta resistência do Congresso, propõe a volta da CPMF com uma alíquota de 0,2%.
Os recursos iriam somente para a União e serviriam para suprir gastos com a Previdência Social. O novo imposto precisa ser instituído com a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC, que o Planalto deverá enviar ao Congresso na próxima semana. Na reunião com governadores, a presidente sugeriu que eles procurassem suas bancadas para propor um aumento na alíquota e o compartilhamento dos recursos.
Por Anchieta Santos O último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde de Pernambuco sobre os casos de microcefalia associados ao zika vírus mostra que, do dia 1º de agosto de 2015 até o dia 23 de janeiro de 2016, foram registrados 1.373 casos suspeitos da malformação. Em relação ao boletim anterior, foram 67 novos casos. No […]
O último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde de Pernambuco sobre os casos de microcefalia associados ao zika vírus mostra que, do dia 1º de agosto de 2015 até o dia 23 de janeiro de 2016, foram registrados 1.373 casos suspeitos da malformação.
Em relação ao boletim anterior, foram 67 novos casos. No Sertão, o número de casos suspeitos subiu para 105. Petrolina tem oito casos, Cabrobó (1), Santa Maria da Boa Vista (4), Salgueiro (7), Araripina (10), Bodocó (7), Exu (12).
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