Fogueiras no São João: leitores debatem viés ecológico do tema
Por Nill Júnior
Alguns internautas se manifestaram comentando a repercussão da matéria que indica queda no número de fogueiras na véspera junina verificada no centro de Afogados da Ingazeira.
Pela Fanpage ou pelo Portal da Rádio Pajeú, levantaram o debate sobre desmatamento da caatinga, fruto de campanha da Diocese de Afogados e do grupo Fé e Política. O foco do debate tem sido a retirada ilegal de madeira de forma constante para outras regiões do Estado. De nossa parte, a matéria constata a queda na presença dia 23, trata da tradição cultural e religiosa das fogueiras.
A leitora Rosa Amélia, afirmou : “há uma luta quanto ao desmatamento desordenado. Tem gente que fazia arranha-céu de lenha. As pessoas festejam da mesma forma, como se não houvesse o amanhã. Eu vi muitas fogueiras por aqui ao vir do trabalho. Uns que tem muito dinheiro compraram daqueles que desmatam para sobreviver.
Já Gilberto Carvalho: “absurdo! Uma hora reclamam do desmatamento da caatinga e agora ficam falando em “fogueira de São João”. De onde vem a madeira para tais fogueiras?” – questionou.
Pelo Twitter do blog, até a Deputada Tereza Leitão questionou a manchete, que falava em crise como possível causa da redução das fogueiras na área urbana. “Crise ou a consciência ecológica crescendo?”
O prefeito Marconi Santana (PSB) confirmou que seu candidato a prefeito será Gilberto Ribeiro, o Giba, que recentemente deixou a Secretaria de Infraestrutura de Flores. Giba é um dos apoiadores mais jovens de Marconi Santana. É irmão do ex vereador Alberto Ribeiro, falecido em novembro de 2020. O candidato a vice será o vereador Diassis […]
O prefeito Marconi Santana (PSB) confirmou que seu candidato a prefeito será Gilberto Ribeiro, o Giba, que recentemente deixou a Secretaria de Infraestrutura de Flores.
Giba é um dos apoiadores mais jovens de Marconi Santana. É irmão do ex vereador Alberto Ribeiro, falecido em novembro de 2020.
O candidato a vice será o vereador Diassis de Fátima, também do PSB. Francisco Miguel de Lima é vice-presidente da Câmara de Vereadores de Flores. Em 2020, foi eleito com 500 votos.
A composição terá além de PSB, PDT e Mobiliza. A convenção será sexta, dia 2 de agosto, às 16h40, na Quadra municipal da Vila Nova.
Na sua rede social, o prefeito comemorou o evento de anúncio da chapa majoritária e pára vereadores. “Numa calorosa e contagiante alegria, fomos recebidos por um público de mais de três mil pessoas no evento de apresentação dos nossos pré-candidatos e plenária para construção do nosso plano de governo”, disse.
“Estamos radiantes em sentir essa energia, e que nos leva a certeza que estamos no caminho certo, do desenvolvimento e cuidado com o nosso povo”, concluiu.
Nesta sexta-feira, 2 de agosto, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) oficializou seu apoio a pré-candidatura à reeleição de Márcia Conrado, diz o bloco governista em nota. “O partido, que tem Luzia Oliveira como presidente municipal, soma-se a uma ampla coalizão que já conta com o apoio de diversos partidos, incluindo PT, Avante, Solidariedade, MDB, PSB, […]
Nesta sexta-feira, 2 de agosto, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) oficializou seu apoio a pré-candidatura à reeleição de Márcia Conrado, diz o bloco governista em nota.
“O partido, que tem Luzia Oliveira como presidente municipal, soma-se a uma ampla coalizão que já conta com o apoio de diversos partidos, incluindo PT, Avante, Solidariedade, MDB, PSB, PSDB, PSD, Republicanos e União Brasil. A formalização dessa coligação histórica ocorrerá na próxima segunda-feira, 5 de agosto, às 18h, no Ginásio Egídio Torres”, informa.
“É com grande alegria que recebemos o apoio do PDT, que tem uma rica história de luta pelos direitos dos trabalhadores e pela justiça social. Juntos, estamos formando uma frente ampla e diversa, comprometida com o desenvolvimento de Serra Talhada e a melhoria da qualidade de vida de nossa população. Este apoio fortalece ainda mais nossa caminhada para continuar o trabalho que já iniciamos, com foco na educação, saúde e infraestrutura”, destacou a prefeita Márcia Conrado.
“A oficialização da coligação marca um momento importante na política local, demonstrando a força e a unidade de diversos partidos em torno de um projeto comum para Serra Talhada”, concluem.
O governador Paulo Câmara voltou a defender hoje (02.09.2015), em entrevista ao jornalista Milton Jung, da CBN Nacional, “um grande entendimento em favor do Brasil”, como forma de o País superar a crise política e a crise econômica. “Porque o momento exige que a gente trabalhe muito. Não interessa a ninguém a situação em que […]
O governador Paulo Câmara voltou a defender hoje (02.09.2015), em entrevista ao jornalista Milton Jung, da CBN Nacional, “um grande entendimento em favor do Brasil”, como forma de o País superar a crise política e a crise econômica. “Porque o momento exige que a gente trabalhe muito. Não interessa a ninguém a situação em que o Brasil está hoje”, alertou.
Para Paulo, é uma situação que preocupa principalmente pela instabilidade e pela ausência de confiança. “A gente não está com políticas efetivas que mostrem uma luz no fim do túnel. Esse momento de incertezas, de insegurança, é o que realmente preocupa muito os governadores e, principalmente, a população nordestina”.
A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DE PAULO CÂMARA
1- Qual é o impacto da crise econômica nos estados do Nordeste?
PAULO CÂMARA – Milton, o impacto é muito grande. O Nordeste tem sido uma região que, nos últimos oito anos vinha crescendo mais do que o Brasil, gerando emprego e renda. Em 2014, o Nordeste foi a região que menos sofreu com a crise. Só que nesses primeiros meses de 2015, em virtude da crise, estamos sofrendo de maneira mais efetiva essa desaceleração e a recessão, que atingiu principalmente o emprego. Para você ter uma ideia, nos primeiros setes meses do ano, cerca de 500 mil empregos formais desapareceram no País e o Nordeste foi responsável por quase 200 mil. Então, é uma questão que nos preocupa demais. Uma região pobre, uma região desigual; uma região que tem 28% da população e representa cerca de 14% do PIB. O Nordeste vinha em um processo de recuperação, mas em 2015 tem sido um ano desafiador, por causa do desemprego, por causa da recessão. Nós estamos também com um crescimento industrial negativo; que é o que mais nos preocupa, quando vamos para série histórica, estamos com desemprego na área do comércio e, principalmente, nos serviços, que é o grande responsável pelo PIB nordestino. Então, é realmente uma situação que nos preocupa principalmente pela instabilidade e pela ausência de confiança. A gente não está com políticas efetivas que mostrem uma luz no fim do túnel. Esse momento de incertezas, de insegurança é o que realmente preocupa muito, tanto os governadores, mas principalmente a população nordestina.
2 – Há também uma ausência de liderança no País, nesse momento, que prejudica a saída dessa crise?
PAULO CÂMARA – A questão da crise, a questão da confiança realmente são os fundamentos que precisam ser mais trabalhados. Confiança se passa com regras claras, com planejamento, com um olhar para o futuro. O que é que vamos fazer, o que é que vai acontecer. Nós não temos previsibilidade nas nossas políticas, todos os dias tem uma novidade ou uma notícia que é desmentida no outro; são questões que vão e que voltam e que não têm contribuído para o debate. Precisamos de um planejamento mais consistente, de uma política que olhe o curto, o médio e o longo prazo, que dê previsibilidade e dê tranquilidade para os investidores, para saberem que podem investir que não vai ter mudança ao longo do caminho. E isso se transmite na confiança e na expectativa, e isso, realmente, nos remete à necessidade de um entendimento nacional, envolvendo todos os atores. Envolve a liderança da União, envolve a participação do Estados, dos Municípios, do setor empresarial, da sociedade civil organizada, da necessidade de um grande entendimento em favor do Brasil, porque o momento exige que a gente trabalhe muito. Não interessa a ninguém a situação em que o Brasil está hoje. De recessão, com uma projeção de recessão em 2016 também. Se nós pegarmos a série histórica, vamos ver que isso só aconteceu em 1930 e em 1931, um momento totalmente diferente da realidade que nós vivemos hoje. Então, essas são questões fundamentais que nós precisam ser trabalhadas com rapidez.
3 – Esse entendimento passa pelo fortalecimento do papel da presidente Dilma Rousseff no cargo ou o que nós temos assistido, de várias críticas,inclusive alguns movimentos pedindo o impeachment da presidente, é um caminho que tende a se desenvolver ainda mais?
PAULO CÂMARA – A presidente foi eleita. Ela tem um mandato a cumprir. Ela tem compromissos e tem uma série de ações que o Governo Federal precisa retomar e precisar dar continuidade, muitas delas com mais celeridade. E isso, enseja, de todos nós, buscarmos o entendimento e fortalecer as instituições, para que elas funcionem em favor da população, que elas funcionem levando o serviço público. Momento de crise é também momento de repensar o funcionamento das instituições, de priorização dos serviços essenciais. De buscar fazer mais com menos. Então, isso tudo exige, realmente, uma capacidade de articulação, planejamento, uma capacidade de liderança, de colocar a confiança para a população. A população precisa sentir, os investidores precisam sentir que as políticas públicas vão ser cumpridas; que o que está devidamente pactuado tem previsibilidade, tem regras claras e não vai haver mudança. Isso é fundamental. É necessário, realmente, que haja por parte de todos os entes o compromisso com o Brasil, o compromisso com a retomada da transparência, a retomada dos investimentos.
4 – Fiquei na dúvida com relação ao seguinte: Esta retomada do crescimento, essa confiança passa pelo fortalecimento, então, da imagem da presidente, seria um fato dos governadores, por exemplo, buscar um apoio à presidente, ou não?
PAULO CÂMARA – A questão não é a presidente. A questão é o Governo Federal transmitir e fazer políticas que tenham previsibilidade e que possam nos dar um norte; possam dizer exatamente o que vai acontecer em 2016. Qual é a regra do jogo. Como fazer. Quais são os investimentos que não vão ter contingenciamento de recursos, quais são as linhas de crédito que vão ser dadas aos Estados e Municípios para que eles possam também contribuir para o investimento. A questão é de apoiar a instituição, porque o Governo Federal é um elemento essencial para a retomada do crescimento do nosso país.
5 – Diante da dificuldade dos Estados, a ideia de recriar a CPMF partilhada entre Estados, Municípios e União, ela é bem-vinda para o senhor, governador?
PAULO CÂMARA – Esse debate da CPMF, eu já tinha colocado desde quando foi apresentada a ideia pela primeira vez, que aumento de carga tributária é sempre complicado, porque a gente já tem uma carga tributária muito alta. Ela precisaria vim com um ajuste no sistema como um todo. Antes de criar algum tipo de contribuição, algum tipo de imposto, é preciso também aperfeiçoar outros, para que eles possam ter a devida adequação a esse possível novo incremento de receita por outros mecanismos. Só que a CPMF já nasceu sem ter nenhum viés. Eu não conheci a proposta. Nós fomos chamados para uma reunião onde não foram apresentados os detalhes, e, no outro dia, já foi descartada a criação da CPMF. Então, foi uma discussão que, no meu entendimento, não surgiu com consistência. Isso é ruim também. Deveriam ter pensado nisso mostrando todos os efeitos, como ele iria funcionar e para quê serviria. Todos nós sabemos que a saúde é problema, o maior para todos os estados. E uma solução para a Saúde precisa ser trabalhada. Agora, para trabalhar uma solução tem que iniciar uma discussão de como enfrentar a questão da saúde. E, a partir desse enfrentamento da questão da Saúde, poder, de fato, enfrentar e não apenas soltar uma ideia no ar sem ter como seguir com ela.
6 – Mas é algo que o senhor proporia para discussão, quando se trata da questão do Orçamento, que é apresentado, inclusive, com déficit? Seu partido levaria essa possibilidade da CPMF ou eliminaria já essa discussão?
PAULO CÂMARA – Nós precisamos criar mecanismos para o financiamento da saúde, se ele viria com a CPMF ou qualquer outro tipo de imposto ou contribuição, isso precisamos discutir. Agora, não se dá para criar imposto ou contribuição hoje no país sem aperfeiçoar o sistema, sem diminuir a alíquota de outros impostos ou até eliminar algum tipo de contribuição que não é boa para os setor produtivo. Isso é uma discussão maior. Às vezes você pode diminuir uma alíquota e trazer ganhos de receita, pela melhoria do funcionamento do sistema. É isso que precisa ser trabalhado. O aumento de um determinado setor e a diminuição de outros são coisas que precisam ser vistas e estudadas. Isso pode contribuir para o Brasil, sem necessariamente aumentar a carga tributária, mas gerando receita adicional.
7 – O senhor recentemente anunciou, na semana passada ainda, no Estado de Pernambuco, um corte de mais de R$ 600 milhões dos gastos do Estado, dos gastos da máquina pública. Agora, quem tem olhado as contas do Estado tem percebido que a arrecadação tem caído muito fortemente e o senhor inclusive já disse isso, e as despesas com pessoal seguem crescendo, será um segundo semestre difícil. Algum risco de se repetir em Pernambuco o que acontece no Rio Grande do Sul, que não tem dinheiro nem para pagar o salário dos servidores?
PAULO CÂMARA – Bom, Milton, se você pegar qualquer previsão que ocorreu no final de 2014 para 2015, nem os mais pessimistas colocavam a situação que nós estamos vivendo hoje. No caso de Pernambuco, especificamente, nós, por toda a série histórica, desde a estabilidade econômica, a partir de 95, nós nunca tivemos um ano no qual o crescimento da receita não tenha coberto o aumento da inflação. E hoje, nós estamos tendo um crescimento de receita da ordem de 4,5%. Ou seja, não cobre nem a inflação que está em torno de 8%. Então, isso nos fez fazer ajustes, ajustes muito duros. Ajustes que ensejam cortes em todas as áreas do Governo. Estou indo agora para o segundo momento do nosso ajuste, que é, justamente, analisar os serviços que estão em funcionamento. Vamos ter que adequar eles à situação financeira para garantir o pagamento dos salários. Não há risco de Pernambuco atrasar salários, mas nós já estamos com alguma dificuldade com alguns fornecedores, até pelo fluxo de caixa. Os meses de julho, agosto e setembro são meses ruins de receita. Nós só vamos regularizar o pagamento dos fornecedores a partir do mês de outubro. Vamos fechar 2015 equilibrado, mas muito preocupado com 2016. Porque se 2016 repetir esse mesmo cenário econômico de 2015, nós vamos ter um ano, realmente, onde pode acontecer muita coisa que nós não queremos. Muitos ajustes, muito mais duros, e, aí, sim, pode afetar a qualidade dos serviços oferecidos à população. Isso é uma discussão que eu espero que não precisemos fazer em 2016. Que em 2016 haja realmente condições de melhoria no cenário econômico, no cenário fiscal. Todos os ajustes necessários nós estamos fazendo. Nós, infelizmente, não pudemos dar aumento salarial esse ano para o nosso funcionalismo. Estamos traçando uma estratégia de equilíbrio, porque nós não vamos superar as dificuldades do ano de 2015 e as previsões de 2016 se nós não tivermos o equilíbrio. O equilíbrio é o número 1 de todo o nosso trabalho.
Serra Talhada foi o primeiro município do Pajeú onde houve decisão do Juiz Eleitoral de determinar lei seca, das 23 horas deste sábado (1) até a conclusão da apuração. A decisão foi do Juiz Eleitoral Marcus César Sarmento Gadelha, da 71ª zona eleitoral de Serra Talhada. Na decisão, o juiz informa que a lei seca […]
Serra Talhada foi o primeiro município do Pajeú onde houve decisão do Juiz Eleitoral de determinar lei seca, das 23 horas deste sábado (1) até a conclusão da apuração.
A decisão foi do Juiz Eleitoral Marcus César Sarmento Gadelha, da 71ª zona eleitoral de Serra Talhada.
Na decisão, o juiz informa que a lei seca se faz necessária “para garantir a ordem pública no pleito eleitoral deste domingo”. Com a decisão, Serra é o primeiro município a determinar a lei seca no Pajeú.
A Polícia Federal cumpre mandados, na manhã desta sexta-feira (6), no Tribunal de Justiça de Pernambuco, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O alvo é o desembargador Antônio de Melo e Lima, segundo vice-presidente do TJPE. Segundo o blog de Noelia Brito, ele é investigado por estupro de vulnerável. O afastamento do desembargador […]
A Polícia Federal cumpre mandados, na manhã desta sexta-feira (6), no Tribunal de Justiça de Pernambuco, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O alvo é o desembargador Antônio de Melo e Lima, segundo vice-presidente do TJPE.
Segundo o blog deNoelia Brito, ele é investigado por estupro de vulnerável. O afastamento do desembargador foi noticiado com exclusividade por pelo blog do Ricardo Antunes.
O Ministro Jorge Mussi determinou, também, o recolhimento do veículo oficial, do celular e laptop do magistrado. Além disso, ele foi proibido de adentrar em qualquer que seja o prédio ou instalação do Poder Judiciário Estadual.
Em nota à imprensa, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), confirmou a operação da Polícia Federal no gabinete da vice-presidência. Leia abaixo a íntegra da nota:
O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Luiz Carlos de Barros Figueirêdo, em respeito às autoridades constituídas e à sociedade em geral, vem a público esclarecer:
1 – A Polícia Federal, devidamente acompanhada por um juiz instrutor da Vice-Presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), dando cumprimento a ordem emanada pelo ministro daquele egrégio Tribunal Jorge Mussi, esteve, na manhã desta sexta-feira (06/05), no 8º andar do Fórum Paula Baptista, onde funciona a *2ª Vice-Presidência do TJPE*, e no *Gabinete do desembargador segundo-vice presidente do Tribunal*, no Fórum Thomaz de Aquino, o qual foi afastado provisoriamente do seu cargo por decisão do antes mencionado ministro.
2 – O TJPE deu total suporte aos integrantes da PF para que a operação ocorresse sem incidentes.
3 – O Tribunal de Justiça de Pernambuco jamais deixará de dar cumprimento à Constituição Federal e às leis vigentes no País.
4 – No que diz respeito ao processo no qual a determinação foi expedida pelo STJ, é importante destacar que o mesmo tramita sob segredo de Justiça, razão pela qual o TJPE não detém informações específicas, não lhe competindo qualquer pronunciamento, cabendo-lhe tão somente dar cumprimento ao sigilo judicialmente determinado por autoridade competente.
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