Flávio Marques diz que Zé Amaral se equivocou ao dizer que ele comanda Tabira
Por Nill Júnior
Com a certeza de que quem conduz a gestão é o prefeito Sebastião Dias, o Secretário de Administração Flávio Marques disse ontem que não passou de um equívoco a afirmação do pré-candidato a Prefeito Jose Amaral (PSDC) de que ele e Edgley Freitas, Secretario de Cultura e Obras é que mandam no governo.
Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem, Flávio disse que cada Secretário tem a autonomia necessária para gerenciar sua pasta. Marques não quis polemizar se Zé Amaral teria feito a acusação por enxergar nos dois secretários, potencial para liderarem uma disputa majoritária.
Flávio disse que hoje a Secretaria de Administração chama a atenção porque ganhou uma nova dimensão na gestão do Prefeito Sebastião Dias.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, na noite desta sexta-feira (17), um aviso meteorológico de chuvas de intensidade moderada a forte. A previsão é para a Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste de Pernambuco, Sertão de pernambuco, inclusive o do São Francisco. Emitido às 19h desta sexta (17), o aviso é […]
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, na noite desta sexta-feira (17), um aviso meteorológico de chuvas de intensidade moderada a forte.
A previsão é para a Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste de Pernambuco, Sertão de pernambuco, inclusive o do São Francisco.
Emitido às 19h desta sexta (17), o aviso é válido para parte desse sábado, 18. De acordo com a agência, a população deve seguir as orientações da Defesa Civil. Na capital pernambucana, a Defesa Civil do Recife mantém um plantão permanente, que pode ser acionada pelo telefone 0800.081.3400. A ligação é gratuita e o atendimento é feito 24 horas por dia.
A Apac informou, ainda, que o aviso foi emitido devido à atuação de um sistema meteorológico de Distúrbios Ondulatórios de Leste (DOL), que está em formação no Oceano Atlântico. O sistema segue rumo ao continente e deve acumular volumes significativos de chuva nas regiões.
Quase completando seis meses de mandato, o presidente Lula (PT) mantém sua aprovação estável. Consideram que ele faz um governo ótimo ou bom 37%, enquanto 27% o avaliam como ruim ou péssimo. Para 33%, o petista é regular, e 3% não opinaram. É o que revela nova pesquisa do Datafolha, feita em 112 municípios com […]
Quase completando seis meses de mandato, o presidente Lula (PT) mantém sua aprovação estável. Consideram que ele faz um governo ótimo ou bom 37%, enquanto 27% o avaliam como ruim ou péssimo. Para 33%, o petista é regular, e 3% não opinaram.
É o que revela nova pesquisa do Datafolha, feita em 112 municípios com 2.010 eleitores. O levantamento tem dois pontos de margem de erro, para mais ou menos, e foi feito de segunda (12) à quarta-feira (14).
Em comparação com a aferição anterior, realizada em 29 e 30 de março, os números variam apenas dentro da margem de erro. Aos três meses de mandato, Lula tinha aprovação de 38% e reprovação de 29%, sendo visto como regular por 30%.
Em termos relativos, os números trazem más e boas notícias para o petista, que assumiu seu terceiro mandato em janeiro.
Começando pelo lado negativo, eles repetem o pior desempenho de um mandatário eleito em primeiro mandato desde a redemocratização de 1985 e, para desgosto da militância, emula o desempenho do rival derrotado em outubro passado, Jair Bolsonaro (PL).
A esta altura do mandato, o ex-presidente tinha 33% de aprovação, 33% de reprovação e 31% de avaliação regular. Usando os limites da margem de erro, é um empate técnico com ligeira vantagem numérica para Lula.
Mas o petista perde para Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1995 (40% de ótimo/bom, 40% de regular e 17% de ruim/péssimo), para si mesmo em 2003 (42%, 43% e 11%) e para a sucessora, Dilma Rousseff (PT), em 2011 (49%, 38% e 10%).
Comparando com o seu desempenho após a reeleição de 2006, o que não pode ser feito de forma direta pois trata-se de um governo de continuidade, ele também perde: a esta altura de 2007, tinha 48% de aprovação, 37% de regular e 14%, de reprovação.
Como diz o clichê, pesquisas são fotografias. FHC se reelegeu e completou o mandato, Dilma venceu a segunda eleição e sofreu impeachment dois anos depois, Bolsonaro não bateu Lula.
Mas fotos dizem algo sobre a realidade política, e aí entra o campo positivo para o presidente. Seu governo enfrenta uma crise política em capítulos, algo agônica, mas com aparente repercussão nula no eleitorado.
Lula vive um embate com a Câmara, capitaneada pelo centrão de Arthur Lira (PP-AL), que já lhe trouxe toda sorte de dificuldades e que o deverá obrigar a fazer alterações no ministério para agradar neoaliados. Isso para não falar em questões mais distantes do eleitorado, como os criticados movimentos de política externa do petista.
Nada disso melhorou ou piorou de forma significativa sua avaliação. Ao contrário, a estratificação dos dados de aprovação mostram que tudo segue como antes no reino da polarização brasileira.
Aprovam mais Lula aqueles de renda mais baixa (até 2 salários mínimos, 43% de ótimo/bom), menos escolarizados (47%) e nordestinos (47%). Neste último grupo, ainda que dentro da margem maior de erro dele (4 pontos), houve uma oscilação negativa mais expressiva na aprovação: de 6 pontos ante março.
Já a reprovação ao petista cresce em grupos conhecidos. Dos que ganham de 2 a 5 salários mínimos, a dita classe média baixa, e entre moradores do Centro-Oeste, são 34% os que reprovam Lula. Entre evangélicos, 37%, e entre a minoria (4% da amostra) mais rica (mais de 10 mínimos mensais), 49%.
A pesquisa traz um desvio maior na curva de avaliação de Lula entre aqueles que ganham de 5 a 10 mínimos mensais (R$ 6.600 a R$ 13.200). No grupo, houve a maior queda de reprovação, de 15 pontos percentuais em relação a março (47% para 32%). Mesmo considerando que a margem de erro nesse subgrupo é maior, de 7 pontos percentuais, é notável.
A questão não foi feita, mas um evento do noticiário que pode ter chamado atenção para esse estrato mais abastado no período foi a discussão que levou à queda do preço de algumas categorias de automóveis. Mas isso é especulativo.
As boas notícias relativas da economia, como a aprovação inicial do arcabouço fiscal pelo Congresso, a queda do preço do dólar ou a melhoria da perspectiva do risco-país, seguem abstratas para a maior parte da população. Aqui, a estabilidade na taxa de desemprego (8,5% no primeiro trimestre) conversa melhor com os números inalterados de Lula. As informações são da Folha de S.Paulo.
Marília Grasiela Marques Ferreira da Silva, ou Marília Marques é natural de Serra Talhada. Nascida em um lar cristão desde cedo participa de louvores em sua Igreja. Casada com Marcos Júnior da Silva, produtor e companheiro no Ministério, tem dois Cds gravados. Neles, expressa sua adoração a Deus com canções que falam de fé. Desde […]
Marília Grasiela Marques Ferreira da Silva, ou Marília Marques é natural de Serra Talhada. Nascida em um lar cristão desde cedo participa de louvores em sua Igreja. Casada com Marcos Júnior da Silva, produtor e companheiro no Ministério, tem dois Cds gravados.
Neles, expressa sua adoração a Deus com canções que falam de fé. Desde o final de 2012 ela está empenhada em projetos de evangelização. O segundo CD, “Rendido em Adoração”, foi apresentado ao blog. Com doze faixas, algumas autorais, diz que é uma bênção poder levar à região e fora dela mensagens de fé. “Muitas vezes, elas falam mais direto ao coração”, argumenta.
Marília esteve recentemente na África, em Malawi, para trabalho missionário e social, trabalhando com crianças órfãs e tribos africanas.
Marília Marques está divulgando seu trabalho em cidades da região. Na foto, quando esteve na Rádio Pajeú com este blogueiro e Jota Oliveira.
Agende-se: No próximo dia 27 de setembro, Marília Marques estará lançando o seu novo Cd “Rendido em Adoração” no 1º Encontro de Adoradores em Serra Talhada. Será no pátio da Estação do Forró e contará com outras atrações da música Gospel. Aos sábados, Marília ainda apresenta um programa na Rádio Gospel FM, sempre às 11h.
Marília pode ser contatada para levar sua mensagem através dos fones (87) 8837-1837, (87) 9998-4815 ou na Fanpage Ministério Marília Marques. Ouça o papo de Marília falando à Rádio Pajeú, clicando aqui.
Do Blog do Camarotti Depois de uma conversa no final da manhã desta segunda-feira (24) com a presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer entregou as atribuições de articulador político do governo federal. Com isso, o vice deixou de operar o balcão do Palácio do Planalto com a negociação de cargos e emendas parlamentares com […]
Depois de uma conversa no final da manhã desta segunda-feira (24) com a presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer entregou as atribuições de articulador político do governo federal. Com isso, o vice deixou de operar o balcão do Palácio do Planalto com a negociação de cargos e emendas parlamentares com a base governista.
De todo jeito, Temer assumiu o compromisso com Dilma de continuar ajudando nas relações do governo com os demais poderes: Judiciário e Legislativo.
“Temer não vai mais ficar no balcão. Só vai tratar das grandes questões”, disse ao Blog um interlocutor do vice-presidente. “Ele só vai ficar na articulação mais elevada”, concluiu este aliado do peemedebista.
A solução encontrada nesta segunda-feira foi uma tentativa de diminuir o desgaste político que seria a saída completa de Temer da função de relações institucionais.
Na conversa com a presidente, Temer foi sincero e voltou a falar sobre o episódio que criou desgaste com o governo, quando, em um pronunciamento, ele disse que alguém tinha de reunificar o país. Na ocasião, depois de o vice ter sido alvo de críticas de ministros petistas, Dilma fez um gesto para tentar demonstrar que confiava no peemedebista, dizendo que, da parte dela, “nunca houve nenhuma desconfiança”. Ela também elogiou o vice.
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, que atualmente auxilia Temer nas tarefas da articulação política, deve deixar gradualmente as funções da Secretaria de Relações a partir do dia 1º de setembro.
Até agora, Padilha vinha acumulando suas atribuições da Aviação Civil com um expediante diário no Palácio do Planalto para tratar da negociação de cargos e emendas parlamentares, praticamente deixando a cargo de assessores o dia a dia do ministério.
Antes da reunião reservada entre Dilma e Temer, o ministro Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia) criou uma saia justa no encontro desta segunda da coordenação política do Planalto ao indagar sobre a situação do vice. Segundo Aldo, o assunto era importante e deveria ser abordado e explicado pelos ministros que participaram da reunião. Diante do mal-estar, ficou definido que Dilma conversaria na sequência, de forma reservada, com o vice-presidente.
Desde que fez o pronunciamento pedindo a unificação do país, Temer sentiu que havia um ambiente hostil para ele no Palácio do Planalto. Aos poucos, o vice começou a perceber que o assessor especial da Presidência Giles Azevedo, ex-chefe de gabinete de Dilma, estava criando uma relação direta com parlamentares. Além disso, a Casa Civil e o MInistério da Fazenda dificultavam a liberação de emendas negociadas com os congressistas.
Na semana passada, o Blog antecipou que Temer deixaria a função de articulador político do governo e relatou que o vice fez um “desabafo” a aliados de que já havia cumprido seu papel à frente da articulação política.
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou nesta quinta-feira (3) processo de Prestação de Contas de Gestão da Câmara de Brejinho relativo ao exercício financeiro de 2019. Por unanimidade, o Colegiado julgou regulares as contas que são de responsabilidade do presidente e ordenador de despesas Rossinei Cordeiro de Araujo. Além dele, […]
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou nesta quinta-feira (3) processo de Prestação de Contas de Gestão da Câmara de Brejinho relativo ao exercício financeiro de 2019.
Por unanimidade, o Colegiado julgou regulares as contas que são de responsabilidade do presidente e ordenador de despesas Rossinei Cordeiro de Araujo.
Além dele, aparecem como interessados no processo Amarildo Correia de Lima (Contador) e Suenia de Sousa Costa (Controle interno). O relator do processo foi o conselheiro substituto Ricardo Rios.
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