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Flávio Gadelha Filho diz que Raquel trata prefeitos adversários a pão e água. “Faz política partidária e não para as pessoas”

Por Nill Júnior

Filho do prefeito de Abreu e Lima Flávio Gadelha, o pré-candidato a Deputado Estadual diz que aprovação do pai é cozida pelas próprias linhas. “Sem nenhum incentivo do Estado”

O pré-candidato a Deputado Estadual,  Flávio Gadelha Filho (MDB), mostrou confiança em sua eleição para a Assembleia Legislativa.

Ele está construindo uma base de apoio no Pajeú,  a partir da articulação do ex-vereador Hamilton Marques. Gadelha esteve em Afogados da Ingazeira e participou da Expoagro. Também conversou com a imprensa na manhã seguinte, em um hotel da cidade.

Na entrevista, concedida a este jornalista pela Rádio Pajeú e a Wellington Rocha, da Afogados FM, o filho do prefeito de Abreu e Lima,  Flávio Gadêlha,  mostrou confiança na sua eleição. “A visita foi muito produtiva,  ao lado dos nossos amigos Hamilton Marques e Fabrício. Me senti muito bem recebido e pode ter certeza que essa cidade e região pode contar comigo”.

Falou também das demandas da região. “Por onde a gente passa a gente busca entender as dores das pessoas,  o motivo pelo qual a gente trabalha”.

Sobre a recente disputa de espaço do MDB, Gadêlha Filho fez uma leitura positiva. “A gente tem montado um grupo muito competitivo. A chapa foi montada através do nosso grande amigo Raul Henry. Acredito que vamos fazer três deputados estaduais a partir de nomes muito fortes como o presidente da Assembleia Legislativa,  Álvaro Porto,  o ex-prefeito de Caruaru,  Zé Queiroz,  entre outros quadros políticos muito fortes”.

Ele também fez defesa do pré-candidato João Campos. “Nenhuma eleição é fácil, mas acredito no projeto da Frente Popular. Ele será vitorioso. Em Abreu e Lima comprovamos que ela (Raquel) elege quem vai apoiar e quem não vai. Que tipo de política é essa? Política partidária ou política para as pessoas?”

Ele reforçou que o município sofre retaliação da governadora. “A aprovação de meu pai, de mais de 80%, é tudo com recursos próprios. A gente não tem incentivo do Governo do Estado, o que complica bastante,  mas a gente tem enfrentado isso, porque quem quer, faz”.

Sobre Campos,  disse ter a mesma qualidade do pai. “A escuta. Ele ouve as pessoas,  por isso trouxe resultados pro Recife. Se comparar a quantidade de entregas na Educação do Recife,  por exemplo,  e em relação ao Estado, como no número de creches, você vê a diferença. Já o Estado tem muitas promessas e pouca entrega”.

Outras Notícias

SJE: Saulo Valadares adere à pré-campanha de Fredson Brito

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou a adesão de Saulo Valadares à sua pré-campanha. Saulo Valadares, é mais um irmão do atual prefeito, que agora se alinha com Fredson. A adesão de Saulo marca a terceira saída significativa da família Valadares do grupo liderado por Evandro Valadares e Paulo […]

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou a adesão de Saulo Valadares à sua pré-campanha.

Saulo Valadares, é mais um irmão do atual prefeito, que agora se alinha com Fredson. A adesão de Saulo marca a terceira saída significativa da família Valadares do grupo liderado por Evandro Valadares e Paulo Jucá. 

Antes, João Valadares (tio do prefeito) e Esdras Valadares (irmão do prefeito), já haviam deixado o grupo. 

Segundo a assessoria, essa mudança enfraquece a base de apoio do prefeito e reforça a candidatura de Fredson.

A movimentação política também envolve Paulo Jucá, líder do grupo do prefeito, que recentemente lançou George Borja, seu sócio no ramo da odontologia, como pré-candidato a prefeito de São José do Egito pela Frente Popular. “A escolha de George Borja indica uma tentativa de renovar o grupo e trazer novas perspectivas para a liderança municipal. Mas, pelo visto, não tem dado muito certo”, diz a assessoria.

Homenagens a Campos marcam o Dia de Finados

da Folha de Pernambuco O primeiro Dia de Finados após a morte de Eduardo Campos (PSB) foi marcado pela comoção e por homenagens ao ex-governador de Pernambuco, neste domingo (2). Durante toda a manhã, admiradores prestavam seu respeito deixando flores no túmulo do socialista, que está enterrado ao lado do seu avô e ex-governador Miguel […]

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da Folha de Pernambuco

O primeiro Dia de Finados após a morte de Eduardo Campos (PSB) foi marcado pela comoção e por homenagens ao ex-governador de Pernambuco, neste domingo (2). Durante toda a manhã, admiradores prestavam seu respeito deixando flores no túmulo do socialista, que está enterrado ao lado do seu avô e ex-governador Miguel Arraes, no cemitério de Santo Amaro.

Eduardo Campos, então candidato à Presidência da República, morreu na manhã do dia 13 de agosto deste ano em um grave acidente aéreo em Santos (SP). O jatinho em que estava caiu vitimando outras seis pessoas, entre pilotos e assessores.

Entre as pessoas que foram até o local prestar homenagens ao ex-governador estava a aposentada Maria José Reis, 65. Ela disse que visita com frequência o cemitério como “um meio de conversar com Deus e com os que se foram”. Ela não compareceu ao enterro do socialista, mas esteve no túmulo uma semana depois. “Eu achava ele uma pessoa inteligente. Meu pai elogiava muito o avô dele”, disse a aposentada.

Moro é eleito uma das 50 personalidades da década pelo ‘Financial Times’

O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, foi eleito uma das 50 pessoas que marcaram a década pelo jornal “Financial Times”. A publicação divulgou a lista nesta terça-feira (24), e justificou a escolha pela liderança do então juiz na Lava Jato, operação que teve desdobramentos inclusive em outros países da América Latina, como o Peru. “De sua […]

Sergio Moro no ‘Roda Viva’, da TV Cultura (TV Cultura/Reprodução)

O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, foi eleito uma das 50 pessoas que marcaram a década pelo jornal “Financial Times”. A publicação divulgou a lista nesta terça-feira (24), e justificou a escolha pela liderança do então juiz na Lava Jato, operação que teve desdobramentos inclusive em outros países da América Latina, como o Peru.

“De sua posição como juiz em uma cidade brasileira, Sergio Moro liderou uma investigação sobre a corrupção que sacudiu o establishment político da América Latina”, diz o jornal.

“A investigação sobre pagamentos de propina do grupo da construção Odebrecht levou à prisão do ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e indiciou outros quatro ex- ou então presidentes do Peru — um deles se matou com um tiro antes que a polícia pudesse prendê-lo”, afirma a “Financial Times”.

O trecho faz referência à morte de Alan Garcia, ex-presidente peruano que se matou neste ano no momento em que seria preso no desdobramento da Lava Jato no país.

O jornal ainda menciona a nomeação de Moro, ainda no ano passado como ministro de governo do presidente Jair Bolsonaro e cita as polêmicas decorrentes da decisão.

“No ano passado, o Sr. Moro se tornou ministro da Justiça no governo do presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro — um movimento em direção à política que colocou em dúvida sua independência como juiz, mas que pode tê-lo colocado na corrida pela Presidência”, conclui o texto.

Fenômeno solar chama atenção no Sertão. Entenda

Um fenômeno chamou a atenção de ouvintes da Rádio Pajeú esta manhã, com a formação de dois arco-iris ao redor do sol. Alguns acharam tratar-se sinal de chuva, outros que era um sinal dos tempos. Houve quem achasse que era muito bonito, mas sem dar bola a especulações. Várias cidades sertanejas registraram o fenômeno. Na […]

Durante a manhã, várias imagens do fenômeno chegaram à Rádio Pajeú

Um fenômeno chamou a atenção de ouvintes da Rádio Pajeú esta manhã, com a formação de dois arco-iris ao redor do sol. Alguns acharam tratar-se sinal de chuva, outros que era um sinal dos tempos. Houve quem achasse que era muito bonito, mas sem dar bola a especulações. Várias cidades sertanejas registraram o fenômeno.

Na verdade, trata-se de um fenômeno chamado Halo Solar. O fenômeno é considerado raro por especialistas: é preciso ter as condições exatas e muita sorte para apreciar um. Ele costuma dar o ar da graça em períodos secos, quando o céu está sem nuvens muito densas. Isso facilita a observação do fenômeno que, em contraste com o céu azul, fica ainda mais observável.

O halo solar é um fenômeno óptico que acontece na troposfera, que é a camada mais baixa da atmosfera terrestre, com espessura de 12 km podendo alcançar até 17 km de altura. Para que ele se forme é preciso algumas condições.

A primeira é que haja cristais de gelo na atmosfera terrestre, pois são eles que vão funcionar como espelhos das luzes, causando a dispersão dos raios solares. Portanto, quando a luz do Sol é refletida e refratada por esses gelos minúsculos acontece o fenômeno.

Essa refração é quando há uma mudança de direção e velocidade da luz ao passar de um lugar para outro. Nesse caso, são os cristais presentes na atmosfera que fazem esse desvio. Eles funcionam como pequenos prismas que recebem a luz branca e a dividem em cores primárias. Daí surge uma espécie de arco-íris, que é bastante apreciado.

Embora algumas pessoas relacionem o halo solar à chuva, especialistas garantem que a formação do círculo colorido ao redor do Sol nada tem a ver com a possibilidade de precipitações. Diferentemente do arco-íris, que é inerente à água.

Duas curiosidades merecem ser compartilhadas. A primeira é que o halo solar não é redondo por causa do formato do Sol e sim porque os cristais de gelo são hexagonais e acabam refletindo a luminosidade em forma de círculo. A segunda é que o halo também pode ser do tipo lunar, embora seja mais difícil sua percepção por conta da escuridão, o que acaba apagando um pouco o colorido do arco-íris em forma de disco. Os motivos para a ocorrência são os mesmos do solar.

PT já sonha com candidatura de Lula à Presidência em 2018

O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff tem apenas seis meses e já existe uma ala do PT que torce para que o ex-presidente Lula volte a disputar o Palácio do Planalto em 2018. O movimento, conhecido como “Volta Lula”, ganhou destaque na última semana quando o ex-presidente disse que Dilma está no “volume morto” […]

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O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff tem apenas seis meses e já existe uma ala do PT que torce para que o ex-presidente Lula volte a disputar o Palácio do Planalto em 2018. O movimento, conhecido como “Volta Lula”, ganhou destaque na última semana quando o ex-presidente disse que Dilma está no “volume morto” e que o PT só pensa em cargos.

“Hoje, Lula é o nome que tem mais força dentro do PT”, afirma a deputada estadual Teresa Leitão, presidente do partido em Pernambuco. “Se ele vai ser o candidato ou não, eu não sei. Existe dentro do PT uma tendência forte a isso. Mas não é uma coisa pronta e acabada. De qualquer maneira, ele vai ser uma peça fundamental (para as eleições de 2018), sendo candidato ou não”, explica.

Para o cientista político Túlio Velho Barreto, da Fundação Joaquim Nabuco, o PT tem uma dificuldade enorme de construir uma liderança competitiva. “Ele não tem uma liderança alternativa em relação ao ex-presidente Lula. Por isso o nome dele é tão lembrado. E o tempo é muito curto. Até a próxima eleição, você construir uma candidatura presidencial é muito difícil”, afirma.

Lula também enfrenta dificuldades. Pesquisa realizada pelo Datafolha entre os dias 17 e 18 de julho mostra o petista com 25% das intenções de voto, contra 35% do senador Aécio Neves (PSDB-MG). “É óbvio que o desgaste que o governo e que o PT está sofrendo termina se refletindo sobre o presidente. Afinal, ele é o grande fiador do governo Dilma e a liderança mais importante que o PT tem”, admite o senador Humberto Costa. Ele acredita, porém, que o ex-presidente continua sendo um candidato forte ao Planalto.

Para o cientista político Ricardo Ismael, da PUC-Rio, os principais fatores que podem atrapalhar uma possível candidatura de Lula em 2018 são o desenrolar da Operação Lava Jato e a crise econômica que o governo federal está enfrentando. Para o pesquisador, as críticas são uma forma de o ex-presidente ocupar espaço no debate político e se descolar do governo e do PT. “Ao meu ver, ele fala como um candidato a presidência e tenta se aproximar daquilo o que a opinião pública pensa e se distanciar dos erros de Dilma e do PT”, avalia.

Por enquanto, o PT trata com cuidado a eventual candidatura para evitar que o clima de campanha antecipada acabe prejudicando Lula. “Esse debate sobre a eleição de 2018 é totalmente extemporâneo. Há uma especulação e uma tentativa de desgastar o presidente caso ele seja candidato”, adverte Humberto.

Desde a redemocratização, em 1989, Lula só não foi o candidato do PT a presidência em 2010, quando legalmente não podia concorrer, e no ano passado, quando Dilma foi reeleita. (JC On Line)