O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) se prontificou, junto à Prefeita Madalena Britto, em levar as demandas emergenciais de Arcoverde diretamente ao Ministro do Desenvolvimento Regional , Rogério Marinho.
A medida é tomada Diante do estado de calamidade pública que foi decretado no município em função das grandes chuvas que vem caindo nos últimos dias.
Fernando Monteiro também assegurou que está em Brasília e não medirá esforços em defesa dos municípios do Sertão, que estão sendo afetados pelas chuvas, em especial Arcoverde, Serra Talhada e Calumbi.
O grupo pernambucano de xaxado Cabras de Lampião coloca o matulão nas costas e pega a estrada, a partir do dia 8 de junho. O grupo sai da cidade do cangaceiro Lampião, em Serra Talhada, sertão do Pajeú, e parte para uma turnê. A primeira parada do Cabras de Lampião, é na terra da garoa, […]
O grupo pernambucano de xaxado Cabras de Lampião coloca o matulão nas costas e pega a estrada, a partir do dia 8 de junho. O grupo sai da cidade do cangaceiro Lampião, em Serra Talhada, sertão do Pajeú, e parte para uma turnê. A primeira parada do Cabras de Lampião, é na terra da garoa, em São Paulo.
Os cabras vão percorrer além da capital paulista, as cidades de Birigui, Osasco e Sorocaba. O público vai poder conferir, além do xaxado, outras danças típicas do bando guerreiro nordestino. As apresentações são gratuitas e vão acontecer nas unidades Sesc de São Paulo e culminar na Festa das Tradições Nordestinas, no Centro de Tradições Nordestinas, no evento “São João de Nóis Tudim”.
De acordo com a presidente da Fundação de Cultura Cabras de Lampião, Cleonice Maria, o grupo parte da Terra de Lampião e Capital do Xaxado para mostrar a dança dos cangaceiros, apresentando uma riqueza de elementos: indumentárias, comidas, hábitos e, principalmente, histórias, narradas nas letras das canções.
Grupo – O Cabras de Lampião é o maior divulgador da dança nordestina e mantém a originalidade e a autenticidade do ritmo dos cangaceiros do sertão. Trata-se de uma trupe de artistas sertanejos que reproduz no palco como os cangaceiros se divertiam nas caatingas nos intervalos dos combates.
As cantigas apresentadas pelo Grupo Cabras de Lampião são inspiradas pelo próprio cangaço, servindo como destaque para os cancioneiros nordestinos, como, como Luiz Gonzaga, Zé Ramalho, Elba Ramalho. “Utilizamos versos de autoria do próprio Lampião para conduzir o espetáculo, declara a presidente da Fundação de Cultura Cabras de Lampião, Cleonice Maria. Já o figurino é semelhante aos trajes usados pelos cangaceiros.
A turnê do grupo Cabras de Lampião tem o incentivo cultural do Funcultura/Secretaria Estadual de Cultura/Governo de Pernambuco.
Os prefeitos Sandrinho Palmeira (Afogados), Adelmo Moura (Itapetim) e Sávio Torres (Tuparetama) estiveram no Frente a Frente especial, com Magno Martins. Este blogueiro participou como convidado. O primeiro bloco tratou do tratamento do governo Lula aos gestores. Em linhas gerais, avaliariam que a equiparação de repasses promovida pelo governo Lula no final do ano foi positiva, […]
Os prefeitos Sandrinho Palmeira (Afogados), Adelmo Moura (Itapetim) e Sávio Torres (Tuparetama) estiveram no Frente a Frente especial, com Magno Martins. Este blogueiro participou como convidado.
O primeiro bloco tratou do tratamento do governo Lula aos gestores. Em linhas gerais, avaliariam que a equiparação de repasses promovida pelo governo Lula no final do ano foi positiva, mas não equipara as perdas, principalmente para a inflação.
“Se comparados os repasses às perdas com inflação, Tuparetama, que tem um dos menores FPMs teve perda real de R$ 2 milhões no ano”, reclamou Sávio. “Ainda teve o Fundeb, o aumento do piso. Eu só dei 7%. Fora os serviços que precisam de custeio, o aumento dos combustíveis”, disse Adelmo.
O prefeito Sandrinho fez uma defesa dizendo que o governoLula sofreu por executar o orçamento do governo Bolsonaro. Também que para tentar ser reeleito, Bolsonaro fez uma farra fiscal que atrapalhou o primeiro ano de Lula. “Até empréstimo pra quem recebia Bolsa Família ele ofereceu”, reclamando que isso afetou o poder de compra. “Ele esteve o ano arrumando a casa”, defendeu.
“Pelo menos temos um presidente que se preocupa com o povo, não fica batendo boca com STF”, disse Adelmo, defendendo políticas como a Lei Paulo Gustavo. “Espero que melhore neste ano”, disse Sávio.
Dentre as queixas, a Medida Provisória (MP) 1.202/2023 revogando aLei 14.784/2023a partir de 1º de abril de 2024. A legislação, entre outros pontos, reduz para 8% a alíquota de contribuição dos Municípios ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Ainda as excessivas agendas internacionais do mandatário.
Quanto ao governo Raquel Lyra, Sávio defendeu o primeiro ano da gestora e disse que em Tuparetama já há entregas com seu DNA, citando entregas feitas recentemente.
Sandrinho também disse confiar na gestora, lembrando a agenda recente em Afogados da Ingazeira. Também a doação de um terreno para um centro de hemodiálise no município. E Adelmo disse que apesar de fazer oposição a seu governo, ela até o momento não tem discriminado o município.
Dentre os exemplos recentes, a melhoria dos repasses para transporte escolar e a melhoria da distribuição do ICMS estadual. As críticas de maior necessidade de apoio a ações hídricas e de um IML Regional.
Raquel e eleições
Sávio Torres disse acreditar que, apesar da declaração recente de que teria menor envolvimento nas eleições municipais, Raquel estará alinhada com seu projeto político em 2024. O prefeito Sandrinho Palmeira, que segue bno PSB, afirmou que sua permanência no partidop não quer dizer que não haja alinhamento. “Votei nela no segundo turno e tivemos uma boa conversa no Palácvio”, afirmou. Já Adelmo não apoiou a governadora, mas disse que isso não o faz torcer contra. “Seguirei meu trabalho em Itapetim”.
Do Estadão O embate entre os partidos e o presidente da Câmara dos Deputado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a reforma política começa a unir legendas opostas contra alguns dos principais pontos defendidos por ele. As bancadas do PT e do PSB decidiram, há pouco, que serão contra o “distritão” sustentado por Cunha e parte do […]
O embate entre os partidos e o presidente da Câmara dos Deputado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a reforma política começa a unir legendas opostas contra alguns dos principais pontos defendidos por ele. As bancadas do PT e do PSB decidiram, há pouco, que serão contra o “distritão” sustentado por Cunha e parte do PMDB. “Vamos colocar como primeiro ponto derrotar o distritão”, disse o vice-líder do PT, Henrique Fontana (RS), após reunião da bancada.
Com o distritão, os candidatos a deputado mais votados em cada Estado seriam eleitos, sem a transferência de voto dentro dos partidos ou voto de legenda nas eleições proporcionais. A crítica é que esse modelo, existente em poucos países – como o Afeganistão -, estimularia o personalismo, concentrado em candidatos famosos e com mais recursos para publicidade e enfraquecendo os partidos e a representação de minorias no Congresso.
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) deixou a reunião de sua bancada criticando a postura do presidente da Câmara, a quem fez oposição durante a eleição da Mesa Diretora. “Estamos cheios de propostas de reforma que têm dono aqui na Câmara e temos de acabar com isso. Acham que (a reforma como sugere Cunha) é boa para a sociedade, mas não é”, disse.
O vice-líder do PT foi mais duro nas críticas a Cunha, após a decisão do presidente de dissolver a comissão especial que debatia a reforma e elaborava um relatório para, somente após a decisão colegiada, colocar as propostas de mudanças no sistema eleitoral em pauta no plenário.
“Nós vamos exigir o cumprimento integral do regimento, porque ninguém pode discutir o futuro da democracia com o trator ligado. O demonstrativo de ontem foi muito negativo. A postura do presidente de impedir a comissão de votar é lamentável, é uma espécie de uso excessivo da força. Não há dúvidas de que foi uma violência regimental, no mínimo”, considerou Fontana.
Segundo Delgado, a articulação conduzida por Cunha e o relator da reforma em plenário, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está se pautando por “assédio” aos partidos pequenos para conseguir aprovar o distritão.
Por ser o último, o Debate da Cultura FM, ancorado por Anderson Tennens com os candidatos a Prefeitura de Serra Talhada era o mais aguardado. Juntos, Luciano Duque, Otoni Cantarelli e Victor Oliveira estiveram por mais de uma hora debatendo temas ligados à Capital do Xaxado. Não faltou a troca de acusações e sequência de […]
Por ser o último, o Debate da Cultura FM, ancorado por Anderson Tennens com os candidatos a Prefeitura de Serra Talhada era o mais aguardado. Juntos, Luciano Duque, Otoni Cantarelli e Victor Oliveira estiveram por mais de uma hora debatendo temas ligados à Capital do Xaxado. Não faltou a troca de acusações e sequência de farpas do debate realizado na Vilabela FM.
O tema mais polêmico partiu da acusação de Duque de que o presidente do PR de Serra Talhada, Allan Pereira Sá, seria lotado no Gabinete de Fernando Monteiro, suplente de Sebastião Oliveira em Brasília e, ao contrário do expediente a serviço da Câmara, atuava na coordenação da campanha de Victor.
Victor também bateu, afirmando que havia farra com verba de gabinete na Prefeitura. “Os gastos são de R$ 3,5 milhões por ano”, criticou. Outra crítica, que já tinha se revelado no curso da campanha, foi de que obras em Serra Talhada beneficiariam um shopping na cidade, sendo construído e tendo como de um irmão de Duque. Sobrou para Inocêncio Oliveira também, lembrado por Duque pela acusação de manter trabalho escravo no Maranhão.
Já Otoni Cantareli era, quando possível, usado de “escada” por Victor e Duque. A proposta mais contundente foi de concurso público, favorecendo a meritocracia.
Ao blog, o comunicador Anderson Tennens avaliou o debate como positivo. “Os candidatos avaliaram de forma positiva o debate. Foram três blocos, com perguntas e respostas temáticas, perguntas dos ouvintes e perguntas de candidatos para candidatos. Serviu para ajudar o eleitor a tirar suas dúvidas em quem votar” disse.
G1 O prefeito afastado de Uiraúna, no Sertão da Paraíba, João Bosco Fernandes (PSDB) teve liberdade concedida pelo Supremo Tribunal Federal, sob o pagamento de fiança. João Bosco apareceu em imagens coletadas pela Polícia Federal com dinheiro que seria propina na cueca. A liberdade de João Bosco foi concedida sob o pagamento de fiança de […]
O prefeito afastado de Uiraúna, no Sertão da Paraíba, João Bosco Fernandes (PSDB) teve liberdade concedida pelo Supremo Tribunal Federal, sob o pagamento de fiança.
João Bosco apareceu em imagens coletadas pela Polícia Federal com dinheiro que seria propina na cueca. A liberdade de João Bosco foi concedida sob o pagamento de fiança de R$ 522.500,00.
A defesa do prefeito afastado disse que está tentando diminuir o valor da fiança, mas que a família já está levantando o valor para liberá-lo do presídio nesta segunda-feira (06.07), em João Pessoa.
De acordo com a decisão do ministro Celso de Mello, o prefeito deve continuar afastado do cargo e está proibido de entrar na sede da Prefeitura de Uiraúna e de suas respectivas Secretarias quanto em todos os locais em que se exerça qualquer atividade administrativa relacionada ao município.
Além de João Bosco Fernandes, outro envolvido na Operação Pés de Barro, Israel Nunes de Lima, que atuava como secretário parlamentar do deputado Wilson Santiago (PTB), também teve liberdade concedida sob o mesmo valor de fiança.
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