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Feira Agroecológica de Serra Talhada completa 15 anos‏

Por Nill Júnior

fast 15 anos

Por Kátia Gonçalves – Comunicadora Popular do Cecor

No próximo sábado, 13 de junho, a Feira Agroecológica de Serra Talhada Completará 15 anos de produção e comercialização de alimentos saudáveis, sem agrotóxicos. A festa de aniversário contará com um delicioso café da manhã, apresentações culturais, distribuição de mudas nativas, forrageiras e frutíferas.

A partir das 06h, na Praça Sérgio Magalhães, Centro, o grupo Folhas Outonais abrirá os festejos com uma belíssima apresentação. Em seguida, será servido o tradicional café da manhã para consumidores/as e convidados/as, ao som de forró pé de serra. Depois, representantes das Organizações Não Governamentais que assessoram a Feira irão falar sobre a relação entre a agroecologia e o meio ambiente, a importância da produção agroecológica e os riscos do consumo de agrotóxicos à saúde humana.

E assim como os cangaceiros do Sertão Pernambucano dançavam xaxado para celebrar as vitórias, o Grupo Herdeiros do Xaxado da Fundação Cabras de Lampião vai arrastar as alpercatas em comemoração aos 15 anos de resistência das 16 famílias agricultoras dos municípios de Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo, que compõem a FAST.

Todos os sábados, das 06h às 11h, na Praça Sérgio Magalhães, é oferecida uma variedade de hortaliças, legumes, verduras, frutas e mudas. Além disso, o/a consumidor/a pode degustar dos deliciosos doces, bolos, polpas de frutas, das comidas típicas da região, como baião de dois, galinha de capoeira, bode cozido, arroz vermelho, tapioca e angu.

No final, ocorrerá o bingo de um bode boer. Neste ano, o aniversário da FAST contará com o apoio da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE). O Centro de Educação Comunitária Rural (Cecor),  a Adessu Baixa Verde e o Centro Sabiá são entidades que assessoram a Feira.

Outras Notícias

Dedé Monteiro visita Museu do Rádio e participa do último Palco Pajeú

Foi ao ar na sexta o último programa Palco Pajeú, projeto assinado pelo poeta e produtor cultural Alexandre Morais, com apoio do Funcultura. O projeto, apresentado na Rádio Pajeú, durou um ano e 52 programas terminou grande como começou, com o mestre tabirense e patrimônio vivo de Pernambuco, Dedé Monteiro. Dedé falou de sua vida […]

Foi ao ar na sexta o último programa Palco Pajeú, projeto assinado pelo poeta e produtor cultural Alexandre Morais, com apoio do Funcultura.

O projeto, apresentado na Rádio Pajeú, durou um ano e 52 programas terminou grande como começou, com o mestre tabirense e patrimônio vivo de Pernambuco, Dedé Monteiro.

Dedé falou de sua vida e história dedicada à poesia, com vários trabalhos publicados e versos que são a pura identidade do Pajeú. Declamou e também lançou trabalhos de seu último CD, com a participação de vários poetas e amigos.

Dedé aproveitou para conhecer melhor o Museu do Rádio, único do gênero do estado, onde o programa foi ao ar. Na pandemia, o espaço foi fechado pra manutenção e deve ser reaberto ainda esse ano. As fotos são de Cláudio Gomes.

Prefeitura de Solidão tem contas bloqueadas por falta de pagamento a advogado

As contas da Prefeitura de Solidão foram bloqueadas por determinação do Juiz Hildeberto Júnior da Rocha Silvestre, da comarca de Tabira, desde a segunda-feira, dia 01 de fevereiro. A informação é do Radar do Sertão. As contas foram bloqueadas em função do não pagamento de RPV (Requisição de Pequeno Valor) devida ao advogado tabirense Paulo Barros […]

paulo-ramalhoAs contas da Prefeitura de Solidão foram bloqueadas por determinação do Juiz Hildeberto Júnior da Rocha Silvestre, da comarca de Tabira, desde a segunda-feira, dia 01 de fevereiro. A informação é do Radar do Sertão.

As contas foram bloqueadas em função do não pagamento de RPV (Requisição de Pequeno Valor) devida ao advogado tabirense Paulo Barros Ramalho. O município foi intimado, desde Novembro de 2015, para pagar no prazo de 60 (sessenta dias) e não o fez.

RPV (Requisição de Pequeno Valor) é a forma como são pagos os débitos da fazenda Pública (união, estados, municípios), cujo seja até 30 (trinta) salários mínimos no caso dos municípios, 40 (quarenta) salários mínimos no caso dos estados e 60 (sessenta) salários mínimos no caso do Governo Federal.

Humberto Costa pede para oposição reconhecer derrota

do JC Online O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), defendeu nesta quarta-feira que a oposição se “desarme” e reconheça a “derrota” das urnas. Em pronunciamento da tribuna do Senado, o petista seguiu o aceno feito à oposição pela presidente Dilma Rousseff mais cedo, quando defendeu a desmontagem dos palanques políticos na busca […]

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do JC Online

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), defendeu nesta quarta-feira que a oposição se “desarme” e reconheça a “derrota” das urnas. Em pronunciamento da tribuna do Senado, o petista seguiu o aceno feito à oposição pela presidente Dilma Rousseff mais cedo, quando defendeu a desmontagem dos palanques políticos na busca de um diálogo no segundo mandato.

“Cobraremos permanentemente à oposição que reconheça a derrota nas urnas, que desça do palanque e que seja responsável com o Brasil. Cobraremos que se desarme, que deixe de lado o discurso beligerante, que a ninguém ajuda e, ao contrário, termina por estimular grupelhos fascistas, que sujam as ruas e as redes sociais com seus pedidos ilegítimos de impeachment e de intervenção militar”, afirmou o líder do PT. O pronunciamento de Humberto Costa precedeu a fala do candidato derrotado do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG).

O líder do PT afirmou que é hora de “dialogarmos para o Brasil, com o Brasil e pelo Brasil”. E, por essa razão, as expressões dos dois lados precisam ser medidas. O petista aproveitou o pronunciamento para fazer uma “crítica franca” ao PT que hoje, em seu site, conclamou os militantes que “peguem nas armas da comunicação, das redes sociais”.

“Mesmo que dito de forma metafórica, esse tipo de colocação, de ir às armas, não contribui para reduzir a tensão desse ambiente de beligerância que hoje existe no nosso País e que é puxado exatamente pela oposição. Por isso, quero aqui, fraternalmente, fazer esta crítica. Queremos que nossa militância trave o debate político, enfrente com as ideias essas tentativas autoritárias que aparecem no nosso País hoje”, criticou.

O líder da bancada disse que faz parte do partido do governo, embora não seja o governo “propriamente dito”. Segundo ele, o PT vai cobrar “responsavelmente” da administração federal um debate muito franco e aberto sobre os caminhos do País, a fim de contribuir com ideias e propostas. Defensor do decreto presidencial que cria os conselhos populares, o petista disse ainda que vai cobrar um espaço mais ampliado para que a “sociedade tenha voz”.

Vacarri e Duque viraram réus no caso Petrobras

Responsável pelas ações judiciais da Operação Lava Jato, o juiz Sérgio Moro (foto) aceitou nesta segunda-feira a denúncia da Procuradoria da República contra dois personagens que vinculam o PT ao escândalo da Petrobras: o tesoureiro da legenda, João Vaccari Neto; e o ex-diretor de Serviços e Engenharia da estatal, Renato Duque, indicado para o antigo posto […]

SergioMoroGilFerreiraAgCNJ

Responsável pelas ações judiciais da Operação Lava Jato, o juiz Sérgio Moro (foto) aceitou nesta segunda-feira a denúncia da Procuradoria da República contra dois personagens que vinculam o PT ao escândalo da Petrobras: o tesoureiro da legenda, João Vaccari Neto; e o ex-diretor de Serviços e Engenharia da estatal, Renato Duque, indicado para o antigo posto por José Dirceu. A informação é do Blog de Josias de Souza.

Com essa decisão, Vaccari e Duque passaram da condição de indiciados para a de réus. Junto com os dois, desceram ao banco dos réus na nova ação penal 25 pessoas. Entre eles o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, o ex-gerente Paulo Barusco e o doleiro Alberto Youssef.

São acusados de três crimes: corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha (Youssef livrou-se da acusação de corrupção por já responder pelo mesmo crime noutro processo). A denúncia havia sido protocolada pelos procuradores da Lava Jato há uma semana.

Dias antes, Renato Duque fora preso pela segunda vez. Voltou para a cadeia porque foi pilhado ralizando movimentações bancárias no estrangeiro. Transferiu da Suíça para Mônaco cifras superiores a 20 milhões de euros. Ele nega a propriedade do dinheiro e o cometimento de crimes.

Na denúncia que virou ação penal, a Procuradoria sustenta que Duque se reunia com o tesoureiro petista Vaccari para acertar o rateio das propinas auferidas na Petrobras. A verba migrava para a caixa registradora do PT na forma de doações oficiais de fornecedores da Petrobras para o partido. Coisa de R$ 4,2 milhões, em 18 meses.

Vaccari e o PT alegam que tudo foi feito dentro da lei. O procurador Deltan Dallagnol, que integra a força-tarefa da Lava Jato, contesta: “Vaccari tinha consciência de que os pagamentos eram feitos a título de propina.”

Região Nordeste se destaca no envio de voluntários do SUS para atuar no Rio Grande do Sul

Dos 364 profissionais enviados para apoio no resgate às vítimas, 121 foram dos nove estados da Região A Região Nordeste, segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde, foi a que mais disponibilizou equipes de voluntários durante as enchentes do RS, representando 33,2% do total de enviados.  Os estados da Bahia, Rio Grande do Norte e […]

Dos 364 profissionais enviados para apoio no resgate às vítimas, 121 foram dos nove estados da Região

A Região Nordeste, segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde, foi a que mais disponibilizou equipes de voluntários durante as enchentes do RS, representando 33,2% do total de enviados. 

Os estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Sergipe tiveram maior número de voluntários enviados. Ao todo foram, 8 no estado de Alagoas; 36 na Bahia; 9 no Ceará; 3 no Maranhão; 11 na Paraíba; 12 em Pernambuco; 2 no Piauí; 13 no Rio Grande do Norte; e 27 em Sergipe. 

“Nessa hora, esses profissionais mostram a força do SUS e dos trabalhadores de saúde. É impressionante a dedicação. Eles escolheram cuidar das pessoas”, disse à Globonews, Márcio Garcia, diretor do departamento de emergência em saúde pública do Ministério da Saúde.

A Força Nacional do SUS (FN-SUS)

A Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) foi criada há 13 anos a partir da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, em 2011. A Força Nacional do SUS realizou mais de 9,4 mil atendimentos à população gaúcha.

O socorro ao Rio Grande do Sul, após severas enchentes que devastaram 97% do território do estado, tem sido uma atuação desafiante para os profissionais após o aumento de casos de leptospirose na área. O grupo tem prestado assistência em saúde nos quatro hospitais de campanha (HCamps), do Ministério da Saúde, além de contar com equipes móveis na região.

São mais de 70 mil profissionais cadastrados pela FN-SUS, à disposição para apoio em caso de emergências nacionais, dispostos a ajudar. Entre os profissionais, estão aeromédicos; emergencistas; enfermeiros; psicólogos; gestores; e climatólogos. As informações são do Consórcio Nordeste.