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Falta forró no São João da “Capital do Forró”

Por Nill Júnior

Do Marco Zero, por Maryane Martins, em parceria com o Coletivo Acauã

Entre bandeira e balões coloridos, comidas típicas e muito forró, junho se anuncia em Caruaru, no agreste pernambucano. Nesta cidade, o São João não se limita a um dia. É um mês inteiro de festa. Na verdade, em 2023, são 65 dias de duração, iniciados em 28 de abril, com o São João na Roça, e indo até 1º de julho. São mais de 1200 atrações que passam pelos 25 pólos distribuídos nas zonas urbana e rural da cidade. O maior deles é o Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, por muitos anos chamado de “Pátio do Forró”, inaugurado em 1995 para receber shows para multidões.

Nos últimos anos, porém, o gênero cantado por Gonzaga passou a ter cada vez menos espaço no grandioso pólo. E, não por coincidência, a quantidade de atrações sertanejas aumentou (neste ano, são 13 delas). Por outro lado, vozes importantes do forró como Jorge de Altinho, Alcymar Monteiro e Joana Angélica ficam de fora do Pátio de Eventos.

O São João cresceu com a cidade. Por isso, as mudanças são inevitáveis e muitas vezes intencionais, principalmente dentro de uma festa que a cada ano se torna mais comercial. Entre 2017 e 2023, triplicaram-se os artistas do gênero sertanejo no pátio de eventos. Com essa “sertanejização”, neste ano o ritmo é quase tão tocado quanto o forró, no espaço marcado pelo balão gigante e colorido aceso durante o período junino, a estátua de Luiz Gonzaga e o letreiro com a expressão: “A Capital do Forró”.

De acordo com o professor e pesquisador Daniel Silva, a composição de Jorge de Altinho, gravada pelo Trio Nordestino, que deu slogan a Caruaru, “retrata os anos 60, 70, 80 e até no comecinho dos anos 90 porque a cidade respirava o forró tradicional”. Hoje, o título parece ocupar um campo mais simbólico do que real.

O pesquisador explica que isso acontece porque as festividades passaram, e ainda passam, por um processo chamado de espetacularização:

“As festas juninas em Caruaru acontecem desde sempre, mas antes não havia uma musicalidade que fosse associada a elas. Isso foi criado a partir de Luiz Gonzaga. O São João acontecia nas casas, nas ruas. Com o tempo, a celebração passou a ser mais pública, centralizada, uma festa de todos, da cidade. E nesse crescimento, ela encontra uma fase em que as festas populares começam a ser espetacularizadas, sabe? Caruaru entra nesse processo, do mesmo jeito que o carnaval do Recife, de Salvador, do Rio de Janeiro, a festa do Boi de Parintins, que saem do controle das pessoas e vão para o controle dos patrocinadores”, completa Daniel.

Ou seja, a celebração do São João em Caruaru veio muito antes da sua associação com o forró. Mas é devido a força desse “casamento”, que a cidade é lembrada pelo toque da zabumba, sanfona, do triângulo, o soprar do pífano e os tiros de bacamarte. A festividade é o que é hoje porque existem o forró e as tradições da cultura popular. A chamada “espetacularização” abriu caminho para que a indústria cultural lançasse sobre a organização das festas a sua interferência e influência. O pesquisador percebe esse movimento como uma consequência de dois fatores: “o poder do mercado e o significado das coisas”.

“Com relação a primeira delas, a questão do mercado, o São João de Caruaru vem deixando de ser uma festa popular e se tornando um exemplo mercadológico. Então a cerveja tal compra o patrocínio, a outra empresa insere um camarote ali e há uma preocupação maior com o que é vendável, dentro da lógica da indústria cultural. A segunda, fala a partir do significado que as coisas têm para as pessoas, principalmente para o público jovem. Se eu passo o ano todinho sem ouvir o forró tradicional, se as rádios não tocam, se eu nem sou apresentado a essa música, quando chegar no período junino eu não vou sentir falta dela”, explica Silva. Isso reflete em outro ponto importante: a valorização dos forrozeiros do Nordeste e dos artistas locais.

Jorge de Altinho fora, de novo

Em 2022, Jorge de Altinho, forrozeiro e compositor da música “A Capital do Forró”, pela primeira vez ficou fora da programação do São João, assim como na atual edição da festa. Em um vídeo publicado nas suas redes sociais, em junho do ano passado, Jorge lamenta a decisão dos organizadores do São João de Caruaru e diz não ter mais clima para cantar naquele ano. Também à época, a assessoria do cantor declarou que “se Caruaru honrasse o título que tem, colocaria Jorge como tradição para abrir oficialmente a festa, todos os anos. Seria Jorge primeiro, depois todas as outras atrações, sem desmerecer ninguém.”

Em entrevista a Marco Zero, Jorge falou sobre o assunto e a importância de Caruaru para os cantores e compositores de forró: “para mim, que fui criado em Altinho (nascido em Olinda), Caruaru sempre foi a cidade grande que se tinha por perto. Eu só vim conhecer Recife já rapaz feito, como se dizia. Então, Caruaru era a minha capital. Tinha vários palhoções nas ruas, o povo já fazia uma festa caprichada. As rádios tocavam grandes sucessos na voz de Marinês, Luiz Gonzaga e Trio Nordestino”, completa. Porém, tais sucessos têm ficado cada vez mais distantes das rádios, do Pátio do Forró e da memória das novas gerações.

E, quanto a isso, Jorge lamenta. “Sinto muito que a festa venha se transformando e privilegiando outros estilos musicais. Quando a gente padroniza o evento, ele fica igual a qualquer outro, deixa de ser exclusivo, original e corre o risco de perder a essência. Mas eu acredito que temos condições de fazer uma festa que preserve a tradição e seja atrativa a todos os públicos”. As possibilidades de uma “festa de e para todos” são muitas, afinal, nas últimas décadas, o São João de Caruaru, nomeado pelos caruaruenses como “O maior do mundo”, se tornou a maior vitrine da cidade para o resto do Brasil devido a sua força cultural.

Palco pequeno, cachê também

Além disso, é um momento muito significativo economicamente para vários segmentos que ultrapassam as fronteiras do município. De acordo com a Fundação de Cultura, em 2023 houve um recorde de inscrições dos artistas locais, englobando bandas de pífanos, trios pé de serra, bacamarteiros, quadrilhas juninas e artistas individuais. “Ano passado houve um aumento de 30% no cachê dos artistas locais, esse ano mais 10%. Nossa programação é feita com o movimento de cada palco. Temos 25 pólos e cada um traz uma marca, tem o Pólo Camarão, que leva o nome do maestro e tem uma diversidade enorme, o Pólo Juarez Santiago, dos trios pés de serra, o Pólo do Repente, o Alto do Moura com o forró tradicional e muito mais”, explica Hérlon Cavalcanti, vice-presidente da Fundação.

Apesar dessa diversidade, os inúmeros músicos/forrozeiros da região insistem na necessidade de preservar o gênero, sobretudo o “tradicional”, pé de serra. Afinal, quando o ritmo não tem espaço no mais central e maior dos palcos, não só a visibilidade dos cantores, mas os seus cachês são afetados. “São 60 dias de festa e me dão um show no dia 30 de abril e outro dia 24 de junho. Passei seis anos sem vir cantar por conta dos valores, da desvalorização. Aqui, eles pagam o que querem e não o que merecemos. Nada contra, mas o que é que Daniel tem a ver com o São João de Caruaru? Aí esses músicos recebem o dinheiro na hora e a gente só em setembro ou outubro”, afirma Joana Angélica, forrozeira caruaruense, referindo-se ao cantor sertanejo Daniel, atração principal da noite mais importante da festa, a de 23 de junho.

O cantor citado por Joana, se apresenta dia 23 de junho, véspera do São João, no Pátio de Eventos. Outra atração do mesmo gênero também sobe no palco neste mesmo dia, a dupla Israel e Rodolfo. Na noite de 25 de junho, das quatro apresentações, três serão de artistas sertanejos: Eduardo Costa, Ana Castela e Leonardo. “Não me chamam mais não para cantar no palco principal. Em 2017, quando fui homenageada, foi o último ano que cantei lá”, lamenta Angélica, que teve seu nome artístico “batizado” por Luiz Gonzaga. No registro, ela se chama Risoleide Maria da Silva, mas só lá. “Eu sou Joana há mais de 50, dos meus 74 anos”, afirma a caruaruense, popularmente nomeada como a rainha do forró. Também foi a primeira mulher homenageada no São João de Caruaru, recebeu o título de patrimônio vivo e integrou, durante 30 anos, a banda do Maestro Camarão.

“Esse ano tive que praticamente implorar para fazer mais de um show no São João, inclusive no Pólo Camarão deram uma hora para eu me apresentar. Quando morava fora, até me visitar em casa eles iam, hoje eu não existo. Tenho 16 discos gravados, as rádios de caruaru não tocam uma música minha. É muito frustrante, me sinto desprezada. Amo caruaru, meu bairro, minha casa, mas isso tudo me dá vontade de ir embora de novo.” Joana continua sua fala com um questionamento que parece ter a força e ecoar as vozes de tantos outros forrozeiros: “Como é que ‘A Capital do Forró’ só tem forró uma vez por ano? E o forró no ‘Pátio do forró’? Cadê?”

Outras Notícias

Diógenes evita comentar fala da esposa sobre fraude na eleição, mas defende democracia e respeito às diferenças

Gestor afirma que votou em Lula, mas disse que posições individuais da família merecem ser respeitadas O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, defendeu em nota que a democracia tem como um de seus principais fundamentos o respeito à liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política de cada cidadão, independentemente de suas convicções partidárias. […]

Gestor afirma que votou em Lula, mas disse que posições individuais da família merecem ser respeitadas

O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, defendeu em nota que a democracia tem como um de seus principais fundamentos o respeito à liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política de cada cidadão, independentemente de suas convicções partidárias.

Sem comentar a fala da esposa Roseane Gomes, que afirmou que o processo foi fraudado, o gestor reafirmou a importância de compreender que as diferenças de opinião fazem parte do processo democrático e devem ser respeitadas, inclusive no ambiente familiar.

Voto em Lula

Diógenes afirmou que no segundo turno das eleições presidenciais optou pelo voto em Luiz Inácio Lula da Silva, mas “entende que sua escolha pessoal não impede o respeito às posições de outras pessoas, sejam familiares, amigos ou cidadãos que tenham votado em candidatos diferentes”.

Para o prefeito, “a democracia não pode ser defendida apenas quando as opiniões são semelhantes. É justamente na convivência com pensamentos diferentes que se demonstra o verdadeiro compromisso com os valores democráticos”.

O gestor também considera fundamental separar as convicções individuais de cada integrante de uma família. “O direito à livre escolha política é uma garantia de todos os brasileiros”.


À frente da Prefeitura de Tuparetama, Diógenes reafirmou que seu compromisso “é com toda a população, independentemente de preferências eleitorais, ideológicas ou partidárias”.

Imagens: Reprodução/ Redes sociais

Ação popular pede suspensão do salário e de verbas do senador Flávio Bolsonaro

Uma ação popular apresentada à Justiça Federal do Rio de Janeiro pede a suspensão do salário e de outras verbas públicas destinadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O pedido foi apresentado após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, depois da derrota na eleição presidencial. O processo foi distribuído à 6ª […]

Uma ação popular apresentada à Justiça Federal do Rio de Janeiro pede a suspensão do salário e de outras verbas públicas destinadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O pedido foi apresentado após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, depois da derrota na eleição presidencial.

O processo foi distribuído à 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Os autores da ação, os advogados Leonardo Nicolau Passos Marinho e Rodrigo da Silva Roma, argumentam que a permanência do senador no exterior compromete o exercício do mandato e pode provocar prejuízos aos cofres públicos.

A solicitação inclui a interrupção do pagamento do salário parlamentar, da verba de gabinete, do auxílio-moradia e da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores (CEAPS), utilizada para custear despesas relacionadas ao mandato.

Segundo os advogados, a manutenção desses pagamentos, sem o efetivo desempenho das funções legislativas, poderia contrariar o princípio da moralidade administrativa e representar desvio de finalidade na utilização de recursos públicos.

A ação também menciona a declaração de Flávio de que pretende liderar a oposição ao governo Lula a partir dos Estados Unidos. Para os autores, essa manifestação, associada à ausência do senador nas atividades parlamentares, levanta questionamentos sobre a continuidade do exercício de suas funções.

Os advogados solicitam uma decisão liminar para suspender os pagamentos. Também pedem que o Senado preste informações sobre a situação funcional do parlamentar e que seja avaliada a eventual devolução de recursos, caso a Justiça reconheça irregularidades.

Flávio deixou o Brasil após o segundo turno das eleições presidenciais e uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que entregasse seus passaportes à Polícia Federal.

O senador afirmou anteriormente que a decisão de viajar foi tomada em conjunto com a esposa e que pretende continuar atuando politicamente a partir do exterior.

A apresentação da ação popular não significa que os pagamentos tenham sido suspensos. O pedido depende de análise judicial, e não há decisão informada determinando a interrupção dos vencimentos.

A Agência Brasil informou que procurou a assessoria de Flávio Bolsonaro para obter um posicionamento e manteve espaço aberto para manifestação.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Governo Lula já procurou PSD e relação pode se aprofundar, afirma Kassab

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já procurou o partido para discutir uma possível aproximação no quarto mandato do presidente. Segundo o dirigente, a relação poderá se aprofundar caso o Planalto adote medidas econômicas e amplie o diálogo com o centro político. Em […]

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já procurou o partido para discutir uma possível aproximação no quarto mandato do presidente. Segundo o dirigente, a relação poderá se aprofundar caso o Planalto adote medidas econômicas e amplie o diálogo com o centro político.

Em entrevista ao jornal O Globo, Kassab explicou que a posição do PSD dependerá das diretrizes adotadas pelo próximo governo, especialmente na condução da economia. Ele defendeu o equilíbrio fiscal e afirmou que Lula precisará ampliar sua base de apoio político.

“Se medidas econômicas forem adotadas, estaremos mais próximos”, declarou o dirigente, ao admitir a possibilidade de uma relação mais próxima entre o PSD e o governo federal.

Durante o terceiro mandato de Lula, o PSD ocupou três ministérios, mas não integrou formalmente a base governista. Kassab lembrou que, em 2023, o partido decidiu permitir que seus filiados aceitassem convites para participar da administração federal, sem estabelecer um compromisso coletivo de apoio.

Na avaliação do presidente do PSD, Lula precisará conciliar os compromissos sociais assumidos durante a campanha com medidas capazes de transmitir segurança à economia. Ele citou os ex-ministros Antonio Palocci e Henrique Meirelles como referências de uma política econômica voltada à estabilidade e ao equilíbrio das contas públicas.

Questionado sobre a possibilidade de assumir um ministério no quarto mandato, Kassab afirmou que não trabalha com essa perspectiva, mas também não descartou um eventual convite.

“Não está no meu horizonte, já fui de duas pastas. Mas é claro que é muito honroso ser e não descarto voltar mais uma vez”, respondeu.

O dirigente também comentou o resultado das eleições presidenciais. Para Kassab, a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) foi influenciada por erros da própria campanha, enquanto o PT conseguiu explorar as fragilidades do adversário.

Segundo ele, a escolha de Flávio como candidato da direita dividiu a disputa pelo eleitorado de centro. Kassab avaliou ainda que as declarações do senador sobre possíveis mudanças na Constituição e sua atuação nos debates contribuíram para a rejeição à candidatura.

O presidente do PSD também afirmou que a polarização política permanece no país. Na avaliação dele, Ronaldo Caiado, candidato do partido à Presidência, não conseguiu atrair uma parcela significativa dos eleitores que rejeitavam tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro.

Kassab defendeu ainda maior atenção dos partidos ao combate à corrupção, afirmando que o tema continua mobilizando o eleitorado brasileiro.

Apesar da aproximação relatada pelo dirigente, não há anúncio de acordo formal entre o PSD e o governo Lula nem definição sobre uma eventual participação da legenda na composição ministerial do próximo mandato.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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São José do Egito amplia obras de asfaltamento e contempla mais duas ruas do Centro

  Em São José do Egito, o comunicador Marcelo Patriota conversou com o prefeito Fredson Brito, que destacou a ampliação das obras de asfaltamento no município. A Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha, ambas no Centro, foram incluídas no cronograma de pavimentação anunciado pela prefeitura. Com a inclusão das duas vias, […]

 

Em São José do Egito, o comunicador Marcelo Patriota conversou com o prefeito Fredson Brito, que destacou a ampliação das obras de asfaltamento no município. A Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha, ambas no Centro, foram incluídas no cronograma de pavimentação anunciado pela prefeitura.

Com a inclusão das duas vias, o projeto passa a contemplar cinco ruas. No bairro Planalto, os serviços já foram concluídos na Avenida Adalberto Veras e na Rua Conselheiro Rosa e Silva, que dá acesso ao novo complexo esportivo.

No Centro, as equipes trabalham atualmente na Rua Raimundo Eufrásio, no trecho entre o antigo Posto Esso e a Caixa Econômica Federal. As próximas intervenções estão previstas para a Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha.

Segundo a administração municipal, as obras são executadas com recursos de um convênio federal firmado com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). O investimento informado é de R$ 1,5 milhão, destinado à pavimentação de 13.500 metros quadrados de vias urbanas.

Durante a entrevista, Fredson destacou a importância das intervenções para a mobilidade urbana e mencionou serviços de asfaltamento realizados anteriormente nos bairros Ipiranga e Borja. O prefeito também agradeceu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à governadora Raquel Lyra pelas parcerias institucionais com o município.

Outro assunto abordado na conversa foi a agenda administrativa prevista para novembro. Fredson informou que estará em Brasília entre os dias 9 e 13, quando pretende visitar ministérios, o Senado e o Congresso Nacional para apresentar demandas e buscar novos recursos.

O prefeito afirmou que pretende procurar deputados e senadores que receberam votos em São José do Egito para discutir a destinação de investimentos ao município em 2027.

Ao comentar o período posterior às eleições, Fredson defendeu a continuidade do diálogo político. “Vamos desarmar o palanque, vamos trabalhar todo mundo de mãos juntas por São José do Egito”, declarou.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo da entrevista de Marcelo Patriota com o prefeito Fredson Brito sobre as obras de asfaltamento e os próximos compromissos da gestão.

Frame: Reprodução

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Primeira dama de Tuparetama diz que houve fraude nas eleições. Oposição questiona. “Fake news”

A primeira dama de Tuparetama, Roseane Gomes, esposa do prefeito Diógenes Patriota, se manifestou nas redes sociais atacando o sistema eleitoral brasileiro e gerando reações da oposição tuparetamense, que tem compartilhado as declarações. “Ataca o sistema que elegeu o marido dela” Segundo eles, apesar de TSE, partidos como o próprio PL e a comunidade internacional […]

A primeira dama de Tuparetama, Roseane Gomes, esposa do prefeito Diógenes Patriota, se manifestou nas redes sociais atacando o sistema eleitoral brasileiro e gerando reações da oposição tuparetamense, que tem compartilhado as declarações. “Ataca o sistema que elegeu o marido dela”

Segundo eles, apesar de TSE, partidos como o próprio PL e a comunidade internacional terem reconhecido o resultado oficial, ela atacou o sistema eleitoral com fake news.

“O resultado dessa eleição tá mais do que claro que foi alterado e a anterior também. Essa esquerda vem atropelando a nossa Constituição e de narrativa em narrativa enfeitiçando tantas mentes fracas”, disse no primeiro comentário.

Depois disse haver perseguição a Flávio. “Tanta perseguição com essa família. O diabo quer destruir nosso país e para isso tem de manipular quem serve a ele. Mas Deus jamais perde o controleiỊạỊi

Na última sessão da Câmara de Tuparetama terça, Valmir Tunu e Tanta criticaram Diógenes e Sávio Torres por não terem defendido Lula e assumido o bolsonarismo. Vandinha da Saúde fez a defesa. “Mas em Tuparetama os dois deixavam espaços para o voto pra presidente, sem pedir votos pro petista”, diz um dos opositores.

No segundo turno, Lula (PT) foi o candidato a presidente mais votado em Tuparetama (PE) no 2° turno, com 5.587 votos. Flávio Bolsonaro (PL) teve 971 votos.