Ex-prefeito de Brejinho se recupera bem após cirurgia no quadril
Por André Luis
O ex-prefeito de Brejinho, José Vanderley, usou uma rede social para informar que está se recuperando bem da cirurgia no quadril a qual foi submetido após sofrer um acidente doméstico.
Vanderley disse que recebeu alta do hospital em que realizou o procedimento e que o médico responsável está fazendo acompanhamento domiciliar em função da pandemia. José Wanderley é pré-candidato a prefeito do município de Brejinho.
Deputado diz que governadora se comprometeu com o programa Leite para Todos O deputado estadual e ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (Solidariedade), aliado de primeira hora da ex-deputada federal e ex-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, se encontrou com a governadora Raquel Lyra nesta quarta-feira (12). Em suas redes sociais o parlamentar repercutiu […]
Deputado diz que governadora se comprometeu com o programa Leite para Todos
O deputado estadual e ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (Solidariedade), aliado de primeira hora da ex-deputada federal e ex-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, se encontrou com a governadora Raquel Lyra nesta quarta-feira (12).
Em suas redes sociais o parlamentar repercutiu o encontro: “Fui recebido pela governadora Raquel Lyra para discutir pautas para Pernambuco, entre elas, o programa Leite para Todos, Compesa, Saúde Pública, infraestrutura, entre outras prioridades”.
Segundo Duque, a governadora se comprometeu em dar uma atenção especial ao programa do Leite para Todos, para solucionar o problema de milhares de famílias de Pernambuco.
A feira de animais em Jabitacá, realizada neste domingo (30), reuniu produtores e expositores em mais uma edição do evento promovido pela Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente. A revitalização da feira atraiu um público expressivo e contou com a presença do prefeito Dr. Pedro Alves (PSDB) e […]
A feira de animais em Jabitacá, realizada neste domingo (30), reuniu produtores e expositores em mais uma edição do evento promovido pela Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente.
A revitalização da feira atraiu um público expressivo e contou com a presença do prefeito Dr. Pedro Alves (PSDB) e do vice-prefeito Marquinhos Melo, que também responde pela Secretaria de Administração e Desenvolvimento Econômico.
O evento teve a participação de diversas autoridades municipais, incluindo os vereadores Chico Torres, Lequinho e Jorge Soldado, além dos secretários Rogério Lins (Agricultura), Juliany Rabelo (Desenvolvimento e Assistência Social) e Fábio Torres (Viação, Obras e Serviços Públicos).
Também estiveram presentes o diretor de Meio Ambiente George Abel e a secretária distrital Lígia Torres. O ex-prefeito Zeinha Torres, atual Assessor de Articulação do Governo de Pernambuco junto à governadora Raquel Lyra (PSD), prestigiou a feira.
Além da exposição de animais, a programação contou com música ao vivo e um sorteio entre os expositores, com prêmio doado pelo vereador Chico Torres. Durante o evento, Dr. Pedro Alves plantou duas fruteiras no espaço da feira livre, simbolizando a revitalização do local.
O prefeito ressaltou a importância da feira para a economia do município. “A revitalização desse espaço fortalece a economia local e valoriza nossos agricultores”, afirmou. O secretário Rogério Lins destacou o compromisso da gestão com o setor agropecuário. “Nosso objetivo é garantir que a feira seja um ponto de encontro e de negócios para os produtores”, disse.
A Prefeitura de Iguaracy também promoveu ações de saúde animal durante o evento, com a vacinação contra a brucelose realizada pela equipe técnica da Secretaria de Agricultura. Outras secretarias municipais, como Desenvolvimento e Assistência Social, Saúde, Obras, Educação e Cultura, também estiveram envolvidas na iniciativa.
Executivos da Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire) foram ouvidos como testemunhas pela CPI das Faculdades Irregulares nesta quinta (12). Com sede em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, a instituição é acusada de estelionato pelos próprios alunos, por supostamente ofertar, como carreiras de graduação, cursos de extensão universitária – formação de curta duração […]
Executivos da Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire) foram ouvidos como testemunhas pela CPI das Faculdades Irregulares nesta quinta (12). Com sede em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, a instituição é acusada de estelionato pelos próprios alunos, por supostamente ofertar, como carreiras de graduação, cursos de extensão universitária – formação de curta duração voltada ao aperfeiçoamento de profissionais. Os representantes negaram todas as alegações à Comissão.
Diretor-geral da Fadire, Jean Alves Cabral disse que os estudantes são informados, “expressa e claramente”, de que os cursos da entidade não equivalem a graduação e que, no momento da matrícula, não asseguram a emissão de diploma universitário. Os certificados obtidos após a formação, segundo o gestor, somente podem ser aproveitados para a dispensa de disciplinas em cursos regulares de outras faculdades. “Não vendemos diplomas. Nosso programa é de extensão”, sustentou.
Cabral indicou que os cursos são uma alternativa encontrada pelas empresas de menor porte para sobreviver. “Estamos sob a égide de grandes cartéis, que enfraquecem os pequenos com preços predatórios. Se não fosse a extensão estaríamos fechados”, analisou, embora tenha afirmado desconhecer o faturamento total da instituição – que conta com 3,6 mil alunos e cobra mensalidades entre R$ 180 e R$ 250.
A informação também foi negada pelo mantenedor da Fadire, Williams Barbosa Fernandes, proprietário da Sociedade de Desenvolvimento do Ensino Superior do Vale do Capibaribe (Sodecap). Fernandes não soube responder perguntas simples, como em quantos municípios a empresa atua ou quantos professores tem contratados, e, ao ser indagado sobre a carga horária dos cursos ministrados, invocou o direito de permanecer em silêncio.
Diretora regional de extensão da Fadire, Poliana Lima negou qualquer anormalidade na divulgação dos cursos. A gestora é também proprietária da empresa Centro Master, principal intermediária da faculdade responsável pela divulgação dos cursos, pagamento de professores e recolhimento de mensalidades. “O Centro Master não garante ao aluno o diploma de graduação”, afirmou Poliana.
Alunos da instituição refutaram as negativas dos executivos. “Eles sempre afirmaram que o curso era de graduação”, exclamou Daniele Oliveira, estudante de Serviço Social em Condado, Mata Norte . “Os diretores nos chamaram até Santa Cruz, onde um coordenador insinuou que nos preocupássemos com nossas vidas e com nossas famílias”, ainda relatou Daniele. “Durante três anos pensei que teria um diploma de graduação, e de repente descubro que não”, disse Flávio Melo, aluno de Letras em Bezerros, Agreste.
Para o presidente da CPI, deputado Rodrigo Novaes (PSD), as informações apuradas até o momento apontam para graves irregularidades administrativas na oferta dos cursos, existindo também indícios de estelionato, formação de quadrilha e fraudes fiscais.
“Soubemos de histórias de alunos que pagavam as mensalidades com o Bolsa-Família, tiravam de onde não tinham para realizar um sonho, e estavam sendo enganados”, lamentou. Relatora da Comissão, Teresa Leitão (PT) considerou que “a propaganda da Fadire vende gato por lebre, induzindo os estudantes ao erro”.
“A nossa linha de investigação está correta. Tivemos aqui, hoje, depoentes que não puderam falar, com advogado de um lado e outro, cada vez que se fazia uma pergunta técnica, havia dificuldade de resposta”, analisa Teresa.
Para ela, não é intuito da CPI fazer juízo de valor sobre competência de professores, instituições e cursos. “Queremos saber sobre a legalidade desses cursos, que não estão respondendo aquilo que a gente pergunta a respeito da legalização, da autorização do MEC, das avaliações do MEC. Toda vez que fizemos perguntas técnicas como sobre a avaliação dos cursos, nota do ENAD (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), houve desvio de respostas”, suspeitou Teresa.
Durante a sessão, algumas pessoas presentes ainda pediram aos parlamentares que investiguem o Instituto Belchior, de Goiana, Mata Norte, e o Centro de Ensino Pesquisa e Inovação (Cenpi), instituição paraibana com atuação em Pernambuco. Diretores da Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso) e das Faculdades Extensivas de Pernambuco (Faexpe) – acusadas dos mesmos ilícitos da Fadire – também foram convocados a depor como testemunhas, mas apresentaram justificativas para não comparecer. Os representantes da instituição devem ser ouvidos na próxima quarta (18), quando a CPI volta a se reunir.
Comerciantes que tem autorização para comercializar a carne estão praticando preços abusivos Por André Luis Em pleno sábado de feira livre em Afogados da Ingazeira, os açougues da cidade, com exceção de alguns frigoríficos e açougues de mercados, amanheceram fechados. A constatação é de que isso é consequência da Fiscalização Preventiva Integrada que acontece no […]
Comerciantes que tem autorização para comercializar a carne estão praticando preços abusivos
Por André Luis
Em pleno sábado de feira livre em Afogados da Ingazeira, os açougues da cidade, com exceção de alguns frigoríficos e açougues de mercados, amanheceram fechados.
A constatação é de que isso é consequência da Fiscalização Preventiva Integrada que acontece no Pajeú até o próximo dia 10 e que já foi responsável pela interdição do Açougue Público e do Mercado do Peixe em Afogados da Ingazeira, do Açougue Público de Tabira e do frigorífico do vereador Marcos Crente também em Tabira.
Informações dão conta que a situação permanecerá assim, até que os açougueiros cumpram as exigências da Fiscalização, dentre elas autorização do Corpo de Bombeiros, equipamentos apropriados e proteção contra contaminação.
Segundo Totonho Vieira, que coordena a Vigilância Sanitária no município, o órgão participa efetivamente da autuação com a equipe que veio coordenada pelo MP.
Há anos a carne comercializada em Afogados da Ingazeira e outras cidades da região tem péssimas condições do ponto de vista do transporte e venda na ponta. Isso vale para o Açougue Público e para os pontos de venda na Barão de Lucena e Travessa Tiradentes. O abate melhorou consideravelmente com o novo abatedouro, mas perde eficácia com o restante do processo.
Abuso nos preços
Se aproveitando da falta de concorrência com o fechamento temporário dos açougues, alguns estabelecimentos que tem autorização para funcionar, estão aumentando o preço da carne, cometendo assim, a prática do preço abusivo.
Lamentável que mais uma vez tenhamos que ver situações como esta, onde comerciantes se aproveitam para lucrar diante de situações de fragilidade da população.
A diocese de Afogados da Ingazeira que também se engajou na campanha para ajudar as vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul estará repassando aproximadamente R$ 76.476,50 para ajudar aquele estado que sofre com as chuvas que ainda estão castigando vários municípios e que já matou mais de 160 pessoas. O anúncio do valor, […]
A diocese de Afogados da Ingazeira que também se engajou na campanha para ajudar as vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul estará repassando aproximadamente R$ 76.476,50 para ajudar aquele estado que sofre com as chuvas que ainda estão castigando vários municípios e que já matou mais de 160 pessoas.
O anúncio do valor, foi informado pelo bipo da diocese, dom Limacêdo Antônio durante a missa deste domingo (26) na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. A diocese resolveu repassar todo o dinheiro arrecadado durante a missa de Pentecostes que aconteceu no domingo (19).
“A diocese também agradece a vocês que estão nos acompanhando pelas redes sociais, digo a você de coração, a contribuição foi uma contribuição muito boa, está chegando aos R$ 50 mil. Todas as paróquias articuladas, um pouco de cada uma, dando essa contribuição que vai ajudar certamente aos nossos irmãos e irmãs daquele querido Estado do Rio Grande do Sul”, concluiu dom Limacêdo. As informações são do Afogados Online.
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