Uma vez que o Prefeito Sebastião Dias fez opção de adquirir uma Usina de Asfalto, ao invés de gastar com o carnaval de Tabira, a Secretaria de Cultura fará apenas o papel de apoiadora dos blocos tradicionais que irão comandar a folia.
Ontem falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM a Secretária de Cultura Gracinha Paulino anunciou a programação oficial com destaque para Carnaval das Academias e ESF na quinta-feira. No Park Sol e desfile das escolas na sexta-feira.
No sábado, blocos Chapéu de Palha, Frevo na Água, Park Sol, Bloco do Nena, Águas Parque no Brejinho, Algodão Doce, Vassourão e Paredão Folia no sábado. No domingo, Jogo das Virgens, Carnaval em Campos Novos, Paredão Folia, Tabira Campestre Clube com shows de Cezinha Atrevido, Feitiço de Menina e Orquestra Harmonia do Frevo, Park Sol e Águas Parque no Povoado Brejinho.
Segunda, Cavaleiros da Rosa Mistica, Park Sol, Águas Parque no Brejinho, Paredão Folia, Bloco Riacho Folia, e Bloco Sport Folia no Cordeirao com shows de Kleiton Pinheiro e Banda Bleckout.
E na terça no Clube Park Sol, Águas Parque no Brejinho, Tabira Campestre Clube com Wagner Fernando e Ramon Shynaider, Bloco das Academias de Saúde e academias Particulares e Paredão em Folia.
G1 O Senado se reúne nesta terça-feira (20) para votar o decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. O início das votações no plenário está previsto para as 16h, segundo a agenda do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE). A intervenção já está em vigor desde a última sexta-feira (16), quando […]
O Senado se reúne nesta terça-feira (20) para votar o decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. O início das votações no plenário está previsto para as 16h, segundo a agenda do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
A intervenção já está em vigor desde a última sexta-feira (16), quando o decreto foi assinado pelo presidente da República, Michel Temer. No entanto, para continuar valendo, tem que ser aprovado pelo Congresso Nacional.
Nesta madrugada, a Câmara aprovou a intervenção por 340 votos a 72(houve uma abstenção), mas o tema ainda precisa ser analisado pelos senadores.
Para ser aprovado no Senado, o decreto precisa do voto favorável da maioria simples dos senadores, desde que estejam presentes pelo menos 41 dos 81 parlamentares.
Em entrevista a jornalistas na última sexta, Eunício disse que o tema seria analisado com “urgência” pelo Senado. Ou seja, o decreto será levado diretamente ao plenário da Casa, sem passar por comissões.
Antes da votação, caberá a Eunício designar um relator para fazer um parecer oral sobre a intervenção.
Eunício já antecipou que escolherá um relator favorável à medida e que não necessariamente será um senador do Rio de Janeiro. Na Câmara, a relatora foi uma deputada fluminense: Laura Carneiro (PMDB-RJ).
Feito o relatório, cinco senadores favoráveis à intervenção e cinco contrários poderão se inscrever para falar sobre o assunto por 10 minutos cada. Depois disso, será realizada a votação.
Eunício disse que a votação poderá ser simbólica, sem o registro dos votos dos senadores, mas que, caso haja solicitação, será feita no painel eletrônico, com o registro dos votos.
Parlamentares do PT devem votar contra a intervenção. O líder da minoria no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse que o governo não forneceu informações para que a oposição fizesse um julgamento sobre a necessidade da medida.
“Eu acredito que, se essas informações básicas não nos forem dadas, vai ser muito difícil nós darmos o respaldo a essa decisão”, declarou o senador pernambucano.
Já Lindbergh Farias (RJ), líder do PT no Senado, teceu críticas à intervenção durante a sessão do Senado desta segunda.
“Eu tenho coragem para dizer que, infelizmente, o uso das Forças Armadas, numa situação como essa, não vai resolver o problema, porque elas não são feitas para isso. É outro tipo de treinamento. Eles são treinados para a guerra, não para situações como essa”, afirmou.
Aliados do governo, por outro lado, defenderam a medida. Nas redes sociais, Wilder Morais (PP-GO) classificou como “boa” a atitude do Palácio do Planalto.
“Um general assume a segurança pública de um estado que vinha colecionando, em 2017, centenas de mortes de policiais. O crime organizado estava, comandando do Rio de Janeiro, o Brasil inteiro. E veio essa decisão do presidente, de fazer a intervenção para que se possa acabar com a bandidagem, que envergonha o nosso país”, disse Wilder.
“Com certeza, o Rio que terminou o carnaval, vai ter a melhor festa, a festa da sociedade, festejar a segurança, que as pessoas possam ter o direito de ir e vir com segurança e tranquilidade”, completou.
Ao Jornal Nacional, o líder do PMDB no Senado, Raimundo Lira (PMDB-PB), afirmou que a medida levará “maior tranquilidade” à população do estado do Rio de Janeiro.
“O que nós observamos no carnaval, pelo noticiário de televisão, é que foi uma intranquilidade muito grande. A população estava do Rio muito apavorada. Ela [a intervenção] tem que ser eficiente, tem que trazer resultados significativos para atender às expectativas da população”, avaliou Lira.
O vereador Djalma das almofadas, que preside o Poder Legislativo de Tabira, esteve falando ao programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, nesta segunda-feira (11). Djalma disse que no último sábado aconteceu uma reunião no plenário da Câmara, convocada pela coordenadoria do TFD – Tratamento Fora do Domicílio – para apresentar detalhes sobre o serviço […]
O vereador Djalma das almofadas, que preside o Poder Legislativo de Tabira, esteve falando ao programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, nesta segunda-feira (11).
Djalma disse que no último sábado aconteceu uma reunião no plenário da Câmara, convocada pela coordenadoria do TFD – Tratamento Fora do Domicílio – para apresentar detalhes sobre o serviço no município para os usuários presentes.
Segundo ele, a reunião tomou um rumo diferente quando a prefeita Nicinha orientou os usuários a pedirem o carro da Câmara para fazerem os deslocamentos para tratamento de saúde.
Djalma explicou que não pode ceder o carro do Legislativo para servir de ambulância. Para este fim, já existem os recursos destinados à Saúde e reclamou dos altos valores que são pagos pela gestão em carros alugados.
O presidente lembrou que todos os vereadores de Tabira destinaram cerca de R$ 800 mil de suas emendas impositivas para o Executivo comprar um ônibus novo para o TFD.
Perguntado se o dinheiro já estaria à disposição da prefeita, Djalma afirmou que sim e ela poderia comprar o ônibus no momento que quisesse e mesmo assim não o fez, penalizando, desta forma, os usuários.
“Nós destinamos o dinheiro para ser usado e se a prefeita não comprar esse ônibus até dezembro, eu vou cassar o mandato dela”, afirmou Djalma.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) incluiu em sua pauta de julgamentos virtuais um processo que promete movimentar os bastidores políticos de Buíque. Entre os dias 9 e 13 de março, os desembargadores analisarão o processo nº 0600247-26.2024.6.17.0060, um recurso de embargos de declaração que já se encontra em sua segunda rodada de questionamentos […]
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) incluiu em sua pauta de julgamentos virtuais um processo que promete movimentar os bastidores políticos de Buíque. Entre os dias 9 e 13 de março, os desembargadores analisarão o processo nº 0600247-26.2024.6.17.0060, um recurso de embargos de declaração que já se encontra em sua segunda rodada de questionamentos (embargos sobre embargos).
A ação é relatada pela desembargadora Roberta Viana Jardim e coloca em lados opostos um grupo robusto de lideranças locais e a Comissão Provisória do MDB (embargantes) contra figuras centrais da política buiquense, incluindo Leonardo César Arcoverde de Souza, Elson Francisco e Silva e Cícero Edson da Silva (embargados).
A lista de embargantes chama a atenção pela quantidade e relevância dos nomes, incluindo ex-gestores e vereadores como Arquimedes Guedes Valença, Vera Lúcia Pereira Freire e Vanildo Almeida Cavalcanti. O grupo é representado por uma banca jurídica de peso, com oito advogados destacados para o caso, o que sinaliza a complexidade e a importância estratégica da decisão para o grupo político ligado ao MDB na região.
Do outro lado, a defesa de Leonardo César Arcoverde de Souza e demais embargados tenta manter o entendimento de decisões anteriores, em uma queda de braço que se estende desde o pleito de 2024.
Os advogados das partes têm até o início da sessão para enviar suas sustentações orais em formato digital, conforme as normas da Resolução TRE-PE 483/2025. O público poderá acompanhar o resultado e a movimentação do processo diretamente pelo portal de serviços judiciais do TRE-PE.
A cantora Paula Fernandes capotou o carro na rodovia Castello Branco no sábado (27), quando dirigia para São Paulo ao lado do namorado, o empresário Rony Cecconello. Ela publicou na tarde deste domingo (28) uma foto do carro capotado e escreveu: “Eu só sei que estou viva e que ontem renasci”. Ela diz que estava […]
A cantora Paula Fernandes capotou o carro na rodovia Castello Branco no sábado (27), quando dirigia para São Paulo ao lado do namorado, o empresário Rony Cecconello.
Ela publicou na tarde deste domingo (28) uma foto do carro capotado e escreveu: “Eu só sei que estou viva e que ontem renasci”.
Ela diz que estava voltando para casa do interior quando um carro desgovernado bateu na traseira do veículo dela. Ela perdeu o controle da direção com a força da batida e seu carro capotou algumas vezes e arrastou no asfalto até parar.
“Dia 27/08/2022, dia em que renasci para uma vida mais feliz, mais plena, mais leve e cheia de gratidão. Eu quero estar mais com quem eu amo e fazer dos meus próximos dias os melhores da minha vida”, disse Paula Fernandes, que sofreu ferimentos leves.
Neste domingo a cantora completa 38 anos de idade. “Hoje é meu aniversário e Deus me deu de presente a oportunidade de continuar viva! É um recomeço…”, ela escreveu.
Entre as irregularidades o não recolhimento de R$ 625 mil à previdência. Por unanimidade, a 2ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado – TCE-PE, negou provimento aos embargos de declaração interpostos pela prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), contra a decisão de rejeitar as prestações de conta de governo do exercício de 2015. O […]
Entre as irregularidades o não recolhimento de R$ 625 mil à previdência.
Por unanimidade, a 2ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado – TCE-PE, negou provimento aos embargos de declaração interpostos pela prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), contra a decisão de rejeitar as prestações de conta de governo do exercício de 2015. O relator do caso foi o desembargador do TCE, Carlos Porto. Seu voto foi seguidos pelos dois outros membros conselheiros: Dirceu Rodolfo e João Carneiro Campos, em sessão realizada nesta terça-feira (18).
Com a decisão, fica valendo o parecer prévio do TCE que recomendou a Câmara de Vereadores de Arcoverde a rejeição das prestações de contas do Exercício de 2015 da prefeita Madalena Britto. As contas deverão ser encaminhadas a Casa James Pacheco para que os 10 vereadores votem o parecer do tribunal.
Segundo o Tribunal de Contas do Estado, em 2015 a prefeita Madalena Britto deixou de recolher ao Regime Geral de Previdência Social o montante de R$ 625.537,89 (seiscentos e vinte e cinco mil, quinhentos e trinta e sete reais e oitenta e nove centavos), sendo que deste total, R$ 183.490,93 foram descontados dos salários dos servidores públicos municipais e não recolhidos à previdência. Os outros R$ 442.046,96 referem-se a parte patronal que também não foi recolhido à previdência.
Outra irregularidade apontada pelo TCE nas contas de governo de 2015 trata da abertura de créditos adicionais suplementares, por anulação de dotações, sem autorização legislativa no valor de R$ 13.258.115,14 (treze milhões, duzentos e cinquenta e oito mil, cento e quinze reais e catorze centavos), contrariando o disposto no artigo 42 da Lei nº 4.320/64. Soma-se a isso um total R$ 5.942.438,47 de déficit de execução orçamentária identificado pelo TCE.
A decisão do TCE foi encaminhada ao Ministério Público de Contas no tocante aos descontos feitos nos salários dos servidores e não recolhidos à Previdência com base na Súmula n.º 12 do Tribunal, que estabelece que “a retenção da remuneração de servidor como contribuição e o não repasse ao respectivo regime poderá configurar crime de apropriação indébita previdenciária”.
A decisão acontece 20 anos depois de um prefeito da cidade de Arcoverde ter tido suas contas rejeitadas, voltando o município às páginas negativas das conhecidas rejeição de contas. A última prefeita que teve uma prestação de contas rejeitadas foi Erivânia Camelo, que governou o município entre 1993 e 1996.
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