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Estado anuncia a prefeito que vai realizar melhorias na Rodoviária de Tabira

Por Nill Júnior
Na madrugada de 26 de outubro um incêndio em um ônibus danificou a estrutura do terminal

Finalmente, o Estado anunciou que vai realizar melhorias no Terminal Rodoviário de Tabira, depois de muitas queixas e preocupação, inclusive encaminhadas ao blog.

A informação foi passada ao prefeito Sebastião Dias por Marília Bezerra, da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI). Também havia demanda dos vereadores, como confirmou o próprio Sebastião Dias e o legislador Aristóteles Monteiro.

A situação do terminal que já era grave, piorou em outubro do ano passado, quando um ônibus da Progresso que faria a linha entre Tabira e Recife foi totalmente destruído pelo fogo, em incêndio criminoso.

As chamas danificaram parte da estrutura do terminal. Nesses últimos dias parte da estrutura superior do terminal se soltou colocando em risco a população, como denunciou a Coluna do Domingão de 24 de março. De lá pra cá, mais internautas cobraram ao estado uma ação imediata. “Após do incêndio ocorrido com um ônibus da progresso no ano passado, o prédio apresenta um iminente risco de desabamento.  Os ônibus estão tendo que parar fora da rodoviária por causa do risco que ela apresenta”, disse João Paulo ao blog.

Sebastião Dias enviou uma nota de agradecimento ao governador Paulo Câmara, pela liberação de recursos para reforma da Rodoviária.

“Venho através deste meio de comunicação agradecer a Vossa Excelência pela liberação dos recursos destinados a recuperação do Terminal Rodoviário de Tabira, pois o mesmo encontra-se no momento sem as mínimas condições de funcionamento devido a um incêndio, o que vem causando grandes constrangimento aos usuários de Tabira e cidades vizinhas que tanto necessitam dos serviços prestados”, agradeceu o prefeito.

Prédio tem 35 anos: segundo o ex-prefeito Edson Moura consultado pelo blog, o Terminal foi inaugurado em 01 de dezembro de 1984, com a presença de José Múcio Monteiro, que foi Secretário de Transportes entre 1982 e 1985. Moura era o prefeito da cidade.  Tem portanto, praticamente 35 anos de construção.

Outras Notícias

Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú ganha prêmio de Boas Práticas de Economia Solidária

O trabalho desenvolvido pela Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú foi uma das dez ações selecionadas pelo concurso de Boas Práticas em Economia Solidária do BNDES, na categoria Redes de Empreendimentos Econômicos Solidários. O prêmio é de R$ 50 mil. As iniciativas escolhidas são consideradas “boas práticas” de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) e suas Redes. […]

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O trabalho desenvolvido pela Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú foi uma das dez ações selecionadas pelo concurso de Boas Práticas em Economia Solidária do BNDES, na categoria Redes de Empreendimentos Econômicos Solidários.

O prêmio é de R$ 50 mil. As iniciativas escolhidas são consideradas “boas práticas” de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) e suas Redes.

O prêmio é uma ação conjunta do BNDES, da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (SENAES/MTE) e do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES).

É a primeira vez que o BNDES oferece o prêmio, iniciativa que fortalecerá o movimento da Economia Solidária e aprofundará o conhecimento sobre o tema no país, melhorando o diálogo, a construção e a implementação de políticas públicas de apoio e investimento aos Empreendimentos de Economia Solidária.

A entrega do prêmio vai acontecer durante a Feira Latino Americana de Economia Solidária, no próximo dia 11 de julho, em Santa Maria/RS. Uma das diretoras da Rede Pajeú, Ivete da Silva Souza, receberá o prêmio em nome da instituição.

O valor será utilizado no fortalecimento das ações desenvolvidas pela Rede visando à inserção dos produtos dos grupos de mulheres nos mercados solidários, como a utilização de etiquetas, rótulos, embalagens adequadas e ações de formação e capacitação das mulheres em gestão de empreendimentos, possibilitando a chegada dos produtos ao mercado e clientes com melhor apresentação.

PCPE desarticula associação criminosa e apreende R$ 5,8 milhões em operação contra fraudes bancárias 

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6), a 56ª Operação de Repressão Qualificada do ano, batizada de “Argos”. A ação, ligada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP), foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Repressão ao Estelionato (DPRE), unidade integrante do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DEPATRI), sob a presidência das […]

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6), a 56ª Operação de Repressão Qualificada do ano, batizada de “Argos”. A ação, ligada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP), foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Repressão ao Estelionato (DPRE), unidade integrante do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DEPATRI), sob a presidência das delegadas Viviane Santa Cruz, Stephanie Almeida e Lígia Cardoso.

A investigação teve início em julho de 2022 e visa desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias. O grupo é acusado de atuar em crimes de furto mediante fraude e lavagem de dinheiro, manipulando boletos bancários por meio de um sistema conhecido como “Argos”, que deu nome à operação. Segundo a Polícia Civil, o esquema criminoso adulterava o sistema para realizar fraudes financeiras, desviando valores significativos.

Nesta quarta-feira, foram cumpridos dois mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão em Recife, Olinda e Paulista. Além disso, a operação incluiu medidas judiciais para indisponibilizar bens móveis e imóveis dos investigados, além do bloqueio de ativos financeiros no valor superior a R$ 5,8 milhões, expedidos pelo Juízo da Terceira Vara Criminal da Comarca de Olinda.

Para a execução da operação, 60 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães, foram mobilizados. As investigações contaram com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL) e do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), além da colaboração operacional do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE).

Os materiais apreendidos e os detidos estão sendo encaminhados ao DEPATRI para os devidos procedimentos legais. Mais informações sobre a operação “Argos” serão divulgadas em momento oportuno pela Assessoria de Comunicação da Polícia Civil.

Com cinco contas rejeitadas, Dinca só terá condições de disputar uma eleição aos 98 anos de idade, diz Tadeu Sampaio

Por Anchieta Santos Em sua passagem pela Rádio Cidade FM na última terça-feira, o ex-prefeito Dinca Brandino (PSB), ao falar sobre suas contas rejeitadas, citou que no exercício de 2012 as contas só foram rejeitadas porque pagou ilegalmente os proventos, como aposentado, do hoje Secretário de Governo, Tadeu Sampaio. Ontem no programa Cidade Alerta, Tadeu […]

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Por Anchieta Santos

Em sua passagem pela Rádio Cidade FM na última terça-feira, o ex-prefeito Dinca Brandino (PSB), ao falar sobre suas contas rejeitadas, citou que no exercício de 2012 as contas só foram rejeitadas porque pagou ilegalmente os proventos, como aposentado, do hoje Secretário de Governo, Tadeu Sampaio. Ontem no programa Cidade Alerta, Tadeu fez uso do espaço para rebater o ex-gestor. Disse Tadeu, que as contas foram rejeitadas por um total de 27 itens irregulares. Acusou a gestão de Dinca de omitir durante a prestação de contas, um laudo dando a citação.

Afirmou que o prefeito poderia ter recorrido. E foi mais além: “Com 05 contas rejeitadas, Dinca é ficha suja. Pra voltar a ficar apto a disputar uma eleição, ele terá que esperar até os 98 anos de idade. Além de não ter voto, pois prometeu 3 mil votos ao federal e não deu na última eleição, Dinca não tem condição legal, e nem credibilidade. Ele é o verdadeiro Al Capone. Todas as empresas estão em nome de laranjas” Sobre o futuro, Tadeu anunciou que voltará a disputar o cargo de vereador, e mostrou confiança na unidade entre Mano, Josete e o prefeito Sebastião Dias para a sucessão municipal.

Retomada do Programa de Aquisição de Alimentos vai à sanção

O Senado aprovou um projeto de lei que restabelece o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), substituindo o Programa Alimenta Brasil implementado durante o governo Bolsonaro. O projeto determina que pelo menos 30% das compras públicas de alimentos sejam direcionadas à aquisição de produtos de agricultores familiares e suas organizações. O projeto também estabelece que […]

O Senado aprovou um projeto de lei que restabelece o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), substituindo o Programa Alimenta Brasil implementado durante o governo Bolsonaro. O projeto determina que pelo menos 30% das compras públicas de alimentos sejam direcionadas à aquisição de produtos de agricultores familiares e suas organizações. O projeto também estabelece que o mesmo percentual de recursos do Programa Cozinha Solidária seja destinado a pequenos agricultores. O projeto agora segue para sanção presidencial.

A relatora do projeto, senadora Teresa Leitão, incluiu a expressão “sempre que possível” para permitir que os gestores fiquem dispensados de cumprir o percentual de 30% em situações específicas, como quando houver condições higiênico-sanitárias inadequadas ou inviabilidade de fornecimento regular. O objetivo do projeto é ampliar o acesso à alimentação saudável e incentivar a produção local, beneficiando a agricultura familiar.

Além disso, o projeto cria o Programa Cozinha Solidária, que tem como objetivo fornecer alimentação gratuita e de qualidade à população em situação de vulnerabilidade e risco social, incluindo a população em situação de rua e com insegurança alimentar.

O projeto também estabelece que, para abastecer a merenda escolar e formar estoques reguladores, o poder executivo poderá comprar diretamente alimentos produzidos pelos beneficiários fornecedores, desde que atendidos requisitos como preços compatíveis com o mercado, controle de qualidade e outras normas estabelecidas.

Os produtos adquiridos pelo PAA serão destinados a programas de segurança alimentar e nutricional, formação de estoques e atendimento a hospitais públicos e entidades socioassistenciais. Além disso, o programa permitirá a compra de alimentos processados, beneficiados ou industrializados, assim como produtos artesanais.

O projeto também prevê medidas para municípios em situação de emergência ou calamidade pública, como a compra de alimentos para ração animal a fim de doá-los aos agricultores familiares e o uso de subvenções econômicas para equalização de preços na venda de produtos do estoque público.

A execução do programa poderá ser feita pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ou por órgãos estaduais e municipais, e um regulamento detalhará aspectos como o pagamento das despesas de operacionalização, o funcionamento de comitês locais e o valor máximo anual para aquisições de alimentos.

O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados na forma de um substitutivo do deputado Guilherme Boulos e agora aguarda a sanção presidencial.