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Esquema da Petrobrás teria pago despesas pessoais de Dilma, diz jornalista

Por Nill Júnior
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Celso Kamura cuida dos cabelos de Dilma: viagens pagas para Brasília | Guilherme Leporace

Já existem documentos em posse da Procuradoria-Geral da República que revelam que a presidente afastada, Dilma Rousseff, tinha conhecimento do teor das negociações envolvendo interesses políticos na compra da refinaria de Pasadena, antes da reunião do Conselho de Administração da Petrobras que aprovou o negócio. A informação é de Merval Pereira.

Os envolvidos na venda de Pasadena trocavam mensagens em uma rede de e-mails do Gmail que não era rastreável, pois as mensagens ficavam sempre numa nuvem de dados, sem serem enviadas. Numa dessas mensagens, na véspera da reunião decisiva, há a informação de que “a ministra” já estava ciente dos arranjos dos advogados.

Em outras mensagens, há informações sobre pagamentos de itens pessoais da presidente pelo esquema montado na Petrobras, como o cabeleireiro Celso Kamura, que viajava para Brasília às custas do grupo. Cada ida de Kamura custava R$ 5 mil. Há também indicações de que um teleprompter especial foi comprado para Dilma sem ser através de meios oficiais, para escapar da burocracia da aquisição.

O pedido do advogado da presidente afastada para incluir no processo do impeachment em curso no Senado os áudios gravados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado é um tiro no pé da defesa, pois amplia o escopo das acusações para incluir a Lava-Jato. O relator, o tucano Antonio Anastasia, fez um favor a José Eduardo Cardozo recusando o pedido, pois ele poderia fazer com que a bancada do atual governo levasse para o processo gravações de Lula com o mesmo objetivo de cercear as investigações da Lava-Jato.

Na reunião da comissão do impeachment ontem, essas gravações de Lula já apareceram nos debates e, se o escopo da denúncia fosse ampliado, poderiam entrar as contas de 2014 e as denúncias do ex-senador Delcídio Amaral sobre tentativas da própria Dilma Rousseff de libertar empreiteiros presos.

A nomeação do ministro Marcelo Navarro para o STJ, com o objetivo de libertar Marcelo Odebrecht, foi confirmada pelo próprio nas tratativas para sua delação premiada, dando veracidade ao relato de Delcídio.

Está claro, com a tentativa de anexar aos autos as gravações de Sérgio Machado sobre a Lava-Jato, a vontade de limitar a acusação às pedaladas de 2015 e aos decretos não autorizados pelo Congresso para dificultar a acusação e o desejo de ampliar o raio de ação da defesa para dar ares de verdade à acusação de golpe.

Se o chamado conjunto da obra do governo Dilma entrasse na roda do julgamento, com todas as acusações que estão sendo reveladas agora, não haveria como defender a presidente afastada.

Outras Notícias

Por unanimidade, Conselho de Ética pede cassação de mandato de Do Val

Os deputados estaduais do Conselho de Ética da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) aprovaram, por unanimidade, o parecer do relator Delegado Olim (PP-SP), que indica a cassação de Arthur do Val (União Brasil-SP). Foram dez votos a zero. A decisão ainda passará pelo plenário. A sessão foi marcada por críticas de deputados contra Do […]

Os deputados estaduais do Conselho de Ética da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) aprovaram, por unanimidade, o parecer do relator Delegado Olim (PP-SP), que indica a cassação de Arthur do Val (União Brasil-SP). Foram dez votos a zero. A decisão ainda passará pelo plenário.

A sessão foi marcada por críticas de deputados contra Do Val, apoio a ucranianas que estavam na sala e pelo barulho de manifestantes a favor do parlamentar alvo do processo, que permaneceram no corredor. Do Val, conhecido como Mamãe Falei, saiu pelos fundos do auditório após a votação. Ele não falou com a imprensa.

O processo foi aberto após o vazamento de áudios do deputado com comentários sexistas. Nas gravações, ele afirma que as mulheres ucranianas “são fáceis porque são pobres”.

Para o Delegado Olim, “foi feita justiça”. “Agora vamos aguardar no plenário, com certeza todos os deputados estarão juntos com esse relatório”, disse, após o fim da sessão.

“Eu acredito que vai ser mantido esse resultado [no plenário]. Procuramos dar celeridade sem comprometer a legalidade durante todo processo. Hoje, a resposta que queríamos dar para a sociedade está aí”, disse a presidente do Conselho, deputada estadual Maria Lúcia Amary (PSDB). Leia a íntegra da reportagem de Leonardo Martins e Pedro Vilas Boas no UOL.

TCE aponta irregularidades no quadro de pessoal da Agência de Fomento de Pernambuco

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou irregular, nesta quinta-feira (08), processo de auditoria especial na Agência de Fomento do Estado de Pernambuco (AGEFEPE), formalizado após representação do procurador Cristiano Pimentel, do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO). O MPCO questionou um contrato, sem licitação, firmado entre o Instituto de Apoio à Universidade […]

O procurador Cristiano Pimentel, do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO).

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou irregular, nesta quinta-feira (08), processo de auditoria especial na Agência de Fomento do Estado de Pernambuco (AGEFEPE), formalizado após representação do procurador Cristiano Pimentel, do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO).

O MPCO questionou um contrato, sem licitação, firmado entre o Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco (IAUPE) e a AGEFEPE, no valor de R$ 2,8 milhões. Segundo o julgamento do TCE, haveria evidência de terceirização das atividades próprias do órgão público (atividades-fim).

De acordo com a relatora do processo, Teresa Duere, a AGEFEPE “tem contratado pessoal, por dispensa de licitação, para desenvolver as funções que estatutariamente deveriam ser realizadas por servidores da própria Agência”. A relatora destaca que “esse formato de vínculo advém, pelo menos, desde o exercício de 2014, quando foi firmado o contrato 018/2014, que sofreu 03 aditivos, tendo sido prorrogado até dezembro de 2017, e sucedido pelo contrato analisado pela auditoria em questão”.

Os auditores apontaram a existência de um “Termo de Referência”, quando da dispensa de licitação realizada pela AGEFEPE, que “não apresenta informações e especificações necessárias à caracterização do objeto da contratação, lançando fortes dúvidas quanto à probidade com que se desenvolveu o processo, como foram obtidas propostas de preços, como os serviços seriam realizados e como seriam apresentados os respectivos resultados, entre outros problemas”.

Segundo a conselheira Teresa Duere, uma parte das admissões “é identificada como meio, ou seja, serviços rotineiros, que poderiam ser prestadas por diversas empresas prestadoras de serviços disponíveis no mercado, ou por quadro próprio da Agência, mas jamais através de uma dispensa de licitação”.

A Primeira Câmara do TCE, além de julgar irregular o objeto da auditoria, aplicou uma multa de oito mil reais aos servidores que ocupavam, durante a auditoria, os cargos de Diretor Presidente, Diretor de Negócios e Gerente Jurídico da Agência.

O TCE também fez uma série de determinações à atual direção da AGEFEPE, dentre elas, que se abstenha de prorrogar o Contrato 01/2018 e adote providências, até o término do exercício em curso, no sentido da regularização do seu quadro de pessoal. A decisão foi unânime. Ainda caberá recurso ao plenário do TCE, no prazo de 30 (trinta) dias. Representou o MPCO, no julgamento, o procurador Gustavo Massa.

Planalto trabalha para compensar baixas na votação do impeachment

Para compensar eventuais baixas, o Palácio do Planalto trabalha para conseguir novos votos pelo impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Pela contabilidade do governo, será possível até mesmo ampliar a margem de votos na votação final. Na votação da admissibilidade do processo, foram 55 votos favoráveis. Integrantes do governo trabalham para ampliar a margem de […]

Senadores analisam projeto (PLC 176/2008) que tem o objetivo de conter a entrada indiscriminada de produtos importados no mercado brasileiro
Do Blog do Camarotti

Para compensar eventuais baixas, o Palácio do Planalto trabalha para conseguir novos votos pelo impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

Pela contabilidade do governo, será possível até mesmo ampliar a margem de votos na votação final. Na votação da admissibilidade do processo, foram 55 votos favoráveis. Integrantes do governo trabalham para ampliar a margem de segurança. Para que o impeachment seja aprovado, será preciso um mínimo de 54 votos.

Com indefinição de alguns senadores, aliados do presidente em exercício Michel Temer passaram a trabalhar o PMDB para virar votos.

Entre as prioridades, estão os senadores Jader Barbalho (PA) e Eduardo Braga (AM), ausentes na votação da admissibilidade, João Alberto (MA), que votou contra, e o senador Pedro Chaves (PSC-MS), suplente do senador cassado Delcídio do Amaral.

Para um auxiliar de Temer, com esses quatro votos, haverá uma margem de segurança para compensar baixas. Até mesmo o voto do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), passou a ser alvo do Palácio do Planalto.

A expectativa é que Renan se posicione pelo impeachment, já que não precisará presidir a sessão, que será comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski.  “Há muita pressão. Tem muita alma querendo reza. O leilão vai começar”, disse um aliado de Temer.

Serra: prefeitura interdita Praça e tenta organizar acesso à CEF

View this post on Instagram A prefeitura de Serra Talhada adotou novas medidas para tentar organizar as filas para os bancos, principalmente a Caixa Econômica Federal. No feriado, milhares de compartilhamos de fotos e vídeos circularam com aglomeração de pessoas nas imediações da praça Sérgio Magalhães. Agora, a prefeitura decidiu o fechamento de toda a […]

A prefeitura de Serra Talhada adotou novas medidas para tentar organizar as filas para os bancos, principalmente a Caixa Econômica Federal.

No feriado, milhares de compartilhamos de fotos e vídeos circularam com aglomeração de pessoas nas imediações da praça Sérgio Magalhães.

Agora, a prefeitura decidiu o fechamento de toda a praça, com um gradeado e marcações para manter o distanciamento de pelo menos um 1,5m de distância de uma pessoa para outra.

A cidade já havia adotado uma outra medida que repercutiu, com barreiras feitas com barro e estruturas de concreto que obrigavam os motoristas a seguirem pelas barreiras sanitárias.

Serra Talhada: Márcia Conrado divulga propostas nas redes sociais

A prefeita de Serra Talhada e candidata à reeleição, Márcia Conrado utilizou as suas redes sociais para divulgar mais propostas do seu plano de governo. Nesta semana, a gestora frisou a área do desenvolvimento econômico, peça chave para o futuro da capital do xaxado. Fortalecimento do programa de qualificação de jovens e desburocratização para empresas […]

A prefeita de Serra Talhada e candidata à reeleição, Márcia Conrado utilizou as suas redes sociais para divulgar mais propostas do seu plano de governo. Nesta semana, a gestora frisou a área do desenvolvimento econômico, peça chave para o futuro da capital do xaxado. Fortalecimento do programa de qualificação de jovens e desburocratização para empresas estão na pauta. 

“Serra Talhada está vivendo um excelente momento na geração de empregos. Pelo terceiro ano consecutivo, tivemos saldo positivo no CAGED, mostrando que nossa cidade está no caminho certo. Além disso, com o Programa Qualifica Serra, já qualificamos mais de 4 mil pessoas, transformando vidas e criando novas oportunidades para nossa gente”, frisou a prefeita. 

Segundo a assessoria, “Para o segundo governo, Márcia vai intensificar esforços para gerar ainda mais oportunidades, fortalecendo a qualificação profissional, aumentar a instalação de indústrias certificadas, gerando empregos e impulsionando a economia da nossa região. Além disso, a prefeita vai apoiar as micro e pequenas empresas, incentivando que elas vendam para o poder público, fomentando o crescimento local”.

“Juntos, construiremos uma Serra Talhada ainda mais forte e repleta de oportunidades para cada serratalhadense”, concluiu Márcia.