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Encontro discutiu enfrentamento ao Aedes Aegypti em Itapetim

Por Nill Júnior

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O prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, reuniu vereadores, representantes de entidades religiosas, lideranças comunitárias, presidentes de sindicatos, representantes da sociedade civil e equipe de governo.

O encontro aconteceu no Auditório da Secretaria de Educação e teve como objetivo chamar atenção e incentivar o combate ao mosquito Aedes Aegypti, que além de transmitir a dengue, a chikungunya e o zica vírus, está por trás do aumento expressivo no número de casos de microcefalia no país.

“O momento é delicado. Itapetim conta hoje com 10 casos notificados de microcefalia. Temos que cuidar dessa situação o mais rápido possível. Precisamos que cada um faça a sua parte”, disse Arquimedes.

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De acordo com Jussara Araújo, secretária de Saúde, esta semana terá início uma campanha educativa em todo o município para alertar a população sobre os riscos da proliferação do mosquito. “Também vamos intensificar as visitas domiciliares e os mutirões de limpeza urbana”, frisou.

O trabalho de combate ao Aedes Aegypti será realizado de forma conjunta pelas secretárias de Saúde, Educação, Ação Social e Infraestrutura.

Outras Notícias

Com apoio de Motta, CCJ vota hoje PEC que prevê o fim da escala 6×1

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista. O texto sugere […]

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista.

O texto sugere uma redução na jornada de trabalho semanal sem alteração nos salários dos trabalhadores. O documento agrupa dois projetos. Um da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que determina a redução para 4 dias de trabalho por semana e 3 de descanso em uma jornada de 36 horas semanais. O outro do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) fala somente em uma redução da jornada para 36 horas semanais. As informações são da CNN.

A expectativa do governo e de deputados do centrão é de aprovação do texto nesta quarta. Para avançar na CCJ, a PEC exige maioria simples, com quórum mínimo de 34 deputados. Com isso, o próximo passo é levar a proposta para uma comissão especial que será responsável por discutir o mérito da proposta.

O relator foi favorável à admissibilidade da PEC, ou seja, a legitimidade do projeto junto à Constituição. Azi, no entanto, deixou claro que é preciso que a comissão especial faça ajustes. Ele disse que vai recomendar no relatório uma redução para que a jornada semanal seja de 5×2 e usou a proposta do próprio governo para justificar esse argumento.

“O próprio governo e as próprias centrais sindicais sinalizaram para uma proposta intermediária, que seria a redução da jornada para 40 horas e a adoção da escala 5×2. Esse é o primeiro ponto que nós vamos indicar como sendo um objeto de avaliação da comissão especial”, disse o relator.

A votação estava marcada para acontecer na última quarta, mas foi adiada por um pedido de vista de Lucas Redecker (PSDB-RS) e Bia Kicis (PL-DF) 15. Por isso, foi necessário cumprir o prazo de duas sessões de plenário para retomar a pauta.

Projeto do governo

O governo enviou um PL (Projeto de Lei) na semana passada sugerindo justamente uma jornada de trabalho de 5×2 e 40 horas por semana. A ideia do executivo era acelerar a tramitação, ter maior facilidade na aprovação e retomar o protagonismo sobre o tema em um ano eleitoral.

A votação da proposta gera expectativa no governo especialmente pela popularidade da pauta. O Planalto começou a apoiar o texto no segundo semestre de 2025. A base governista entende que a aprovação do fim da 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 no final do ano passado são duas pautas que dão lastro para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tente a reeleição ao quarto mandato.

Para ser aprovada em forma de PEC, o texto demanda o apoio de ao menos três quintos dos deputados (308 votos). Já um PL exige apenas maioria simples para aprovação (257 votos).

A PEC entrou nos holofotes do Congresso depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), abraçou a pauta e decidiu dar encaminhamento. O parlamentar tem enfatizado a importância da pauta para a “classe trabalhadora” e sinalizado pressa na tramitação.

O objetivo do congressista é aprovar o texto ainda no primeiro semestre, realizando a votação até o final de maio no plenário.

Hugo teve encontros recentes com integrantes do governo para discutir os detalhes da proposta. Na última sexta (17), ele se reuniu com o ministro da SRI (Secretaria Relações Institucionais), José Guimarães.

Nenhum dos dois se pronunciou depois do encontro, mas a relação já havia sido colocada à prova depois do envio do PL pelo Executivo. Guimarães era líder do governo na Câmara quando Hugo anunciou um acordo com o Planalto para tramitar somente a PEC. Em coletiva, o presidente da Casa chegou a dizer que o governo não enviaria nenhuma proposta alternativa. Isso não foi cumprido.

O texto do governo foi enviado em regime de urgência para acelerar a votação. Com isso, a proposta deve ser votada em até 45 dias na Câmara. O objetivo de Hugo é terminar a tramitação da PEC antes disso.

Agora, Hugo encostou o PL do governo e vai manter a celeridade na aprovação da PEC. Ele disse que definirá o relator do texto na comissão especial depois da aprovação na CCJ. O presidente da Casa manifestou o interesse em ter um nome do centrão que seja a favor da proposta.

Conselho Consultivo discute elaboração de plano de fiscalização do Parque da Mata da Pimenteira

O Conselho Consultivo do Parque Estadual da Mata da Pimenteira realizou sua terceira reunião ordinária na manhã da última terça-feira (08), no Campus da Unidade Acadêmica de Serra Talhada – UAST. Na pauta da reunião foram discutidos diversos temas importantes como apresentação do Grupo de Trabalho para elaboração do Plano de Fiscalização Ambiental do Parque […]

O Conselho Consultivo do Parque Estadual da Mata da Pimenteira realizou sua terceira reunião ordinária na manhã da última terça-feira (08), no Campus da Unidade Acadêmica de Serra Talhada – UAST.

Na pauta da reunião foram discutidos diversos temas importantes como apresentação do Grupo de Trabalho para elaboração do Plano de Fiscalização Ambiental do Parque Estadual da Mata da Pimenteira; apresentação dos novos conselheiros do conselho; o resultado final do edital CPRH Nº 02/2016 – Educação Ambiental; discussão acerca da atual situação do plano de manejo da mata, entre outros assuntos.

O presidente do Conselho Consultivo, Rodrigo Ferraz, fala sobre a importância desse Grupo de Trabalho. “Nós criamos esse grupo de trabalho na reunião anterior com o objetivo de fiscalizar algumas atividades degradadoras do parque que foram identificadas, tendo esse grupo ainda a função de pensar atividades educativas e preventivas na localidade”, explicou.

Empossado como novo membro do Conselho Consultivo, o coordenador do Centro de Educação Comunitária Rural – CECOR, Espedito Brito, fala sobre a importância da participação da instituição nesse espaço. “O parque fica aqui em Serra Talhada, praticamente vizinho ao CECOR, então nós temos todo o interesse em contribuir para que o parque de fato exerça sua função contribuindo nas pesquisas acadêmicas e colaborando com o desenvolvimento e preservação da nossa vegetação da Caatinga”, disse Espedito Brito, que substitui Andrea Oliveira no Conselho.

Fredson Brito terá maioria oposicionista na Câmara ou vai virar o jogo?

O candidato oposicionista Fredson Brito (Republicanos) conquistou a vitória nas eleições municipais de São José do Egito. No entanto, apesar do triunfo nas urnas para a prefeitura, o cenário político para a governabilidade vai precisar de costura política. A base do candidato derrotado George Borja (PSB), que tem Evandro Valadares, Paulinho Jucá e cia, conseguiu […]

O candidato oposicionista Fredson Brito (Republicanos) conquistou a vitória nas eleições municipais de São José do Egito.

No entanto, apesar do triunfo nas urnas para a prefeitura, o cenário político para a governabilidade vai precisar de costura política.

A base do candidato derrotado George Borja (PSB), que tem Evandro Valadares, Paulinho Jucá e cia, conseguiu eleger a maioria dos vereadores, com oito dos 13 assentos da Câmara Municipal.

A base de apoio de Fredson na Câmara é composta por Aldo da Clipsi, Albérico Tiago, Daniel Siqueira (que já lançou o nome para disputar a presidência da Câmara), Vicente de Vevéi e Damião de Carminha.

Enquanto isso, a oposição ao novo prefeito conta com uma bancada formada por Adeílton de Bráz, Romerinho Dantas, Patrícia de Bacana, Fernanda de Flávio Jucá, Beto de Marreco, Tadeu do Hospital, Luiz de Raimundo e Gerson Sousa.

Com essa configuração, Fredson Brito, que assume a prefeitura em um cenário de divisão política, terá que buscar diálogo e articulação para aprovar projetos e garantir a governabilidade.

Em se tratando de São José do Egito,  não haverá como dizer que essa formatação se mantém até o dia da posse. No bloco dos eleitos,  há quadros que mudaram mais de uma vez de base no curso do mandato, eleitos cuja uma banda da família já apoiou Brito, e partidos que podem ser atraídos para o time governista, como o União Brasil.

Sertânia: TCE mantém rejeição das contas de 2016 de Guga Lins

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (16), Embargos de Declaração interpostos pelo ex-prefeito de Sertânia, Gustavo Maciel Lins de Albuquerque (Guga Lins), em face do parecer prévio emitido pela 1ª Câmara do Tribunal nos autos do Processo TCE-PE nº 17100040-7, que recomendou à Câmara Municipal de Sertânia a […]

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (16), Embargos de Declaração interpostos pelo ex-prefeito de Sertânia, Gustavo Maciel Lins de Albuquerque (Guga Lins), em face do parecer prévio emitido pela 1ª Câmara do Tribunal nos autos do Processo TCE-PE nº 17100040-7, que recomendou à Câmara Municipal de Sertânia a rejeição das suas contas de governo, relativas ao exercício financeiro de 2016.

No julgamento, a Primeira Câmara, à unanimidade, conheceu dos Embargos de Declaração e, no mérito, negou-lhes provimento, mantendo a rejeição das referidas contas. A informação é do Afogados Online.

Eduardo Campos descarta reeleição caso vença pleito deste ano

do JC Online O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, afirmou nesta terça-feira (15), em sabatina realizada na Capital, que se for eleito neste pleito não pretende a reeleição. Questionado sobre sua boa relação com o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato fez questão de diferenciar o embate neste […]

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Foto Facebook.

do JC Online

O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, afirmou nesta terça-feira (15), em sabatina realizada na Capital, que se for eleito neste pleito não pretende a reeleição. Questionado sobre sua boa relação com o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato fez questão de diferenciar o embate neste pleito, dizendo que sua adversária é a presidente Dilma Rousseff (PT). E criticou a gestão da petista dizendo que ela fez uma gestão pior do que seu antecessor. E pregou. “O País quer mudar e vai tirar Dilma (da Presidência).”

Segundo o presidenciável, todos torceram por Dilma na Presidência, mas ela não preservou as conquistas e talvez não soube entender o seu papel na história. “Dilma dizia que ia baixa juros e energia”, ironizou Campos, afirmando que ela fez justamente o oposto. “Vai ficar reconhecida como a primeira presidente no ciclo democrático que entregará o País pior do que recebeu.”

Aliado as críticas, Eduardo Campos disse que o PSB vem tentando se colocar como oposição neste pleito. “Nós tentamos e fizemos esse embate na sucessão do presidente Lula. Os apelos feitos por Lula nos fizeram apoiar a campanha de Dilma em 2010”, disse, lamentando que a petista perdeu uma oportunidade extraordinária de mudar o País. E repetiu: “Ela vai entregar o País pior do que recebeu. Itamar entregou melhor, FHC e Lula também.”

Na sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo, SBT e Jovem Pan, Eduardo Campos disse estar “tranquilo” com a posição de sua campanha nas pesquisas até agora. “Estou tranquilo de que estamos fazendo o que a sociedade espera do nosso campo político”, disse apresentando sua chapa com a vice Marina Silva como opção progressista nas eleições deste ano.

“O que o Brasil não aguenta mais é essa disputa em dizer que o PSDB não fez nada pelo Brasil e o PSDB dizer que no PT só tem corruptos e que o partido não fez nada pelo Brasil”, afirmou Campos. Mas evitou a classificação de “terceira via”. “Não somos terceira via, somos a via para tocar o Brasil em frente. Questionado sobre o escândalo do mensalão, ele disse achar “um horror, assim como os outros ocorridos na gestão de FHC.”