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Empresários presos pela Operação Turbulência deixam Centro de Triagem

Por Nill Júnior

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Os quatro empresários presos pela Polícia Federal durante a Operação Turbulência saíram do Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), no município de Abreu e Lima, no Grande Recife, na tarde desta quarta-feira (14).

João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite, Apolo Santana Vieira e Arthur Roberto Lapa Rosal forma embora em dois carros estacionados na frente do local e não quiseram falar com a imprensa.

Eles estavam no Cotel desde o dia 21 de junho, mas uma liminar concedendo-lhes habeas corpus foi deferida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF),  na terça-feira (13).

Segundo o texto, divulgado no Diário de Justiça Eletrônico (DJE), a defesa dos réus usou como justificativa para solicitar o habeas corpus a não indicação de elementos concretos relativos à possibilidade de interferência nas investigações ou persistência das ações criminosas. A Polícia Federal em Pernambuco informou que não vai se pronunciar sobre a decisão do STF.

Agora os empresários vão responder ao processo em liberdade. O habeas corpus também se estende ao empresário Paulo César de Barros Morato, mas o réu foi encontrado morto na cidade de Olinda, no Grande Recife, dois dias após a Operação Turbulência ter sido deflagrada. Depois de um inquérito, a Polícia Civil de Pernambuco concluiu que o empresário cometeu suicídio.

Outras Notícias

STF retira sigilo de investigação sobre uso de programa secreto pela Abin

Para ministro Alexandre de Moraes, providência é necessária para cessar vazamentos e informações contraditórias que podem prejudicar a investigação O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o levantamento do sigilo dos autos da Petição (Pet) 11108, que investiga o uso de um programa secreto de monitoramento pela Agência Brasileira de Inteligência […]

Para ministro Alexandre de Moraes, providência é necessária para cessar vazamentos e informações contraditórias que podem prejudicar a investigação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o levantamento do sigilo dos autos da Petição (Pet) 11108, que investiga o uso de um programa secreto de monitoramento pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro.

A decisão foi tomada após a constatação de vazamentos seletivos de trechos do relatório policial, que resultaram em matérias contraditórias na imprensa.

“Em que pese o sigilo dos autos, lamentavelmente, vêm ocorrendo inúmeros vazamentos seletivos de trechos do relatório apresentado pela autoridade policial, com matérias confusas, contraditórias e errôneas na mídia”, afirmou o relator. Para o relator, a continuidade de vazamentos seletivos pode prejudicar a instrução processual. Foi mantido o sigilo apenas das petições relacionadas a dados bancários e fiscais dos investigados.

A investigação começou após reportagem publicada pelo jornal “O Globo” em 14 de março de 2023, em que a Abin confirmava o uso de um programa secreto para monitorar alvos específicos. Em 12 de junho de 2025, a PF encaminhou o relatório final da investigação ao STF.

O ministro determinou o envio dos autos à Procuradoria-Geral da República (PGR) para manifestação no prazo de 15 dias e a intimação dos advogados das partes envolvidas.

SJE: vereador oposicionista declara apoio a Paulo Jucá

O vereador Alberto de Zé Loló (PP), que está em seu segundo mandato na Câmara Municipal egipiciense, recebeu em sua chácara o pré-candidato a Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe, Paulo Jucá. No encontro, Alberto declarou apoio ao projeto de Jucá. O parlamentar militava na oposição.  “Hoje vejo que Paulo Jucá nutre a esperança de […]

O vereador Alberto de Zé Loló (PP), que está em seu segundo mandato na Câmara Municipal egipiciense, recebeu em sua chácara o pré-candidato a Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe, Paulo Jucá.

No encontro, Alberto declarou apoio ao projeto de Jucá. O parlamentar militava na oposição. 

“Hoje vejo que Paulo Jucá nutre a esperança de São José do Egito e o Pajeú por inteiro, ter na Alepe, um representante competente e articulado, capaz de canalizar para a região, ações que a nossa gente tanto precisa. Daí o meu apoio e entusiasmo a sua pré-candidatura”, revelou Loló ao Blog do Marcello Patriota.

Em São José do Egito, Paulo Jucá tem apoio declarado de 10 dos 13 parlamentares: Flávio Jucá, Beto de Marreco, Maurício do São João, Damião de Carminha, David de Deus, Jota Ferreira e Alberto Loló. 

Ainda dos suplentes que assumiram: Doido de Zé Vicente, Tadeu do Hospital, Vicente de Vevéi. Henrique Marinho, Patricia de Bacana e Gerson Souza estão licenciados.

O blog do Marcello Patriota apurou que o Projeto de Paulo Jucá está ficando robusto, com apoios não só no Pajeú como em outras regiões do estado. 

Ao blog jucá disse que é preciso fortalecer o sistema de saúde, principalmente no que diz respeito a interiorização. “Eu quero representar a região para que a gente possa crescer com isso”, afirmou Jucá.  

Atuante há mais de 20 anos no serviço público, essa é primeira ocasião que Paulo Jucá concorre nas urnas para um cargo político. Com o apoio do prefeito Evandro Valadares, vai disputar uma vaga para Deputado Estadual. Ele é filho do saudoso Paulo Jucá, ex-prefeito por três mandatos.

Prefeitura de Serra Talhada intensifica atendimentos de saúde da mulher durante o Outubro Rosa

No último sábado (11/10), a Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou mais de 300 atendimentos voltados à saúde da mulher na Policlínica Municipal, com destaque para a oferta de mamografias, ultrassonografias, exames preventivos e consultas com ginecologista. A ação integra as atividades do Outubro Rosa, mês de conscientização e […]

No último sábado (11/10), a Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou mais de 300 atendimentos voltados à saúde da mulher na Policlínica Municipal, com destaque para a oferta de mamografias, ultrassonografias, exames preventivos e consultas com ginecologista. A ação integra as atividades do Outubro Rosa, mês de conscientização e combate ao câncer de mama e câncer de colo de útero, e reforça o compromisso da gestão em garantir o acesso das mulheres aos cuidados de prevenção.

De acordo com a secretária de Saúde, Lisbeth Rosa, o município vem ampliando os atendimentos neste período para suprir a alta demanda. “A mamografia é um exame de competência do Estado, mas o município de Serra Talhada tem atuado para suprir essa necessidade, já que a quantidade de exames disponibilizada pelo Governo do Estado não é suficiente diante da demanda existente. Por isso, intensificamos essa oferta, garantindo que nossas mulheres tenham acesso a um diagnóstico precoce e a um cuidado humanizado”, destacou.

A prefeita Márcia Conrado ressaltou o compromisso da gestão em cuidar da saúde das mulheres serra-talhadenses. “O Outubro Rosa é um momento de mobilização e acolhimento. A Prefeitura tem feito um grande esforço para ampliar os atendimentos, levando exames, consultas e ações educativas que salvam vidas. Seguiremos investindo para que as mulheres tenham acesso à prevenção e ao tratamento com qualidade, fortalecendo a rede municipal de saúde”, afirmou a gestora.

Durante a ação, foram realizados 34 exames de ultrassonografia de mamas, 48 ultrassonografias transvaginais e pélvicas, 22 consultas com ginecologista, 36 atendimentos no odontomóvel e 16 exames citológicos. Além disso, foram agendadas 100 ultrassonografias de mama, 10 mamografias e 17 novas consultas com ginecologista. A programação contou ainda com sorteios de brindes, palestras, testagens, lanches e atividades de prevenção. Nos casos em que a ultrassonografia mamária indicou necessidade de punção, a Secretaria de Saúde também vai buscar garantir o atendimento especializado via Estado. A ação acontece até o fim do mês e tem por objetivo atender mais de 500 mulheres.

Wellington Maciel recua e não vai forçar votação de projeto

O prefeito Wellington Maciel confirmou em entrevista ao jornalista Dárcio Rabelo, na Independente FM, que não solicitação nova sessão extraordinária para o dia 31. Ele recuou da decisão de acionar sua bancada e tentar votar o Projeto de Lei Complementar 18/22 criando taxa de coleta, manejo, e acondicionamento do lixo a ser incorporada na conta […]

O prefeito Wellington Maciel confirmou em entrevista ao jornalista Dárcio Rabelo, na Independente FM, que não solicitação nova sessão extraordinária para o dia 31.

Ele recuou da decisão de acionar sua bancada e tentar votar o Projeto de Lei Complementar 18/22 criando taxa de coleta, manejo, e acondicionamento do lixo a ser incorporada na conta de luz.

Wellington reconheceu que,  dada a polêmica,  vai retomar o debate entre fevereiro e março.  O prefeito culpou a oposição por criar polêmica e, principalmente,  a vereadora Célia Galindo.  “Em dez mandatos,  o que ela fez pela cidade. Oposição é importante,  mas ela só quer tumultuar”.

Disse ainda que a cobrança pela conta de luz reduziria a inadimplência,  que hoje beira os 80% e não penalizaria a população e quem já é isento.

Ontem, a vereadora Célia Galindo pediu vistas e, sob pressão de Luciano Pacheco, o maior vigoroso aliado de Wellington Maciel, governistas queriam votar um prazo de um dia e meio pra retomada da discussão.

Os prazos são muito apertados e uma nova sessão extraordinária só poderia ser convocada a partir de 48 horas da anterior. A polêmica aumentou quando Célia e Rodrigo Roa se retiraram da sessão.

TSE nega direito de resposta a Jair Bolsonaro no Jornal Nacional

Edson Sardinha – Congresso em Foco O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou pedido de direito de resposta na TV Globo ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Por seis votos a um, o plenário manteve a liminar do ministro Carlos Horbach, do próprio TSE, que já havia negado a reivindicação do líder nas pesquisas. O […]

Edson Sardinha – Congresso em Foco

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou pedido de direito de resposta na TV Globo ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Por seis votos a um, o plenário manteve a liminar do ministro Carlos Horbach, do próprio TSE, que já havia negado a reivindicação do líder nas pesquisas. O único a se posicionar a favor do direito de resposta foi o ministro Alexandre de Moraes, que também integra o Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro queria responder a nota lida no Jornal Nacional pelo apresentador William Bonner um dia após a entrevista com o presidenciável. Bonner contestou a afirmação feita na véspera pelo candidato de que a emissora recebia “bilhões” de reais de verba publicitária oficial.

Prevaleceu, entre os magistrados, o entendimento de que nem a Globo nem Bolsonaro delimitaram o tempo em que estimaram as receitas, o que, segundo Horbach, impede a definição de um parâmetro objetivo para “aferição de sua veracidade”.

Na liminar, Horbach considerou que, por esse motivo, não havia como imputar à emissora divulgação de fato inverídico ou a autoria de ofensa contra o deputado fluminense. O argumento dele foi referendado pela presidente da corte, Rosa Weber. “Os dois enunciados se fizeram com ausência de delimitação temporal, o que levaria a correção ou absoluta incorreção daquilo que estava sendo colocado”, afirmou a ministra.

Alexandre de Moraes contestou o entendimento da maioria dos colegas. “O grande problema é que o TSE ao tomar uma ou outra posição estará referendando o que disse uma ou outra posição. E os fatos apontam que de 2000 a 2016 houve recebimento de propaganda oficial de R$ 10,2 bilhões por parte da Globo”, contestou o ministro.

Diferenças

Durante a entrevista, em 28 de agosto, a apresentadora Renata Vasconcellos reagiu à declaração de Bolsonaro de que havia diferença salarial entre ela e Bonner ao se referir às discrepâncias salariais entre homens e mulheres na sociedade brasileira. Renata disse que não aceitaria ganhar menos do que um colega para exercer as mesmas funções e alegou que sua situação era diferente da do parlamentar por não ser ela uma servidora pública.

“Vocês vivem, em grande parte aqui, de recursos da União. São bilhões que recebem o sistema Globo, de recursos da propaganda oficial do governo”, retrucou o candidato.

Na noite seguinte, Bonner leu editorial da emissora para rebater Bolsonaro.

“O candidato Jair Bolsonaro, do PSL, afirmou que a TV Globo recebe bilhões de recursos da propaganda oficial do governo. É uma afirmação absolutamente falsa. A propaganda oficial do governo federal e das suas empresas estatais corresponde a menos de 4% das receitas publicitárias e nem remotamente chega à casa do bilhão. Os anunciantes, privados ou públicos, reconhecem na TV Globo uma programação de qualidade, prestigiada por enorme audiência e, por isso, se valem dela para levar ao público mensagens sobre seus produtos e serviços. Fazemos esse esclarecimento por apreço à verdade, ao nosso público e a nossos anunciantes”, dizia a nota.