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Em Serra Talhada Marília Arraes lança pré-candidatura ao governo do Estado

Por André Luis
Foto: Sabrina Oliveira

Representante do PT estadual assume publicamente a decisão do partido pela candidatura própria

Na tarde deste sábado (27), cerca de 3 mil pessoas compareceram ao Ginásio Poliesportivo Egídio Torres, em Serra Talhada, no Sertão pernambucano, para acompanhar o evento de lançamento da pré-candidatura da vereadora por Recife, Marília Arraes ao governo do Estado.

Estiveram presentes no evento, além do prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, o vice-prefeito, Márcio Oliveira, a deputada estadual Tereza Leitão, o ex-deputado Fernando Ferro, o presidente da Ferape, Doriel Barros, da CUT-PE, Carlos Veras, o presidente do PT de Serra Talhada, Junior Moraes, e a vice, Rivalda Valões, a presidente do PT de Arcoverde, Maria José, o ex-prefeito de Custódia Luiz Carlos, o coordenador nacional do Movimento Sem Terra (MST) em Pernambuco, Jaime Amorim, o prefeito de Granito, João Bosco, a prefeita de Calumbi, Sandra da Farmácia, o ex-prefeito de São José do Egito, Romero Guimarães, o vice-presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Emídio Vasconcelos, além de trinta e cinco vereadores.

Foto: Sabrina Oliveira

Ao todo oitenta municípios enviaram representantes ao evento. Segundo informações, o senador Humberto Costa não pode comparecer por conta de uma reunião do PT em São Paulo, mas enviou como representante, o Secretário de Assuntos Institucionais do PT-PE, Dilson Peixoto, que assumiu publicamente a decisão do diretório estadual do Partido pela candidatura própria e deixou claro que estava ali assumindo o compromisso com a candidatura de Marília Arraes ao governo do Estado.

Mais cedo Marília fez uma visita a feira onde houve concentração no futuro terminal de passageiros, depois ela participou de uma reunião na CDL de Serra Talhada, e por volta das 11h,  concedeu entrevista á Rádio Vila Bela FM.

Outras Notícias

Maria Arraes propõe adicional no Bolsa Família para mães que amamentam 

Pessoas que amamentam por até seis meses poderão ter um adicional de R$ 50 no Bolsa Família, graças a uma emenda da deputada federal Maria Arraes (SD-PE) à MP 1.164/23 do governo Lula, que recria o programa de transferência de renda e combate à fome.  O parecer favorável do deputado Dr. Francisco (PT-PI) incluindo esse […]

Pessoas que amamentam por até seis meses poderão ter um adicional de R$ 50 no Bolsa Família, graças a uma emenda da deputada federal Maria Arraes (SD-PE) à MP 1.164/23 do governo Lula, que recria o programa de transferência de renda e combate à fome. 

O parecer favorável do deputado Dr. Francisco (PT-PI) incluindo esse direito foi aprovado na noite da terça (30) no plenário da Câmara. 

O novo Bolsa Família tem valor mínimo previsto de R$ 600 por família. Naquelas onde houver alguém amamentando, a quantia sobe para R$ 650. 

“Esse é um cuidado com quem amamenta e também com a primeira infância. Queremos garantir condições de amamentação com segurança alimentar e nutricional, para que os bebês também tenham acesso ao alimento essencial para o seu desenvolvimento saudável nos primeiros anos de vida”, ressalta Maria Arraes, que reforça o seu compromisso em promover políticas públicas para assegurar proteção social aos mais vulneráveis. 

O texto aprovado ainda facilita o ingresso de pessoas com deficiência no Bolsa Família e permite o retorno do empréstimo consignado pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), limitado a 35% do valor total.  A MP segue agora para análise do Senado. 

Outras alterações aprovadas incluem o Auxílio-Gás; a permissão para que famílias de pescadores artesanais beneficiários do programa continuem a receber Bolsa Família no período em que também contam com o seguro-defeso; e a determinação de que o reajuste dos benefícios do Bolsa Família e do valor referente à linha de pobreza (R$ 218) seja feito, no máximo, a cada dois anos, com a proibição de redução dos valores.

Além do incentivo à amamentação, o Bolsa Família também prevê acréscimo de R$ 150 por criança de até seis anos e o adicional de R$ 50 por criança ou adolescente (de sete a 18 anos) e para gestantes.

Serra Talhada recebe SerTão Mais Criativo com muita cultura

Música, luzes e muita cultura, foi o que se viu na abertura oficial do SerTão Mais Criativo, que aconteceu na noite desta quinta (13), em Serra Talhada – PE. Autoridades locais participaram da solenidade que deu o ponta pé inicial aos dias intensos de imersão ao ambiente audiovisual e fotográfico. O prefeito, Luciano Duque, ressaltou […]

Música, luzes e muita cultura, foi o que se viu na abertura oficial do SerTão Mais Criativo, que aconteceu na noite desta quinta (13), em Serra Talhada – PE. Autoridades locais participaram da solenidade que deu o ponta pé inicial aos dias intensos de imersão ao ambiente audiovisual e fotográfico.

O prefeito, Luciano Duque, ressaltou a importância do Sebrae no desenvolvimento do sertão pernambucano. “Parcerias assim que nos garante elevar nosso povo. Capacitando profissionais, oferecendo mão de obra qualificada e pessoas mais empreendedoras”, disse.

Gilberto Freyre Neto, presidente da Fundação Gilberto Freyre, falou da satisfação de fazer parte do seminário que será um divisor de águas para os artistas da terra. “A partir desse evento, nossos artistas terão uma visão mais ampla de como viver com sua arte. Valorizando-as e impulsionando-as para que nossa cultura seja exportada para todos os cantos do Brasil e, porque não dizer, do mundo”.

Ana Paula Santos, analista do Sebrae, gestora do projeto, agradeceu aos parceiros, artistas e as pessoas que prestigiaram o seminário. “Essa é a terceira edição de um projeto que, além de oportunizar possibilidades de conhecimento, gera negócios. Nosso foco é esse, fomentar a cultura e fazer dela uma fonte de renda”.

Mais de 100 pessoas participaram da palestra de Marcos Issa e José Medeiros, sobre fotografia, que contou com a participação de Dona Esmeralda Reis, uma serra-talhadense, que na década de 60 se encantou com um equipamento que registrava imagens e paisagens, até que conseguiu comprar um e, por 25 anos, complementou a renda familiar fotografando.

“A fotografia tem a cara muito masculina, e dona Esmeralda rompeu com esse estereótipo no sertão e na década de 60”, conta Álvaro Severo, fotógrafo responsável pelo I Salão de Fotografia, lançado no SerTão Mais Criativo, com o intuito de provocar fotógrafos da região de enviar suas imagens para passar por uma avaliação criteriosa, onde serão escolhidas as melhores fotos e receberão uma premiação.

Ainda de acordo com Álvaro, o I Salão de Fotografia vai homenagear dona Esmeralda e Alejandro Garcia, “um estrangeiro, argentino, que se apaixonou tanto pelo Sertão que o escolheu para morar”, finaliza.

Na manhã desta sexta (14), aconteceu uma saída fotográfica na fazenda Barreiros, de iniciação à fotografia documental. Na programação deste sábado, Seminários sobre Financiamentos Culturais, Editais de financiamento da Secretaria de Cultura do estado de Pernambuco, Economia Criativa, Rodada de Negócios.

Às 18h, na Câmara, Seminário “Viagem em torno do palco – O Artista Empreendedor” com Jessie Quirino”. Às  20h30, Grupo de Xaxado Zabelê, Lançamento do Livro Lampião e o Sertão do Pajeú e Audições: Coletivo Mangaio e Coletivo Ebasta no Som na Rural. Haverá feira, artesanato, cultura, poesia, música e gastronomia.

No domingo, 16, das 13h às 17h, Oficina “Design: introdução ao Branding e suas estratégias” com Iran Pontes, do  Porto Digital.

Deputados questionam custo de adesão a consórcio internacional de vacinas

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados Brasil terá de pagar R$ 830 milhões pela adesão à coalizão de 168 países para garantir vacina contra a Covid-19. O governo brasileiro começou a pagar nesta quarta-feira (7) a primeira parcela, de R$ 830 milhões, pela adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19.  Parte deste valor, cerca […]

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

Brasil terá de pagar R$ 830 milhões pela adesão à coalizão de 168 países para garantir vacina contra a Covid-19.

O governo brasileiro começou a pagar nesta quarta-feira (7) a primeira parcela, de R$ 830 milhões, pela adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19.  Parte deste valor, cerca de R$ 91 milhões, poderá ser devolvido se o país não comprar nenhuma vacina do consórcio coordenado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o desenvolvimento rápido e seguro de imunização.

As informações foram dadas por representantes do Ministério da Saúde durante audiência pública da comissão externa que acompanha as ações de combate ao novo coronavírus. Duas medidas provisórias (MP 1003/20 e MP 1004/20) que estão sendo examinadas pela Câmara dos Deputados oficializam o acordo com o chamado Covax Facility, coalizão de 168 países para garantir vacina contra o vírus, e destinam R$ 2,5 bilhões para a iniciativa.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, explicou que a meta do grupo internacional é ter 2 bilhões de doses de vacinas até o final de 2021. A recomendação é imunizar entre 10% e 50% da população de cada país. O Brasil está trabalhando com um percentual de 10%, o que corresponderia a 42 milhões de doses, na hipótese de a vacina escolhida ser aplicada em duas vezes. O secretário Elcio Franco detalhou qual seria a parcela da população a ser imunizada com essas doses.

“Importante registrar que este número de 10% da população é baseado em estudos científicos que apontam grupos de risco principais para o desenvolvimento de formas graves da doença: indivíduos com 80 anos ou mais, equivalentes no Brasil a 4.411.053 pessoas; pessoas com morbidades (10.766.989 habitantes) e trabalhadores da saúde (5.034.064 trabalhadores), totalizando 20.242.106 brasileiros”.

O ingresso na Covax Facility prevê o pagamento de mais R$ 1,7 bilhão caso o Brasil escolha uma das vacinas do consórcio.  Os representantes do Ministério da Saúde reiteraram que a adesão ao grupo não impede o estabelecimento de outros acordos para a compra e a produção de vacinas.

Valores

Os parlamentares questionaram os valores do contrato. Acharam alta a quantia de R$ 711 milhões, parte não reembolsável paga pela adesão. O Ministério da Saúde informou também que há diferença nos valores individuais das vacinas. Em relação à vacina de Oxford, por exemplo, o custo estimado pela Covax Facility é de US$ 10,55; enquanto a dose resultante do acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tem expectativa de custar US$ 2,30. A média de preço das vacinas produzidas fora do País deve ficar em torno de US$ 10.

O coordenador da Comissão Externa, deputado Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ),  explicou porque os parlamentares insistiram em ter explicações detalhadas sobre os custos de ingressar neste grupo que já conta com 168 países.

“Aqui, a gente apoia as ações do governo, porque a gente busca que a população seja imunizada. A gente precisa esclarecer o que a gente esteja votando, porque somos nós que vamos ao Plenário, somos nós que somos cobrados diariamente na rua e somos nós que somos cobrados aqui, de maneira remota, por toda a população brasileira, querendo informações, informações válidas para deixar claro todo o acompanhamento e todas as ações do governo federal, dos governos estaduais e dos governos municipais.”

O secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Helio Angiotti Neto, relatou que as 9 vacinas que fazem parte do portfólio da Covax Facility estão em diferentes fases de testes e os resultados de alguns dos estudos clínicos já foram publicados. Durante a audiência, os parlamentares expressaram uma preocupação: a vacina resultante da parceria entre a chinesa Sinovac e o Instituto Butantan ainda não faz parte desse instrumento internacional. As informações são da Agência Câmara de Notícias.

Promotor questiona prática das novas medidas do Plano de Convivência

Lúcio Luiz destacou dificuldade em fiscalizar cobrança do cartão de vacina em bares e restaurantes Por André Luis O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, questionou, durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (11), a forma como as novas restrições no Plano de Convivência, que começarão a valer a partir da […]

Lúcio Luiz destacou dificuldade em fiscalizar cobrança do cartão de vacina em bares e restaurantes

Por André Luis

O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, questionou, durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (11), a forma como as novas restrições no Plano de Convivência, que começarão a valer a partir da próxima sexta-feira (14), anunciadas pelo Governo de Pernambuco, por conta do aumento de casos e solicitações de leitos para pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), será na prática.

Ele lembrou sobre as dificuldades que já vinham sendo encontradas para fiscalizar eventos fechados, onde se tem portaria, devido ao grande número de festas na região. 

“Agora, por exemplo, com uma norma como esta. Imagine a quantidade de estabelecimentos de alimentação que se tem. Então o próprio Ministério Público fica querendo entender como vai ser feita essa fiscalização e essa cobrança do cartão de vacina sem, por exemplo, se ter em alguns espaços algo que delimite a entrada. Eu acho uma condição básica para se cobrar um ingresso ou um cartão de vacina, que se tenha uma portaria. Só uma entrada afunilando e uma figura só pra fazer isso”, destacou Lúcio Almeida.

“Como que isso será feito, por exemplo, em um bar onde há várias mesas espalhadas, a pessoa chega e senta, como vai saber se esta pessoa está vacinada?”, completou.

O promotor ainda questionou a forma como o Governo do Estado toma certas decisões: “o Estado baixa determinadas medidas e muitas vezes a gente não sabe como vai ser colocado em prática”, disse Lúcio Almeida que ainda afirmou ser contra a realização do carnaval.

Expoagro: PM pode fechar portões na noite do dia 30 para evitar superlotação

Medida será tomada se necessário, por questões de segurança O Major Ivaldo disse hoje participando do Debate das Dez do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que está sendo considerada a possibilidade de fechar os portões na noite deste dia 30 em virtude do grande número de pessoas no show da dupla Henrique e Juliano. […]

Medida será tomada se necessário, por questões de segurança

O Major Ivaldo disse hoje participando do Debate das Dez do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que está sendo considerada a possibilidade de fechar os portões na noite deste dia 30 em virtude do grande número de pessoas no show da dupla Henrique e Juliano.

A capacidade total no Centro Desportiva avaliada por equipe de segurança é de 40 mil pessoas, considerando o número de quatro pessoas por metro quadrado.

“Podem ser fechados já que muita gente pode gerar um acidente. Estamos verificando e caso necessário, pode ser solicitado o fechamento dos portões por medida de segurança, como tentamos fazer em 2014, no show de Zezé e Luciano”. A decisão segundo o Major caberá ao comandante Coronel Carlos Eduardo Gomes de Sá. “Ele comandará o policiamento e avaliará essa possibilidade juntamente com a prefeitura”.

Outra orientação é evitar ir de carro à festa. A PM através da sessão de investigação está com efetivo em campo para coibir grupos que fazem furtos de veículos e celulares na festa.

Serão cinquenta PMs em campo. Hoje experimentalmente o portão principal será fechado. O acesso será pela “Rua da Ladeira”, a Joaquim Nazário.

Como já informado, estão proibidas mesas na área do palco. Coolers e caixas de isopor são permitidas, dede que não contenham recipientes de vidro. Esta noite, a festa termina às duas da manhã. Nas demais, às três, conforme acordo com o Sistema Integrado de Segurança.

Lei seca: Uma outra informação é da presença da Operação Lei Seca, confirmada pelo Major Costa Brito, que coordena a operação na região. O trabalho será realizado por todos os dias da Expoagro e Festa de Emancipação Política.